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viernes 29 de enero de 2010

Señores de Thargor, el heredero de Seämus

Réss Fëanáry *

¡Recepción otra vez el Thargor!

Finalmente, después de un invierno del looooooooongo, me volví para dedicar a mí a la escritura deEl heredero de Seämus, según el libro de la serie Señores de Thargor. ¡Usted la certeza, usted la certeza! Sé que tenía ya dicho esto previamente, pero ahora el negocio es pra a ser válido.

Comencé el día como del libro que revisaba los capítulos que había escrito ya, hasta que como forma yo [velocidad reversa] para hacer a familiar y al reinserir yo en este universo fantástico, después de caminar para tanto y tan diferente otros mundos.

Guardé algunos boletos, modifiqué otros, pero encuentro que estoy obteniendo para dirigir la escritura para qué deseó. Ahora, estoy dando el paso siguiente: el desarrollo de la historia del punto donde había parado.

N el heredero de Seämus, Deiv continúa sus aventuras en la búsqueda para el Primais, para poder ellas de Thargor. Ahora, es cônscio de su participación y la importancia en este día y hasta ya se arriesga para hacer frente para poder ellos ese dom que se utilizará en su ventaja adquirida por casualidad como una. Sin embargo, ni todo el pra es flores él y en el transcurso del libro, entran ocurrir los hechos que cambiarán su manera, poniendo adentro el cheque esta confianza frágil que pensamiento le adquirió.

Los Personages del primer libro ganarán la prominencia en esto como volumen, como su amigo Rita y la princesa de Ezel, de la gente de las cortinas. Más allá de, claramente, de Háriel, de Dóra, de Namesin y de algunas otras buenas sorpresas que estoy reservando.

E, pra para coronar esto vuelta a tomar, fila debajo de un extracto pequeño, reencontro de Deiv y Háriel Ehltor, heredando al príncipe del trono de Thalian, la gente de Hhaldór.

[...] la raqueta de pasos llegó sus oídos venidos de la parte antedicha de la casa, de su sitio, más necesariamente. Deiv y Rita si entreolharam fuera, sin embargo, cambiar palabras estado dirigidas desconfiadas y tenían su vuelto hacia las escaleras.

En el pandemônio de la manera que donde si había transformado su vida, él no tiene tiempo para ordenar para fijarme lo arruina en la azotea, de la manera que había cerrado solamente la abertura en el techo con un poco de material para techos embaldosa para prevenir la lluvia. En ningún momento la idea lo pasó para el jefe de eso que alguien podría utilizar el agujero para inscribir en la casa.

Los segundos que se parecían una eternidad si estuvieron tenidos pasado antes de una cortina pequeña si estuvieron proyectados en los pasos de las escaleras, divulgando huellas firmes de por lo menos tres personas que fue abajo para el cuarto con cadenciados caminan. Fin de la
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Deiv colocó la mochila en el suelo y miraba sin el cekntelleo para las cortinas indistintas, todavía sosteniendo la firma el amulet para debajo de la camiseta. Rita colocou-se atrás dele e começou a puxá-lo, como que querendo arrastá-lo para fora da casa.

No entanto, ele sequer se moveu, esperando pacientemente que seus ilustres hóspedes desconhecidos se revelassem.

Do estado de apreensão em que estava seu coração passou a uma felicidade incontida quando a luz da clarabóia iluminou três silhuetas bastante conhecidas. Correu para junto delas e pulou no pescoço de uma das três figuras que o saudavam com entusiasmo.

Háriel Ehltor, o príncipe dos Hhaldór, Dóra Yenawin, a guerreira amazona da tribo das Icamiabas e Ezel Fearinin, a princesa do Povo das Sombras do Reino de Liar acabavam de chegar trazendo mais alegria ao coração de Deiv.

- Háriel, Dóra, Ezel, como é bom ver vocês de novo, falou entre soluços de alegria.

- Também me alegra muito revê-lo, meu amigo, tornou Háriel, com um sorriso meio diplomático, meio de saudade.

