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Cabruêra

Posté dans Cabruêra en 15 novembre, 2009 par fleghy2

Si le passé comptait vrai
Le regard lequel il regarde saurait
Qu'il y a des milliards d'instants n'avait pas
Une place sans blason et sans panneau indicateur
Sur lequel il y a des carcasses dans la terrasse
Et des Rois Mages sont tableau poussiéreux
Mais un Astro Tombant illuminé
S'il loge tel/ce qui un crabe
À suer dans le temps lourd broussard
Zé Limeira est le Verbe Annoncé….

… Du moyen du bois
De l'âge de la roche
Le son qui sort de celle loue
C'est samba de ma terre…

Il a plu le jour de Sain José
Roche de sel a fondu
Je vais faire mon feu
Dans la science de mon peuple du nord-est
Depuis que j'ère garçon
J'ai appris avec la nature
Dans l'expérience qui seulement se fait dans ce mois
Dans le dix-neuf du trois
Je déjà sais s'il a récolte.

Pra qui ne connaît pas CABRUÊRA entende et s'amuse. http://www.myspace.com/cabrueramusic

cabruêra

Office Mundo et d'Olimpiadas au Brésil

Posté dans Julinho Mazzei en 14 novembre, 2009 par Edson Duarte

J'ai reçu ce texte par courrier électronique. et malgrado ne pas connaître l'auteur, j'ai trouvé extrêmement important le place ici. Je crois que si toutes tivessemos le même préoccupation et vision de la réalité. peut-être tivessemos un pays meilleur… suit le texte de Julinho Mazzei.

brasil-as-olimpiadas-de-2016

« Je ne sais pas si je suis en se rendant antipatriotique ou un Brésilien excepté des normes, mais ne suis pas resté demi peocupado avec le choix de Rio de Janeiro pour l'Olimpíadas de 2016.

Je n'ai pas compris tant euphorie populaire, si pour à la majorité de la population, tanto de l'Office du Monde, que l'Olimpíadas que ils seront réalisés au Brésil, seront comme ils s'étaient réalisés au Japon, Chine, Espagne, donc le peuple va assister ces concurrences de façon similaire qui ont assisté aux précédents par la télévision.

Seule différence est que quelques-uns assisteront à une télévision de LCD de 32 comptes achetés dans vingt et quatre fois. Ah, j'ai compris oui, la joie du peuple, après tout vivons dans un pays où les hommes politiques volent, mais ce qui importent, dès lors que ils ne déplacent pas dans le carnaval et dans le football. Tout bien. Ils donnent le pain et cirque au peuple et à tout reste bien.

Ah, une consolation, cette population plus pauvre que délai à Rio de Janeiro pourra assister à Maratona et voir de loin la concurrence de bougie, ceci est ou interditarem les rues et les plages au nom de la sécurité.

Aussi il restera le peuple, la consolation de voir les grands athlètes à l'intérieur de l'autobus ou nous attendre par eux des aéroports, maintenant les prient pour ne pas sortir par autre lieu.

Ou quelqu'un croit que les admissions des jeux de l'Office du Monde et des principales modalités de l'Olimpíadas seront accessibles à la « povão » ?

Fin de
traduction
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Mas tem uma pequena, muito pequena, parcela da população que irá se beneficiar com esses eventos. A começar, pelo quem sabe “ex” ou futuro presidente Lula, que com certeza, fará tudo para voltar às mordomias e viagens inerentes ao cargo em 2014.
Afinal, é mais uma “façanha” para o presidente se vangloriar, afinal, nunca na história do Brasil, um presidente conseguiu trazer eventos tão importantes.

Os políticos, que terão a partir de agora sete anos de negociatas com os empreiteiros. E os empreiteiros e as construtoras que nunca na história deste país, ganharão tanto dinheiro com as obras superfaturadas, a maioria realizada através de licitações não tão transparentes. E alguém tem dúvida quais são as construtoras que irão vencer os processos licitatórios?

Se tiverem, comparem a lista dos maiores doadores das campanhas dos políticos para eleições de 2010 com a lista de empresas que vencerão as licitações para construção das obras da Copa e das Olimpíadas, qualquer semelhança, não será mera coincidência.

