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mardi, 17 novembre 2009

Pêche illégale dans la Côte de Caparica

« Art Sacré » est une technique de pêche au filet pratiqué par des pêcheurs de la Côte de Caparica, en utilisant un filet avec maille type « demi de Mme », illégale, que « inspecteur » tout ce lequel il déplace, en n'épargnant pas n n'épargnant pas de poissons avec 4/5mm. Cette pêche est faite au vue de tous, à des distances minimes de la côte et à beaucoup de fois sous les regards « distraits » de la Police Maritime.

Le même Police Maritime que quand il trouve un pêcheur ludique sans licence, ou avec un exemplaire avec quelques centimètres au-dessous de la mesure minimale ou avec plus de deux crochets « accrochés » dans la ligne a appliqué des amendes minimes de 250 euros, outre l'appréhension de l'équipement (canne, fret et autres accessoires).

C'est clair que ces pêcheurs professionnels payent des licences, tel comme les pêcheurs ludiques, mais les licences qui stipulent une mesure minimale pour la maille du filet, pour les distances minimes de la côte pour l'opération avec les filets et les mesures minimes pour les plusieurs espèces de poisson.

Nous comprenons que les pêcheurs professionnels ont nécessité de garantir leur entretien et de leurs familles, mais n'y aura pas conscience de qu'avec ces ils procédures sont en train d'hypothéquer son avenir et des générations futures ?

Il porterait 144/2009, du 5 février, qu'il s'applique à la pêche sous-marine et à la pêche ludique ou sportive démontée ou à partir à du bateau, se rapporte, dans son préambule, introduire « ... le principe général d'application dans tout le territoire d'une gestion des ressources basée sur un partage de responsabilité d'exploration. «  ... ce que est que ceci signifiera ?

Photos de Neptunus

samedi, 14 novembre 2009

Nouveau moteur pour le semi-rigide Katembe

Après beaucoup tu pêcherais et beaucoup d'heures de travail, le moteur Yamaha 50HP (2 temps) qui équipait le Katembe a passé à l'histoire et a été substitué par nouveau Honda PRO 30HP à 4 temps.
Le « vieux » Yamaha jamais nous n'a pas donné tout problème, bien que tanto la consommation comme le « bruit » étaient élevé.

Nouveau Honda

jeudi, 5 novembre 2009

Croisements dans le Tage (3)

Plus un croisement avec le Katembe dans le Tage :

Canot rapide de GNR/Brigada Fiscale

* LVI 23 « ZAVIAL » [LX-71-EST]
Classe - Ribamar
Disloquement - 15.2 t
Longueur excepté le rejet - 16.4 m
Bouche - 4.23 m
Fait taire - 0.86 m
Motorisation 2 moteurs MTU 12V 183 TE93
Propulsion - 2 hidrojactos d'eau Hamilton 391
Pouvoir - 2 x 1150 HP
Vitesse de croisière - 25 nous
Fin de
traduction
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Velocidade máxima - 49 nós
Tripulação - 6
Armamento: Lança granadas?


* LVI - Lancha de Vigilância e Intercepção. A GNR / Brigada Fiscal tem ao serviço 12 unidades LVI espalhadas por todo o território nacional. Todas as unidades desta classe possuem embarcações auxiliares para abordagem

quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

Uma tarde no Tejo

Uma boa tarde passada no Tejo com poucas capturas e um canelon partido...

Scorpion

Pinguinhas

LM

Ricky

Ricky, Pernes e o canelon que se foi...

quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

Entrevista ao Presidente da ANPLED na RTP2

Entrevista de João Borges, presidente da ANPLED - Associação Nacional de Pescadores Lúdicos e Desportivos, no Programa Portugal da Terra ao Mar, na RTP2, no passado mês de Setembro.



segunda-feira, 12 de Outubro de 2009

Cruzamentos no Tejo (2)

Com o Farol do Bugio como fundo, o Katembe cruzou-se, no Estuário do Tejo, com o mais bonito navio da Marinha de Guerra Portuguesa, o NRP Sagres.