Estava diferente, de cabelos curtos cuidadosamente penteados, e vestido de forma distinta, mais casual e menos guerreira, com um traje que em nada lembrava a roupa–armadura prateada que Deiv conhecia. A nova vestimenta era composta por uma grossa calça preta e um grande casaco cinza escuro de mangas longas, entrelaçado por um fino cordão que saia da base da cintura e subia firme até a altura do peito, onde tornava a afrouxar-se deixando, em parte, o largo tórax à mostra. Cingindo-lhe a cintura havia um belo cinturão negro adornado por uma fivela prateada decorada com dois dragões em alto relevo, onde descansavam seus Maháe, presos à direita, e uma pequena adaga oculta sob uma bainha de couro decorada com pequenos arabescos em prata e ouro, à esquerda. A pele azulada apresentava agora uma cor acentuadamente forte, trigueira, como se bronzeada — se é que se pode fazer uso desse termo em se tratando dos Hhaldóre — o que tornava seu rosto ainda mais belo e a expressão de seus pequenos olhos negros mais perceptível, mais viva.

Entretanto, não era apenas na aparência que o Hhaldór se mostrava outro. Alguma coisa em sua essência havia se modificado, algo que o havia deixado diferente, jovial, menos cerimonioso e mais afável. Seu sorriso estava mais fácil e seu coração, ao que parecia, mais acessível”.
Lordes de Thargor, o Herdeiro de Seämus
Capítulo Um.


* Réss fëanáry significa, em Anthár, “Saudações (seja bem-vindo), Visitante!”.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Da Série Impressões: Sumaya Sarran

Réss Fëanáry *

Bem-vindo novamente a Thargor!

Existem textos que necessitam de introduções e explicativas para se fazerem entendíveis; outros, são autoexplicativos, não carecendo de mais informações que seu próprio conteúdo.

O texto abaixo pertence a esta segunda categoria!

Senhoras e Senhores, com vocês as impressões sobre Lordes de Thargor, o Vale de Eldor da Srta. Sumaya Sarran.


Sumaya Sarran (devidamente caracterizada de Hhadóre) e Rober Pinheiro, versão Buddy.

“Hoje…

foi um daqueles dias que acordei com uma intensa felicidade. Um sentimento enorme, que ia nos olhos, no sorriso, no jeito nada discreto, na risada fácil… Um simples bom humor, talvez!

Por quê?

pelas boas horas de sono e os sonhos que tive, pelos amigos que voltaram de não tão longe e os que ainda estão tão distantes, ainda voltando da Terra Verde. Pelas palavras que li antes de dormir e outras ao acordar…

Aí, segui para o trabalho e esbarrei com a rotina de incompetências eficazes. Não foi um esbarrão, foi uma trombada daquelas, em que tudo cai para o lado! Quando te olham como um ET. Ora, não posso reclamar demais, rotinas administrativas são mesmo uma chatice e não combinam com a facilidade que tenho de dar-lhes o valor devido: rotinas. É que, às vezes, é angustiante como as pessoas preferem complicar tudo e colocar uma máscara, chamada função, obrigação, procedimento ou qualquer coisa parecida. Sou prática e muito eficiente, mas o pior de tudo, é que sou FELIZ e, manifesto isso.

Assim, descobri no trabalho uma forma de preconceito que não conhecia… Mas iniciei essa história toda de trabalho para dizer o que houve depois do esbarrão:

Rober Pinheiro!

Diante da normalidade burra de certas coisas, a lembrança dos amigos e de suas palavras bate mais forte do que imaginamos, justamente para lembrar que há muito mais nesse mundo. Que é MARAVILHOSO saber ver outros mundos e tantas outras cores e letras que iluminam meu horizonte!

Com quase nenhuma diferença, foi isso que escrevi ao meu salvador, com quem busquei refúgio ante aquela alienação corporativa. Talvez o culpado de parte da minha felicidade, já que foram as cenas de sua história, que me fez ter sonhos coloridos de verde e azul intenso. Dos quais saí impressionada, mais ainda do que quando assistimos Avatar!


