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dimanche, 3 août 2008

ILS VIVENT LA JOIE !


Des choses que j'ai vécu, ils dont ont senti

Dont j'ai passé, un quelque chose j'ai appris.

Places que j'ai passé, personnes qui j'ai trouvé

Moments qui sourient, souvenirs j'ai gardé.

Dans aujourd'hui que je suis un autre Être,

je sais que je suis tristesse ou joie, n'importe pas,

à chaque jour morceaux dont je suis…

Dont j'ai trouvé à tous j'ai consacré

un grand vers de Paix,

que l'Amour toujours m'apporte.

Sourires jolis j'ai vu,

grandes larmes ils ont aussi senti,

N'importe pas ce qui l'émotion, mais

ouvrir le coeur.

Dans la grande Oeuvre de la Vie, la grande technique j'ai appris

garder un morceau ils dont ont senti :

De la Tristesse j'ai enlevé la leçon,

De la Joie l'émotion,

De l'Absence la Nostalgie,

De la Présence le Bonheur.

Et aujourd'hui je déjà sais qu'à chaque jour j'aurai

La possibilité d'être heureux si m'il rend un éternel Apprenti.

L'magnifique et orgueil j'ai perdu

Sans tristesse j'ai laissé partir

Celui J'aussi plus grand

Que je savais Être aussi de couleur.

Aujourd'hui homme je peux parler

Que le grand secret de l'Amour

C'est aimer de plus en plus

Toujours de forme vorace.

Laisser passer ce qui sera de mal

Faire de la vie un carnaval

Où tout je puisse faire

Ceci oui est vivre.

Maintenant déjà je peux arrêter

J'ai ici écrit ce qui voulait

À tous je veux parler :

ILS VIVENT LA JOIE ! ! !


Auteur : Bornes António de Oliveira


LA LUMINOSITÉ DE LA VIE


La luminosité pas toujours vient de la réalité des costumes de notre vie, mais de beaucoup de fois du désir profond que nous devons avoir voir concrétisé ce que de telle façon nous désirons et que notre âme de telle façon demande que cherchez.

quotidien mine nos forces et boueuse de manière presque qu'irr3cupérable notre vocation de Paix et bonheur.

Comme réaction presque qu'involontaire et dans réponse à notre désir de survie, nous cherchons le bonheur dans des places où déjà nous savons intuitivamente ne pas être possible de trouver, impulsés non seulement par notre décision mais davantage par des désirs étrangers, habitudes et valeurs dans nous inculquées, en créant ainsi des conditions pour un leurre parrainé par nous-mêmes et qui conduisent l'utilisation de « lentilles » qui prétenduement nous croyons refléter la réalité que nous trouvons être à idéal.

Nous insistons valorisant excessivement la réalité des costumes potencializando l'aspect négatif.

Je ne propose pas une vision distordue et excessivement romantique de la vie, mais avant, un a sauvé de notre « Espoir » et « Joie » génuines ; un souffle pueril dans une structure aussi corrodée Fin de
traduction
Cliquez pour traduire le texte ci-dessous
par « rien ». Um impulso como o que tínhamos ainda na tenra infância aonde precisávamos de tão pouco para ser Feliz. Um sopro pueril que nos permita seguir o rumo sem entretanto parar a beira do caminho desanimados pelo peso de nosso próprio “fardo”.

Um fato é indelével, precisamos ser “presentes” em nossas vidas, buscando a nós mesmos e resgatando nossa “Essência” muito mais que Humana, imprimindo em nossos corações e em nossos olhos a Centelha Divina.

Nossa vida será bem mais que agradável e pacífica quando finalmente pudermos compreender e acreditar que embora estejamos apenas de passagem, Deus nos deu todas as condições e meios para que possamos fazer desta viagem algo magnífico deixando por onde passarmos um rastro de Paz e Felicidade.

Autor: Marcos Antonio de Oliveira

QUIZERA...


Quizera


A vida fosse feita de chances aonde eu pudesse refazer
muita coisa com a experiência dos erros sem entretanto
ter que passar por tanta dor.

