
Dieser Pfosten spricht über eine der größten Kontroversen des brasilianischen Fußballs, der der Pantry-Anschluß von 1987 war. Die erläuterten und beschriebenen Tatsachen in diesem Text werden von einer begonnenen Forschung zwei Wochen vor der Ausarbeitung dieser Ausgabe des Fußball-Gedächtnisses resultiert.
Was Sie er sehen, daß hier geschrieben von der gesamten Verantwortlichkeit des Autors ist, Wilson Hebert. E kann sicher sein, die Suche nach der Befreiung der Tatsache war maximal. Es schwimmt wird dargestellt für den Blick von, was es oder angenehm bequem ist, aber für die einfache Tatsache ja geschehen sein.
E diese ganze Forschung, Analyse und Zusammenfassung von was es im Geburtsjahr dieses blogueiro geschah, hatte die abschließende Meinung dieses Pfostens angefacht.
Flamengo x Sport. Der kalte Krieg

Zuerst gehen wir, mit den escalações der zwei teamses zu beginnen.
Das Flamengo beendete seine Teilnahme mit den folgenden Mannschaften: Zé Carlos; Jorginho, Leandro, Edinho und Leonardo; Andrade, Aílton und Zico (Flávio); Renato, Bebeto und Zinho. Techniker: Carlinhos.
Bereits die Sport-Verein beendet: Flávio; Verhärtet, Estevam, Grenzstein Antonio und Zé Carlos; Macaé, Rogério, Ribamar und Zico (offensichtlich, ein anderes Zico); Robertinho, Nando und Neco.
Für die escalações bleiben sie Zweifel der Carioca überlegenheit nicht im Papier. Aber offenbar fangen das nach innen an und pernambucana Mannschaft auf, die es eine Triumphfrontseite zu den Mannschaften des Topsail überraschen und erobern könnte. Aber, da es nicht diesen Schlag hatte, ist dieses einer der Zweifel von 87, die er während der Ewigkeit bleibt als Zweifel.
In der Wahrheit nur der Kampf zwischen den zwei Vereinen war im tapetão und in der Gerechtigkeit. In allen Bereichen hatten die pernambucanos linke Sieger. Aber Geschichte geht sehr über dieser „einfachen“ Tatsache hinaus.
Grund alles Durcheinanders
1986, wie im Pfosten hier veröffentlicht vorhergehend innen Pitacos des Bodaum das CBF (maximale Agentur des brasilianischen Fußballs) bildete, was wir das Meisterschaft bagunçado der Geschichte des Fußballs von diesem Land nennen können. Von bestimmter Form beschmutzte diese Tatsache genug das Bild der Organisation und in Zweifel gelegt, da sie die Gleichen von diesem Moment sein würden.
Ohne zu blinken entschieden hatten die Firmen, die hatten gefördert immer, die brasilianische Meisterschaft „, die auffangenemannschaften zu entfernen“. Die Fernsehapparat Kugel, der Varig und der Kokain-Kleber hatten, entschieden nicht im Brasileirão zu investieren, das durch das CBF für dieses Jahr organisiert würde. Dieses links das geschwächte Bündnis. Es würde ein Jahr ohne Geld im Kasten sein. Folglich seiend, kam das CBF an, um zu erklären, daß in 87 es nicht brasilianische Meisterschaft haben würde.

Ende der
Übersetzung
Aber einerseits konnten die großen teamses von unaktiviertem Brasilien nicht ein Jahr gesamt sein. Somando esse fator com o total descrédito e até mesmo com uma vontade cada vez maior de criar uma independência (a cada ano os clubes de maior torcida no país acumulavam motivos para estarem sempre em pé de guerra com a CBF, fosse por critérios de classificação, arrumação de tabela, regulamento, etc) nasceu o Clube dos 13, com os 13 times de maior torcida no Brasil (Flamengo, Fluminense, Vasco, Botafogo, Santos, São Paulo, Corinthians, Palmeiras, Atlético-MG, Cruzeiro, Grêmio, Inter-RS e Bahia). O objetivo era único e exclusivo: os clubes criarem um campeonato nacional organizado pelos próprios participantes. E isso chegou a acontecer. Nascia a Copa União, que serviria para unir os grandes em uma força organizacional.