A verdade é que algo mágico aconteceu quando li um certo livro e caí aos prantos, praticamente junto com o personagem. Ele, debaixo de um abacateiro, e eu, dentro de um trem, lotado da alienação da rotina diária.

Meus dias ficaram mais coloridos e fui devolvida a um tempo que já pensava perdido… Um tempo em que tudo era realmente possível e não havia barreiras para a minha imaginação, onde não havia espaço para me sentir só!

E não estou falando de infância, falo de essência. Aquilo que vai lá dentro, que faz parte da nossa assinatura no mundo. Tempo, não é algo linear. Então falo do tempo como aquilo que impera, que respiramos, que nos envolve e nos governa. Conhecer o caminho para o Reino Dourado, lutar e chorar com suas personagens foi reconhecer a fortuna, a sorte em meus caminhos, quase uma casa, de onde posso imaginar ter saído há muito tempo atrás…

A emoção inexplicável, o impulso até infantil de devorar o livro e a angústia diante das poucas páginas para o fim; foi uma das melhores sensações que tive na VIDA!

A relação do leitor e sua interpretação do livro são individuais, mas garanto que não há como não sentir algo. Seja nas dúvidas corajosas do Deiv, nas suaves e profundas palavras do Éhvarin, na lealdade incontestável de Hariel, na profunda sabedoria de Namesin, no destemor de Dora, na curiosidade de Ezel… O que dizer?! É genial!

É por isso que você é tão importante, meu caro Karma! Réss Fëanáry! Bem vindo à minha vida!"


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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Mudanças, pra que te quero?

Réss Fëanáry *

Bem-vindo novamente a Thargor!

Mudanças surgindo por aqui, nesse comecinho de ano. Inicialmente, o blog Thargor foi feito para ser um agregador de material referente ao universo onde se passam as aventuras dos meus romances. E, como no último ano andei postando muitas coisas referentes ao mercado de fantasia nacional, ele acabou fugindo um pouco dessa ideia inicial.

Por isso, criei um novo blog. Enquanto este espaço voltará a se centrar exclusivamente no material da série, meu novo blog será a casa de todo o resto. Convites de lançamento, dicas de leitura, opiniões/impressões das minhas leituras... tudo o que me der na telha vai encontrar um lugarzinho por lá.

E, pra começar, postei uma lista de 12 leituras que considero essenciais para 2010. Então, continue visitando Thargor, mas também reserve um tempinho pras leituras desse novo espaço: http://roberpinheiro.blogspot.com/


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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Nova chamada para Antologia "No Mundo dos Cavaleiros e Dragões"

Réss Fëanáry *

Bem-vindo novamente a Thargor!

Nova chamada para a antologia de fantasia que vai trazer em suas páginas um universo povoado de guerreiros incríveis e criaturas fantásticas.

No Mundo dos Cavaleiros e Dragões


Objetivo da Antologia:
Reunir num projeto especial cerca de 25 escritores de ficção fantástica e fantasia com contos épicos voltados para o mundo dos Cavaleiros e Dragões.

O desafio dos participantes é desenvolver histórias cuja temática gire em torno de cavaleiros e dragões. Magia, duelos, batalhas e grandes aventuras. Tudo isso pode (e deve) ser usado como ingrediente na confecção destas histórias. Então, mãos à obra e bora usar a criatividade!!!

Dados da Obra:
Criação e Organização: Ademir Pascale (Invasão, Draculea: O Livro Secreto dos Vampiros, Cinema – Despertando seu olhar crítico e Metamorfose: A Fúria dos Lobisomens ).
Autores Convidados: Leandro Reis (Filhos de Galagah) e
Rober Pinheiro (Lordes de Thargor, o Vale de Eldor).
Prefácio: Regina Drummond (Receitas Práticas de Magia, O Destino de Uma Jovem Maga, Amor Vampiro, Rumo à Alemanha).
Pretensão: reunir 25 escritores ou mais.
Editora: All Print

Especificações da obra:
Tìtulo: No Mundo dos Cavaleiros e Dragões
Formato fechado: 14x21 cm.
Páginas: 180 (aproximadamente)
Capa impressa colorida (4 cores), papel Supremo 250 gramas, laminada brilho e com orelhas.