As conseqüências não fossem tão avassaladoras e tirassem
tanto o brilho de meus olhos quando sinto na pele o
resultado de minhas próprias imprudências.
O desânimo não fosse uma tônica muitas vezes em meus dias.
A Esperança fosse algo bem mais concreto do que muitas vezes
me parece.
Poder aliviar a dor de tanta gente a minha volta sem com isso
invadir a privacidade nem o livre arbítrio de ninguém.
Poder aliviar a minha própria dor e o peso que muitas vezes
carrego por sentir o vazio...
Eu ser um ramalhete de flores a todos que a mim viessem em
busca de algo que muitas vezes não tenho a oferecer.
Poder me permitir sonhar a tal ponto que desse sonho nascesse
uma certeza tão grande de que no fim tudo seguirá seu rumo e
terá um fim sem entretanto sofrer pelo fim das coisas que
tanto desejo e amo.
Ter a consciência plena da transitoriedade dos fatos e o poder
de apreciar os momentos que tanta felicidade me trazem sem
entretanto desejar que eles nunca acabem aceitando assim finalmente
que absolutamente tudo nesta vida é feito de momentos e não da
eternidade que meu coração tanto insiste em me mostrar.
Poder ir além da semântica das palavras e buscar a essência
do momento filtrando assim o real em vez de reter o imaginário...
Eu poder ser um homem na plenitude de minha Humanidade a qual
tem sua faceta divina discernindo o que de fato é cada realidade
equilibrando minha própria dualidade e colocando cada coisa em seu lugar.

Autor: Marcos Antonio de Oliveira

domingo, 4 de maio de 2008

Melhor Idade Versus Pior Idade


Melhor Idade, Terceira Idade, não importa a denominação, todos os termos poderiam ser substituidos por " Dignidade".
O que afinal de contas estamos fazendo com nossos queridos "Velhos"...fico cada vez mais , chocado e muito triste por perceber que este mundo em que estamos, tão seguro de si e tão altruísta de seus valores e desenvolvimento técnológico..tão vaidoso por conseguir perpetuar coisas e valores que intrínsecamente não querem dizer absolutamente nada...uma verdadeira "Apologia ao Efêmero". Coisas valem muito mais que pessoas...os bens materiais ultrapassaram em muito os valores morais...nossos queridos Progenitores e todo nosso passado, nossas origens estão sendo literalmente jogados no lixo...que pena...que triste constatar que depois de tanto caminhar na verdade o mundo esta retrocedendo..seria este o preço da evolução?...Não sei.
Resolvi hoje partilhar com vocês um artigo que li na Folha de São Paulo, muito bom, espero que gostem e que isto ajude a quem ler a refletir um pouco sobre isso...Amemos nossos pais, nossos tios, respeitemos os mais velhos e prestemos à eles todas as homenagens que com certeza eles são dignos de receber...são nossas origens e devemos nos orgulhar disso tudo!

Envelhecer dói

Qual o valor da experiência de vida? No Brasil, quase nada. Envelhecer no nosso país é quase um pecado mortal. É uma condenação em vários sentidos. Ser idoso por aqui é “ganhar” da medicina a capacidade de se manter vivo por mais tempo e perder para a tecnologia o direito ao respeito e ao sentimento de continuidade.

Vivemos em um tempo em que os conceitos de objetividade estão supervalorizados em detrimento da sabedoria subjetiva. Só tem valor o conhecimento cartesiano( penso, logo existo) e que possa ser transformado em dinheiro imediato. Experiência de vida vale muito pouco na hora de disputar uma vaga de emprego.

Aliás, as pessoas mais velhas só tem valor para as agências de turismo que criam roteiros para aumentar seus lucros. Os aposentados, estão, são muito interessantes... para as instituições financeiras interessadas nos juros e lucros certos obtidos com os empréstimos para este segmento.

Passar dos 50 significa uma ameaça para os planos de saúde ávidos por dinheiro fácil. Encontro de gerações é ficção científica atualmente. Foi-se o tempo em que o respeito aos mais velhos era pré-requisito em qualquer família e condição básica na ética da convivência.

A qualidade de vida não está resumida ao sentir-se bem fisicamente. É preciso dignidade. E isso a tecnologia e a máquina de consumo não nos oferecem.

Para começar, a família é uma instituição em vias de extinção nas médias e grandes cidades. Compromissos familiares, então, nem se fala. Vive-se a transitoriedade plena. A cada dia o conceito de continuidade é cada vez mais esquecido.

É preciso questionar este mundo transitório pelo qual somos empurrados. Enquanto a transitoriedade valoriza o presente e a circunstância, a continuidade da mais ênfase a uma ligação das partes – jovem e idosa, masculina e feminina, de modo a constituir um conjunto vivo, com objetivo comum no qual a energia dos laços e afetos de família é dada e partilhada.

As novas gerações vivem intensamente o presente como se não houvesse futuro e passado. Nossa sociedade desvaloriza o passado.

Numa sociedade dominada pela sedução do presente, os idosos estão destinados a parecer gradualmente menos importantes.

O domínio da tecnologia na sociedade atual faz com que sejamos levados a respeitar a opinião de um computador em detrimento da opinião de uma pessoa. Os mais velhos são tratados como ultrapassados pelas famílias. Tornam-se, então, um estorvo na dinâmica impessoal das relações humanas.

