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Astroroof of the Jihad


15.2.07

Support to the terrorism in Portugal

An director-aid of Polícia Judiciária (PJ) said this thursday that Portugal could be to be used for activities of support to the international terrorism “the covered one of other legitimate and credíveis activities”.
Teófilo Santiago, responsible of the Central Direcção of Combat to Banditismo (DCCB), it admitted that these activities developed for some not-governmental organizations (ONG) of “Islamic matrix” “are referenciadas internationally as passíveis of activities of covering of more radical activistas».
The responsible policeman said during the Conference Globalization and Security, to elapse in Portimão and organized by the syndical association of PJ (ASFIC) and local chamber.
«The Islamic extremista threat will not be so excellent in Portugal, inasmuch as the resident Islamic community in Portugal, its económicas and social believers, relations between Portugal and the Islamic world are far from constituting a problematic factor”, it enhanced.
Teófilo Santiago indirectamente says that “the credível” threat than hangs on Portugal, in accordance with the information collected for the forces and services of security, “guideline for activity of low 0ccasionally on intensity directa or the terrorism nets”.
As examples, it pointed the fake and contrafaction of documents of identity and credit cards, aid to the illegal immigration of the Space of the European Union through chance marriages, relative fraud in telecommunications and activities to the micron-financing.
These criminal activities, although not to be very significant, show signals of that “some of its authors more make it integrated in a widened net of logistic support”.

Teófilo Santiago added despite meetings between the Service of Information of Segura (SIS) and the PJ are become fullfilled weekly because, as it said, it is more efficient to watch of what punishing, disclosing despite the DCCB has developed units specialized exclusively dedicated to the “retraction, analysis and treatment of the information and to the inquiry of the fenómeno of the terrorism”.
The national authorities are particularly intent the countries as Spain, France and the United kingdom, where great Islamic communities exist, keeping narrow contribution with the authorities of those countries.
The Algarve, due to its component fort tourist, appears as one of the regions most probable of the country to come to be white of the share of terrorist groups, warned.

Dutch member of the house of representatives attacks the Islão

The dutch politician Geert Wilders it provoked scandal in Holland for its critical affirmations on the Islão. For Wilders “the founder of the Muslim religion is a terrorist” and continued “if still he was alive would be I banish from Holland, “great part of the Corão is garbage”, “the Islão is a violence religion”, “in Holland exists one tsunami of islamização”, “the dutches are felt foreign in its country” and “that is a war where we have of in defending them, briefly will have more mosques that churches”
Notice proceeding from here e aqui, saw Nueva Europe.

14.2.07

"God bless America" afirmou este muçulmano:

adenda: Range-o-dente traduziu o vídeo e publicou-o aqui.

Convergência islâmico-esquerdista

Lou Minatti assinala outro exemplo da convergência dos idiotas mundiais. A primeira foto é de uam recente manifestação de apoio a Mahmoud Ahmadinejad em Teerão. A segunda, data de 2005 e foi tirada em S. Francisco
via LGF (um blogue banido na Arábia Saudita)

Praticar o verdadeiro Islão...

Daniel Maldonado (aka, "ABU MOHAMMED"; aka "Daniel Aljughaifi"), um americano convertido ao Islão paritu para a Somália na sequência do apelo à jihad para combaterem pelos talibãs africanos. Maldonado nasceu no Massachusetts mas vive em Houston, Texas. Porque foi lutar para a Somália? Porque queria praticar «o verdadeiro Islão».

Feliz dia de São Valentim

13.2.07

Os «colabos» portugueses do terrorismo islâmico

O Tribunal Mundial sobre o Iraque tem uma secção portuguesa sediada na Casa do Brasil de Lisboa (R. S. Pedro de Alcântara, 63 – 1º Dt.) e apesar de se insinuar como uma organização que luta contra a violência e o terrorismo
«O Iraque está a ser vítima de uma agressão de consequências humanas brutais: destruição das condições de vida das populações, saque de recursos e de bens patrimoniais, violação dos direitos individuais, regresso à colonização mais selvagem.
Nada disto pode ser esquecido nem legitimado: crimes foram e estão a ser cometidos no Iraque.
Para que os agressores e os cúmplices não continuem por acusar e por condenar, constituiu-se em 2003
o Tribunal Mundial sobre o Iraque (TMI) [texto em inglês], na tradição do Tribunal Russell para o Vietname, com o apoio de figuras internacionalmente prestigiadas. (...)»
não passa de mais uma antena de extrema-esquerda, de apoio ao terrorismo islâmico, como se pode constatar pela leitura do site e de que a declaração, traduzida e militantemente adjectivada,
do porta-voz da Frente Patriótica Nacional Islâmica, grupo terrorista sanguinário, é um excelente exemplo.
No mesmo site também abundam os estereótipos anti-semitas e da teoria da conspiração, tão em voga na esquerda radical.

(agradeço ao leitor LFF o envio da Declaração)

The Fjordman Files

Um dos melhores colunistas da blogosfera, Fjordman, tem os seus trabalhos publicados em vários blogues, nomeadamente Jihad Watch, Gates of Vienna e Brussels Journal. Klein Verzet organizou o arquivo tematicamente e disponibilizou-o aqui.

Parem a Islamização da Dinamarca

SIAD “Stop Islamiseringen af Danmark” é um novo partido político que pretende combater a agressividade e o expansionismo islamista.

11.2.07

A excisão é um problema islâmico?

Ao princípio não. A excisão é anterior ao Islão, existe em diversos meios culturais e religiosos e é motivada por diferentes razões. Mas só uma destas razões ganha actualmente importância. Todas as outras (ignorância, superstição, apego às tradições ancestrais) recuam perante o avanço da civilização, do conhecimento. Mas as pessoas que excisam porque o profeta Momé (alegadamente) expressamente o permite são cada vez mais numerosos a poderem referir-se às escrituras islâmicas, na medida em que progride a alfabetização e com ela o conhecimento das escrituras. Por isso as mutilações genitais femininas são cada vez mais um problema especificamente islâmico.
Sobre esta problemática ler o artigo de Thomas von der Osten-Sacken e Thomas Uwer,
Is Female Genital Mutilation an Islamic Problem?, publicado no Middle East Quarterly, Winter 2007 (tradução francesa).

Algumas pessoas gostam de colocar em causa Ayaan Hirsi Ali pretendendo ignorar que ela viveu o terror de ver os seus órgãos sexuais mutilados. A partir do sofá gostam de opinar sem saberem do que falam. Como bons ignorantes preferem o insulto ao conhecimento. Deixo também para esses, mas especialmente a todos os outros o documentário produzido pelo canal Arte. Apesar de estar em alemão as imagens sobre a prática da excisão são brutais e devem ser vistas por todos, incluindo os mais sensíveis. Milhões de crianças sofrem este terror anualmente!


Catalunha é a base europeia de uma filial paquistanesa da Al Qaeda

Espanha e especialmente a Catalunha converteram-se na principal base da Europa continental do Jaish e Mohamed (JEM, o Exército de Maomé), um grupo terrorista paquistanês vinculado à Al-Qaeda e implicado nos atentados de 7 de Junho de 2005, em Londres.

Continuar ler a notícia no El Periodico.

A manipulação palestiniana

Segundo a campanha palestiniana orquestrada pelo Hamas, os trabalhos de renovação efectuados junto à porta dos Mugrabim (Magrebinos) em Jerusalém seria uma tentativa israelita para destruir a mesquita de Al-Aqsa. Os palestinianos tentam mais uma vez recorrer a uma questão religiosa sensível para canalizar a violência entre o Hamas e a Fatah contra Israel e apaziguar assim os problemas internos.
O Intelligence & Terrorism Information Center elaborou um dossier (.pdf) sobre o assunto que pode ser lido em inglês ou francês.

10.2.07

Eu diria que foi o Corão...

O primeiro a associar o Islão a um arma não foi o Charlie Hebdo mas o Estado saudita!
(Mohammed Sifaoui, jornalista argelino, refugiado em França e actualmente sob protecção policial)

Martin Luther King Heroes Award 2007

O prémio 2007 da organização anti-racista CORE (USA) foi atribuído a Ayaan Hirsi Ali.
Parte do seu discurso pronunciado na entrega do prémio:

«Se me sinto inspirada pelo sonho de Martin Luther King Jr. é porque este sonho, que também é o meu, teve a possibilidade de nascer numa cultura que soube colocar as mulheres em primeiro lugar, descartando o mito da igualdade entre culturas.
Os seres humanos são iguais, as culturas não.
* Uma cultura que celebra a feminilidade não é equivalente a uma cultura que tritura as partes genitais das raparigas.
* Uma cultura que têm a porta aberta para deixar passar as mulheres não é equivalente a uma cultura que as confina atrás de muros e véus.
* Uma cultura que gasta milhões para salvar a vida de uma miúda não é equivalente a uma cultura em que a primeira preocupação consiste em favorecer o aborto massivo quando se conhece através da ecografia que se trata de uma rapariga e que, como tal, não será bem-vinda.
*Uma cultura em que os tribunais punem um homem casado que força a mulher a ter relações sexuais não pode ser equivalente a uma cultura em que os tribunais decretam que uma jovem pode ser violada por ter dirigido a palavra a um rapaz com um estatuto social pretensamente superior.
* Uma cultura que encoraja os encontros amorosos entre jovens não é equivalente a uma cultura que apedreja uma rapariga apaixonada.
* Uma cultura para a qual a monogamia é um ideal não é igual a uma cultura que permite ao homem ter legalmente quatro mulheres à sua disposição.
* Uma cultura que protege os direitos da mulher com a lei não é equivalente a uma cultura que denega à mulher o direito de ter uma pensão alimentar e lhe concede somente a metade da sua herança.
* Uma cultura que insiste para que uma mulher tenha um lugar no seio do Supremo Tribunal não é equivalente a uma cultura que declara que o testemunho de uma mulher vale metade do testemunho de um homem.»

já está à venda

O processo do antiracismo

por Ivan Rioufol
Le Figaro


A acusação de racismo, lançada a torto e a direito, procura impedir a crítica. Ficou demonstrado esta semana com Charlie Hebdo, perseguido na justiça pelas organizações muçulmanas por ter publicado as caricaturas de Maomé ligado ao terrorismo. Ora, é em referência a esse mesmo moralismo, de que se reclama o semanário, que o mesmo foi atacado. Possam as boas almas finalmente tomar consciência dos riscos que um tal dogma avassalador, desviado da sua justa causa, faz correr a democracia.
A condenação do jornal satírico é um recuo para a liberdade de expressão. A ideologia islamista, como qualquer outra, não se pode julgar intocável e exigir a censura. SOS Racisme e a Licra têm razão para se indignarem, no Libération, contra o processo aberto para «lutar contra o racismo». Mas estas organizações contribuíram para sacralizar este argumento, em nome dos bons sentimentos.
No livro publicado recentemente (Le Communisme du XXIe siècle, Éditions Xenia), Renaud Camus analisa luminosamente, na linha de Alain Finkielkraut, o totalitarismo deste anti-racismo sistemático, «último objecto da transmissão escolar». Este culto de Estado consiste em banir tudo o que diz respeito a etnias, povos, culturas, religiões, civilizações, origens, migrações, nacionalidades. O seu integrismo é igual a qualquer outro.
Raros foram aqueles, por exemplo, que protestaram ao ouvirem Edwy Plenel, na altura o patrão do Le Monde, dizer: «Quando escuto francês de origem, oiço racista de origem», Emmanuel Todd considerar «racista» defender o Ocidente, ou Jack Lang estimar: «Le raciste vê negros e árabes em todo o lado». Mesmo Nicolas Sarkozy sucumbiu, em 2004, ao ver «sinais de racismo» no facto de se interrogar a compatibilidade do Islão com os valores da República.
O racismo é indefensável. No entanto, a sua instrumentalização pelo pensamento correcto torna impossível o mínimo debate. Aconteceu isso, na segunda-feira, na TF1, quando o candidato da UMP evocou a prática da degolação de carneiros nos domicílios. Escolhendo defender a livre opinião e a laicidade, contra a oposição dos guardiães do Templo, Charlie Hebdo tomou o caminho da dissidência: é um primeiro passo. Resta derrubar o muro.
continuar a ler a crónica.