Num primeiro momento, a CBF concordou com o novo torneio independente num acordo diplomático entre as entidades, já que apenas com a aprovação da CBF, a FIFA (órgão máximo do futebol mundial) reconheceria o campeão desta competição.
Para esse torneio foram convidados mais três times: Goiás, Coritiba e Santa Cruz. Acontece que um dos motivos que os clubes grandes tinham pra reclamar da CBF era a falta de critério classificatório, que segundo os dirigentes desses clubes, era um erro absurdo.
Mas por ironia do destino, o próprio Clube dos 13 cometeu tal absurdo. Guarani (vice-campeão de 1986) e América-RJ (terceiro colocado) ficaram de fora desse que seria o campeonato da elite do futebol brasileiro.
A CBF reage e entra novamente em cena, mesmo sem patrocínio

A Confederação Brasileiro de Futebol estava ignorada. Nem a TV Globo, principal parceira do futebol brasileiro, nem os grandes clubes que tinham a força de serem os principais filiados e nem mesmo os torcedores, que nunca morreram de amores pela Confederação, estavam preocupados com o que a CBF iria fazer ou deixar de fazer.
Com a Copa União em andamento contando com a participação de apenas 16 clubes, outros clubes que estavam de fora batiam o pé e protestavam muito, principalmente Guarani e América-RJ que tinha total direito de estarem nessa disputa. De fora, eles juntaram força com a CBF e organizaram um torneio a parte, com três módulos e contando com vários times brasileiros que por terem menos força e estarem inativos, corriam o risco até de falência.
Mas com a preocupação de perder força política a CBF foi pra briga contra o Clube dos 13. Se antes a Confederação tinha aprovado o “torneio da elite” para que fosse concedido o reconhecimento da FIFA, ela retirou a legitimidade do torneio, fazendo com que a FIFA também deixasse de oficializar a competição. E isso, com os jogos acontecendo a todo vapor.
O Clube dos 13, na figura do seu presidente Carlos Miguel Aidar (que também presidia o São Paulo) se pronunciou de forma bastante exaltada acreditando que pudesse estar acontecendo um golpe político contra os grandes clubes brasileiros. Mas em reunião interna do Clube dos 13 ficou decidido que o melhor seria sentar para conversar com a CBF, já que na base da briga e da discórdia nada seria resolvido. Então, elegeram um representante para se reunir com membros da CBF e reconquistar o até então reconhecimento da Copa União como campeonato legítimo. O representante eleito pelos membros foi Eurico Miranda, diretor executivo do Vasco do Gama.
Quando tudo parecia resolvido, a confusão estava apenas no início
Em reunião, Eurico Miranda e a Confederação Brasileira de Futebol decidiram que uma grande mudança aconteceria no regulamento da Copa União. Um quadrangular envolveria os dois líderes do torneio do Clube dos 13 e mais os dois líderes do campeonato da CBF.
No retorno de Eurico ao Clube dos 13 para contar a “novidade”, nova rejeição. Os clubes não aceitaram de forma alguma mudar o regulamento por eles idealizado com o torneio em andamento. O dirigente vascaíno prometeu aos membros do C13 que não haveria problema nenhum, pois ele mesmo resolveria o problema com a CBF. Mas até hoje isso não aconteceu.
Flamengo e Internacional chegaram a final com uma decisão unânime dos Clubes do 13, como acordado no início da competição: o vencedor desse confronto seria o campeão brasileiro. Mas a CBF, na intenção de recuperar seu poderia político se manteve firma na sua segunda decisão que foi a de não legitimar aquele vencedor, a menos que Fla e Inter disputassem o quadrangular com Guarani e Sport, que foram os dois finalistas do torneio da CBF.
