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mardi, 11 août 2009

Magé : Syllabaire sur maladie confond dont plu'il explique…


La ville de Magé est une de ces cidadezinhas avec visage d'intérieur qui grandit à des étapes de Cágado… Dirigé avec des méthodes qui rappellent la cangaço, le siège de la ville réussit à être moindre que plusieurs districts qui la compose… Qui se rappelle de la scène exhibée dans le Fantastique, les temps derrière, où la préfète Núbia Cozzolino apparaissait avec plusieurs papiers collés au visage ? … Donc c'est… Le niveau là est ce même et la famille de la préfète a transformé la ville dans une espèce de fief, aussi commun dans celui-là rincões du Brésil.
Traitent la population avec si grande indifférence que finissent d'éditer un syllabaire sur la grippe H1N1 (Gripe Suína), pleine d'erreurs et qu'il prête une desserviço à la population locale… Dans le recensement 2000/2001, Magé avait 14.267 personnes avec plus de 10 ans d'âge sans instruction ou avec moins d'une année d'étude… Un syllabaire distribué par la préfecture dans des hôpitaux et mis de santé de la ville apporte dans la couche une copie d'un charge postée dans le Twitter, qui ironise la grippe dans l'internet. Le dessin est d'un porc en éternuant : « atchoink !  »… La ville de Magé a déjà enregistré trois décès suspects par la nouvelle grippe : deux gestantes et un enfant de deux ans et demi. Les décès attendent résultat des examens du Fiocruz… Le syllabaire confond. Beaucoup de gens dans la ville ne sont pas alfabetizada et il se guide par le dessin, qui prend lui comprendre que la grippe est transmise par le porc, ce qui n'est pas vérité.
Seule compétence incontestable de l'administration Cozzolino est ce de de baptiser des immeubles publics avec des noms de leurs parents… Dans cela ils, sont imbattables.
Plus un peu rebaptise la H1N1 avec le nom de quelque membre de la famille Cozzolino.
Indiscutablement, chaque peuple a le gouvernement lequel il mérite.

Source : Marcos Nunes et Mariana Muller/Supplémentaire on-line.

lundi, 10 août 2009

Les avantages acquis quand il s'arrive certaine âge…

Fin de
traduction
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Perdoem-me os amigos leitores distímicos, mas rir ainda é o melhor remédio para suportar as pilantragens políticas de cada dia, e se você leitor (a), tem mais de 50 anos, certamente se enquadrará em algum desses itens...

1. Os seqüestradores não se interessam mais por você.

2. De um grupo de reféns, provavelmente será um dos primeiros a ser libertado.

3. As pessoas lhe telefonam às nove da manhã e perguntam: 'te acordei?'

4. Ninguém mais o considera hipocondríaco.

5. As coisas que você comprar agora não chegarão a ficar velhas.

6. Você pode, numa boa, jantar às seis da tarde.

7. Você pode viver sem sexo, mas não sem os óculos.

8. Você curte ouvir histórias das cirurgias dos outros.

9. Você discute apaixonadamente sobre planos de aposentadoria.

10. Você dá uma festa e os vizinhos nem percebem.

11. Você deixa de pensar nos limites de velocidade como um desafio.

12. Você pára de tentar manter a barriga encolhida, não importa quem entre na sala.

13. Você cantarola junto com a música do elevador.

14. A sua visão não vai piorar muito mais.

15. O seu investimento em planos de saúde finalmente começa a valer a pena.

16. As suas articulações passam a ser mais confiáveis do que serviço de meteorologia.

17. Seus segredos passam a estar bem guardados com seus amigos, porque eles os esquecem.

18. 'Uma noite e tanto', significa que você não teve que se levantar para fazer xixi.

19. Sua mulher diz 'vamos subir e fazer amor', e você responde: 'escolha uma coisa ou outra, não vou conseguir fazer as duas!'.

20. As rugas somem do seu rosto quando você está sem sutiã.

21. Você não quer nem saber aonde sua mulher vai, contanto que não tenha que ir junto.

22. Você é avisado para ir devagar pelo médico e não pelo policial.

23. 'Funcionou ', significa que você hoje não precisa ingerir fibras.