O exemplo do Profeta perdura:

9.2.07

Organização para a Emancipação da Mulher

Preso muçulmano que hostilizou Blair

O islamita Abu Izzadeen, de 31 anos, que o ano passado hostilizou publicamente o primeiro-ministro britânico, Tony Blair, e o ministro do Interior, John Reid, foi ontem detido em Londres por suspeita de encorajar actos terroristas.O suspeito, detido ontem de manhã ao abrigo da legislação antiterrorista, hostilizara publicamente o ministro do Interior durante uma reunião com líderes muçulmanos na capital britânica. Izzadeen chamou na altura “inimigo do Islão” e “tirano” a Reid e exclamou: “Que a vergonha caia sobre todos nós por estarmos aqui sentados a ouvir este indivíduo.”Ao primeiro-ministro britânico, Tony Blair, acusou-o de praticar “terrorismo de Estado” num “país policial para os muçulmanos”.De nacionalidade britânica, Izzadeen, também conhecido por Omar Brooks, intitula-se porta-voz do grupo ilegalizado al-Ghurabaa. São-lhe atribuídas críticas às autoridades britânicas por não terem aceitado a trégua proposta por Osama Bin Laden, cabecilha da rede terrorista al-Qaeda, com a qual teriam evitado os “louváveis ataques” de 7 de Julho de 2005, afirmou. Defendeu em público os atentados de 11 de Setembro de 2001 nos Estados Unidos.
in CM

8.2.07

Jornada de cólera para amanhã?? Mas não é todos os dias?

Chão sagrado suscita cólera muçulmana
Israel prosseguiu as obras na Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém, apesar dos fortes protestos de muçulmanos, que consideram estar em risco a mesquita de Al-Aqsa, um dos lugares mais sagrados do Islão. Responsáveis religiosos voltaram à carga, e foi anunciada para amanhã uma "jornada de cólera".
O apelo à fúria foi lançado pelo xeque Tayssir al-Tamimi, um alto dignitário muçulmano da Palestina, e as Brigadas de Al-Aqsa, ligadas ao partido Fatah, ameaçaram atacar os templos judaicos "Se o inimigo sionista e os seus colonos prosseguirem os trabalhos em Al-Aqsa, faremos alvos das sinagogas e de outros locais de culto judaicos".
Israel iniciou escavações arqueológicas no local, antes de colocar vigas de sustentação para uma nova rampa de acesso. A esplanada foi construída onde existia o antigo templo, destruído pelos romanos no ano 70 d.C., e os muçulmanos acusam Israel de querer reconstruí-lo.
in JN

Notícias dos adeptos lusófonos da paz

Na Comunidade Islâmica da Web (myciw.org) radicais e moderados discutem mornamente sobre «A importância de destruir o 'ocidente' antes que eles...»
copie e cole o seguinte endereço no seu browser: http://www.myciw.org/modules.php?name=Forums&file=viewtopic&p=7692#7692

Charlie Hebdo defende direito de gozar Islão

Um semanário satírico francês defendeu hoje o direito de ridicularizar o Islão e outras crenças durante um julgamento por difamação por ter reproduzido as caricaturas do profeta Maomé que suscitaram a cólera do mundo islâmico.
O director do semanário satírico francês Charles Hebdo, Philippe Val, compareceu hoje perante um tribunal em Paris para responder por «injúria» ao Islão.
O julgamento, que dura dois dias, suscitou a mobilização de intelectuais e responsáveis políticos da direita à esquerda para os quais uma condenação de Charlie Hebdo corresponderia a um atentado à liberdade de expressão.
A França tem a maior população muçulmana da União Europeia e esta exige tanto o respeito pela religião como pela liberdade de imprensa.
Criando a surpresa, um dos advogados de Charlie Hebdo leu na audiência uma mensagem de apoio do ministro do Interior, Nicolas Sarkozy, também ministro dos Cultos e candidato às presidenciais de Abril-Maio.
Charlie-Hebdo e o director da publicação, Philippe Val, são acusados de «caluniarem publicamente um grupo de pessoas em razão da sua religião».
A acusação pode significar uma pena de seis meses de prisão e uma multa até 22.000 euros.
A Mesquita de Paris e a União das Organizações Islâmicas de França (UOIF) apresentaram as queixas-crime contra Charlie Hebdo.
As caricaturas de Maomé - incluindo uma com um turbante em forma de bomba - foram primeiro publicadas num jornal dinamarquês em 2005, e deram origem a violentos protestos em todo o mundo muçulmano e na Europa.
Muitos jornais europeus retomaram posteriormente a publicação das caricaturas em nome da liberdade de imprensa.
Charlie Hebdo publicou os desenhos em Fevereiro de 2006 numa edição cuja capa representava uma caricatura de Maomé com as mãos na cabeça, chorando e dizendo: «É difícil ser amado por idiotas».
Na altura, o presidente Jacques Chirac criticou as «óbvias provocações» que podem «ferir convicções religiosas».
Na abertura das alegações, hoje, Val defendeu a decisão de publicar as caricaturas, afirmando que estas visavam «ideias, não homens».
«Se não podemos rir-nos dos terroristas, o que é que nos fica?», questionou Val.
in
Diário Digital

O Islão radical contra a civilização

por Daniel Pipes
FrontPageMagazine.com, 1 de Fevereiro de 2007

Versão original inglesa:
Radical Islam vs. Civilization
Texto do discurso pronunciado por Daniel Pipes a 20 de Janeiro de 2007 em Londres, no âmbito de um debate com o presidente da câmara municipal de Londres, Ken Livingstone, como foi transcrito por 910 Group e vários outros participantes. O vídeo original pode ser visionada no YouTube; para uma versão completa, ver o artigo publicado por Global Defens Group. Para comentários do debate, ver a bibliografia do artigo «My Debate with London Mayor Ken Livingstone

