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Martes 9 de febrero de 2010

Árbol de almendras en flor


En el tiempo donde estaba tierra el al-Gharb de mouros, usted silba era inconsciente de el dicho usted silbido de épocas que vienen. Usted silba se convirtió para saber para Chelb. ¡E en la tierra de mouros reinó rey del mouro! ¡Rey con nombre del rey! Ibn-Almundim.
Los días fueron hechos de batallas y de más batallas, pero el rey del tez del cobreada, valiente y atrevido, en la guerra no sabía el sabor de la derrota. , Mientras que caminó entre los presos de una batalla, sus ojos hicieron que cierto día encontrara a princesa bonita de ojos azules y del transporte del altivo. Gilda era su nombre. Asombrado con belleza tan grande, Ibn-Almundim no vaciló en darle la libertad en ella y la confesión de su amor enorme en él.
Si no haciendo para esperar, Ibn-Almundim casa a su reina y tal amor tuvo que él, que los años felices habían sido muchos.

Solamente que la felicidad cansada para ver tanta alegría en los pares jóvenes, tomas la enfermedad hasta hermoso “del norte”. (Así la gente lo sabía). Roba la sonrisa a la reina joven, que adoece, saliendo del rey que tenía nombre del rey con los rasgones de la tristeza. Todo el rey intentado, pero nada sacó a reina de su maleita. Ibn-Almundim se desesperó de tal manera de ver a sufrir. Pero los días también no son siempre iguales y cierto día, viejo cautivo en los catacumbas del reino, cansados para saber de la tristeza de su reina pide ser recibido por el rey.
- Ibn-Almundim, dijo el viejo. - El “hermoso del norte” sufre de nostalgia de su país distante. Carece a él a los campos manchados de las escamas blancas y congeladas del norte.
Descubrió su desastre del malfadada, el rey con el rey que el nombre no paró hasta la obtención para fascinar los ojos del “hermoso del norte”, con el brancura de su país congelado. E estaba con las pedidos del rey, que Ibn-Almundim pidió a toda la planta para su reino el árbol de almendras bonito.

En el resorte siguiente, Ib-Almundim conduce su “hermoso del norte” a la ventana del castillo y las hojas lo comtemplaban espectáculo maravilloso del árbol de almendras en flor. Al ver las flores blancas del árbol de almendras, los jóvenes de Gilda de las muestras de la alegría y todo su cuerpo de las muestras de la recuperación, por lo tanto al ver las tierras cubiertas para una capa blanca, la reina joven juzgada ver la nieve no todavía olvidada su tierra congelada.
- Prohíbe el míos adorados y la reina del caramelo - Ib-Almundim de la sonrisa en la cara dicha a ella - sección desea verle de nuevo, del brillo y de ojos felices.
Fin de la
traducción
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Era Gilda así curado de la nostalgia que se sentía. E, todos os anos, no início de cada Primavera, a "Bela do Norte" via do alto da torre, as amendoeiras cobertas de lindas flores brancas, que lhe faziam lembrar os campos cobertos de branca neve da sua gélida terra.
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Adaptação do original. Fonte: Infopédia

Sexta-feira, Fevereiro 05, 2010

Trilhos


Existem caminhos que levam a trilhos,
Que se cruzam por vezes no meio de algures,
Mas ela nem sempre soube qual o caminho que seguia
Ou qual o caminho que queria encontrar.
Por várias vezes andou à deriva.
Perdeu-se e deixou-se ficar
Quieta, sem norte e sem rumo.

Quinta-feira, Dezembro 31, 2009

«[Não basta abrir a janela]»

Castelo de Vide

«Não basta abrir a janela
Para ver os campos e o rio.
Não é bastante não ser cego
Para ver as árvores e as flores.
É preciso também não ter filosofia nenhuma.
Com filosofia não há árvores: há ideias apenas.
Há só cada um de nós, como uma cave.
Há só uma janela fechada, e todo o mundo lá fora;
E um sonho do que se poderia ver se a janela se abrisse,
Que nunca é o que se vê quando se abre a janela.»

«Não basta abrir a janela», in Alberto Caeiro, poemas escolhidos

Domingo, Dezembro 27, 2009

“As cidades e os olhos”

Clear Bubble. Fotografia de richard.heeks.