O sucesso materialista de uma sociedade pode, certamente, transforma-se no palco o seu eventual fracasso. Pensar apenas no presente faz do efêmero uma seita.

Na antiguidade, os gregos já haviam chegado à conclusão de que, paradoxalmente, somos mais vulneráveis quando nos sentimos fortes. Na atualidade, tudo o que não é imediato e objetivo perde totalmente seu valor.

A ética do materialismo se infiltra na vida das pessoas, de modo tal que rompe o tecido de valores da sociedade. O egoísmo do atual modelo social desintegra a família tradicional e os laços de lealdade e amor que unem seus membros.

Em qualquer época, os idosos são a personificação biológica do tempo passado. Na medida em que o passado é desvalorizado, também os idosos serão desvalorizados e considerados socialmente descartáveis.

Dentro deste quadro, os mais velhos, sentindo-se ultrapassados, acabam perdendo o respeito por si próprios e, num gesto socialmente estimulado pela propaganda, passam a imitar cada vez mais os jovens. A conseqüência disto é que a família terá perdido um de seus bens mais valiosos, o sentimento de continuidade.

A velocidade dos acontecimentos neste século 21 afasta qualquer ilusão de renascer de uma família tradicional. É necessário criar novas tradições familiares. O amor e o respeito são as únicas forças capazes de restituir a integridade de uma família ede uma sociedade.

É preciso estar aberto para o fato de que transmitir princípios de conduta de uam geração para a seguinte requer empenho e um esforço determinado. A mera reprodução física da raça humana não garante a sobrevivência dos idéias da sociedade.

USHITARO KAMIA

Advogado, vereador da cidade de São Paulo

Folha de São Paulo – Caderno Tendências e Debates – 02 de Maio de 2008

quarta-feira, 5 de março de 2008

O Poder da Gentileza


Quando resolvi criar este Blog tive como objetivo criar um espaço meu que fosse extensivo as pessoas que gosto e também a todas as pessoas que quizessem encontrar um lugar aonde pudesse ser encontrado pequenos fragmentos e reflexões a princípio pessoais. Sempre me senti atraído pela leitura e as vezes insaciável com relação ao conhecimento. Quando mais jovem, lia tudo que caia em minhas mãos, mas com o tempo fui aprendendo a importância da filtragem e o impacto daquilo que lemos causa em nosso cérebro. Se considerarmos que os meios de comunicação de massa hoje em sua grande maioria veinculam informações na maioria de cunho negativo, tenho este meu canto aqui como algo positivo.
Sei que muita gente tem os mesmo anseios que eu, muitos desejam e estão ávidos por coisas que os levem a refletir e consequentemente agir em prol de si mesmo de de quem está a sua volta.
Fiz algumas postagens anteriores e desta vez resolvi partilhar com todos uma grande felicidade que senti dias atráz.
Sou leitor assíduo do Site STUM. Neste site há publicações de uma escritora que sempre me encantou . Queria de alguma forma poder retribuir a ela toda alegria que já senti lendo os artigos no site. Resolvi mandar um e-mail no qual pedia autorização para publicar os textos aqui no meu Blog. Confesso a vocês que nutria poucas esperanças que viesse a concordar, mas enfim mandei. Qual foi a minha surpresa ao abrir minha caixa de mails e ver um resposta da parte dela, me atorizando a publicar os textos dela em meu Blog.
Rosana Braga, desde já, meus agradecimentos por tão grande despreendimento e senso de colaboração. Pode ter certeza que farei divulgação a todos que puder a respeito de tão grande felicidade que me proporcionou. Obrigado!
Publico agora na íntegra um artigo seu que foi postado no site. Extremamente interessandte e espero que todos possam refletir um pouco mais a respeito de algo tão simples e ao mesmo tempo tão profundo.

Prepare-se para colher os benefícios!

O que é ser gentil?
Gentileza é um modo de agir, um jeito de ser, uma maneira de enxergar o mundo. Ser gentil, portanto, é um atributo muito mais sofisticado e profundo que ser educado ou meramente cumprir regras de etiqueta, porque embora possamos (e devamos) ser educados, a gentileza se trata de uma característica diretamente relacionada com caráter, valores e ética; sobretudo, tem a ver com o desejo de contribuir com um mundo mais humano e eficiente para todos. Ou seja, para se tornar uma pessoa mais gentil, é preciso que cada um reflita sobre o modo como tem se relacionado consigo mesmo, com as pessoas e com o mundo.