Obrigado infinitamente. Gostaria de começar por agradecer pelo Sr. Livingstone pelo seu amável convite. Obrigado igualmente às autoridades municipais pelos esforços consagrados para a realização deste acontecimento muito bem sucedido. Estou deleitado a observar o interesse que o público manifesta. E muito grato aos meus adeptos, vindos dos quatro cantos do mundo para estarem aqui ao meu lado hoje.
O presidente da câmara municipal é um homem optimista. Geralmente sou convidado para trazer certas apreensões e, fiel aos meus hábitos, não vou faltar a fornecê-los. [risos no público]
Permita-me começar pela minha posição sobre a questão da civilização mundial ou do choque das civilizações. Primeiro, sou a favor da civilização mundial e rejeito a noção “de choque das civilizações”. Em segundo lugar, a situação não é a de um choque entre as civilizações, mas entre a civilização e a barbárie.
Retomem a ideia inicial de Samuel Huntington. No seu artigo de 1993 sobre o assunto, afirmava que as diferenças culturais são primordiais: “A fonte de conflito fundamental (…) não será essencialmente ideológica ou económica. As grandes divisões na humanidade e as principais fontes de conflitos serão culturais.” E encontra um total de oito civilizações instaladas, nomeadamente “ocidental, confuciana, japonesa, islâmica, hindu, eslavo-ortodoxa, latino-americana e africana”.
A minha resposta é que a civilização é uma noção útil no plano cultural, mas não a nível político. Há três problemas com esta visão, sugerida por Huntington, de civilizações como actores. Não explica as tensões que aparecem numa mesma civilização, não explica os acordos entre as civilizações e não explica as mudanças que intervêm no tempo. Deixem-me mencionar rapidamente três exemplos, que retirei do meu domínio de estudos, ou seja, do mundo muçulmano. Primeiro, esta visão não explica as violências perpetradas por Muçulmanos contra Muçulmanos, as quais são muito abundantes. Temos a guerra civil no Líbano, a guerra Irão-Iraque, a insurreição islamista na Argélia, os actuais confrontos entre sunitas e xiitas no Iraque, a quase guerra civil no seio da Autoridade Palestiniana, o governo sudanês contra a população do Darfour – tudo isto não pode ser explicado em termos civilizacionais.
Segundo, ela ignora os acordos inter-civilizacionais. Gostaria de dar um exemplo referente à Grã-Bretanha, o do decreto lançado pelo ayatollah Khomeiny, em 1989, contra Salman Rushdie, que na altura viva em Londres. À primeira vista, a questão parece opor os muçulmanos de um lado aos ocidentais do outro. Os muçulmanos queimavam o romance «Versículos Satânicos», violências produziam-se na Índia, etc. Mas observando mais de perto, a situação era muito diferente e bem mais complexa. Inúmeros ocidentais estavam contra Rushdie e um grande número de muçulmanos apoiavam-no.
Deixem-me fazer algumas citações. O secretário dos negócios estrangeiros, na época, Sir Geoffrey Howe, declarou: «O governo britânico, o povo britânico, não tem nenhuma estima pelo livro de Rushdie». No entanto, o ministro egípcio dos negócios estrangeiros declarou: «Khomeiny não tem o direito de condenar Rushdie à morte.» E outro ministro egípcio afirmou sobre o assunto: «Khomeiny é um cão. Não, isso é bom demais para ele, é um porco.» [risos na audiência]
Terceiro, a análise de Huntington não pode explicar as modificações ocorridas ao longo do tempo. E a melhor prova é esta citação do seu artigo de 1993: «Os problemas económicos entre os EUA e a Europa não são menos sérios que os que existem entre os EUA e o Japão, mas não têm a mesma dimensão e a mesma intensidade emocional porque as diferenças entre as culturas americana e europeia são menos marcantes que as que separam as civilizações americana e japonesa.»
Era uma boa explicação em 1993 mas parece-me absurda em 2007, no momento em que não há praticamente nenhuma tensão entre os EUA e o Japão. E estou seguro que estão conscientes das actuais tensões entre os EUA e a Europa. Hoje, as vituperações são mais severas do lado atlântico do que do lado pacífico.
Huntington construiu um sistema civilizacional com base numa situação momentânea e esse sistema não funciona. O choque de civilizações é errado, não cola aos factos, não é uma boa forma de compreender o mundo.
Para quando uma civilização mundial? Pode existir? Se a definirmos à maneira de Huntington, como uma cultura, então não, ela não pode existir. Como ele afirma, «no futuro previsível, não existirá uma civilização universal, mas um mundo composto de diferentes civilizações, e cada uma delas deverá aprender a coexistir com as outras». Penso que ninguém contesta isto.
Mas sim, pode existir uma civilização mundial, se a definirmos de forma diferente. A civilização pode ser oposto da barbárie. Neste sentido, ela tem uma longa história. Na Bíblia existe uma passagem que diz «E vós (…) proclamareis a liberdade no país para todos aqueles que o habitem». No Corão: «Vós sois a melhor comunidade saída da humanidade – vós ordenais o bem e interditais o mal; e acreditais em Deus». O equivalente americano é «a procura da felicidade», a versão francesa é «Liberdade, igualdade e fraternidade». Em 1898, Winston Churchill declarou a propósito do Sudão que a civilização é «compreensiva, clemente, tolerante, disposta a dialogar ou a debater, desejosa de evitar a violência, de se submeter à lei, de criar compromissos».
A questão é de saber se este estado de espírito, se esta atitude civilizada, pode existir a nível mundial?
Pode, na medida em que os civilizados enfrentam os não-civilizados. A civilização mundial existe sob a forma de elementos civilizados de diferentes culturas que se unem para proteger a ética, a liberdade e o respeito mútuo. Assim, o verdadeiro choque é o que opõe os civilizados aos bárbaros.
O que é que eu entendo por bárbaros? Seguramente não é um povo de fraca estrutura económica. Aqueles a que chamo bárbaros são os bárbaros ideológicos. Foi o que emergiu através da Revolução francesa, no final do séc. XVIII. Os grandes exemplos da barbárie intelectual são o fascismo e marxismo-leninismo que fizeram dezenas de milhões de vítimas ao longo dos seus percursos históricos.
Mas hohe existe um terceiro movimento totalitário, um terceiro movimento bárbaro, o Islão radical. Trata-se da versão extremista e utópica do Islão. Não falo do Islão enquanto religião. Falo de uma interpretação não-habitual e moderna do Islão. Uma interpretação que espalhou a miséria sob as mais diversas formas. Já mencionei a Argélia e o Darfour, mas também há os atentados suicidas, os governos tirânicos e brutais, a opressão das mulheres e dos não-muçulmanos.
Esta coisa ameaça o mundo inteiro : Marroccos, Turquia, Autoridade oalestiniana, Egipto, Arábia Saudita, Iraque, Paquistão, a lista é interminável, Afeganistão, Tunísia e a lista não se limita ao mundo muçulmano tradicional, mas engloba a Rússia, França, Suécia e, sublinho, o Reino Unido.
A grande questão do nosso tempo consiste em determinar como impedir este movimento, aparentado ao fascismo e ao comunismo, de ganhar amplitude.
Penso que aqui, o presidente e eu nos podemos entender sobre a necessidade de resistir a esta ameaça, mas estamos em desacordo sobre os meios de o fazer. Ele aposta no multiculturalismo e eu na vitória nesta guerra. Ele pretende que toda a gente se entenda; eu quero vencer um inimigo temível.
O presidente da câmara define o multiculturalismo como «o direito que cada um tem de viver os valores culturais com a condição destes não interferirem com o mesmo direito do outro». E também afirma, como acabaram de escutar, que isto funciona, que a cidade de Londres é um sucesso. Não vou contestar os seus argumentos científicos, mas considero verdadeiramente que o esforço multiculturalista leva ao desastre, provoca o impasse em relação ao perigo e à presença crescente do Islão radical em Londres.
Um símbolo claro deste perigo reside no facto dos cidadãos do vosso país se terem tornado numa ameaça para o resto do mundo. Em 2003, o secretário do Interior David Blunkett apresentou um dossier a uma Comissão especial sobre a imigração na qual «admitiu que a Grã-Bretanha era um viveiro para os apoiantes do terrorismo mundial» e onde também afirmava que a Grã-Bretanha continuava a ser uma «base importante» de apoio ao terrorismo.
Efectivamente, os terroristas baseados na Grã-Bretanha efectuaram operações em 15 países, no mínimo. De Este a Oeste, são Paquistão, Afeganistão, Quénia, Tanzânia, Arábia Saudita, Iémen, Iraque, Jordânia, Israel, Argélia, Marrocos, Rússia, França, Espanha e Estados Unidos. Darei um único exemplo, o dos EUA: lembro essencialmente Richard Reid e os seus sapatos armadilhados, mas também existiu implicação britânica nos atentados de 11 de Setembro e na conspiração do milénio, que deveria ter ocorrido em Los Angeles.
Irritado, o presidente egípcio Hosni Moubarak acusou publicamente a Grã-Bretanha de «proteger os assassinos». Após a mega-conspiração aérea abortada de 10 de Agosto, em Heathrow, dois autores afirmaram ao The New Republic que de um ponto de vista americano «pode afirmar-se que actualmente, a maior ameaça que paira sobre os EUA não provém do Irão, do Iraque ou do Afeganistão, mas da Grã-Bretanha».
E eu julgo que isto não passa da ponta do icebergue. O que refuta o conteúdo da intervenção do Sr. Livingstone segundo a qual não existe nenhum problema. O problema está lá – o problema é o Islão radical, também chamado Islão fundamentalista, Islão político, islamismo. Mais uma vez não se trata do Islão enquanto religião, mas do Islão radical enquanto ideologia.
Concentremo-nos em três destes aspectos. A essência do Islão radical é a adesão sem reservas à charia, a lei do Islão. E estende a charia a domínios nunca abordados anteriormente.
Depois, está profundamente enraizado numa ideologia de confronto de civilizações. Divide o mundo em duas partes, a moral e a imoral, o bom e o mau. Cito um islamista instalado na Grã-Bretanha, de nome Abdullah el-Faisal, eu foi condenado e está preso. «Existem duas religiões no mundo actual – a boa e a má. É o Islão contra o resto do mundo.» Estar mais profundamente alinhado com o choque de civilizações é impossível. Ali existe um ódio ao mundo exterior, ao mundo não-muçulmano, e ao Ocidente em particular. Existe a intenção de rejeitar, tanto quanto possível, toda a influência do mundo exterior.
A terceira característica é a sua natureza totalitária. O Islão radical transforma o Islão, fé pessoal, numa ideologia, num ismo. É a transformação de uma fé individual num sistema que rege o poder e as riquezas. O Islão radical deriva do Islão, numa versão anti-moderna, milenar, misantropa, misógina, anti-cristã, anti-semita, triunfalista, jihadista, terrorista e suicida. É um totalitarismo de sabor islâmico.
Como o fascismo e o comunismo, o Islão radical é uma visão sedutora, uma forma de ver o mundo que pode absorver uma pessoa inteligente, mostrar-lhe uma forma inteiramente nova de considerar a vida. É radicalmente utópica, e isso transforma as banalidades do quotidiano numa coisa grande e brilhante.
Também existe a tentativa de tomar os Estados. De utilizar o Estado com fins coercivos e uma tentativa de dominar o conjunto da vida, em todas as suas formas. É uma agressão contra os vizinhos. Finalmente, é uma confrontação cósmica contra o Ocidente. Como dizia Tony Blair em Agosto de 2006, «nós levamos uma guerra não só contra o terrorismo, mas também pela forma como o mundo se governará no início do século XXI, pelos valores mundiais».
Como reagir a isto?
O presidente da câmara é um homem de esquerda e eu sou um liberal clássico. Não parece que nenhum de nós deseje ser submetido à charia. Suponho, e [olhando para Livingstone] corrigir-me-á se me enganar [aplausos escassos], nenhum de nós deseja que isso faça parte da nossa vida pessoal.
Mas as nossas opiniões divergem nomeadamente quanto ao comportamento a adoptar face a este fenómeno. Os que partilham a minha orientação política inquietam-se com a progressão do islamismo no Ocidente. Uma grande parte da esquerda trata o assunto de forma descontraída.
Qual a razão desta diferença? Porque é que, de uma forma geral, a direita é inquieta e a esquerda é muito mais optimista? Existem várias razões, mas quero concentrar-me em duas.
Uma provém do sentimento dos islamistas e das pessoas de esquerda terem os mesmos adversários. George Galloway explicava em 2005 que «o movimento progressista mundial e os islamistas tinham os mesmos inimigos», citando entre eles Israel, os Estados Unidos e a Grã-Bretanha.
Se prestarem atenção ao que é dito, por exemplo a propósito dos Estados Unidos, perceberão que é o caso. Howard Pinter descreveu a América como «um país governado por um punhado de loucos criminosos». [aplausos e gritos no público] E Ossama bin Laden… [interrompe] farei o meu melhor por ter uma linha que mereça os aplausos. [risos] Preparem-se para ouvir isto: Ossama bin Laden qualifica os Estados Unidos «de injustos, criminosos e tirânicos». [aplausos]
Noam Chomsky diz que a América é «um dos principais Estados terroristas». E Hafiz Hussain Ahmed, um dos principais lideres políticos do Paquistão qualificou-a como «o maior Estado terrorista». [escassos aplausos]
Estes pontos comuns incitam as pessoas de esquerda a fazerem causa comum com os islamistas e o melhor símbolo foi dado pelas manifestações [contra a guerra do Iraque] de Hyde Park a 16 de Fevereiro de 2003, convocadas por organizações esquerdistas e islâmicas.
Entretanto, a esquerda sente-se em comunhão de pensamento com os atentados islâmicos contra o Ocidente, atentados que perdoa por compreender as razões. Algumas afirmações ficaram famosas e demonstram este aspecto. O compositor alemão Karlheinz Stockhausen qualificou os atentados de 11 de Setembro como «a maior obra de arte imaginável em todo o cosmos» e o romancista Norman Mailer pensa que «as pessoas que fizeram aquilo são brilhantes».
Este género de atitude incita a esquerda a não levar a sério a ameaça islâmica contra o Ocidente. Como John Kerry, um ex-candidato à presidência [americana], consideram o terrorismo como um simples «aborrecimento».
É uma das razões – os laços entre os dois campos. O outro reside no facto de a esquerda ter a tendência para se concentrar sobre o terrorismo e não sobre o islamismo., o Islão radical. O terrorismo é apresentado como a consequência de problemas tais como o colonialismo do século passado, o «neo-imperialismo» ocidental actual, a política ocidental, nomeadamente em sítios como o Iraque e os territórios palestinianos. Ou ainda o resultado do desemprego, da pobreza e do desespero.
Penso que isto desagua numa ideologia agressiva. Respeito o papel das ideias e acredito que se não as respeitarmos, se as denegrirmos e as ignoramos, isso conduz a uma forma de condescendência ou mesmo de racismo. Não existe nenhum meio de esbater esta ideologia. Ela é perfeitamente séria. Nenhum dinheiro a pode resolver, nenhuma mudança política a pode dissipar.
Por isso afirmo, perante vós, Senhoras e Senhores, que ela deve ser combatida e vencida, como em 1945 e em 1991 [aplausos], quando as ameaças alemã e soviética foram, respectivamente, vencidas. No presente caso, o nosso objectivo deve consistir na emergência de um Islão moderno, moderado, democrático, humano, liberal e amigo. E respeitador das mulheres, dos homossexuais, dos ateus e de todos os outros. Um Islão que outorgue os mesmos direitos a muçulmanos e a não-muçulmanos.
Concluindo, Sr. presidente da câmara, muçulmano ou não, de esquerda ou de direita, penso que esteja de acordo comigo sobre a importância de uma acção conjunta visando um tal objectivo, um tal Islão. Sugiro que isso possa ser atingido, não pela via do multiculturalismo consensual que advoga, mas por uma sólida solidariedade com todos os nossos aliados civilizados no mundo. Particularmente com as vozes liberais do Reino da Arábia Saudita, com os dissidentes iranianos e os reformadores afegãos.
Proponho, também, que se apoie os seus homólogos no Ocidente, tais como Ayaan Hirsi Ali [aplausos], ex-parlamentar holandesa, actualmente exilada nos Estados Unidos; Irshad Manji autora canadiana [aplausos]; Wafa Sultan, síria exilada nos Estados Unidos que teve uma intervenção fenomenal na al-Jazeera. Pessoas como Magdi Allam, um egípcio que se tornou num jornalista italiano de primeiro plano; Naser Khader, parlamentar na Dinamarca; Salim Mansur, professor e autor no Canadá e Irfan Al-Alawi, aqui na Grã-Bretanha. [aplausos]
Inversamente, se não apoiarmos estas personagens, mas as pessoas que os ameaçam, os islamistas, as pessoas como Yusuf al-Qaradawi [aplausos], estaremos a apoiar os que justificam os atentados suicidas, que defendem as formas mais opressivas da prática islâmica, que adoptam a noção de choque de civilizações – tudo coisas que rejeitamos.
Na medida em que trabalhemos juntos contra a barbárie do Islão radical, daremos corpo a uma civilização mundial – uma cultura que transcende a cor da pele, a pobreza, a geografia, a política e a religião.
Espero que vós e eu, Sr. presidente da câmara, possamos estar de acordo, aqui e agora, para colaborar neste empreendimento.

7.2.07

O cristianismo é um «insulto» ao islão

Depois e ter sido imã numa mesquita do Cairo, Ahmed Hussein el-Akkad, antigo proselitista islamista converteu-se ao cristianismo após uma lrga reflexão e apelando à razão:
«A pessoa que estuda as duas religiões (cristã e muçulmana) de um ponto de vista objectivo e sério, escolhe a cristã», afirmou.
Dois anos após a sua conversão foi preso pelas autoridades egípcias. Está encarcerado, sem culpa formada, há 19 meses.
«Disseram-me que seria libertado se fornecesse o nome dos outros convertidos […]. Estou preso porque insultei o Islão ao tornar-me cristão». in BAF

Outras notícias sobre as perseguições aos cristãos nos países muçulmanos podem ser lidas no site Compass Direct.

