Esta es una traducción por computadora de la página web original. Se suministra como información general y no debe considerarse completa ni exacta. Close Disclaimer

Mercado de valores de Cirandinha

en domingo 31 de enero de 2010


(Sierra de Fiuk - de Google)


En una de estas tardes del verano de este 2010, mi hijo llamó para verme en la TV el hombre joven bonito de quién es ventilador. Pero… ¿No era posible, YO que estaría viajando en el tiempo? ¿Ella sería persona insana? ¡No! Él era él sí mismo, la nueva generación. Inmediatamente, recordé a muchacha y sus sueños y resbalones.


Finales de los años 70, el comenzar de los 80…
Una rumor paseada para los pasillos de Arquidiocesano, tendría nueva película en la ciudad. De este tiempo estaría para la TV y el tema sería joven. La presencia de los ídolos era siempre razón de la agitación y, para la muchacha, no sería diferente.

En aquel momento un agente hizo éxito enorme en el seriado uno Mercado de valores de Cirandinha. Su nombre era Fábio Jr y ni de ellos desconfianza lejos que era la marca Davis que sabíamos de viejos éxitos como “no me deje gritar”. E la muchacha, como la mayoría de sus amigos, si está conseguido apasionado para ella.


El caso especial “Romeu y Julieta” sería filmado en la ciudad y los papeles principales estarían de Lucélia Santos y de Jr. de Fábio. ¡Felicidad!


Inmediatamente, la muchacha y sus amigos habían hecho frente a un maratona de horas y de horas en las calles detrás de películas, con una distancia considerable de su ídolo. Esa cara marrón de la TV, no era marrón y sí blanco el punto de si vio la barba debajo de la piel en tonalidad azul. El pelo no era más largo y no disheveled como sabían, pero no demostró un cepillo en el estilo óptimo de Romeu. El hombre joven también no estaba así que alto mientras que se imaginaba. Pero nada de esto intervino con su determinación. El amperio hora, que conoce a la muchacha sabe eso cuando desea una cierta cosa… ¡Sai bajo!


Después de que tentativas estériles, decididas para ir a Escuela de la farmacia, donde filmaron una más vez y, no obtuvo para llegar cerca de ídolo. Los lugares de la película bien fueron rodeados y mirados. Pero antes de dar para arriba, su letra pasada jugada. Estaba hasta el cuarto del reitoria, en la otra extremidad de la escuela y esperaba a primo de su madre, que era quiénes pedida allí, después de todos. E no vino, los minutos pasados y tendría eso a ir sin embargo a no hacer frente a la cólera del Xerife, su padre.


El primo no vino. Quién la veta era Fábio Jr que buscaba para su mazo del cigarrillo. Debe haber gritado hacia fuera o haber estado con la cara de tonto, porque ella recuerda solamente la reacción de ella con la sonrisa tirada del lado, en barbilla ajustada y bonita eso. Fin de la
traducción
Haga clic para traducir el texto luego de este punto
Dijo uno “E-I” en un timbre del inesquecível. Pegou seus pertences e ia saindo quando, num impulso, ela pediu um cigarro e não conseguia nem acender ao chegar perto dele (ela jamais fumou em toda sua vida). Ao aproximar, reuniu todas as suas forças e partiu para um beijo naquele homem que julgava o mais lindo de todos. Assustado, ele se afastou e disse “opa! Menina, você é novinha!” e a beijou na face. Autografou um disco compacto de vinil e foi embora com o mesmo sorriso estonteante com que entrou.



A menina, indignada, não quis mais saber do ídolo. Humpft! Rejeitara um beijo seu! E nem era tão alto e nem era mais bonito!


Hoje ela sabe que ele teve uma atitude decente, das que não se espera mais...




Quando deixei a menina adormecer em mim e voltei à minha realidade, fui apresentada a Fiuk, o filho de Fábio Jr. O mesmo sorriso lindo e o mesmo jeito. Então, a ciranda da vida continuou a girar...
© Claudinha




(Fábio Jr - via Google)

.:: Música deste post: “Pai” – Fábio Jr ::.