Grão Kan manda chamar Marco Polo e pede-lhe para descrever uma nova cidade…

Para conhecer Sana é imprescindível a arte do pulo. Só assim é possível entrar na cidade, pois perder o instante é ficar na linha de partida como o viajante que apenas vê passar comboios.
Sana é uma cidade bola de sabão, que tudo vê. Onde não se percorrem ruas, nem calçadas. Flutua-se.
Através de Sana, vislumbra-se ao longe as outras cidades invisíveis, mas não é permitido vê-la pela íris do viajante. A cidade deixa-se ver em outros olhos.
A lua aparece nas manhãs sob o céu azul e o sol brilha nas noites, por baixo do lençol de mar.
Em Sana o tempo é irrelevante. A passagem não se dá entre os vivos e os mortos.
As casas são de madeira e encontram-se penduradas por molas em fios de lã multicolor. O solo é coberto por um largo braço de mar, que esconde as ruínas da cidade e as cidades que no futuro serão Sana.
Puff! Assim rebenta a cidade e o viajante pode continuar o seu caminho. Logo o vento sopra por baixo do largo braço de mar, que se espalhou pela terra e uma nova cidade de Sana toma forma. Esta sobe bem alto para trilhar outras viagens, outras vidas.
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Baseado no livro As cidades invisíveis, de Italo Calvino.

Segunda-feira, Dezembro 21, 2009

Boas Festas, com muita magia!

Feliz Natal

Quarta-feira, Dezembro 16, 2009

Final da contagem

Os doze mais de 2009

O tonsdeazul festeja hoje quatro anos e nada melhor do que aproveitar o dia para fechar a contagem dos livros lidos em 2009.
Nunca me deu para contar os livros que leio, mas no início deste ano decidi aceitar o desafio da Canochinha e hoje dou por terminada a contagem.
E se não me enganei a contar... Foram 93 os livros lidos este ano!
Como não vou enumerar todos, deixo apenas registado os doze livros que extravasaram e surpreenderam-me de maneiras bem diferentes:
- 1984, de George Orwell
- A Arte de Amar, de Ovídio
- Anna Karénina, de Lev Tolstoi
- A Queda, de Albert Camus
- As Cidades Invisíveis, de Italo Calvino
- D. Quixote de la Mancha, de Miguel de Cervantes
- História do Rei Transparente, de Rosa Montero
- Húmus, de Raul Brandão
- O Arquipélago da Insónia, de António Lobo Antunes
- O Evangelho segundo Jesus Cristo, de José Saramago
- Os Passos em Volta, de Herberto Helder
- Rebecca, de Daphne du Maurier

Quarta-feira, Dezembro 09, 2009

Costa Brava

Spain: luiseme

Terça-feira, Dezembro 08, 2009

Tatry Zakopane

Polónia Poland: graza82

Quinta-feira, Dezembro 03, 2009

Viajar em grupo

video

Quarta-feira, Dezembro 02, 2009

Sun Moon Lake

Tailândia Taiwan: sashawang

Segunda-feira, Novembro 30, 2009

Aachen

Alemanha Germany: Eagle66

Quarta-feira, Novembro 25, 2009

Festa do Pinheiro

Pinheiro

O Pinheiro…
É aquela noite de Novembro,

Que parece não ter fim!
Que marca os encontros e reencontros;
Para os abraços e beijinhos
E para as conversas até de madrugada.

São as mesas cheiinhas de povo,

Onde não falta o caldo verde e os rojões com as batatas;
Nem os grelos e as papas de sarrabulho,
Com os copos sempre pejados de vinho.

É o cortejo que arranca à meia-noite em ponto,
Fazendo rufar os bombos e as caixas pelas ruas da cidade.
É o povo que se junta para a festa

E, entre um copo e outro,
Aguarda entusiasticamente pelo erguer do Pinheiro.


Pinheiro
As Festas Nicolinas celebram-se na cidade de Guimarães, sendo que o Pinheiro marca o início destas festas, no dia 29 de Novembro.
Uma noite que se prolonga pela madrugada, onde os bombos e as caixas marcam o compasso até ao erguer do Pinheiro, ao lado da Igreja de Santos Passos.
Podem descobrir mais sobre as Festas Nicolinas em
http://www.nicolinas.pt/
. Apareçam!