Adenda: Cristã pode ser executada no Paquistão

Foi você que pediu a islamização?

A guerra quente

por Alberto Gonçalves, Sociólogo
in Correio da Manhã, 7.Fev.2007
A Esquerda manipula idiotas úteis e segue a alternativa ecológica: o aquecimento global é a via ‘verde’ e ‘despoluída’ do anti-americanismo.
Enquanto os portugueses se distraem a discutir o aborto e a espalhar camisolas de Cristiano Ronaldo pelo mundo, o Mundo teme o aquecimento global. O assunto é tão grave que já se defende a criminalização de quem o ousa questionar, como acontece em certos países aos que negam o Holocausto.
Há aqui vasto exagero: mesmo na Europa, o Holocausto tem vindo a ser negado sem problemas. Veja-se o recente caso de um subúrbio de Madrid, onde o dia dedicado às vítimas do nazismo foi substituído pela memória do “genocídio palestiniano” (sic). No fundo, limitou-se a seguir o conselho do jornal ‘La Vanguardia’, que em tempos sugeriu a criação de um ‘Museu do Holocausto’ para a Palestina. Desvalorizar o extermínio de seis milhões de pessoas é hoje passatempo vulgar, que entre europeus e os parceiros de Hitler, os árabes, cai bem e até alegra uma roda de amigos.
O aquecimento global merece outro respeito. Ainda no último sábado, uma absurda organização intergovernamental, o IPCC, divulgou um “estudo” em que alerta para a catástrofe e aponta a culpa, “muito provável”, do Homem. Como de costume, o “estudo” foi recebido com a pompa de uma verdade universal, que poucos contestam.
O curioso é que, ao contrário do Holocausto, o aquecimento global é uma mentira. Os peritos que não receiam pelos seus empregos ou, no futuro, a prisão, têm demonstrado com regularidade os delírios que os funcionários políticos do IPCC, os académicos e os ecologistas em geral produzem em troca de fundos e proeminência. Simplificando imenso, é verdade que o Planeta regista um ligeiro aumento das temperaturas desde a década de 1980. E depois? De 1940 a meados dos anos 70, as temperaturas desceram. Se se recordam, era o “arrefecimento global”, o qual, juravam inúmeros místicos, iria condenar a Terra. Aparentemente, a Terra resistiu. Como resistira, por exemplo, aos ‘fatais’ ciclos de calor verificados nos inícios do séc. XX ou durante 500 anos na Idade Média. E às pequenas ‘idades do gelo’ que os separaram. A Terra possui o hábito de sofrer mudanças climáticas, que os cientistas autênticos não explicam e muito menos antecipam. De facto, é difícil prever os eventos dos próximos cem anos através dos exactos métodos que não acertam na chuva da semana seguinte: a ciência examina ocorrências, a bruxaria brinca às estimativas.
Mas não importa acertar. Importa juntar dados desconexos a fim de estabelecer a “evidência” do apocalipse climático e, não esquecer, acrescentar- -lhe a ‘responsabilidade’ humana. Porquê? Nada de novo: porque todo o exercício visa atacar as sociedades industriais, leia-se o capitalismo, leia-se os EUA e os seus aliados. Terminada a Guerra Fria, a orfandade levou alguma Esquerda a acolher a selvajaria islâmica emergente (incluindo, claro, a ‘causa’ palestiniana). Nos momentos de delicadeza, a Esquerda manipula idiotas úteis (ver Gore, Al) e segue a alternativa ecológica: o aquecimento global, essa portentosa fraude, é a via ‘verde’ e ‘despoluída’ do anti-americanismo de sempre.

Sexóloga muçulmana é sucesso televisivo

Heba Qut, de 39 anos, é considerada a «sexóloga dos árabes», para além de ser também a primeira especialista muçulmana a discutir abertamente na televisão (a Al Mehwar, do Egipto) os «prazeres do amor», até agora tabu entre as mulheres do mundo islâmico, noticia o jornal El Mundo.
Casada e com três filhos, Heba é formada em medicina pela Universidade do Cairo, com especialização em medicina forense, toxicologia, para além de ser uma notória especialista em sexologia pela Universidade Maimonides de Miami. Também é autora do livro «A Sexualidade do Islão», que pretende explicar o sexo aos árabes.
Todos os sábados à noite, procura falar de educação sexual, mas sempre com uma pitada de ciência e religião, o que lhe leva a bater recordes sucessivos de audiência.
Ainda assim, as críticas são óbvias, como da feminista Moha Helmi, que, no seu blog sobre mulheres de origem árabe, escreve: «Depois dos bancos islâmicos, a moda islâmica, os canais de televisão islâmicos, o cabeleireiro islâmico, agora teremos de aguentar também o sexo islâmico? É demais!».

5.2.07

Jornal francês será julgado por publicar caricaturas Maomé

O jornal satírico francês Charlie Hebdo vai ser julgado quarta-feira por ter publicado, há exactamente um ano, caricaturas de Maomé.
A União das Organizações Islâmicas de França (UOIF) e a Grande Mesquita de Paris acusaram o jornal de «injúria pública contra um grupo de pessoas devido à sua religião». A publicação das caricaturas suscitou uma grande polémica em todo o mundo e violentos protestos em países muçulmanos.
A 7 de Fevereiro do ano passado, Charlie Hebdo publicou três caricaturas do profeta Maomé que tinham sido publicadas por um jornal dinamarquês. Um dos desenhos representava Maomé com um turbante em forma de bomba, enquanto outro o representava com a cabeça entre as mãos, lamentando-se e dizendo: «É difícil ser venerado por idiotas».
Segundo a acta de acusação, os desenhos estabelecem uma comparação entre o Islão e o terrorismo.
O processo movido contra o jornal suscitou as críticas de vários intelectuais, alguns dos quais muçulmanos, para quem se Charlie Hebdo for condenado ficará evidente a necessidade de estabelecer uma «auto-censura generalizada»que afectaria «a liberdade e o direito de criticar todas as religiões sem excepção».
Várias associações como SOS Racismo, a Liga Internacional contra o Racismo e o Antisemitismo, o Sindicato Nacional dos Jornalistas ou a União das Famílias Laicas assinaram uma petição de solidariedade com o jornal.

O que custa o terrorismo

Com os ataques terroristas entre muçulmanos que frequentemente ultrapassam as centenas de vítimas, o fenómeno banaliza-se perigosamente. Esta serie de testemunhos ajuda a lembrar o que custa o terrorismo para além da aritmética desumana e das imagens dos médias.

Em 14 de Janeiro de 2007, um líder da Jihhad-Salafista, o xeque koweitiano Sheikh Hamed bin Abdallah al-Ali publicou um novo e interessante documento no seu website intitulado «The Covenant of the Supreme Council of Jihad Groups (Mithaq al-Majlesal-A`la li-Fasael al-Jihad)».
O documento circulou imediatamente pelos fórums jihadistas e recebeu um apoio entusiástico. O documento é o primeiro desde que Osama bin Laden e os seus companheiros publicaram a declaração fundacional do World Islamist Front against the Crusaders and the Jews, em fevereiro de 1988.

Reuven Paz, director e editor do Project for the Research of Islamist Movements (PPISM) faz uma análise do referido documento (ler o texto inglês, em pdf).

4.2.07

O Irão agride Israel e todo mundo sabe

Declaração de Hassan Nasrallah publicada num diário koweitiano:
«O Irão apoia a organização [o Hezbollah] fornecendo os fundos, as armas e o treino, na base de uma fraternidade religiosa e de uma solidariedade étnica. A ajuda é transmitida via Síria e todo o mundo sabe».
via AJM

Mein Kampf, um sucesso no Cairo

Para além dos previsíveis livros religiosos, a feira do livro do Cairo regista um sucesso de vendas de obras anti-cristãs e do popular Mein Kampf. Segundo um editor o livro de Hitler é muito apreciado pelos jovens da faixa etária dos 18 aos 25 anos.
in AFP

O direito de criticar o Islão

por Pilar Rahola

Primeira citação. Ayaan Hirsi Ali, a ex-deputada holandesa, de origem somali, condenada à morte por lutar contra a opressão da mulher, no seu livro «Acuso»: Duas em cada três guerras no mundo são feitas em nome do Islão. A ideia de que o Islão é a religião da paz não tem nenhum fundamento». Segunda citação. Wafa Sultán, psicóloga síria, entrevistada pela Al-Jazeera: «Só os muçulmanos defendem as suas crenças queimando igrejas, matando pessoas e destruindo embaixadas. Este caminho não dará resultado. Os muçulmanos devem questionar-se sobre o que podem fazer pela Humanidade, antes de exigir que a Humanidade os respeite. Vive ameaçada de morte. Terceira citação. Fadéla Amara, muçulmana de origem argelina e presidente do movimento francês Ni putes ni soubmisses: «Sou muçulmana crente e considero o véu um instrumento de opressão contra a mulher».
Poderia juntar aos nomes destas três mulheres muitas outras cuja luta a favor da liberdade, no seio do Islão, as obriga a viver ameaçadas. Nenhuma delas insultou a religião, mas todas foram acusadas de o fazer. O pior que acontece, quando tentamos fazer um debate sereno e democrático sobre o Islão, é a demonização do pensamento crítico, da parte das pessoas que se outorgam a sua representação universal e que apresentam o Islão como um dogma anti-dialéctico e a-histórico.
Escrevi, há anos, que ao Islão faltava ter um Voltaire, e vendo a resposta da senhora Ndeye Andújar me dedica, em que dispara ad hominem, mata o mensageiro transformando-me num ente cheio de defeitos e convertendo os meus argumentos críticos em insultos ao Islão, considero que que é cada vez mais urgente apelar à Ilustração. Revolto-me contra esta maldade de pensamento que se baseia na negação do debate. Revolto-me contra esta postura maniqueísta e anti-democrática. Pode ser que Andújar tenha medo do pensamento livre – é bom ler Fromm – mas não pode evitar que, apesar da demonização, algumas pessoas sejamos seriamente críticas do Islão actual.
Uma nota fundamental. Ainda que tente, nunca encontrará em nenhum texto meu, um só insulto à religião. Respeito profundamente as crenças de cada um e, embora seja racionalista, não considero que a fé seja a fonte do problema. Encontrará muitas reflexões preocupadas pelo uso perverso da religião a favor de uma ideologia totalitária que, hoje, em nome do Islão, educa no fanatismo, no nihilismo suicida e no desprezo pela mulher. Se a senhora Ndeye Andújar que encontrar os insultadores do Islão aconselho que olhe para dentro de casa. Dou-lhe algumas ideias. Insultam severamente o Islão os que educam os seus filhos a serem bombas humanas. Insultam o Islão os que estabelecem leis que escravizam a mulher. Insultam o Islão os que educam no anti-semitismo, no anti-ocidentalismo e no desprezo à liberdade. Insultam o Islão os que usam a técnica do século XXI para o ligar à Idade Média. Insultam o Islão os que convidam as crianças a ferir-se até ao delírio para comemorar a morte de alguém que desapareceu há séculos. E também insultam o Islão os que, desde as mesquitas ocidentais animam a tapar as mulheres, a enviar jovens para combater no Iraque ou a considerar a democracia como uma maldade infiel.
Não sabia que isto acontece nas mesquitas francesas?... Convido-a a ler alguns relatórios, inclusive a conhecer os motivos das expulsões de alguns imãs de França. Todas as mesquitas? Seguramente que não. No entanto existe uma vertente progressista e democrática no Islão. Com ela convive e de forma extensa, uma vertente regressiva, fanática e anti-moderna. Esta vertente, para desgraça de todos, tem muito poder, recebe muito dinheiro e tem uma especial obsessão para impor o véu, metáfora inequívoca da negação da liberdade da mulher.
Poderíamos discutir outras questões. Por exemplo, Ndeye Andújar assegura que a Universidade Islâmica de Al-Azhar nega a validez corânica da ablação. Mas esquece que a mesma universidade há estudiosos que a defendem. E também esquece que desde Al-Azhar se alimentaram algumas das leituras fundamentalistas do Corão que mais dano ideológico provocaram. Fundadores dos Irmãos Muçulmanos, de Hassan al-Bana a Sayyid Qutb ou Yousouf al-Qaradawi beberam nas suas fontes. Os seus textos, paradigma do discurso integrista mais totalitário, são leitura na maioria dos centros islâmicos europeus. Portanto, o tema não é tão simples nem tão bonito.
Em vez de tentar demonizar os que usam a pluma para denunciar os abusos em nome do Islão, fariam bem as Ndeye que nos rodeiam em dedicar os seus esforços a combatê-los. O inimigo do Islão não são as mulheres que defendem a liberdade. O inimigo está em casa, usa o nome de Deus em vão e perverte-o a favor de uma ideologia malvada.
Um último pedido. Pense duas vezes antes de apontar o dedo e acusar-nos de insultar o Islão. Recordo-lhe que alguns dos seus podem acreditar nessa acusação.