Flamengo e Internacional disputaram dois jogos, com o do Beira-Rio ficando empatado em 1x1 e o do Maracanã sendo vencido pelo rubro-negro por 1x0.
Sport e Guarani entraram em campo duas vezes de forma simbólica, já sabendo que não teriam adversários. Os dois ganharam duas vitórias cada. Um W.O contra o Inter e um contra o Flamengo. Após essas “vitórias” fizeram aquilo que pra CBF e pra FIFA foi a final do Brasileirão de 87. No segundo jogo, que aconteceu na Ilha do Retiro, Sport e Guarani terminaram tempo normal e prorrogação empatados e foram para os pênaltis.
Com a disputa dos penais empatada em 11x11, um consenso entre os dois clubes decidiu uma divisão do título entre as duas equipes. Mais tarde ficou decidido que o Sport seria o campeão por ter sido o time de melhor campanha no Módulo Amarelo do Brasileirão.
Mas ainda tendo muita briga, a disputa foi parar na Justiça Comum. De um lado CBF e Sport Clube do Recife, do outro Flamengo e Clube dos 13 travando uma batalha tensa para ver quem seria o campeão segunda decisão do Tribunal. Em todas as estâncias o clube pernambucano saiu vencedor.

A parte derrotada no julgamento (incluindo os grandes clubes brasileiros e as empresas que patrocinaram o torneio do C13 como TV Globo e demais veículos da imprensa) até o ano de 2008 nunca tinha reconhecido um campeonato nacional organizado pela CBF no ano de 1987. Mas acontece que com o pentacampeonato do São Paulo e a famosa disputa da taça das bolinhas, o tricolor paulista mudou de idéia e passou a considerar o Sport como campeão legitimo de 87. Kleber Leite (vice-presidente de futebol do Flamengo) e Márcio Braga (presidente do Flamengo) no ano passado, passaram a acusar o SPFC de trairagem.
Opinião do autor do post
Sabendo de todos os acontecimentos, estudando cada capítulo dessa saga eterna, podemos chegar a conclusão que a briga foi muito mais política do que futebolística. No final das contas, os menos culpados nisso tudo são Sport e Flamengo. Um sofreu por não ter força nos bastidores, e o outro sofreu pelo fato de Eurico Miranda se comprometer a resolver o que não resolveu.
Tendo tudo isso em mente o que definimos é o seguinte:
Campeão político de 87: Sport
Campeão na prática de 87: Flamengo
Campeão teórico de 87: Flamengo e Sport.
Para os torcedores, não há verdade absoluta e as duas torcidas tem direito de defender seu clube. Os pernambucanos viram seu time ser campeão, assim como os flamenguistas.
Was Sie er sehen, daß hier geschrieben von der gesamten Verantwortlichkeit des Autors ist, Wilson Hebert. E kann sicher sein, die Suche nach der Befreiung der Tatsache war maximal. Es schwimmt wird dargestellt für den Blick von, was es oder angenehm bequem ist, aber für die einfache Tatsache ja geschehen sein.
E diese ganze Forschung, Analyse und Zusammenfassung von was es im Geburtsjahr dieses blogueiro geschah, hatte die abschließende Meinung dieses Pfostens angefacht.
Flamengo x Sport. Der kalte Krieg

Zuerst gehen wir, mit den escalações der zwei teamses zu beginnen.
Das Flamengo beendete seine Teilnahme mit den folgenden Mannschaften: Zé Carlos; Jorginho, Leandro, Edinho und Leonardo; Andrade, Aílton und Zico (Flávio); Renato, Bebeto und Zinho. Techniker: Carlinhos.
Bereits die Sport-Verein beendet: Flávio; Verhärtet, Estevam, Grenzstein Antonio und Zé Carlos; Macaé, Rogério, Ribamar und Zico (offensichtlich, ein anderes Zico); Robertinho, Nando und Neco.
Für die escalações bleiben sie Zweifel der Carioca überlegenheit nicht im Papier. Aber offenbar fangen das nach innen an und pernambucana Mannschaft auf, die es eine Triumphfrontseite zu den Mannschaften des Topsail überraschen und erobern könnte. Aber, da es nicht diesen Schlag hatte, ist dieses einer der Zweifel von 87, die er während der Ewigkeit bleibt als Zweifel.