24. 'Que sorte!', significa que você encontrou seu carro no estacionamento.

25. Você não consegue se lembrar quem foi que lhe mandou esta lista.


Gentilmente cedido por: Ednei Barra da Silva, dublê de anã e otimista de plantão.

domingo, 9 de agosto de 2009

Eu acredito no Mino Carta...


E tambem acredito em Papai Noel, Mula Sem Cabeça, Sací Pererê...
O texto é relativamente recente, tendo sido publicado no dia 27/05/2009, e mostra o jornalista mais "vendido" do país, Mino Carta, em sua melhor forma e fazendo aquilo que faz de melhor: Torcendo a realidade... No "popular", mentindo!
Quem não teve oportunidade de ler na ocasião, aí vai mais uma peça folclórica... Porém, recomendo aos leitores que preparem o anti-ácido:

"Dizem que Luiz inácio Lula da Silva é um predestinado, bafejado pela fortuna e protegido pelos deuses gregos. Pode ser. Teriam sido elas, a sorte e as divindades do destino, que, por exemplo, depositaram Fernando Henrique Cardoso no caminho de Lula. Ou atiçaram a gula chinesa e indiana por nosso minério de ferro e nossa soja."

"Sim, o príncipe dos sociólogos foi o grande cabo eleitoral do ex-torneiro mecânico nas eleições de 2002. O currículo presidencial de quem conseguiu quebrar o país por três vezes e o deixou à míngua é realmente imbatível. A bola quicou na pequena área, o goleiro agarrou ar puro, só faltou empurrar malhas adentro."

"É inegável também que a situação mundial contribuiu para elevar os índices de crescimento ao longo do governo lula. Mas ele não chegou lá por acaso. Não se desmereçam os senhores do destino, tampouco o nosso herói. Desde a adolescência, quando a mãe faxineira enterrava os filhos menores até o pescoço no quintal para que não se afastassem da casinhola enquanto trabalhava, lula fez a sua própria sorte."

"Fosse ele um gato, diríamos que estes quinze anos de vida de CartaCapital registram o ensaio do pulo e o próprio, pontualmente repetido graças às artimanhas do já citado FHC para alcançar a sua reeleição em 1998. Não imaginava que o espelho do futuro refletiria alguém mais bem-sucedido e infinitamente mais popular."

"Pois é, os senhores emplumados (de penas medíocres) não contavam com o povo, o que faz sentido em um país onde sonham e por ora realizam a democracia sem povo. Eis um aspecto muito relevante na eleiçãoo e na reeleição de Lula. A conex‹o entre este e a maioria dos brasileiros atingiu enfim uma definição clamorosa."

"Não é que a mídia, face peremptória do poder, não se tenha empenhado com força total para neutralizar o Sapo Barbudo, como se deu em 1989, 1994 e 1998. Desta vez não colou, em primeiro lugar, pela razão já apontada: o naufrágio do governo FHC, tragado de vez pelo redemoinho do segundo mandato."

"Como se sabe, o povo brasileiro vive no limbo, ao trazer no lombo a marca do chicote da escravidão. Inerte, resignado, em parte inconsciente da cidadania. O poder planta-se sobre esta apatia. Graças a FHC, em 2002 o mecanismo não funcionou, com a inegável colaboração do escasso apelo do candidato José Serra. E a vitória de Lula foi, inclusive, a derrota da mídia."

"Desde a campanha, com a Carta aos Brasileiros, o candidato do PT cuidou de exibir a sua vocação de conciliador. Em entrevista que me concedeu em fins de 2005, em meio à crise do chamado mensalão, lá pelas tantas ele disse, impassível: “Você sabe que eu nunca fui de esquerda”. Retruquei: “Espera aí”."

"O líder da brava resistência à ditadura representada pelas greves do ABC de 1978, 79 e 80 não podia deixar de ser de esquerda. Creio ter sido aquele o principal e eficaz movimento civil organizado contra o regime, fardado e à paisana. Não somente mostrou que no Brasil não havia apenas pelegos, mas também foi berço do Partido dos Trabalhadores, nascido, é bom sublinhar, com uma plataforma ideológica francamente de esquerda."