3.2.07

Para os filatelistas do fórum islâmico...

Outro Irão é possível?

A nova Europa

2.2.07

Insurgências

No confrade O Insurgente lê-se:
Criacionismo em versão islâmica por Rui Oliveira
Para quem pensava que o criacionismo era coisa só de cristãos fundamentalistas, pode desenganar-se. Agora, em França,
chegou, em versão gratuita distribuída por universidades, liceus e escolas franceses, intitulada L’Atlas de la Création, em 770 páginas.
Para além de refutar a teoria da evolução de Darwin, o autor ainda conseguiu descobrir uma coisa fantástica: Darwin é o pai do terrorismo moderno!
Selon l’auteur, les théories de Charles Darwin (1809-1882) seraient même «la réelle source du terrorisme». On peut lire par exemple, sous une photo représentant les attentats du 11 Septembre, cette légende stupéfiante : «Ceux qui perpétuent la terreur dans le monde sont en réalité des darwinistes. Le darwinisme est la seule philosophie qui valorise et donc encourage le conflit.»
Coitado do Darwin. Já lhe chamaram muita coisa, mas agora fonte do terrorismo. Quase que dá vontade de invocar o nome de Deus em vão.

Para a religião da paz é legítimo matar os não-muçulmanos

Blogue em destaque

Um blogue, em espanhol, para os amantes de soluções musculadas . Um resumo sobre o Tsahal, a Força de Defesa de Israel, a sua história, a sua missão, treino, doutrina e meios.

Os muçulmanos dos balcãs

Extremistas muçulmanos albaneses do Kosovo protestaram contra a iminente proposta da ONU na capital Pristina, a 22 de Janeiro, mostrando um mapa do Kosovoassinalando a vermelho as zonas onde os cristãos ainda não foram expulsos ou assassinados. (Hazir Reka/Reuters)
via
Serbianna

1.2.07

Imagine que tinha conseguido parar Hitler...

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Um olhar triste

O fotógrafo Akash (premiado com o “World Press Photo Award”) está ameaçado de morte por ter fotografado uma criança acorrentada numa escola corânica. Os islamistas não gostaram que se soubesse e o fotógrafo teve de refugiar-se na Alemanha. Leia a história (em espanhol) na Nueva Europa.

O sistema escolar iraniano prepara os alunos para a guerra

O Center for Monitoring the Impact of Peace apresentou à imprensa um estudo sobre 115 manuais escolares e guias de ensino iranianos, de todas as classes: «Ficámos surpreendidos pelo que descobrimos. Pela primeira vez deparámos com um ensino que visa impor e instaurar o Islão em todo o mundo», afirma Johanan Manor presidente do CMIP. «Encorajam as crianças a tornarem-se mártires. (...) É como se os encorajassem ao suicídio, o que é extremamente grave e contrário às normas fundamentais do Islão tradicional».
Arnon Groiss, director de pesquisas do CMIP afirmou: «o sistema escolar iraniano prepara os alunos para a guerra, precisamente para a terceira guerra mundial».
via BAF

Queriam decapitar soldado

O plano era inédito e marcava uma profunda inversão nas tácticas dos terroristas: a ideia era sequestrar um militar muçulmano britânico, fazer exigências impossíveis, deixar um país inteiro angustiado com a sua sorte e, no fim, decapitá-lo perante as câmaras.
Tudo documentado através de vídeos colocados regularmente na internet, para obter a maior exposição mediática possível e tornar impossível a pressão sobre o governo de Tony Blair. O plano estava na fase final de preparação e prestes a ser passado à prática quando, na madrugada de ontem, a Polícia britânica deteve nove suspeitos em Birmingham.
O objectivo dos terroristas era trazer para o Ocidente, neste caso para o Reino Unido, um tipo de terror de elevado poder psicológico, já testado com êxito no Iraque. Trata-se, segundo um especialista em terrorismo, de “uma mudança de táctica assustadora”.
O plano só não foi consumado porque a polícia de Birmingham e o MI5 (serviços secretos) já traziam o grupo debaixo de olho há cerca de seis meses. Quando surgiram informações dando conta de que o sequestro estava iminente, as autoridades agiram sem perda de tempo. Num raide simultâneo em quatro bairros de Birmingham (norte), a polícia prendeu na madrugada de ontem oito suspeitos, sete dos quais britânicos de origem paquistanesa e um paquistanês. Um nono suspeito, de nacionalidade desconhecida, seria detido horas depois quando seguia numa auto-estrada dos arredores da cidade.
De acordo com a imprensa, o alvo dos terroristas era um militar britânico de vinte e poucos anos, veterano da guerra no Afeganistão, e muçulmano. A escolha de um soldado muçulmano poderá prender-se com o facto de os terroristas pretenderem apresentá-lo como ‘traidor’ à causa islâmica. O soldado, cuja identidade não foi revelada, encontrava-se ontem sob protecção policial.
O Ministério do Interior recusou confirmar pormenores sobre a investigação, limitando-se a afirmar que a mesma “continua em aberto” e que os terroristas não pretendiam levar a cabo um atentado em larga escala, mas antes uma acção localizada.
in Correio da Manhã

31.1.07

Mein Kampf islâmico

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30.1.07

O islamismo é um perigo para a democracia e deve ser erradicado do Ocidente

A charia e os muçulmanos britânicos

A Sky News discute o estudo recentemente publicado onde 40% dos jovens muçulmanos britânicos pretendem a instauração da lei islâmica e 13% apoia a al-Qaida ou organizações congéneres. via LGF

Uma questão pertinente

Quebra do cessar fogo
Ontem, os Hamas da Palestina efectuaram um ataque bombista, em Israel, a civis. Hoje Israel bombardeou, na Palestina, túneis que permitiriam a entrada de terroristas em Israel.
Alguém me explica porque referiu hoje a comunicação social (TSF) que o ataque israelita interrompeu o cessar fogo de alguns meses, e não o referiu em relação ao ataque bombista palestiniano de ontem?
Jornalismo de causas?

A padaria [de Eilat] fica ao lado...

Por onde andam os nossos defensores da «humanidade» e da «paz na Palestina»?

As lutas inter-palestinianas já fizeram 60 mortos desde Dezembro. Onde estão as manifestações dos bloquistas, sindicalistas, pnr's e outros idiotas? Desta vez como não conseguem culpar os judeus não vale a pena, não é? Já se tinha percebido.

É este o nosso conceito de família?

A família de Muhammad Faysal Siksik o terrorista suicida que ontem se fez explodir numa padaria de Eilat está orgulhosa e feliz pelo acto de assassinato dos três israelitas, como se pode ler no site da Maan News Agency.
A mãe (na foto) afirmou que sabia que o seu filho se converteria num mártir e está disposta a sacrificar os restantes nove filhos.
Naim, irmão de Muhammad disse que «o que o meu irmão fez é honroso para todos nós. Ele sempre quis que terminasse a luta entre palestinianos e que as espingardas apontassem na direcção correcta, a ocupação israelita. Eu sabia que ele era membro da Jihad Islâmica e combatia as forças de invasão israelita na Faixa de Gaza.
A mulher do terrorista Nadia Siksik também se sente orgulhosa do ataque e disse «estou orgulhosa que o tenha feita pela Palestina. Porque não estaria? O meu marido foi um mártir e não caiu na luta entre o Hamas e a Fatah.

A imagem negativa do Islão

O site Expression Publique realizou uma sondagem sobre as grandes religiões em França (Cristianismo, Judaísmo e Islamismo) na qual participaram 6.000 pessoas. Os resultados são significativos e permitem retirar algumas conclusões: a maioria das pessoas tem uma opinião positiva em relação às religiões católica e judaica. O mesmo não acontece com a religião muçulmana, sobre a qual 78% tem uma opinião muito má ou má. Outros números aqui.

29.1.07

Masturbação masculina e masturbação feminina

A anedota diz que a primeira é antiga e a segunda é moderna, porque uma é manual e a outra é digital. Mas a realidade supera a ficção.
O xeque Yussuf al-Qaradawi, famoso predicador, chefe espiritual dos Irmãos Muçulmanos e amigo do mayor de Londres explica num video publicado por MEMRI que a masturbação masculina não tem nenhum problema, mas a masturbação feminina pode levar à morte. A explicação que dá é muito sensata: ao fazê-lo pode romper o hímen, e o pai, irmão ou futuro marido da rapariga podem matá-la!
in Eurabian News

A propósito

Helena Matos

«Governo israelita aprova nomeação de ministro árabe. O Knesset vai hoje pronunciar-se sobre a histórica escolha de Raleb Majadele. O Conselho de Ministros, reunido em Jerusalém, aprovou ontem por larga maioria a nomeação histórica do deputado trabalhista Raleb Majadele como o primeiro árabe a ser ministro desde que em 1948 foi criado o Estado de Israel.»Em que país muçulmano seria possível nomear um ministro judeu? A propósito as pessoas que ficam feridas ou são mortas durante os actuais conflitos na faixa de Gaza serão orfãs? Nenhum desses mortos ou feridos tem mãe, irmãs, mulheres... que os chore? Desta vez não se vêem os feridos nas ambulâncias? Nem há roupa ensanguentada no chão? Ou será que a fábrica de imagens só funciona quando Israel dispara?

Académico diz que o Islão está prestes a conquistar a Europa

Bernard Lewis, um reputado especialista em questões do Médio Oriente, afirma que o Velho Continente está prestes a ser tomada pelos muçulmanos porque «os europeus perderam o respeito pela sua própria cultura»

A declaração foi feita num encontro com jornalistas do Jerusalem Post, em Israel. O Professor Bernard Lewis declarou que «em breve», o Islão tomará conta de toda a Europa devido à promoção do «multi-culturalismo» e do «politicamente correcto» entre os povos do Velho Continente.
«Os Europeus estão a perder a lealdade a si mesmos, a sua auto-confiança. Não têm respeito pela própria cultura», declara Lewis, para quem a questão é agora «se teremos uma Europa islamizada ou um Islão europeu».
O académico frisa o «crescente apoio aos grupos extremistas por parte de membros das comunidades muçulmanas» da Europa.
Contra a onda islâmica e contra regimes como o de Mahmoud Ahmadinejad, no Irão, Bernard Lewis defende uma resposta comunicacional.
«Uma campanha agressiva de televisão e rádio dirigida aos sectores muçulmanos moderados» é parte da receita do estudioso para um bom relacionamento entre o Ocidente e o Islão, exemplificando com a influência crescente dos media israelitas na Jordânia e mesmo no Irão.
Bernard Lewis, judeu de nacionalidade americana nascido em Londres, é considerado pelos seus pares o mais influente historiador do Islão e Médio Oriente do pós-guerra. O professor da Universidade de Princeton é autor de obras como A Crise do Islão e O Que Correu Mal?, popularizadas após os atentados do 11 de Setembro.

in SOL (pedro.guerreiro@sol.pt)

Ataque terrorista contra uma padaria

Pelo menos três pessoas morreram numa explosão suícida contra uma padaria em Eilat (Israel), cerca das 10 da manhã. A Organização terrorista Jihad Islâmica reivindicou o atentado.
in El Reloj

Passo a passo

por Ferreira Fernandes
in Correio da Manhã, 29. Jan. 2007

Posso pedir uma sande de presunto? A pergunta não é parva. Porque, se posso, só significa que AINDA posso. Não vai durar. Para o mês que vem, a China vai celebrar o início do Ano do Porco, uma tradição milenar. E, no entanto, vai ser uma celebração muito prudente (assim como eu a perguntar: posso pedir febras?). A Nestlé ia fazer uma campanha intitulada ‘Feliz Novo Ano do Porco’, com um recozinho a sorrir. Ia, já não vai: a televisão oficial chinesa proibiu a campanha, para não ofender os muçulmanos chineses. Outro lugar, a mesma história: taxistas de Mineápolis, EUA, que são na maioria muçulmanos, recusam-se a transportar quem chega ao aeroporto com uísque comprado nas lojas francas. Estas notícias fazem-me mal à diabetes: desato a comer toucinhos-do-céu.