As emissoras de televisão, que nunca na história deste país, ganharão tanto dinheiro em contrato de publicidade.
O governo diz que as Olimpíadas gerarão milhares de empregos diretos e indiretos.

Não discordo, mas a construção de hospitais, escolas, casas que poderiam ser construídos com o dinheiro que será gasto para a realização das Olimpíadas também gerariam milhares de postos de trabalhos “permanentes” para médicos, enfermeiros, professores, trabalhadores da construção civil e profissionais de todas as áreas.

O “nosso” presidente sabe muito bem quais são as prioridades do país. Mas o que dar mais visibilidade a ele no cenário internacional: investir em habitação, saúde, educação, infra-estrutura em um país em que pessoas morrem sem ter acesso a um sistema de saúde decente, onde dezenas de milhares de pessoas não tem um teto onde morar, um país que tem milhões de analfabetos ou bancar projetos faraônicos, como realizar uma Copa do Mundo ou uma Olimpíadas?

A resposta é fácil quando temos na presidência, um sujeito que tem um ego nunca antes visto na história deste país.
Não sou um anti-Simão Bacamarte, personagem patriota do livro Alienista de Machado de Assis, nem tão pouco sou contra competições esportivas.

Mas é dificil apoiar qualquer projeto de grande vulto, em um país onde nosso dinheiro se esvai nos ralos da corrupção.

É dificil acreditar na seriedade das aplicações dos recursos nesses dois mega-eventos, em um país que até hoje o Tribunal de Contas da União encontra indicios de irregularidades no orçamento do Pan Americano de 2007.

Vejam abaixo um pequeno exemplo de como um gasto em um serviço simples, teve seu valor acrescido em 472 vezes:“ …despesas como o custo da implantação do sistema de credenciamento do PanAmericano de 2007, orçado originalmente em R$ 55 mil, mas que acabou representando uma despesa de R$ 26,7 milhões aos cofres públicos. Atente bem para esta informação do TCU: “dinheiro público”, isto é, o meu, o seu, o nosso dinheiro.

Como um governo pensa em construir megas ginásios, piscinas, estádios em um país em que 73% das escolas públicas não possuem sequer espaços para práticas desportivas?

Apontam a China, como um exemplo que deu certo quando sediou as Olimpiadas, só que, ao contrário do Brasil, a China já era uma potência olimpica quando sediou o evento, já era uma potência econômica, já investia forte na prática esportivas em suas escolas, faculdades e lá, ao contrário daqui, a corrupção não está tão fortemente impregnada.

O país e principalmente o Rio de Janeiro em 2016 viverão meses de Ilha da Fantasia, transportes de qualidade, ruas limpas, sem mendigos, Exército nas ruas.
As nossas autoridades fazendo pacto de boa vizinhança com os bandidos, traficantes, para que estes deem um tempo em suas atividades ou migrem suas ações para lugares mais distantes.

Ou alguém acredita que em 6 anos, todos esses problemas serão resolvidos?

Que venham a Copa do Mundo e as Olimpiadas. Dos camarotes luxuosos para o Lula, políticos, empreiteiros, chefe de tráfico de drogas. Traficantes, sim, ou você acha que no “pacto de paz olimpico”, entre as concessões das autoridades, não estarão incluídos camarotes paras aqueles assistirem aos principais eventos.

Quanto ao restante do povo é melhor comprar logo a televisão de 32 polegadas, talvez até começar a Copa, você já tenha quitado as não-sei quantas prestações.”

Ser Caro

Postado em Edson Duarte em 13 Novembro, 2009 por Edson Duarte

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Quero voltara a ser caro; A ser único.
Não abalei as estruturas da noite;
Não movi montanhas.
Quero voltar a ser caro; A ser único.
E poder devassar seu olhar
E ler seus pensamentos;
Retroceder ao momento que deixei de ser;
E ser o que sonhei ser.
Volar a ser único; voltar a ser caro.
Provocar impactos profundos em seu sentimentos;
Sentira a suavidade de seus gestos. Olhar por entre as mechas de seus cabelos.
Mexer com sua sanidade;
Voltar a ser única, voltar a ser caro;
Voltar a ser único;
Voltar a ser louco;
Voltar a ser seu.