VOCÊ ESCRITOR, PARTICIPE COM O SEU CONTO!!!


As inscrições vão no dia 15/01/2010, podendo ser prorrogadas.

Regulamento: http://www.cranik.com/cavaleirosedragoes.html

Comunidade no Orkut:
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=95012483&refresh=1


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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Editora Draco anuncia novos lançamentos!

Réss Fëanáry *

Bem-vindo novamente a Thargor!

A Draco, mais nova casa editorial a apostar no mercado de fantasia nacional, anunciou três lançamentos interessantes para 2010. Depois das bem sucedidas antologias Imaginários I & II, a editora investe agora em três romances de autores nacionais:

“O Desejo de Lilith”, de Ademir Pascale

Sinopse:
Um descuido dos tradutores da Bíblia revelou o pior dentre todos os demônios. Um velho e decadente detetive de polícia investiga um macabro suicídio, mas o que ele não sabia era que sua vida estava por um fio e seria envolvido em uma conspiração contra toda a humanidade. Uma palavra-chave, transliteração de uma palavra hebraica repetida em 63 trechos da bíblia, dará início à mais sombria das investigações. Uma organização secreta milenar abriga incríveis segredos e bizarras e inimagináveis personagens.

Afinal, o que teria em comum Platão, Vlad Tepes, Erzsébet Báthory, John Milton, Thomas Chatterton, Mary Shelley, Percy B. Shelley, Robert L. Stevenson, Aleister Crowley e Jim Morrison? Descubra em O Desejo de Lilith, um romance sobrenatural vivenciado nas principais avenidas e ruas de São Paulo, repleto de segredos, revelações, aventuras e muito rock n’ roll. Mas atenção, seja forte e esteja preparado ao ler estas páginas, pois você não confiará mais em seu vizinho ou qualquer outro transeunte que cruzar o seu caminho. Você nunca mais enxergará o mundo como antes…
Afinal, qual seria o desejo de Lilith?

Sobre o autor:
Ademir Pascale, paulista, linguísta, crítico de cinema, ativista cultural e autor de FC e horror. É autor do audiolivro Cinema: Despertando Seu Olhar Crítico (2008). Organizou as antologias Invasão (2009), Draculea: O Livro Secreto dos Vampiros (2009), Metamorfose: A Fúria dos Lobisomens (2009) e juntamente do Maurício Montenegro, Poe 200 Anos (prevista para 2010). É co-editor, juntamente da Elenir Alves, do e-zine TerrorZine: Minicontos de Terror. Mantém o Portal Cranik, já tendo publicado mais de 130 entrevistas.


"Xochiquetzal", de Gerson Lodi-Ribeiro

Sinopse:
Indo de Calicute a Cuzco nas Alturas, os navegadores lusitanos elevam o poder d’El Rei D. Manuel por todos os mares, conhecidos ou não. Em um universo onde a frota que descobriu a América saiu de Lisboa, a princesa asteca Xochiquetzal conta a sua vida acompanhando o maior de todos os navegantes, o almirante Vasco da Gama, em uma viagem cheia de batalhas, tempestades, intrigas e vinho do porto.

O primeiro romance de Gerson Lodi-Ribeiro, o maior nome do gênero de História Alternativa no Brasil, com contos e noveletas publicados internacionalmente, Xochiquetzal – uma princesa asteca entre os incas, é uma leitura fascinante para fãs de ficção especulativa ou para aqueles que procuram saborear uma nova e agradável experiência literária nacional.

