حق التنازل: بسبب تعقيدات اللغة البشريه وإمكانية وجود عدد من الترجمات المختلفه وتفسيرات الكلمات والعبارات المحدده, هنالك حدود في الترجمات الايه0 وورلدلينجولا يقبل اي مسئوليه لدقة الترجمه وينكر اي مسئوليه بخصوص الإدعاءات من إستخدامك لخدمات ترجمة وورلدلينجو Close Disclaimer

يوم الإثنين, 8 من فبراير - شباط من 2010

[تإكسيلونر] لون موسيقى 5

[موسكس] [بوستدس] في الموقعة, أكثر مؤخّرا في محفوظ وحيدة أن يخفّض.

ترويسة من الألبوم: [تإكسيلونر] لون موسيقى [ف]
سنة: 2010
مسجلة: أنت [س/ا]
نوع: تسجيل صوتيّ/صخرة/فرقعة/كآبة
نوعية: [لم] 3,97/- [ف2] - [فبر-نو]
[بيترت]: 196 [كببس/44,1] [كهز]/مفصل فلق مجساميّة
وقت إجماليّة: 94:41 [مين]
حجم: [91مب]


قائمة ميلان إلى جانب:




النظرية العمل [كمونيكتيفا] من [ج.]. [هبرمس]

ل [إينس] [لسردا] [أرجو]










عمل جيّدة.
[دوونلوأد]

الرجل من الطين

[برا] يفيق [ألّ دي] إن إلى مستنقع
في ال يدعى معمل [منغز]
هو, الرجل من ال [كرب-و]
ساعته المدّ و جزر ومثابرته الإيمان
[برا] إلى [كتر] الحيوان
أنّ يمشي هو من مسيرة العكسيّة أسرعت
في يصحّ معركة
مع اليد أو القدم
في هذا يوم دون نهاية يتخيّل هو ولا
أنّ هو كلّ شيء هكذا سيّئة
[إ] ينظر في ه صديقة سرطان مناصر
[إ] يقول لذلك:
ماذا هو حدث
مع الهور منجم لغم وخاصّتي?
إلهتي…

([فلدمر] [فرغرتا] إبنة)

يوم الجمعة, 5 من فبراير - شباط من 2010

أسلحة

- القوّيّة أيّ من الأسلحة,
[فيرمست], [سرتيرا]?
الرمح, السيف, ال [كلفينا],
أو المغامرة عميقة?
المسدس? [بكمرت]?
البندقية, أو السهم?
المدفع أنّ في مربع قوّيّة
هو يجعل في عشرة دقائق ثغر مخالف?
- ال [فيرمست] أيّ من الأسلحة? -
ال [تردو] واحدة, [فيسغ], [شو],
الإبرة, الصولجان, [فيروت]?
السكينة, [فلورت], الإنحناء,
ال [بونهل], أو [شفروت]?
كثير [ترمندا] من الأسلحة,
مريضة أنّ ال [دوريندنا],
أنت تأخذ عناية من, صديقاتي جيّدة:
إن هو يلقّب: - اللغز كائن إنسانيّة.

[فغندس] [فرلا]

يوم الأحد, 31 من يناير - كانون الثّاني من 2010

في [ممورين]

[[نول.جبغ]]

"هو [كلوس تو] ي عندما ضوءي أن يقلّل,
عندما الدم إن إلى [إسفير], والأعصاب إلى [فورميغرم]
سيكون [إ] القلب مريضة,
[إ] [ألّ ث] تروس أن يصبح بطيئة.

هو [كلوس تو] ي عندما الصورة حسّيّة
إن أن يعلو مع آلام من الغزوات إلى الثقة;
[إ] الوقت, [منيك] أن يستنزف الغبار,
[إ] الحياة, حالة ضراوة في ألهاب.

هو [كلوس تو] ي عندما إيماني أن ينشّف,
[إ] عندما سيكون الرجال كالذبابات من ال [لست سبرينغ],
أنّ يضع هم ه بيضات وهم سمّمت عندما يحرق
End of
Translation
Click to Translate text after this point
E enredam suas células mesquinhas para a morte.

