Soja, seulement pour rappeler… article de 03/08/2006
FLÁVIA MANTOVANI
THIAGO MOMM POIRIER
de Feuille de S.Paulo
Dans la contramão de la grande offre et des études qui signalent des bénéfices, des scientifiques, agences gouvernementaux et sociétés médicales de quelques pays interrogent les propriétés attribuées à elle et alertent aux fins possibles défavorables de la consommation excessive.
Autorités et sociétés médicales de pays je mange Angleterre, Canada, France et Nouvelle Zélande recommandent précaution, par exemple, aux alimentaire bébés avec des formules à la base de soja. « Ils allèguent qu'il n'y a pas d'études de long délai qui montrent la sécurité de ces produits pour enfants petits. Le soja a isoflavona [substance semblable à l'hormone féminine estrógeno], et ne savons pas les effets d'elle dans un système reproductif immature comme de l'enfant ", affirme Roseli Sarni, président du département de nutrologia de la Société Brésilienne de Pédiatrie. Elle dit que l'entité prendra cela dans compte dans un consensus sur des allergies qui élabore.
Des études aussi viennent en montrant que le soja intervient dans la production de l'hormone tiroxina (de la tireóide) et qu'il peut, donc, être indiquée pour qui n'ont pas de la prédisposition génétique à la hipotireoidismo.
Fin de
traduction
Crianças, idosos, gestantes e pessoas com dificuldade de absorver nutrientes também são recomendados a não exagerar --compostos antinutricionais da soja diminuem a absorção de certos minerais.
A discussão vem ganhando espaço principalmente na Nova Zelândia e no Reino Unido.
No Brasil, a Sbem (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia) alerta em relação a possíveis riscos e questiona uma das principais propriedades atribuídas à soja: o alívio dos calores da menopausa. Após revisar vários estudos, a entidade concluiu, em um artigo, que sua eficácia como alternativa de reposição hormonal é praticamente nula.
Segundo a endocrinologista Ruth Clapauch, do departamento de endocrinologia feminina e andrologia da Sbem, a maior parte dos estudos que mostram efeitos positivos é in vitro ou com animais e não pode ser transposta diretamente para o ser humano.
"Na prática, os efeitos estrogênicos da isoflavona são muito fracos e praticamente iguais aos do placebo. Ela não consegue se ligar aos receptores de estrogênio com a mesma facilidade que os hormônios do nosso corpo. Concluímos que não é eficaz para esse fim", diz.
patés
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já chegou a altura em que nem tenho de fotografar as experiencias para põr
no blog porque há sempre quem o queira fazer por achar muito atrativo e
iisso de...