Bolão 70

on sexta-feira, 15 de janeiro de 2010


* Fotografia de Yasuhide Fumoto


Os meninos desciam as ruas em algazarra, atrás dos papagaios desgarrados e suas linhas que enroscavam pelos postes e fios. A menina estava bem escondida pelas folhas da mangueira frondosa, sentada no galho mais alto que conseguira alcançar. Ali sentia-se segura, não seria vista.


_Bolão 70!
Cai “nu” chão ”i nuarrebenta”!

Aquelas vozes ainda ardiam em seus ouvidos e com os olhos ainda molhados podia ver todos aqueles rostos zombeteiros. Não queria mais encontrá-los desavisada, para que a atacassem com seu deboche.

As mangas verdes apresentavam um sabor todo especial, quando cortava uma pequena ponta e colocava um pouco de sal. Havia toda uma técnica, ensinada pelos primos mais velhos, para a degustação. Metodicamente, espremia daqui e dali, sentia o cheiro adocicado e fazia seu banquete, enquanto observava aquele bando de pequenos monstros. Mesmo com os olhos ainda molhados, o orgulho ferido e nariz vermelho, podia sentir o cheiro da tarde e das plantas molhadas. Podia ver o céu, as janelas, contar os ninhos e os ovos ali deixados pelos passarinhos que por estas horas trabalhavam como notas musicais nos fios de energia elétrica onde criavam melodias, que às vezes ela transpunha para a pauta de papel.

Seria sempre assim, gordinha e feia? Jamais arranjaria namorado -mas já não namorara algumas vezes, desde o jardim de infância? Os dentes, bem ... Eles haveriam de crescer de novo e os que estavam desiguais, um dia ficariam alinhados. Ainda poderia crescer e pisar em cima de todos aqueles seres indesejáveis.

As mangas mais saborosas eram as mais feias e manchadas. À medida que as saboreava, ficava com o halo amarelo-esverdeado característico em volta da boca e os dedos sujos de sumo e suco e lágrimas e sal. Até que chegava o vento e levava tudo o que era leve embora... Papagaios, meninos monstros e as suas tristezas de menina...

© Claudinha


.:: Música deste post: “Reinvento” – de Estrela Ruiz e Ceumar ::.

Seguindo o Sol...

on sexta-feira, 8 de janeiro de 2010


* Imagem do blog Verde Dentro



Meu coração
Desliza por sobre os trilhos
De minhas estradas de ferro
Carregando consigo
O comboio de sentimentos
Amealhados em meu viver
Em cada vagão
Amontoam-se
Num emaranhado de laços
E passos
Dos que chegam...
Dos que se vão...
Inadvertidamente, surgem desvios
E a estrada desconhecida se afigura
Para que eu a desvende...


Mas à despeito de tudo
Sempre haverá montanhas
A amparar meus temores das horas
Sempre haverá sol
A iluminar meus sorrisos dos dias
Sempre haverá chuva
a lavar a alma do meu viver...

© Claudinha

.:: Música deste post: “Siga O Sol” – 14 BIS ::.

Muito Bem Acompanhada!

on quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Dermot Mulroney
* Imagens via Google


Há alguns (muitos) anos atrás, a menina estaria esperando o ano novo sentadinha no degrau da porta de casa com sua xícara de chá cheia de feijão pagão. Ah, ela sempre adorou feijão! Principalmente aquele sem tempero que sua mãe acabava de cozinhar e ela comia, um a um, espetando no palitinho. Era um ritual e, neste momento, realmente dava uma folga para os adultos, atarefados com as comidas e as visitas. Poderia parecer apenas uma refeição, mas era para ela uma grande oportunidade. Podia ficar sozinha e pensar o que quisesse, bem como conversar com os outros e falar o que lhe desse vontade. O ano novo ainda demoraria até a noite, tinha muito tempo!


Naqueles tempos imaginava como ele seria. Tinha visto na TV um ano novo que era um menino, se despedindo do ano velho que era um idoso e queria pensar sobre aquilo, porque não entedera bem. Bons tempos...