Londres: Cada vez mais jovens muçulmanos defendem charia

Um número crescente de jovens muçulmanos na Grã-Bretanha são favoráveis à charia, ao véu islâmico para as mulheres e às escolas confessionais, segundo uma sondagem publicada hoje no Reino Unido.
O estudo, realizado junto de 1.003 muçulmanos pelo instituto Policy Exchange, revela igualmente um apoio político cada vez maior às organizações islâmicas radicais entre os jovens.
«A emergência de uma identidade muçulmana forte na Grã-Bretanha é, em parte, o resultado das políticas multiculturais colocadas em prática nos anos 1980, que acentuaram a diferença em detrimento de uma identidade nacional partilhada e dividiram as pessoas segundo as linhas de partilha étnicas, religiosas e culturais», comentou Munira Mirza, que dirigiu a redacção do relatório.
Segundo o inquérito realizado por Internet e telefone, 37% dos jovens entre os 16 e os 24 anos afirmam que preferem viver segundo a lei da charia (lei islâmica), contra apenas 17% das pessoas com mais de 55 anos.
A mesma percentagem de jovens muçulmanos diz preferir enviar as suas crianças para escolas muçulmanas públicas e 74% defendem que as mulheres muçulmanas devem usar o véu islâmico em público.
Entre as pessoas com mais de 55 anos, estes números são respectivamente de 19 e 28%.
Segundo o mesmo estudo, 7% do total dos inquiridos afirmam «admirar as organizações como a Al-Qaeda, que estão dispostas a combater o Ocidente».
O número é de 13% entre os jovens e de 3% entre os mais velhos.
De acordo com a sondagem, 71% das pessoas com mais de 55 anos indicam ter tantas ou mais coisas em comum com os não-muçulmanos da Grã-Bretanha do que com os muçulmanos fora do país, mas esse número desce para os 62% na faixa etária entre os 16 e os 24 anos.
«Existe claramente um conflito no seio do Islão britânico entre uma maioria moderada que aceita as regras da democracia ocidental e uma minoria crescente que não as aceita», afirmou Munira Mirza.
«O sentimento religioso entre os jovens muçulmanos não consiste em seguir as tradições culturais dos seus pais, mas o seu interesse pela religião é mais politizado», acrescentou.
in Diário Digital

28.1.07

China: TV bane imagens de porcos para não ofender muçulmanos

Apesar de estar para breve a entrada do Ano do Porco, segundo o calendário chinês, a televisão nacional chinesa interditou nas suas emissões todas as imagens de porcos, por receio de ofender a comunidade muçulmana.
Toda a China, tal como uma boa parte da Ásia, cobre-se de imagens deste animal com a aproximação do seu ano, que começará em meados de Fevereiro, mas a televisão oficial da China (CCTV) «é uma rede nacional», sublinhou sábado um responsável dos serviços de programação para justificar a decisão.
«Devido a preocupações quanto aos costumes culturais e étnicos, vamos banir dos ecrãs as imagens de porcos, porque não queremos ferir os sentimentos dos grupos étnicos» muçulmanos, acrescentou o funcionário.
O grupo suíço Nestlé informou ter anulado um projecto de anúncio publicitário em que iria utilizar um desenho de porco, após a CCTV o ter notificado das suas novas orientações.
A cadeia televisiva «explicou que se trata de mostrar respeito pelo Islão e que a ordem foi proveniente das mais altas esferas do governo», indicou Thierry Vapperaeau, porta-voz da Nestlé na China.
Cerca de 18 milhões dos 1,3 mil milhões de chineses são muçulmanos, segundo as estatísticas oficiais.
in Diário Digital

27.1.07

Entrevista com José Pedro Teixeira Fernandes

Entrevista por Pedro Olavo Simões
in JN, 29/11/2206

Docente universitário e investigador nas áreas da Ciência Política e das Relações Internacionais, José Pedro Teixeira Fernandes tem dedicado boa parte do seu trabalho às questões turcas, sendo autor de Turquia: Metamorfoses de Identidade (Lisboa, ICS, 2005).As diferenças fazem com que um ocidental não absorva, facilmente, a complexidade da Turquia. E José Pedro Teixeira Fernandes nota uma decorrência de novos desenvolvimentos da ocidentalização, a liberdade religiosa abrirá caminho aos islamistas.

JNTurquia um Estado laico, onde o peso confessional do Islão é enorme...
José Pedro Teixeira FernandesDe facto, a população é esmagadoramente muçulmana e o Estado é laico, mas não como nós entendemos não há separação entre Igreja e Estado, mas um controlo da religião pelo Estado.

A população absorveu isso?
O carácter laico e secular foi imposto por uma elite à maioria (o Exército é essencial na manutenção do sistema). O processo de adesão à União Europeia introduz um dado novo como este não é um modelo normal, os sectores islamistas perceberam que a UE é uma forma de terem liberdade religiosa e política, pois não separam as coisas.

O laicismo continua a ser defendido apenas pela elite?
Atatürk impôs uma visão quase pessoal. Mas, apesar de ter saído de um grupo restrito, este laicismo tem seduzido uma camada importante da população o Exército, a Administração Pública, os meios jurídicos... Há uma elite laica turca, de que é paradigma o presidente, Ahmet Necdet Sezer.

Há choque com o Ocidente?
Há uma questão ideológica, ligada ao Islamismo ou Islão político, que tem a estratégia de criar inimizades com o Ocidente, mas cujos primeiros inimigos são os próprios muçulmanos que se lhe opõem. Os islamistas serão uma minoria, mas, estando no poder um partido conservador religioso, parte do eleitorado é muito sensível a estas questões, o que torna difícil a gestão da política interna.

É, realmente, a ponte entre dois mundos?
Uma ponte com virtudes e fracturas internas. A Turquia tem duas facetas difíceis de encaixar uma virada para o Islão, e para o papel na Conferência Islâmica, outra voltada para a UE.

Temos ainda os curdos, a questão cipriota...
Não vejo solução fácil para o problema curdo. Para os europeus, a solução seria a autonomia, como existe em Espanha, mas isso é inconcebível para os turcos. No caso de Chipre, temos a República do Norte, que só a Turquia reconhece, e Chipre, membro da UE, que só governa o Sul da ilha. Há muitos problemas, relacionados com a memória histórica e religiosa, também com questões de propriedade. Ninguém sabe muito bem como é a população do Norte. A Turquia tem alimentado migrações, concedendo a nacionalidade cipriota, pelo que não se sabe quantos são os cipriotas turcos.

Persiste no Ocidente o espectro da ameaça otomana?
Há resistências de raiz histórica, no caso da Áustria, onde 90% da população se opõem à adesão, ou na Grécia. Neste caso, os problemas são maiores questões ligadas com os limites territoriais nas águas do Mar Egeu, os direitos do Patriarcado grego e o simbolismo de Constantinopla... Mas, também, importa notar que há pessoas ainda vivas, que estiveram envolvidas, em 1924, na expulsão de 1,3 milhões de gregos pela Turquia e de 400 mil muçulmanos, pela Grécia. Há feridas abertas.

[José Pedro Teixeira Fernandes é autor do blogue Acutilante]

Islamismo e Multiculturalismo

«Islamismo e Multiculturalismo. As Ideologias Após o Fim da História», José Pedro Teixeira Fernandes, Almedina, 2006.
O final da competição ideológica da Guerra Fria foi percebido como o «fim da história», no sentido de fim da evolução ideológica da humanidade, com a universalização do capitalismo e do modelo ocidental de democracia liberal parlamentar. Esta percepção, derivada duma visão eurocêntrica e associada à ideia novecentista de que a economia política é o campo natural da luta ideológica, levou a uma visão redutora do mundo e ao subestimar do potencial de atracção de outras ideologias, cujo cerne é «cultural», ou com raízes fora da cultura do Ocidente. É esse o caso do multiculturalismo, a mais recente e influente ideologia ocidental da diferença, bem como o do islamismo, uma poderosa ideologia de ambição universalista, cujas raízes intelectuais se encontram no Islão. Assim, neste livro, propõe-se uma análise sistemática e crítica destas duas ideologias, que têm merecido um escasso interesse no âmbito das publicações da Ciência Política e Relações Internacionais, apesar da sua relevância na política interna e internacional. Especificamente, a abordagem incide sobre as raízes filosóficas, os principais pensadores, as características distintivas e as versões em que estas ideologias se materializam. É ainda analisado o potencial de expansão do islamismo e as suas relações com o multiculturalismo, incluindo as suas estratégias de difusão nas sociedades europeias e ocidentais, bem como estudado o impacto que estes dois ideários têm na actual percepção histórica do passado.
Indice de Conteúdos: 1. O islamismo como ideologia não ocidental de ambição universalista; 2. A conexão cultural na Europa: a diáspora muçulmana e as populações autóctones dos Balcãs; 3. A nova ideologia ocidental da diferença: o multiculturalismo; 4. As alternativas estratégicas do islamismo nas sociedades ocidentais; 5. A (re)leitura do passado à luz da ideologia do presente: o caso do Andalus.

26.1.07

The Enemy at Home: The Cultural Left and Its Responsibility for 9/11

America Alone: The End of the World as We Know It

25.1.07

Ao que chegámos...

Através do Herut fiquei a saber que o Ayuntamiento de Ciempozuelos (Madrid), governado pelos socialistas do PSOE, decidiu trocar o «Dia de Memória das Vítimas do Holocausto» (27 de Janeiro) pelo «Dia das Vítimas do Genocídio Palestiniano».

100.000 cidadãos franceses e britânicos convertidos ao islão na última década

Os números são citados pelo professor Raphaël Israeli, da Universidade Hebraica de Jerusalém, no seu próximo livro The Third Islamic Invasion of Europe, ilustram a rápida mudança do rosto da Europa que, segundo este professor de história islâmica, corre o perigo de se tornar «Eurabia» dentro de meio século. Ainda segundo o historiador israelita, a preocupação europeia face ao rápido crescimento da população muçulmana estaria no centro da oposição à entrada da Turquia na Europa. Com a inclusão deste país na UE o número de muçulmanos passaria para 100 milhões num total de 450 milhões.
via Desouche

Israel pretende integrar a OTAN

Num esforço para dissuadir o Irão de obter armas nucleares, o governo israelita trabalha para fazer de Israel um membro permanente da OTAN tendo para isso redigido um documento que define as grandes linhas e a estratégia para a realização deste projecto.
in Desinfos

O novo al Andaluz

Dados do diário espanhol ABC:
Oficialmente, em Madrid existem 62 comunidades islâmicas em giram em redor das duas maiores mesquitas da capital: o Centro Cultural Islámico de Madrid e a mesquita de Tetuán, dirigida pelo sírio Riay Tatary, presidente da Unión de Comunidades Islámicas de España (Ucide).
Em Valência destaca-se "A grande mesquita".
Na Andaluzia, a mais conhecida é a de Granada, a primeira mesquita construída na cidade desde 1492 e cujos beneméritos também estão por detrás dos projectos de construção dos grandes centros de oração de Sevilha e Córdoba. Os outros três grandes templos situam-se em Málaga, Fuengirola (onde predica um famoso imã denunciado por sugerir a aplicação de maus tratos às mulheres) e Marbella.