"As mudanças da política mundial e a queda do Muro de Berlim exigiram retoques, nem por isso o PT deixou de ser partido esquerdista, sem detrimento da tendência inegavelmente conciliadora de Lula. Não me surpreenderia se ele dissesse nunca ter lido Marx, suponho que um dos seus modelos seja Dom Quixote, representado na casa modestíssima do operário dos anos 70 por uma estatueta do herói de Cervantes. Enfeitava uma estante de poucos livros."

"Aposto, porém, em um Quixote mítico, intérprete de destemor e inconformismo, em lugar do tresloucado cavaleiro fora do seu tempo. Lula mantém os pés no chão e a cabeça na exata atmosfera do presente. Impossível imaginá-lo a navegar nas nuvens. Depois do “espera aí”, invoquei a necessária busca da igualdade em um país tão desigual, e acentuei que bastava caminhar neste rumo para ser de esquerda. Ele admitiu, sem pestanejar."

"Desde fins de 1977, quando conheci Lula, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo e Diadema, percebi, e até me pareceu tocar com a ponta dos dedos, seu Q.I. altíssimo, aliado a uma simpatia invulgar, fatores decisivos da sua facilidade de comunicação. Do seu carisma, como se diz."

"Até hoje, não falta quem insista em proclamar sua lida árdua com a gramática e a sintaxe. Sobretudo a sintaxe. Aleivosias cada vez mais ridículas. Grotescas. Lula exprime-se muito bem, mesmo ao tropeçar, eventualmente, no tempo de um verbo."

"Já escrevi, e repito: orgulho-me de ter compreendido desde logo que o homem iria longe. Não ouso sustentar que cheguei a imaginá-lo na Presidência da República. Quando chegou, porém, não me caiu o queixo. Esperava dele um governo mais determinado, mais assertivo, mais corajoso, especialmente no combate ao insuportável desequilíbrio social, a meu ver o maior obstáculo à contemporaneidade do Brasil."

"Vislumbro no MST o único movimento envolvido nessa direção, mas não vi no governo a intenção de apoiá-lo na justa medida. Não me comovi com o Bolsa Família, conquanto lhe reconheça alguns méritos. De monta discutível, de todo modo. Em contraposição, assisti à tomada de medidas que favoreceram a onda neoliberal e obstaram a produção, conforme o figurino finalmente demolido pela crise global."

"Sim, não se tratou de um governo de esquerda, longe disso. Mesmo assim a personagem Lula é de porte notável, a merecer a exclamação de Barack Obama, este é “o cara”. Trata-se de um campeão da confiança em si mesmo, primeiro motivo da obstinação bem-posta. O reconhecimento internacional premia uma política exterior afirmativa, digna de um país consciente das suas primazias, e, ainda mais, a devastadora empatia da figura presidencial."

"Os motivos do sucesso lá fora são, de todo modo, diversos daqueles que levam a índices de aprovação nunca navegados no País. O presidente mais popular da história do Brasil, para desespero da mídia nativa, deve seu êxito sem paralelos à identificação com seu povo. A maioria dos brasileiros enxerga nele o semelhante, no sentido mais completo da palavra, que se sentou no trono."

"Até hoje a mídia não perde a oportunidade, por mais vaga ou descabida, para apontar Lula e seu governo à execração pública. Furo n’água. Rapazes, desistam, enquanto ele for presidente. A maioria fecha com ele em quaisquer circunstâncias. Automaticamente. Roboticamente. Donde o retumbante fracasso da mídia, rosto do poder."

"Este também é fato inédito. Talvez se trate do maior mérito, da maior qualidade do governo Lula. De forma muito mais clara do que no caso de Getúlio Vargas, o velhinho sorridente, estabeleceu-se uma ligação direta entre a nação e seu líder."