“E se os portugueses tivessem acreditado em Colombo, descoberto a América e se aliado às civilizações que aqui floresciam?”

É desse ponto de partida – ou seria ponto de divergência? – que se desenvolve a história contada por Xochiquetzal, princesa dos astecas e filha d’algo entre os portugueses.

Casada com um dos maiores navegantes do Reino, o almirante Vasco da Gama, acompanha-o em suas viagens às terras distantes d’Além Mar. Com seu ponto de vista entre o irônico e o terno sobre a relação entre Portugal e as terras do novo continente, chamado de Cabrália, ela nos conduz em um admirável mundo novo – tanto para ela quanto para nós – em que portugueses e cabralianos se uniram para singrar os mares nunca antes navegados numa crônica minuciosa, divertida e emocionante, passando pela lendária Calicute até a misteriosa Cusco nas Alturas. O cotidiano da guerra, do mar e da relação entre duas pessoas tão diferentes é narrado de forma tão convincente que, no final, talvez fique a dúvida ao leitor sobre qual realidade seria ‘verdadeira’ e qual seria criada pelo escritor.

Sobre o autor:
Gerson Lodi-Ribeiro, autor carioca de FC e história alternativa. Publicou Alienígenas Mitológicos e A Ética da Traição na edição brasileira da Asimov’s. Autor das coletâneas de contos Outras Histórias… (1997), O Vampiro de Nova Holanda (1998), Outros Brasis (2006) e Taikodom: Crônicas (2009). Como editor, organizou as antologias Phantastica Brasiliana (2000) e Como Era Gostosa a Minha Alienígena! (2002). Trabalha desde 2004 como consultor da Hoplon Infotainment, sendo um dos criadores do universo ficcional do jogo online Taikodom. Na Editora Draco, publicou Xochiquetzal – uma princesa asteca entre os incas (2009) e participou da coletânea Imaginários v.1 (2009). Está atualmente organizando a coletânea steampunk Vaporpunk, que reúne brasileiros e portugueses e deve ser lançada em 2010.


“Annabel & Sarah”, de Jim Anotsu

Sinopse:
Annabel & Sarah conta a historia de duas irmãs gêmeas, mas muito diferentes. Annabel, uma garota cheia de atitude e sarcasmo não se entusiasma com a ideia de passar um fim de semana com a irmã Sarah, uma garota alegre e apaixonada por moda, que mora com a mãe do outro lado da cidade.

As coisas se transformam numa viagem à loucura quando mãos surgem de uma TV e sequestram Sarah. Agora, cabe a Annabel unir forças com um lobo detetive particular e encontrar a flor Amor-Perfeito, a unica coisa capaz de salvar sua irmã de um lugar onde todos são obrigados a serem felizes.
Elegante, divertido e de partir o coração, Annabel & Sarah vai te prender até a última página.

Sobre o autor:
Jim Anotsu odeia dias de sol e chocolate amargo. Nasceu em algum lugar e foi por lá que começou a escrever. Seu autor favorito é R.L Stevenson. Annabel & Sarah foi escrito pouco depois de ter sido expulso de casa. Morou em Seattle e debaixo de algumas pontes por lá. Ama somente três coisas na vida: Livros, rock’n’roll e uma garota em especial. Atualmente se dedica à arte do tédio e aos cuidados com seu cão, Humbug.

Para maiores informações, acesse o site da editora: http://editoradraco.com/

P.S: Obrigado ao Douglas MCT pelo toque referente ao Jim Anotsu.

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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Entrevista comigo e promo do livro Invasão no blog CT.

Réss Fëanáry *

Bem-vindo novamente a Thargor!

O blog Criando Testrálios acaba de postar uma entrevista comigo. Nesse bate-papo rápido, falo um pouco sobre leitura, literatura de fantasia e também sobre minhas publicações e projetos atuais.

O blog lançou também uma promoção que vai dar um exemplar autografado da antologia Invasão à melhor resposta para a pergunta: "O que você faria se a Terra fosse invadida por seres hostis como alienígenas, monstros, naves espaciais, gárgulas, robôs, escravistas e viajantes do futuro?"