In der Wahrheit nur der Kampf zwischen den zwei Vereinen war im tapetão und in der Gerechtigkeit. In allen Bereichen hatten die pernambucanos linke Sieger. Aber Geschichte geht sehr über dieser „einfachen“ Tatsache hinaus.
Grund alles Durcheinanders
1986, wie im Pfosten hier veröffentlicht vorhergehend innen Pitacos des Bodaum das CBF (maximale Agentur des brasilianischen Fußballs) bildete, was wir das Meisterschaft bagunçado der Geschichte des Fußballs von diesem Land nennen können. Von bestimmter Form beschmutzte diese Tatsache genug das Bild der Organisation und in Zweifel gelegt, da sie die Gleichen von diesem Moment sein würden.
Ohne zu blinken entschieden hatten die Firmen, die hatten gefördert immer, die brasilianische Meisterschaft „, die auffangenemannschaften zu entfernen“. Die Fernsehapparat Kugel, der Varig und der Kokain-Kleber hatten, entschieden nicht im Brasileirão zu investieren, das durch das CBF für dieses Jahr organisiert würde. Dieses links das geschwächte Bündnis. Es würde ein Jahr ohne Geld im Kasten sein. Folglich seiend, kam das CBF an, um zu erklären, daß in 87 es nicht brasilianische Meisterschaft haben würde.

Übersetzung
Num primeiro momento, a CBF concordou com o novo torneio independente num acordo diplomático entre as entidades, já que apenas com a aprovação da CBF, a FIFA (órgão máximo do futebol mundial) reconheceria o campeão desta competição.
Para esse torneio foram convidados mais três times: Goiás, Coritiba e Santa Cruz. Acontece que um dos motivos que os clubes grandes tinham pra reclamar da CBF era a falta de critério classificatório, que segundo os dirigentes desses clubes, era um erro absurdo.
Mas por ironia do destino, o próprio Clube dos 13 cometeu tal absurdo. Guarani (vice-campeão de 1986) e América-RJ (terceiro colocado) ficaram de fora desse que seria o campeonato da elite do futebol brasileiro.
A CBF reage e entra novamente em cena, mesmo sem patrocínio

A Confederação Brasileiro de Futebol estava ignorada. Nem a TV Globo, principal parceira do futebol brasileiro, nem os grandes clubes que tinham a força de serem os principais filiados e nem mesmo os torcedores, que nunca morreram de amores pela Confederação, estavam preocupados com o que a CBF iria fazer ou deixar de fazer.
Com a Copa União em andamento contando com a participação de apenas 16 clubes, outros clubes que estavam de fora batiam o pé e protestavam muito, principalmente Guarani e América-RJ que tinha total direito de estarem nessa disputa. De fora, eles juntaram força com a CBF e organizaram um torneio a parte, com três módulos e contando com vários times brasileiros que por terem menos força e estarem inativos, corriam o risco até de falência.
Mas com a preocupação de perder força política a CBF foi pra briga contra o Clube dos 13. Se antes a Confederação tinha aprovado o “torneio da elite” para que fosse concedido o reconhecimento da FIFA, ela retirou a legitimidade do torneio, fazendo com que a FIFA também deixasse de oficializar a competição. E isso, com os jogos acontecendo a todo vapor.
O Clube dos 13, na figura do seu presidente Carlos Miguel Aidar (que também presidia o São Paulo) se pronunciou de forma bastante exaltada acreditando que pudesse estar acontecendo um golpe político contra os grandes clubes brasileiros. Mas em reunião interna do Clube dos 13 ficou decidido que o melhor seria sentar para conversar com a CBF, já que na base da briga e da discórdia nada seria resolvido. Então, elegeram um representante para se reunir com membros da CBF e reconquistar o até então reconhecimento da Copa União como campeonato legítimo. O representante eleito pelos membros foi Eurico Miranda, diretor executivo do Vasco do Gama.