"Não convém iludir-se, contudo, com a derrota da mídia. E, portanto, dos vetustos donos do poder. O próximo presidente não será um ex-torneiro mecânico habilitado à Presidência da República. Conquanto não venha a cair meu queixo se, ao contrário do que os analistas vaticinam, Lula conseguir mais uma façanha: transferir ao seu candidato, ou melhor, candidata, o peso da sua avassaladora popularidade."

"A verificar. Sobra a certeza: o sucessor, seja quem for, não contará com o apoio automático, robótico, da nação. Com todas as implicações desta situação. Suas escolhas terão de ser muito mais nítidas. À direita ou à esquerda. Lula é sempre entendido, se for o caso, sempre perdoado. Santificado, ao cabo. O destino do futuro presidente é muito mais complexo e difícil, porque não gozará de tais regalias. O burguês em lugar do operário."

"Vem à tona a memória do passado, o ABC, o sindicato naquela ladeira íngreme, o Estádio de Vila Euclydes lotado, Lula no palanque. Deitava sua oratória impetuosa, às vezes tropeçava no tempo dos verbos. Recordo também Fernando Henrique, esforçou-se para impedir que Raymundo Faoro subisse ao palanque do presidente do sindicato. Tentativa fracassada, 30 anos atrás."
"Estranhos, singulares, misteriosos cruzamentos de pessoas e pensamentos. Me ocorre um almoço em um bar de São Bernardo, entre Lula e FHC, não sei bem por que me sentei à mesma mesa. Creio ter sofrido sardinhas fritas e ovos duros. Lembro que murmurei aos ouvidos dos meus botões": “Sujeitos muito diferentes...”

sábado, 8 de agosto de 2009

Os cães ladram e a caravana passa...



O multi-imbecil e ditador venezuelano, Hugo Chávez deve estar frustrado com a declaração de Barack Obama, nesta sexta-feira que não tem intenções de instalar uma base militar na Colômbia e que o país apenas tenta melhorar os laços de cooperação com a nação sul-americana... Obama fez a afirmação num encontro com um pequeno grupo de jornalistas de meios de comunicação espanhóis convocado à Casa Branca por ocasião da Cúpula da América do Norte, que acontecerá neste fim de semana em Guadalajara (México)... O pantaleão venezuelano havia declarado ontem que "Lamentavelmente temos que nos armar... Cada quadro do partido tem que ser um soldado combatente pronto para a guerra... Para defender a pátria ante uma agressão do império norte-americano", disse Chávez em um ato com militantes de seu Partido Socialista Unido da Venezuela.
"Transformaremos a Venezuela em uma fortaleza inexpugnável, como Cuba", afirmou o presidente, saudado pelos seguidores, após saudar seu amigo e aliado Fidel Castro, ex-ditador da ilha... Tudo isso ao mesmo tempo em que Obama se empenha para desfazer a imagem de seu antecessor, George Busch, e é categórico ao afirmar:
"Acho que é um bom momento para desbancar o mito de que estamos estabelecendo bases militares americanas na Colômbia. A declaração não se apóia em fatos, assim é que sejamos absolutamente claros que temos um acordo de segurança com a Colômbia durante muitos anos e o atualizamos"... A Venezuela iniciou no ano passado negociações para comprar tanques T-72M, segundo fontes da indústria de defesa da Rússia... Chávez já comprou em Moscou mais de US$ 4,4 bilhões em armamento, incluindo aviões de combate, fuzis Kalashnicov e helicópteros... O fato é que os “insetos” latinoamericanos travestidos de governantes têm se mobilizado em conjunto contra as operações americanas na Colômbia... Azar o deles, e esse assunto diz respeito exclusivamente a Colômbia... Coisa de país soberano que a postura “bolivariana” quer engolir na marra, tal como fizeram com a democracia em alguns países do continente... Por muito menos que isso, o metalúrgico-presidente já “subiu nas tamancas” em nome da soberania nacional.
Quem quiser discordar que discorde, mas sou muito mais o imperialismo americano que ter que aturar tiranos ridículos nos moldes de Evo, Rafael Correa e Chávez... Aliás, cabe lembrar aos ingênuos que nunca puderam visitar outros países do nosso continente, que nossa imagem é péssima... Somos tidos como “imperialistas” e outros tantos adjetivos que nem cabem aqui... Francamente?... Quero que esse tal socialismo latinoamericano se dane!