A de sempre

Postado em Carlos Drummond de Andrade em 12 Novembro, 2009 por Edson Duarte

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— Até beber cerveja ficou difícil — queixa-se.

— O preço?

— Não. A variedade. O embaras du choix.

— Mas se você já estava acostumado com uma…

— E as novas que aparecem? Em cada Estado surge uma fábrica, se não surgem duas. Cada qual oferecendo diversas qualidades. Você senta no bar de sua eleição, um velho bar onde até as cadeiras conhecem o seu corpo, a sua maneira de sentar e de beber. Pede uma cervejinha, simplesmente. Não precisa dizer o nome. Aquela que há anos o garçom lhe traz sem necessidade de perguntar, pois há anos você optou por uma das duas marcas tradicionais, e daí não sai. Bem, você pede a cervejinha inominada, e o garçom não se mexe. Fica olhando pra sua cara, à espera de definição. Você olha para cara dele, como quem diz: Quê que há, rapaz? Então ele emite um som: Qual? Você pensa que não ouviu direito, franze a testa, num esforço de captação: qual o quê? Qual a marca, doutor? Temos essa, aquela, aquela outra, mais outra, e outra, e outras mais. . Desfia o rosário, e você de boca aberta: Como? Ele está pensando que eu vou beber elas todas? Acha que sou principiante em busca de aventura? Quer me gozar? Nada disso. O garçom explica, meio encabulado, que a casa dispõe de 12 marcas de cerveja nacional, fora as estrangeiras, sofisticadas, e ele tem ordem de cantar os nomes pra freguesia. Até pra mim, Leovigil? pergunto. Bem, o patrão disse que eu tenho de oferecer as marcas pra todo mundo, as novas cervejas têm de ser promovidas. Não mandou abrir exceção pra ninguém, eu é que, em atenção ao doutor, fiquei calado, esperando a dica… Não quis forçar a barra, desculpe.

— E aí?

— Aí eu disse que não havia o que desculpar, ordens são ordens e eu não sou de infringir regulamentos. Os regulamentos é que infringem a minha paz, freqüentemente. Mas para não dar o braço a torcer, nem me declarar vencido pela competição das cervejas, concluí: Leovigil, traga a de sempre.

— Não quis dizer o nome?

— Não. Minha marca de cerveja — “minha garrafa”, digamos assim, pois a individualidade começa pela garrafa — passou a chamar-se “a de sempre”. Não gosto de mudar as estruturas sem justa causa, nem me interessa dançar de provador de cerveja, entende?

— Mas que custa experimentar, homem de Deus?

— Só por experimentar, acho frívolo. Os moços, sim, não encontraram ainda sua definição, em matéria de cerveja e de entendimento do mundo. Saltam de uma para outra fruição, tomam pileques de ideologias coloridas, do vermelho ao negro, passando pelo róseo, pelo alaranjado e pelo furta-cor. Mas depois de certa idade, e de certa experiência de bebedor, você já sabe o que quer, ou antes, o que não quer. Principalmente o que não quer. E é isso que os outros querem que você queira. Tá compreendendo?

— Mais ou menos.

— Na verdade, não há muitas espécies de cerveja, no mundo das idéias. Mas os rótulos perturbam. Uns aparecem com mulher nua, insinuando que o gosto é mais capitoso. Bem, até agora não vi rótulo de cerveja mostrando mulher com tudo de fora, mas deve haver. Mulher se oferecendo está em tudo que é produto industrial, por que não estaria nos sistemas de organização social, como bonificação?

— Você está divagando.

— Estou. Divagar é uma forma de transformar pensamentos em nuvem ou em fumaça de cigarro, fazendo com que eles circulem por aí.

— Ou se percam.

— E se percam. Exatamente. 0 importante não é beber cerveja, é ter a ilusão de que nossa cerveja é a única que presta.

Sujeito mais conservador! Ou sábio, quem sabe?

Texto extraído do livro “De notícias & não notícias faz-se a crônica”, Livraria José Olympio Editora – Rio de Janeiro, 1974, pág. 137.