Os responsáveis islâmicos de Málaga preparam a construção de mais uma quinzena de novos templos para responder à crescente procura.
Na Catalunha existem 170 locais de oração ou mesquitas, a maior parte clandestinos.
Actualmente, e segundo a investigação levada a cabo pelo ABC, existem em Espanha mais de 800 mesquitas ou salas de oração onde praticam a fé mais de um milhão e meio de muçulmanos.
via Lobeznox

Free Kareem!

Abdelkareem Nabil Soliman vai a julgamento no Egipto já no próximo dia 26 e arrisca-se a ser condenado a 9 anos de prisão pelo “crime” de escrever opiniões inconvenientes para o governo no seu blogue: Kareem Goes on Trial January 26 — Please Help Him.

via O Insurgente

Ataque terrorista falhado

A polícia britânica divulgou as imagens de um terrorista no momento em que este tenta - e felizmente falha - accionar os explosivos no metro de Londres em 21/07/2005:

24.1.07

Contra o islamismo, a lei!

Fouad Ben Moussa, o agressor de um médico no Hospital Robert Debré, em Paris, por este ter auscultado a sua mulher, foi condenado a 6 meses de prisão.
Este tipo de incidentes provocado por pacientes que evocam princípios religiosos começa a propagar-se em França, pelo que esta decisão deve ser saudada.
via Le Monde

O partido de Alá

A política doméstica do Hezballah continua a fazer estragos como mostra a foto.

Aznar: 'Há que defender a Israel ou começarão a atacar-nos'

O ex-presidente do Gobierno espanhol José María Aznar, num artigo que publica no diário italiano Il Messaggero intitulado «Por que devemos defender Israel», escreve que este país está submetido actualmente «a demasiadas ameaças», desde «os palestinianos» aos «aos terroristas suícidas», desde o «Hezbolhah» até à «Al Qaeda», passando pelo «fundamentalismo iraniano», e sublinha que «invocar» a sua destruição, como acontece com o presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad, «não deve ficar impune».
Para Aznar é importante defender Israel porque é «uma nação plenamente occidental» e o seu desaparecimento significaria «a perda da nossa posição nessa área do mundo e, com toda a probabilidade, o início de um ataque contra nós».

in El Reloj

23.1.07

Incitamento à morte dos homossexuais

A polícia inglesa exprimiu a sua inquietação após a difusão do documentário «Undercover Mosque» onde um predicador muçulmano é filmado a incitar à morte dos homossexuais. A emissão do Canal 4 relata as actividades de muçulmanos extremistas que actuam em diversas mesquitas, principalmente na de Green Lane, em Birmingham.
O predicador Abu Usamah At-Thahabi afirma na reportagem: «Se eu tratar os homossexuais como cães perversos, sujos e imundos que merecem ser assassinados, é a minha liberdade de expressão, não?
O visado acusou os produtores da emissão de terem colocado a frase fora do contexto, acrescentado que o seu discurso visava mostrar os limites da liberdade de expressão. A polícia de Birmingham fez saber que examinará o conteúdo do documentário para apurar se foi cometida alguma infracção.

A «animação» iraniana

Em França...

... os representantes muçulmanos pedem aos candidatos presidenciais que deixem o islão fora da campanha eleitoral.
Participando pela primeira vez nos debates sobre a campanha presidencial, os representantes dos muçulmanos de França integrantes do Conseil français du culte musulman (CFCM) estão inquietos e pretendem reunir-se com os candidatos para lhes dar conta dos seus temores sobre «a utilização política e eleitoralista que tomam os debates em torno do islão de França».
Estas declarações acontecem após a publicação, pelo PS, de um documento intitulado «A inquitante "ruptura tranquila" de M. Sarkozy», no qual o CFCM, criado pelo ministro do interior, Nicolas Sarkozy, em 2003, é colocado em causa. O Conselho é qualificado de «coordenação fantoche» e «funcionamento caótico», nas mãos dos integristas da Union des Organisations Islamiques de France.
via BAF

22.1.07

Convergências entre o Islão e a Extrema-Direita

The Enemy of My Enemy
The Alarming Convergence of Militant Islam and the Extreme Right
George Michael
University Press of Kansas, 2006, 398 págs.

Book Description
In the violent world of radical extremists, "the enemy of my enemy is my friend." In this provocative study, George Michael reveals how that precept plays out in the unexpected bonding between militant Islam and the extreme right in America and Europe.
At first glance these two groups would seem to share little if any common ground. Why would various neo-Nazis, Holocaust deniers, white separatists, and antigovernment radicals find themselves attracted to movements such as Al Qaeda, Hezbollah, Hamas, and Egyptian Islamic Jihad? After all, the extreme right's racist and radical Christian segments tend to deride and exclude all nonwhites and non-Christians, while Islamic fundamentalists angrily denounce all non-Muslims, especially Americans, as infidels. Nevertheless, as Michael shows, they have developed strikingly similar critiques on such issues as American foreign policy, the media, modernity, and the New World Order.
The first book to focus on the growing linkage between these two movements, The Enemy of My Enemy analyzes the histories and ideologies guiding these disparate groups, clarifies the nature of their mutual appeal, and shows how the Internet and globalization have made increased interaction possible. Michael notes that one particularly dominant thread running throughout both camps is a fervent anti-Semitism, accompanied by strong pro-Palestinian views, anger over Israel's influence on American policymakers, and opposition to the Iraq War and the U.S. presence in the Middle East.
Michael also speculates on how the so-called War on Terror might unfold if this unexpected and alarming convergence grows stronger. While the thought of Americans assisting or fighting alongside Islamic militants-in America-sounds utterly far-fetched, Michael points out that some members of the extreme right have publicly expressed admiration for Al Qaeda's audacious attacks on 9/11.
Daring to consider the unthinkable, Michael provides an insightful and sane look at the possibilities for collaboration between these groups and raises a quiet but clear alarm for anyone concerned about America's future.

From the Back Cover
"A detailed and reliable study of a neglected topic-the rapprochment, ideological as well as political, between extremists on the American right and Islamist extremists. It is widely believed that because of the racism and the xenophobia of the former and the anti-Christian attitudes of the latter such a convergence is well nigh impossible, but as the author shows, 'the enemy of my enemy is [still] my friend.'"--Walter Laqueur, author of A History of Terrorism
"A fascinating and authoritative book about a threat that has been ignored by most terrorism experts." --Christopher Hewitt, author of Understanding Terrorism in America: From the Klan to Al Qaeda and Political Violence in Modern America

Confundindo a ficção com a realidade

21.1.07

França 2027?

Tabligs


Os missionários de Alá numa reportagem da televisão francesa e a vida de um ocidental convertido a esta seita islâmica.

Ceuta


Habitantes no desemprego que vivem da venda do haxixe, viveiro de islamistas que apoiam bin Laden e estão preparados para a jihad em Espanha ou no Iraque.
in Eurabian News

20.1.07

A higiene do mundo

Jaddafy Janjalani, líder do grupo islâmico-terrorista Abu Sayaf foi abatido no mês passado, segundo indicam as provas de adn realizadas pelas autoridades locais.
Este fanático tinha a cabeça a prémio e os EUA ofereciam uma recompensa de 5 milhões de dólares pela sua captura. O grupo Abu Sayaf está integrado na al-Qaida.
in Tizas

Leituras de fim-de-semana

* Lettre ouverte à Unicef Suisse - sobre a prática da excisão no mundo (Alain Jean Mairet)
*
Muslims Want Mosque in Football Stadium – estas exigências é que vão despertar o povo (LGF)
*
Los ferrys urbanos de Estambul llevarán salas de rezo: Turquía avanza en una imparable islamización impulsada desde el gobierno de Erdogan. (Nuevo Digital)
* Pappas: La amenaza islamista (Martinito)

19.1.07

Grupo muçulmano dos EUA critica a série "24" por incentivar preconceitos

Os islamistas são uns uns queixinhas do piorio. Melindram-se com tudo menos com os próprios crimes, senão atentem:
«Um grupo americano de defesa dos direitos dos muçulmanos protestou hoje contra um episódio da popular série «24», afirmando que a história promove estereótipos preconceituosos que prejudicam o Islão. O episódio questionado pelo Conselho de Relações Islâmico-americano (CAIR, sigla em inglês), exibido no domingo passado, nos Estados Unidos, conta como terroristas islâmicos explodem uma bomba nuclear perto de Los Angeles. "O impacto emocional de cenas de ficção, que incluem mortes em grande escala e destruições com uma grande amplitude nos Estados Unidos, podem ter efeitos negativos sobre a atitude frente às liberdades civis e religiosas, assim como as relações entre as religiões", afirmou o Conselho num comunicado. "A relação estabelecida repetidas vezes pelo programa de actos de terrorismo com o Islão acabará apenas no agravamento dos preconceitos antimuçulmanos em nossa sociedade", prossegue. O canal Fox, que transmite a série, recordou, num comunicado, que, ao longo de seus cinco anos de existência, americanos, alemães, pessoas oriundas dos países bálticos, fundamentalistas muçulmanos e, inclusive, o presidente dos Estados Unidos (fictício) já foram adversários do agente Jack Bauer, interpretado por Kiefer Sutherland. "Os produtores estão comprometidos com o facto de que, durante o desenvolvimento da série, nenhum grupo étnico seja designado como responsável (pelos crimes) ou alvo de perseguição", acrescentou o canal, destacando que "os problemas políticos são sempre debatidos a partir de vários pontos de vista".»
in Angola Press

«Na romaria anual a Meca, é impossível escapar do fervor religioso, é difícil fugir do acidente em cadeia e, com sorte, apanha-se a proverbial declaração do peregrino “moderado”. Este ano, elejo o homem que, mediante enorme candura, confessou ao repórter dois anseios para o futuro: a vitória do Islão no mundo e a paz em todos os países. O homem não esclareceu se a ordem de realização dos desejos era arbitrária. Julgo que não era.»
Alberto Gonçalves, Sábado, 4.Jan.07

Abou Hamza

O imã extremista Abou Hamza, condenado na Grã-Bretanha em Fevereiro, a 7 anos de prisão por incitação à morte e ao ódio racial, terá de pagar um milhão de libras a título de ajuda judiciária, decidiu um juíz británico
Abou Hamza, conhecido pela virulência praticada na mesquita de Finsbury Park, é uma das figuras mais conhecidas do «Londonistão». Obteve celebridade pelos seus discursos inflamados contras os judeus e outros não-muçulmanos. Os EUA acusam-no de laços com a al-Qaida e reclamam a sua extradição temporária para o julgarem.
in La Croix, via BAF

18.1.07

Polémica na Austrália

O governo australiano condenou as afirmações de um predicador muçulmano que incitou as crianças a sacrificar a sua vida na guerra santa (jihad) e ridicularizou os judeus.
O mollah Feiz Mohammad, nascido na Austrália e dirigente do Global Islamic Youth Center de Sydnei fez estes comentários para uma colecção de dvd de onde foram tirados alguns extractos que passaram na reportagem «Undercover Mosque» que passou na semana passada no canal 4 britânico.

Nos vídeos vendidos na Grã-Bretanha e na Austrália, Feiz Mohammad declara: «Queremos oferecer as nossas crianças como soldados do islão». «Aprendam: não existe nada mais importante para mim que morrer como Moujahidine (guerreiro». Vê-mo-lo igualmente a gozar com os judeus imitando os grunhidos de um porco.