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Lulla, o imbecil e ignorante...




Os iguais se atraem. Essa é a lei natural das coisas. Você já devia saber disso, leitor (a), quando o néscio George W. Bush e o mix de apedeuta com pilantra Lulla da Silva pareceram nascidos um para o outro.


Bush se foi, mas Lulla ainda paira sobre o fazendão como o defensor de Sarney(!) e outros bichos. Em seus mandatos, W. Bush - certamente vítima de uma diarréia mental - desenvolveu o conceito de "preemptive strike", ou "ataque preventivo". Em poucas palavras, a idéia era a seguinte: se os serviços de inteligência dos EUA captassem mais que apenas um desejo alienígena de ataque bélico (formal ou terrorista) contra o território norte-americano, então os EUA teriam todo o direito de atacar, mesmo antes de serem atacados.

Bacaninha, não? W. Bush deve ter amado "Minority Report", lançado - coincidentemente - mais ou menos na época de seu incidente intestino-cerebral. Além disso, ter alguém tão popular como Tom Cruise vendendo a idéia de prender e arrebentar o criminoso mesmo antes que o crime seja cometido deve ter sido o máximo!

Sábio Juracy Magalhães, que um dia - para desespero das esquerdas burras do fazendão - afirmou que "o que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil." O baiano foi malhado até a morte pelo que disse, mas sua vingança foi doce como um pote de marshmallow luxuriantemente cremoso e imaculadamente branco. Se surgiu nos Estados Unidos, não interessa se bom ou péssimo, a turma do fazendão fica indócil para possuir, também - sem abandonar a retórica anti-americana, claro, totalmente apropriada para o lugar, e de geralmente importar o produto ou o conceito pela metade.

Nada mais natural, portanto, do que Lulla da Silva adotar o "preemptive strike" no fazendão como uma de suas opções verborrágicas de palanque. Ao fazer o depósito inicial da compra de votos em 2010 (no ano que vem!) por meio do anúncio do aumento do Bolsa-Esmola, o chefe do desgoverno partiu para o ataque preventivo chamando de "imbecis" e "ignorantes" os que criticam o programa de compra de votos disfarçado de assistencialismo barato (realmente barato, por sinal, tendo em vista outros dispêndios desgovernamentais muito maiores e de retorno social muito menor).

Ao tentar almoçar a oposição (qualquer que ela seja) antes de ser assado para o jantar, Lulla da Silva não demonstrou apenas ser o indivíduo grosseiro que é, fruto de sua origem humilde e pouco sofisticada. Demonstrou também desespero, já que a mais de um ano da campanha presidencial, ele percebeu que esse escândalo vai dar muito o que falar e, possivelmente, vai retirar votos preciosos de sua terrorista de boutique favorita. Negar em cima de um palanque o que todos sabem - o Bolsa-Esmola fez desaparecer a mão-de-obra onde é distribuído, especialmente no Nordeste - foi, de fato, uma atitude imbecil (ou coisa de governante ignorante, que só acredita no que os aspones lhe contam). E isso, para esse tipo de governante, costuma custar caro, mais dia, menos dia.

Fosse o Bolsa-Esmola um programa temporário, por definição, e recheado de contrapartidas (por exemplo: a ajuda dura um ano, desde que o ajudado entre num programa de treinamento profissional "x" ou "y" e aceite trabalhar na obra "z" do governo em tal lugar durante igual período, ou mais, integrado a uma espécie de Plano Marshall), ninguém, em sã consciência - imbecil ou ignorante, parte da pseudo-oposição política atual ou não - teria como levantar um dedo de objeção a tal programa, realmente destinado a tirar o Brasil da condição de fazendão.

Mas o imbecil sabe disso, e ainda acha que todos são como ele. Não são, seu ignorante. Abra os olhos e procure saber sobre a História do Mundo: você pode mentir para alguns durante algum tempo, mas não para todos o tempo todo.