Leia a entrevista direto na fonte, aqui, e participe da promoção, aqui.

Special thanks ao Cristiano Rosa, do blog CT.


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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

[Impressões] Avatar: da fantasia ao real.

Réss Fëanáry *

Bem-vindo novamente a Thargor!

Neste final de semana, fui ver Avatar. Junto com o amor e uma amiga, peguei uma sessão das dez lotada e, graças a importantes cinco minutos de atraso (em grande parte devido à eficiência com que fomos atendidos pela mistura de lesma e bicho-preguiça que estava atrás do vidro da bilheteria), entramos na sala com o filme já começado e, enquanto tateávamos na semiescuridão até encontrar um acento vago, um cadeirante recém saído de uma nave espacial de dar inveja aos destroyers de Star Wars chegava a um mundo distante, para viver uma aventura esperada – e comentada – há quase uma década.

Passados mais cinco minutos, e já devidamente acomodado, me vi imerso numa profusão de imagens e cores e formas que me arrastaram – quase que literalmente – para dentro daquele mundo colorido e distante criado a cada novo pixel que saltava diante dos meus olhos.

A forma avatar de Jake Sully envolta pelas sementes da Árvore da Vida.

Que Avatar, filme-promessa do diretor James Cameron, é absolutamente estonteante na tela do cinema (e, graças ao 3D, fora dela também), não há dúvida. Contudo, não quero falar aqui sobre a absurda imersão tecnológica ou as inovações do cinema de captura que o tornaram o mais belo espetáculo visual ao qual tive o prazer de ver nos últimos tempos (pra não dizer em todos os tempos), até por que outros já o fizeram com muito mais propriedade do que eu, como aqui e aqui, mas, sim, de alguns aspectos que achei peculiares e que, exatamente por isso, tornaram o filme muito mais interessante.

De todas as críticas que li, dois aspectos são quase sempre utilizados para abarcar a totalidade criativo-qualitativa de Avatar; um, a história cheia de elementos clichês e; dois, o avanço tecnológico que tornou o filme pura e simplesmente um espetáculo visual, em detrimento de qualquer nuance de história aceitável.

Concordo, e discordo, de ambas as visões na mesma medida. Que a história da ganância humana pura e simples, que não se preocupa com nada nem com ninguém, é clichê, isso lá é verdade; ou que já vimos outras vezes o herói mudar subitamente de lado ante a visão de um novo conceito de vida, ou o vilão ser uma mistura de todas as piores qualidades humanas, isso lá também é verdade. Mas, diferente de outros filmes, o que Avatar traz sob estes aspectos aparentemente simplistas é algo muito mais profundo, algo que, dada a nossa condição de criatura tecnologicamente evoluída e desvinculada de qualquer ligação com nosso próprio mundo, não vemos ou, melhor dizendo, desaprendemos a ver.

Mais do que o deslumbramento visual, com Pandora, Cameron traz uma visão que poucos ainda mantêm sobre seu próprio habitat; a questão da ligação homem/terra. Pandora, seus animais, plantas e os Na’vi, os nativos deste mundo, estão unidos como um único e gigantesco organismo, interligados por uma força maior chamada Eywa, algo que, em certa medida, nos remete ao antigo mito de Gaia. Num mundo onde a (pouca) vida natural que ainda existe está espremida entre prédios e avenidas, entre cercas e conglomerados de ferro e metal e onde seus habitantes não veem mais verde que os cartazes das fachadas das lojas ou os anúncios do Greenpeace, não é difícil de perceber por que esse detalhe passa tão despercebido na tela. O que chega a ser estranhamente perturbador. Apesar de estarmos em plena era do discurso preservacionista, a visão dos espectadores parece ser a mesma dos líderes mundiais que se reuniram recentemente em Copenhague, para a Conferência do Clima; o discurso é muito bonito, desde que permaneça revestido da beleza do distanciamento e não tenha pretensões de tornar-se real.