Esteja perto de mim quando eu desaparecer,
Para mostrar o fim dos conflitos humanos,
E à beira da escuridão da vida,
Chegar ao crepúsculo do dia eterno".


Lord Alfred Tennyson


É um fragmento de um poema que vi em "Hellboy", infelizmente não encontrei a versão para o português e tentei chegar o mais próximo, tomara que o Lord, nem o homenageado com o poema revirem no túmulo!
A sonoridade imposta aos versos pela princesa no filme é belíssima!
Olhando bem, tem uma música do Skank que poderia ter sido inspirada por esse poema.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Realejo

Será que a sorte virá num realejo?
Trazendo o pão da manhã
A faca e o queijo
Ou talvez... um beijo teu
Que me empreste a alegria... que me faça juntar
Todo resto do dia... meu café, meu jantar
Meu mundo inteiro...
que é tão fácil de enxergar... E chegar
Nenhum medo que possa enfrentar
Nem segredo que possa contar
Enquanto é tão cedo
Tão cedo
Enquanto for... um berço meu
Enquanto for... um terço meu
Serás vida... bem vinda
Serás viva... bem viva
Em mim
Será que a noite vira num vilarejo
vejo a ponte que levara o que desejo
admiro o que há de lindo e o que há de ser... você
Enquanto for... um berço meu
Enquanto for... um terço meu
Serás vida... bem vinda
Serás viva... bem viva
Em mim


Composição: Fernando Anitelli / Danilo Souza


Download

Fernando Nobre - Um médico de verdade


Fernando Nobre não acredita na neutralidade do médico. Por isso, há 25 anos fundou em Portugal a Assistência Médica Internacional.
PEDRO BASSANLisboa

Aos 58 anos, Fernando Nobre poderia estar em sua clínica, ser um respeitado urologista e dar entrevista em um gabinete de uma grande universidade da Bélgica. Mas há 30 anos ele trocou o hospital, a pesquisa e o conforto da Europa por terremotos, ciclones e guerras nos países mais pobres do mundo.

“Para alguns eu era uma espécie de meio louco, de original, pelo menos. Mas isso era a opinião deles, não a minha. Acho que cada um de nós tem de saber aquilo que queremos e eu sabia o que eu queria”, conta.

Um médico que fez do planeta Terra o seu consultório. Nas últimas décadas, Fernando Nobre socorreu vítimas das piores tragédias do mundo. Vive a maior parte dos dias cercado pelo sofrimento humano sem nunca se acostumar com ele.

No Chade, em 1981, Fernando Nobre era o único cirurgião em um país de 6 milhões de pessoas. “Foi muito difícil de repente passar dos meus hospitais de ponta. Sabe o que é ver mulheres com dores de barriga e pegarem pedaços de lenha na fogueira e queimarem a barriga para transferirem a dor para a superfície em vez de terem a dor profunda”, lembra.

Um ano depois ele estava no Líbano e viu de perto os massacres nos acampamentos de Sabra e Chatila. “Foi uma grande tragédia e não há perdão para o que lá se passou”, comenta.

Fernando não acredita na neutralidade do médico. Por isso, há 25 anos fundou em Portugal a Assistência Médica Internacional (AMI). É uma organização humanitária que atende os doentes e denuncia o que vê, como o massacre de Ruanda, em 1994.

Os caminhos surpreendentes da vida levaram o médico das tragédias de volta à universidade. Em Lisboa, é professor de medicina humanitária: “A essência da medicina é verdadeiramente humanitária, seja em um hospital em São Paulo, em Washington ou em Paris”.


Nem por isso ele deixa de viajar para os cantos mais longínquos do planeta. Mesmo quando muitos acham que não há mais nada a fazer: “O médico, porque não é Deus e não pode ser Deus, quando constata que sua capacidade já está esgotada, muitas vezes vê isso como uma derrota e já não se aproxima desses doentes terminais porque ele vê isso como uma derrota, já não tem nada a fazer. Tem sempre o que fazer. Nem que seja só segurar a mão do doente e falar com ele”.