Material gentilmente cedido por: Super ABC

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Sinal dos tempos?... Claro que não!


O excelente blog de Ricardo Anderáos, “conexão digital”, publicou uma nota sobre o que parece ser uma bem elaborada estratégia de marketing viral: um e-mail com um link para uma belíssima cartilha sobre alimentos orgânicos, criada pelo Ministério da Agricultura e ilustrada por Ziraldo, afirma que a mesma foi censurada através de liminar concedida à multinacional e fabricante de sementes transgênicas Monsanto.
A história é boa, parece fazer sentido, e graças a ela à mensagem vai se espelhando como um vírus.
Vários blogs amplificam a história e aceleram ainda mais sua disseminação.
Entretanto, segundo o blog “Trezentos“, a Monsanto não teria entrado com liminar na justiça pedindo o recolhimento da cartilha... Trata-se sim, a meu ver de “marketing reverso”, onde uma “inverdade” é gerada apenas com a finalidade de atrair atenção para o fato, bem comum aos tempos de “Lulopetismo”.
A questão toda, por si só, já é suspeitíssima, pois imaginar que a multinacional americana, produtora de grãos geneticamente modificados, pudesse manifestar-se de qualquer modo sobre o assunto, era querer demais... Cria-se então um factóide, e assim coloca-se a empresa contra parede e com a obrigação de manifestar-se.
A seguir, comunicado enviado pela assessoria de imprensa da empresa ao blog do Anderáos:

“A Monsanto esclarece que não procedem os boatos de que a empresa teria entrado como uma ação judicial contra uma campanha educativa coordenada pelo MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) sobre os benefícios de alimentos livres de agrotóxicos. A empresa desconhece a origem dessa informação e reafirma o respeito pela liberdade de opinião, expressão e escolha do mercado, instituições e empresas pela utilização de culturas convencionais, geneticamente modificadas ou orgânicas. A Monsanto se orgulha de ser líder em biotecnologia agrícola e acredita profundamente nos benefícios das culturas geneticamente modificadas, que têm potencial para ajudar a aumentar a produção de alimentos, com menos recursos naturais e, ainda, melhorar a vida de agricultores em todo o mundo.”

Abraços,

Cláudia Santos
CDI Comunicação Corporativa
E-mail: claudia@cdicom.com.br

No governo do PT é assim: Descuidou você entra na roda mesmo sem ter sido convidado.

Para ler na íntegra o que foi noticiado por Ricardo Anderáos, acesse:
http://blogs.band.com.br/anderaos/

A ressurreição da múmia...


Realmente “elle“ é uma figura absurda, mas nunca morre... Para azar do povo brasileiro... O ataque dele ao senador Pedro Simon foi de uma bizarrice que só mesmo Collor é capaz... Mas bem feito para o povo que o elegeu: Errar uma vez, é humano... Errar duas vezes, é Alagoano!
E a respiração do “confiscador de poupança alheia”, então?... Parecia que ia ter um “treco” o dublê de voz do Darth Vader, como disse brilhantemente José Simão... Mas Collor me fez lembrar mesmo, é da história de “pistolagem” de sua família, quando seu pai, Arnon de Mello, senador à época, tentou matar um desafeto, o também senador Silvestre Péricles, dando-lhe três tiros e errando todos, terminando por matar um suplente, José Kairala, que nada tinha a ver com a história.
Desnecessário dizer que por força da imunidade parlamentar, Arnon sequer foi preso.
Collor roubou a poupança de milhões de brasileiros e está aí, lépido e fagueiro.
Mas que Pedro Simon amarelou, amarelou... Collor parecia drogado.
O que, cá entre nós, não seria novidade alguma.
É de doer ver Renan Calheiros e Collor no Senado... Duas múmias, que nos envergonham a todos... Menos aos alagoanos... Povo estranho.
Só por ter nos presenteado com essas duas figuras abjetas, o alagoano deveria ser proibido de votar por igual período de inelegibilidade imposta aos políticos cassados.
Francamente!