Mais do que uma ligação espiritual, em Pandora o elo entre os seres pensantes, animais e natureza se dá de forma tátil, o que, a meu ver, foi uma das melhores sacadas do filme. Para os Na’vi, Eywa é real, pode ser sentida e vivida em cada ligação, seja com os animais, seja com as árvores que os rodeiam. E, exatamente por senti-la em suas vidas é que ela se torna tão importante. Todo o planeta está ligado e a morte de uma única planta ou animal afeta a todos de maneira igual. É como a brincadeira de derrubar dados; tire uma peça e você afeta todo o resto do jogo.

Conceitos como a morte limpa e o respeito por cada ser vivente transformam a cultura Na’vi num espelho do que éramos e num reflexo distorcido do que deixamos de ser.

No primeiro encontro entre os protagonistas, fica bem claro a discrepância que, em essência, representa o caminho que temos trilhado até aqui: Jake Sully (Sam Worthington), ou melhor, seu avatar, se vê às voltas com uma dezena de criaturas que o atacam logo após ele se perder na floresta. No meio da escaramuça, ele é ajudado por Neytiti (Zoë Saldana) que, para ajudá-lo, acaba matando uma das feras. A morte, contudo, é tratada como uma perda lamentável, culpa daquele que não soube respeitar as leis impostas pela vida da floresta. Para Neytiri, a vida tem seu valor por igual, não importa se pertença a um homem ou a um animal e o único fato que pesou em sua escolha foi a intervenção de Eywa a favor do homem. Esta é apenas uma das muitas nuances sutilmente presentes em Avatar.

Outro ponto que me chamou muito a atenção foi à questão da união da tribo; quando Jake finalmente passa pelos rituais de aprendizagem e é aceito como um membro da comunidade, sua imersão se dá através de um grande elo que se forma entre os Na’vi. Um a um, todos vão se unindo para abraçá-lo, tornando-o, assim, parte do grande corpo da aldeia. Uma forma simples e muito direta de se dizer que ninguém está sozinho no mundo.

Neytiri é, inclusive, a grande responsável por tornar o filme mais do que apenas uma experiência visual. Através dela, sentimos o sofrimento de um povo inteiro, vivemos a agonia da morte e da desesperança e sofremos a perda daquilo que nos é mais caro, seja nossa casa (a destruição da Casa da Árvore é um dos momentos mais tristes do filme) ou um ente querido que, ironia do destino, é morto por uma farpa da árvore que até então lhe tinha servido de abrigo.

E, no momento derradeiro, quando o que se tem já não é suficiente para vencer, resta a crença e o pedido sincero às forças maiores. E, fato ou fantasia, talvez seja aí que resida o frescor e a novidade do filme; mostrar de modo sutil o quanto nos distanciamos da energia mágica que nos tornou o que somos hoje e do quanto nos esquecemos de lhe retribuir a gentileza.

Ao final, fica a questão no ar, tão clara quanto as plantas fluorescentes de Pandora: até que ponto uma pedrinha de Unobtainium é mais valiosa do que toda a vida de um mundo? Essa mesma pergunta poderia ser feita, adaptando-se uma ou duas palavras, aos líderes reunidos em Copenhague.


Avatar
Ficção Científica / Ação - 12 Anos
EUA, 2009.
Direção: James Cameron.
Elenco: Sam Worthington, Zoë Saldana, Michelle Rodriguez, Sigourney Weaver.
Duração: 162 min.


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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Lançamentos: FC do B & Metamorfose

Réss Fëanáry *

Bem-vindo novamente a Thargor!

2009 foi, sem dúvida, um ano muito bom para a fantasia especulativa (FC, fantasia e terror) nacional. Muitos lançamentos, eventos interessantes e uma leva de ótimos escritores e livros que vieram para abrir um pouquinho mais as portas do mercado. Então, pra fechar bem o ano, nada melhor do que mais duas boas novidades. Abaixo, seguem convites para os (acho... rs) últimos lançamentos de 2009: duas antologias bastante aguardadas e muito bem-vindas.