Hoje, espera o novo ano na janela, petiscando uma porção de esperanças que degusta uma a uma, lentamente, enquanto tenta contar os pingos de chuva que não cessa. Prefere imaginá-lo como um homem feito, nem velho, nem novo demais. Charmoso, sorridente, perfumado, para que esteja muito bem acompanhada em todos os seus dias.


E por que não? Personificar o ano, não foi ideia sua. Não há nada de original. Ela apenas está encarando a vida da (sua) melhor maneira possível...


E mais... A menina, que sempre fui e sempre serei, espera que todos estejam bem acompanhados nos próximos dozes meses. Que 2010 lhes chegue sorridente, perfumado, lindo e charmoso. Vestido de festa, para que possam receber com sorrisos toda paz, amor, alegrias. Despido de hipocrisia, de violência e de miséria...

© Claudinha

Dermot Mulroney

Feliz Ano Novo para todos!




.:: Música deste post: “Home” – Michael Buble ::.

E atenção minhas caras amigas do Clube da Luluzinha! O "Ano Novo" é em sua homenagem também, mas "este" é meu, heim? Rsrs...

Das Nuvens Que Passaram Por Nossos Céus

on terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Imagem do site www.amigosdopresepio.org


Ahhh e já é Natal...

Os dias de verão têm me incomodado com suas horas mornas que se escorregam em minha mesa repleta de trabalho. Quando o dia se despede e a noite chega, as luzes enfeitam a cidade, as casas e podem ser vistas nos olhares pensativos. Sinto o tempo me açoitar a pele frágil e meus olhos andam cansados... Mas não sou de desistir facilmente... Afinal, é tempo de refletir e olhar para as pegadas deixadas para trás.


Não há mais sapatinhos debaixo de minha árvore de Natal, aliás todos os sapatinhos agora são maiores que os meus. Não procuro mais comprar carrinhos de controle remoto, videogames, skates, patins, bichinhos de pelúcia ou coisinhas fofas e cor-de-rosa. Nem bicicletas ou eletrônicos. Nada disso! Tudo foi trocado por cerimônias de formatura, entrega de diploma com direito a nó na garganta e muitas lágrimas de emoção, contrato com auto-escola, viagens para prestar vestibular. E também por Diários de Vampiros, CDs de música pop e roupas bem transadas, óculos de sol e penteados novos...


Só o que não mudou (e espero que jamais mude) foi o antigo presepinho que ganhei há tantos e tantos anos e que traz, impregnados em suas peças, sentimentos e impressões de minha estrada tortuosa e de meus Natais. Quando o vejo, enquanto preparo e organizo a disposição, ouço sons antigos que viajam pelas minhas lembranças, sinto os perfumes do passado e percebo o verdadeiro sentido do Natal. Lembro de cada mãozinha colocando delicadamente o menino Jesus na manjedoura no dia 25 e a ansiedade até esta hora chegar. Hoje eles sabem que imagens são apenas esculturas de gesso e que o verdadeiro Cristo mora em nosso coração e deve renascer todos os dias em nossas vidas.


Minha árvore de Natal ficou pequena diante dos nossos sonhos, as crianças cresceram, tantas nuvens passaram pelos nossos céus e deixaram seus desenhos se dissolverem diante de nossos mundos. Tanta coisa mudou no simples intervalo de um ano. Deixo, então, a poeira do tempo que se depositou ali, marcando as digitais de nossas vidas e agradeço à Deus por tantas bênçãos recebidas!


E neste momento, lembro-me de compartilhar este sentimento com vocês que me acompanham há tantos anos, vocês que chegam agora, enfim, todos que me leem. O blog, vocês e a blogosfera fazem parte destas bênçãos, que me ajudaram a viver bem. Desejo um Feliz Natal a todos e que Jesus os abençoe sempre!
Obrigada pela amizade!

© Claudinha

.:: Música deste post: “First of May” – Bee Gees ::.