Quando tudo parecia resolvido, a confusão estava apenas no início
Em reunião, Eurico Miranda e a Confederação Brasileira de Futebol decidiram que uma grande mudança aconteceria no regulamento da Copa União. Um quadrangular envolveria os dois líderes do torneio do Clube dos 13 e mais os dois líderes do campeonato da CBF.
No retorno de Eurico ao Clube dos 13 para contar a “novidade”, nova rejeição. Os clubes não aceitaram de forma alguma mudar o regulamento por eles idealizado com o torneio em andamento. O dirigente vascaíno prometeu aos membros do C13 que não haveria problema nenhum, pois ele mesmo resolveria o problema com a CBF. Mas até hoje isso não aconteceu.
Flamengo e Internacional chegaram a final com uma decisão unânime dos Clubes do 13, como acordado no início da competição: o vencedor desse confronto seria o campeão brasileiro. Mas a CBF, na intenção de recuperar seu poderia político se manteve firma na sua segunda decisão que foi a de não legitimar aquele vencedor, a menos que Fla e Inter disputassem o quadrangular com Guarani e Sport, que foram os dois finalistas do torneio da CBF.
Flamengo e Internacional disputaram dois jogos, com o do Beira-Rio ficando empatado em 1x1 e o do Maracanã sendo vencido pelo rubro-negro por 1x0.
Sport e Guarani entraram em campo duas vezes de forma simbólica, já sabendo que não teriam adversários. Os dois ganharam duas vitórias cada. Um W.O contra o Inter e um contra o Flamengo. Após essas “vitórias” fizeram aquilo que pra CBF e pra FIFA foi a final do Brasileirão de 87. No segundo jogo, que aconteceu na Ilha do Retiro, Sport e Guarani terminaram tempo normal e prorrogação empatados e foram para os pênaltis.
Com a disputa dos penais empatada em 11x11, um consenso entre os dois clubes decidiu uma divisão do título entre as duas equipes. Mais tarde ficou decidido que o Sport seria o campeão por ter sido o time de melhor campanha no Módulo Amarelo do Brasileirão.
Mas ainda tendo muita briga, a disputa foi parar na Justiça Comum. De um lado CBF e Sport Clube do Recife, do outro Flamengo e Clube dos 13 travando uma batalha tensa para ver quem seria o campeão segunda decisão do Tribunal. Em todas as estâncias o clube pernambucano saiu vencedor.

A parte derrotada no julgamento (incluindo os grandes clubes brasileiros e as empresas que patrocinaram o torneio do C13 como TV Globo e demais veículos da imprensa) até o ano de 2008 nunca tinha reconhecido um campeonato nacional organizado pela CBF no ano de 1987. Mas acontece que com o pentacampeonato do São Paulo e a famosa disputa da taça das bolinhas, o tricolor paulista mudou de idéia e passou a considerar o Sport como campeão legitimo de 87. Kleber Leite (vice-presidente de futebol do Flamengo) e Márcio Braga (presidente do Flamengo) no ano passado, passaram a acusar o SPFC de trairagem.
Opinião do autor do post
Sabendo de todos os acontecimentos, estudando cada capítulo dessa saga eterna, podemos chegar a conclusão que a briga foi muito mais política do que futebolística. No final das contas, os menos culpados nisso tudo são Sport e Flamengo. Um sofreu por não ter força nos bastidores, e o outro sofreu pelo fato de Eurico Miranda se comprometer a resolver o que não resolveu.
Tendo tudo isso em mente o que definimos é o seguinte:
Campeão político de 87: Sport
Campeão na prática de 87: Flamengo
Campeão teórico de 87: Flamengo e Sport.
Para os torcedores, não há verdade absoluta e as duas torcidas tem direito de defender seu clube. Os pernambucanos viram seu time ser campeão, assim como os flamenguistas.
















