FC do B - Ficção Científica Brasileira


Metamorfose, a Fúria dos Lobisomens

LANÇAMENTO:

Data: 19/12/09
Horário: a partir das 18h30
Local: Bardo Batata - Gastronomia e Cultura.
Rua Bela Cintra, 1333, Jardins, S. Paulo/SP
Site do Bardo Batata: http://www.bardobatata.com.br

Organizador: Ademir Pascale (Invasão e Draculea: O livro Secreto dos Vampiros)

Autores convidados: Marco Bourguignon (Editor da Scarium) e Adriano Siqueira (Amor Vampiro)
Prefácio: J.Modesto (Trevas e Anhangá: A Fúria do Demônio)
Editora: All Print

Com presença confirmada de vários autores: Ademir Pascale, J. Modesto (prefaciador) Elenir Alves, Adriano Siqueira, Almir Pascale, M. D. Amado, Armin Daniel Reichert, Luciana Fátima, Larissa Caruso, Dione Mara Souto da Rosa, Frank Bacurau, Maurício Montenegro, Georgette Silen, Jorge Ribeiro, André Paim, André Bozzeto Junior, Pedro Moreno, Lino França Jr., Raphael O Lord, Mariana Albuquerque, Leonardo A. Ragacini e outros.

COMPAREÇA E PEGUE O SEU AUTÓGRAFO.

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Entrevista: Sumaya Sarran

Réss Fëanáry *

Bem-vindo novamente a Thargor!

Recentemente, o escritor e crítico literário Eric Novello entrevistou a escritora e professora de dança cigana Sumaya Sarran para o site de arte e cultura Aguarrás. Na entrevista, ela fala um pouco sobre a cultura cigana e sobre dança. Confira!!!

Sumaya Sarran from Aguarrás on Vimeo.



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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Lançamento: Cartas do Fim do Mundo

Réss Fëanáry *

Bem-vindo novamente a Thargor!

A Editora Terracota convida para seu último lançamento de 2009: Cartas do fim do mundo, dia 12/12, na Livraria Martins Fontes.

A sinopse:
Está escrito. O mundo vai acabar no dia 31 de julho de 2013. Entre meio-dia e 13h13, no horário de Brasília. Fim. Esqueça qualquer outra previsão que você já tenha visto, pois ela está totalmente errada.

Acredite, esse é o dia (13), o mês (julho) e o ano (2013) do fim de nossa existência. Como será? Não há como saber. Os textos sagrados analisados não prevêem causas. Ao contrário, abrem um amplo leque de probabilidades catastróficas e deixam que a imaginação de cada um descubra os detalhes. E você sabe muito bem que bons e maus motivos para o fim não faltam.

Os manuscritos sagrados só falam que tudo vai acabar, e no instante final nós finalmente saberemos se a verdade é uma ilusão e se o tempo não existe. Nesse momento último, poderemos tocar o germinar de nossa existência. Ou, como fizeram os treze escritores aqui reunidos, enviar uma carta aos nossos antepassados contando como tudo terminou. Como foi o fim do mundo.

O lançamento:
Dia12 de Dezembro, às 15:00 hs na Livraria Martins Fontes da Av. Paulista, 509 [próximo ao metrô Brigadeiro].

Os autores:
Moacyr Scliar, Raimundo Carrero, Marcelino Freire, Márcio Souza, Fausto Fawcett, Braulio Tavares, Xico Sá, Menalton Braff, Luis Dill, Luiz Bras, Marne Lucio Guedes, Brontops Baruq, Moacyr Godoy Moreira e Claudio Brites.

Há ainda uma carta apócrifa e um artigo científico da Dra. Nicole Hudson, traduzido pelos organizadores, que trata dos documentos antigos de várias civilizações e de seus indícios sobre o fim dos tempos e sobre a data supracitada.

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