O navio foi construído em 1937/38 nos estaleiros de Blohm & Voss, de Hamburgo, e o seu nome original foi Albert Leo Schlageter, para a Marinha Alemã. Hoje existem, ainda no activo, mais três navios construídos com os mesmos planos (o Tovarich da armada da Ucrânia, o Eagle da Guarda Costeira dos E.U.A e o Mircea, da Marinha Romena).

Com o final da 2ª Guerra, o Albert Leo Schlageter foi capturado em 1945 pelas Forças Aliadas no porto de Bremerhaven ficando na posse dos E.U.A., país que em 1948 o vendeu ao Brasil, que o baptizou como Guanabara ao serviço da sua Marinha.

Foi em 1962 que Portugal comprou a embarcação ao Brasil, baptizando-a de Sagres, passando, desde então, a servir como Navio Escola da Marinha de Guerra Portuguesa.

Uma das suas características mais conhecidas são as cruzes de Cristo vermelhas que ostenta nas velas, símbolo da Ordem de Cristo, que eram usadas pelos navios portugueses do século XV.

Características:
Deslocamento: 1725 t (máx. 1869 t)
Comprimento: 89.5 m
Comprimento à linha de água: 70 m
Boca: 12 m
Pontal: 7.55 m Calado: 5.5 m
Altura do mastro: 45.1 m
Área vélica: 1935 m2
Motor Diesel: 1.000 CV
Velocidade: 9 nós

Guarnição:
9 Oficiais
17 Sargentos
113 Praças
63 Cadetes (51 masculinos e 12 femininos)

quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

Trocar o barco pelo kayak?

A pesca em kayak, que em Portugal conta ainda com um reduzido número de praticantes, está amplamente difundida pelo mundo, nomeadamente nos Estados Unidos. onde conta com muitos entusiastas. Para além de um contacto mais directo com o meio ambiente, a pesca de kayak é um tipo de pesca embarcada não poluente, e tem ainda a vantagem de proporcionar aos seus praticantes um salutar exercício físico.

Pioneiro e um dos grandes impulsionadores da modalidade em Portugal, o companheiro Rui Carvalho, praticante das várias modalidades de pesca, trocou em 2004 o seu barco para se dedicar ao kayak fishing.

Aqui fica, na 1ª pessoa, a justificação para a troca:

"Tenho muitos anos de pesca embarcada, barco próprio e sei bem que o prazer de estar aos comandos de uma embarcação é indiscutível. No entanto, não podemos evitar a parte menos boa: o investimento, que é muito grande (carta, barco, atrelado, acessórios, manutenção, revisões, seguro, selo, gasolina); há sempre locais onde não podemos ir porque estamos limitados ou pela proximidade de um porto de abrigo ou pela carta e ainda os inevitáveis amigos interesseiros.
Antes de muitos saberem que vinha a caminho uma lei limitadora para a pesca lúdica vendi o meu barco e passei a pescar apenas de kayak. Será que cometi uma loucura? Vejamos as vantagens:
- o investimento inicial é ridículo (um máximo 1300 euros, para um kayak equipado, registado e pronto para a pesca);
- não é necessária carta de marinheiro, nem seguro, nem selo; não tem manutenção, não gasta gasolina e não polui;
- embora só se possa afastar até 1 milha da costa não se fica limitado por portos de abrigo;
- deixei de ter “amigos” interesseiros, passando a ter amigos verdadeiros;
- passei a pescar também em água doce (achigã) e pratico todos os tipos de pesca que fazia no barco;
- vou a locais a que nunca tinha ido (nem sequer poderia) com o barco, e ainda faço exercício físico;
- e acabo por viajar bastante para pescar de kayak, sempre acompanhado por bons amigos.
Resumindo, pescar de kayak é muito mais do que pescar simplesmente - é uma verdadeira, agradável, salutar e permanente aventura."
Rui Carvalho.


Fotos: Rui Carvalho