17.1.07

As Mesquitas do Ocidente 2

Se viu os três ficheiros - publicados ontem - do documentário «Dispatches: Undercover Mosque» onde as mulheres são definidas como «deficientes», os judeus como «porcos», «os homossexuais devem ser atirados de uma montanha», para além de um ataque cerrado às sociedades ocidentais e à democracia, não perca a versão completa (35 minutos - mais 10 minutos que a anterior), onde se pode ver como os proselitistas do profeta da «religião da paz» não passam de meros soldados da jihad com o intuito de subverterem os valores e derrubarem a sociedade que os acolheu:
parte1

parte2

parte3

parte4

parte 5

parte6

Exemplo de iniciativa popular a reter

A Junta Islámica Catalana acusou o PP de Badalona (Barcelona) de «demonizar e criar medo em torno do Islão» para recolher assinaturas contra a construção de uma mesquita no Camino de Sant Jeroni de la Murtra, no bairro badalonês de Montigalá. Os populares, juntamente com a Plataforma No a la Mezquita en Terreno Público, apresentaram 20.800 assinaturas contra este equipamento, depois de, em Julho, a assembleia municipal provar a reserva de terrenos para uso religioso. O PP, através de Xavier García Albiol, afirmou que esta campanha foi a resposta popular mais importante da historia de Badalona e o presidente de la Junta islâmica, Abdennur Prado, disse que é uma campanha contra «o direito ao culto».

in Liberdade Digital

16.1.07

As Mesquitas do Ocidente

O Channel 4 inglês realizou um documentário «Dispatches: Undercover Mosque», onde é exposto o supremacismo, a misógenia e a apologia da violência que grassa na mesquitas britânicas. Nada leva a supor que nas restantes mesquitas europeias o panorama seja diferente, salvo as excepções, como a de Lisboa onde não há memória do xeque Munir proferir ou sustentar semelhantes propósitos. Já numa mesquita dos arredores de Lisboa a conversa é outra... (via lgf)
parte 1


parte 2


parte 3

Londres. Atentado falhado. 21.7.05. Julgamento

15.1.07

Condenada à morte por se ter defendido do violador

Em legítima defesa a iraniana Nazanin Fatehi matou o agressor que a queria violar.
O seu caso provocou escândalo, porque em qualquer situação ela vai pagar com sangue... não importa o que aconteça... violada é a lapidação, não violada é o enforcamento!

14.1.07

A manha islamista: a terceira Casa

A distinção clássica, em direito muçulmano, entre «Casa do Islão» (dar al Islam) e «Casa da guerra» (dar al Harb), mostra perfeitamente, que para o Islão, o mundo divide-se entre os muçulmanos e todos os outros que devem ser combatidos de armas na mão. Este sistema binário, esclarece a realidade do Islão. No Ocidente, estas noções são incompatíveis com um discurso público baseado no «Islão é uma religião de paz». Uma dificuldade na jihad que a charia não tinha tratado por uma razão simples: a existência de uma diáspora muçulmana é um fenómeno novo.
A lei muçulmana tradicional interdita ao crente de se estabelecer ou de ter uma estadia prolongada entre os infiéis, nas regiões submetidas a leis ímpias. Exceptuando os períodos de guerra, os muçulmanos foram sempre reservados em relação à ideia de deixar a Casa do Islão. Quando se expatriavam era sempre com a intenção de retornar ao país de origem. Mas a diáspora que se constituiu na sequência da descolonização conheceu uma amplitude imprevista.
Os mais activos dos «islamistas» na frente europeia e os mais hábeis («os islamistas de fato de três peças»), os Irmãos Muçulmanos, compreenderam que era preciso, pelo menos por um tempo, do sistema binário: o Islão ou a guerra. Os seus juristas inventaram uma terceira Casa, válida para os países que abrigaram a diáspora muçulmana: «Casa da paz» ou «da treva» ou «da concertação» (dar as-sulh), «Casa do convite» ou «da prédica» ou «do apelo à conversão» (dar ad-da’wa)… existe uma certa flutuação nestes termos.
Na «Casa» assim definida, certos mandamentos da lei muçulmana que chocam os autóctones ou estão em contradição com a legislação social, como a poligamia ou a lapidação de mulheres adúlteras, podem ser objecto de uma «moratória». De uma forma geral, o muçulmano deve provar que respeita as leis e os costumes do país de acolhimento e solicitar, em consequência, que as autoridades não intervenham no domínio da sua «religião», tal como ele a define.
Mahomet, contre-enquête, René Marchand, Ed. de l’Échiquier, 2006, págs. 474-476.

A Revolução Islamista de 1979

O islamismo tem origem na revolução de 1979 no Irão, quando os integristas religiosos, dirigidos pelo ayatollah Khomeyni, tomaram o poder com a intenção de mudar a sociedade submetendo esta à ortodoxia corânica mais estrita. Salvo as devidas proporções, a revolução iraniana é comparável para o mundo muçulmano ao que foi para a Europa, a Revolução francesa, a revolução bolchevique ou a revolução fascista.
Há mais de um século que os teólogos discutem os problemas colocados à sua fé pelo choque que o mundo ocidental provocou nas suas sociedades tradicionais, contrariados por abandonar a lei santa a favor das leis estrangeiras e ímpias. Tal como o fundamentalismo dos Irmãos Muçulmanos, o «radicalismo neo-conservador» de Khomeyni e dos seus discípulos surgiu destes debates e da convicção que a modernidade laica, liberal ou marxista é um fracasso, que a salvação está no retorno às origens divinas da sua religião.
Opondo-se aos modernos influenciados pelo laicismo francês, o americanismo ou o marxismo, para os quais o Islão se deve dissociar da política, Khomeyni não cessou de pregar o contrário, repetindo que «o Corão contêm cem vezes mais versículos relativos aos problemas sociais do que versículos sobre os assuntos de devoção…». Para ele, o Islão «é político ou não é nada». Contrariamente ao que se poderia pensar, ele não dizia que tudo era religioso. Não, ele dizia que tudo era político e que as respostas estão no Corão. E esta mensagem fez escola. Um número crescente de muçulmanos, nomeadamente pertencentes às novas gerações explosivas e numerosas, aprovam-na e querem colocá-la em prática.
Histoire du Terrorisme, Dominique Venner, Pygmalion, 2002, p. 168.

Dhimmi Carter

14 membros do Conselho de administração do Carter Center demitiram-se, através de uma carta onde se pode ler We can no longer endorse your strident and uncompromising position. This is not the Carter Center or the Jimmy Carter we came to respect and support. No mês passado Ken Stein, conselheiro do Carter Center, apresentou a sua resignação também através de uma carta onde afirma que o livro do ex-presidente americano [Palestine: Peace Not Apartheid ] está «repleto de erros factuais, material copiado sem citação, superficialidades, omissões e invenções».

13.1.07

Grupo Salafista para a Predicação e Combate

O chefe do Grupo Salafista para a Predicação e Combate (GSPC), membro da Al-Qaida desde Setembro de 2006, lançou um novo apelo à guerra santa contra os fraceses: «Combatei os pertencentes à França e os agentes dos cruzados que ocupam a nossa terra. Os nossos pais e os nossas antepassados combateram a França cruzada, que expulsaram humilhantemente». Esta ameaça obrigou os organizadores do Lisboa-Dakar a anular a etapa entre Néma (Mauritânia) e Tombouctou (Mali). O GSPC possui entre 500 e 800 activistas e está implantado em Marrocos e na Europa. Representa a principal ameaça contra a França e está na origem do atentado anti-americano cometido em 10 de Dezembro a oeste de Argel do qual resultou um morto e nove feridos, oito dos quais são estrangeiros.
in Valeurs Actuelles, nº 3659

The 800-Pound Guerrilla

12.1.07

Massoud: do islamismo à liberdade


"On aurait pu éviter tout cela: Massoud - Madelin". O livro com este título saiu em Paris e conta uma boa história... Uma história que lembra um certo quadro – “A parábola dos cegos” ! Claro, cair no buraco é sempre evitável, sobretudo quando o buraco está mesmo debaixo dos nossos olhos. Mas não há piores cegos que os que não querem ver... mesmo quando lhes mostram.
« Tu vois là-bas, c’est Kaboul… je peux prendre la ville en deux semaines et en deux mois nous aurons chassés les Talibans d’Afghanistan. » L’homme au regard d’aigle qui tend le doigt vers l’horizon n’est pas un fanfaron, il y a vingt ans qu’il se bat et à son tableau de chasse il n’y a rien moins que l’invincible armée rouge qu’il a tenue en échec, un jeu qu’il affectionne. C’est le Lion du Panshir, Ahmed Shah, le célèbre Commandant Massoud. « Le mollah Omar et ses fanatiques ne sont que des tigres de papier mais il faudra éliminer Al Qaeda, l’armée d’étrangers extrémistes qui ont fait de notre pays la base arrière du terrorisme international. Cela devrait interpeller l’Occident qui sera inévitablement la prochaine cible de Ben Laden. Comment peut-on être aussi naïf ? Le plus dur pour nous sera Kandahar, où les fanatiques étrangers de la force 55 sont conditionnés : tuer ou mourir. Il y aura de grosses pertes mais l’Alliance du Nord connaît le prix de la liberté. Tu peux nous aider, la France doit nous aider et entrainer les Européens ! »
O interlocutor do Comandante Massoud era o dirigente político francês Alain Madelin e a cena está agora descrita no livro de um jornalista francês, Max-Henri Boulois, com o sugestivo título de “On aurait pu éviter tout cela : Massoud - Madelin”... Claro que se poderia ter evitado, se as pessoas certas tivessem visto o que durante anos Massoud tentou mostrar-lhes. Mas em Washington ou em Paris, na Casa Branca de Clinton ou no Eliseu de Chirac ninguém queria ver nada... Caiu-lhes o mundo em cima no 11 Setembro e então souberam que Massoud tinha razão... mas ele tinha sido assassinado umas horas antes! Recorde-se que o Comandante Massoud foi assassinado no seu QG por dois falsos jornalistas de televisão marroquinos residentes em Bruxelas, ao serviço da Al-Qaeda, escassas horas antes do desencadear do ataque de 11 Setembro a Nova Iorque... Bin Laden sabia bem que com Massoud vivo o “11 de Setembro” desencadearia no Afeganistão uma tal "tempestade" que seria o seu fim. Por isso, para a Al-Qaeda, o Leão do Panchir, o vencedor dos soviéticos, o guerreiro que soubera casar o islão e a liberdade, tinha de morrer antes do ataque às Twin Towers...
Recordo ainda a imensa risada de Massoud quando, em visita a Paris já depois do encontro com Madelin e no que seria a sua última viagem à Europa, um responsável do MNE francês lhe disse que no Ocidente ninguém sabia como nem onde localizar Bin Laden... Massoud pediu um mapa, à escala adequada, localizou uma rua e começou a descrever a casa, as suas portas, janelas e posição dos guardas, perante o ar incrédulo dos seus interlocutores... O olhar de Massoud sugeria mesmo a pergunta: “Quando é que querem ir lá buscá-lo...?”. Mas ninguém lhe respondeu... Dias depois do 11 de Setembro, as suas tropas entraram em Kabul... Mas já era tarde!
Por que razão obscura é, tantas vezes, necessário que aconteça a catástrofe para que se veja o que já se metia pelos olhos dentro...?"

in Claro

No escritório de Robert Spencer

Esta semana Jihad Watch videoblog no Hot Air, é gravado no escritório de Robert Spencer na Jihad Watch Towers situada em Secure Undisclosed Locationville, que nos mostra os livros islâmicos que consultou para escrever a o seu livro The Truth About Muhammad, que foi banido no Paquistão.

11.1.07

70% dos muçulmanos que vivem em Espanha reconhece que lhe custa viver em democracia

praia de Alicante
Dois em cada três muçulmanos que vivem em Espanha asseguram que lhes custa viver em democracia, segundo os resultados da primeiro inquérito do género realizado na comunidade muçulmana. Como explicou o director da investigação, Luis Fernando Vilchez, professor da Universidade Complutense, «trata-se de uma integração não isenta de dificultades. Os estilos de vida ocidentais não constituem um habitat cómodo para os que professam a religião de Maomé».
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