O que você percebeu com os números da Organização Mundial da Saúde?
Percebi, bastante entristecida, o quanto temos nos colocado numa espécie de armadilha, o quanto temos nos deixado sucumbir pelas ilusões da modernidade, o quanto temos nos perdido de nós mesmos e esquecido de nossa capacidade de agir com o coração e de valorizar aquilo que realmente nos preenche, que realmente nos faz sentir felizes e plenos. Os dados são assustadores e delicadíssimos, uma vez que a depressão tende a ser, até 2020, a segunda causa de improdutividade das pessoas, seguida apenas das doenças cardiovasculares. Além disso, distúrbios afetivos como ansiedade, depressão e transtorno bipolar crescem absurdamente, sem falar em síndrome do pânico, TOC, entre outros nomes que se tornam cada vez mais comuns entre as pessoas. Diante da indignação que esses dados me causaram, encontrei mais motivos ainda para investir na gentileza e insistir no fato de que é somente agindo de modo coerente com o que realmente desejamos da vida que poderemos viver de modo mais equilibrado e menos doentio.

Por que esquecemos de ser gentis?
A rotina nos cega, costumo dizer. Pressionados por idéias equivocadas, que nos pressionam a ter sempre mais, a cumprir prazos sem nos respeitarmos, a atingir metas que, muitas vezes, não fazem parte de nossa missão de vida e daquilo em que acreditamos, nos tornamos mais e mais insensíveis. E nesta insensibilidade, vamos agindo e nos relacionando com as pessoas - mesmo com aquelas que amamos - de forma menos gentil, mais apressada e mais automatizada, sem nem nos darmos conta disso. É por isso que, a meu ver, ser gentil não pode depender do outro, não pode ser uma moeda de troca, tem de ser uma escolha pessoal, um entendimento de que podemos fazer a nossa parte e contribuir sim para um mundo melhor. Leonardo Boff tem uma frase maravilhosa que resume bem o que quero dizer: “Não serão nossos gritos a fazer a diferença e sim a força contida em nossas mais delicadas e íntegras ações”.

Você diz no livro que ser gentil nada tem a ver com ser bobo e dizer sim a todos?
Exatamente. Ser gentil nada tem a ver com ser bobo e fazer o que todos querem que a gente faça. Muito pelo contrário: quanto mais gentil somos com as pessoas, mais gentil somos também com nossa verdade, com nossos valores. Assim, dificilmente nos aviltaremos em nome de algo que não esteja de acordo com nosso coração. Pessoas que dizem “sim” a todos estão, na realidade, reforçando uma imagem de ‘vítimas da vida’, alimentando um argumento de ‘coitadinhas’, de extremamente boas e injustiçadas. Isso não é ser gentil e demonstra mais uma dificuldade em lidar com sua própria carência do que a força ou o poder contido na gentileza. Aprender a dizer “não” nem sempre é uma tarefa simples. A gente aprende que tem de corresponder às expectativas de quem amamos, desde pequeninos; daí, quando crescemos, não sabemos dizer “não” sem nos sentirmos culpados. Daí para justificar nosso medo de dizer “não”, é um pulo; afinal, é bem mais fácil transferirmos a responsabilidade de nossas limitações para o outro.

Dá pra falar ‘não’ sendo gentil? Como?
Não só dá como é o mais inteligente. Muitas vezes, a gente associa a palavra “não” à raiva ou à falta de gentileza, quando na verdade ela é apenas uma resposta, tão cabível quanto o “sim”. Desde que seja dito com sinceridade e respeito, sabendo por que motivo você está dizendo “não”, a gentileza é absolutamente coerente. O problema é que a gente já diz com culpa e, para não demonstrar, altera o tom de voz, tenta se justificar acusando o outro ou inventando pequenas mentiras que tornam a relação pesada, tensa. Basta que sejamos honestos, que nos permitamos respeitar nossos limites, que aprendamos a nos dar o direito de dizer “não”. Além disso, vale um questionamento: será que é tão difícil dizer “não” porque, na verdade, você não consegue ouvir o “não” do outro? Será que esta dificuldade em negar ao outro não está a serviço de poder lhe cobrar sempre o “sim”? Enfim, lance mão de um tom de voz compreensivo e afetuoso e o seu “não” será muito mais humano e aceitável do que aquele que a gente costuma dizer gritando, acompanhado de gestos agressivos.

Que benefícios a gentileza nos traz?
Ser gentil é extremamente benéfico quando se entende que a gentileza abre portas, muda o rumo dos conflitos, facilita negociações, transforma humores, melhora as relações, enfim, propicia inúmeras vantagens tanto na vida de quem é gentil quanto na de quem se permite receber gentilezas.
No ambiente de trabalho, por exemplo, é fato que as empresas têm preferido, cada vez mais, profissionais dispostos a solucionar problemas e favorecer as conciliações. Afinal de contas, competência técnica é oferecida em universidades de todo o país, mas habilidades humanas como a gentileza são características escassas e muito bem quistas no mundo atual.

Como a gentileza interfere no nosso dia-a-dia? Nas relações de trabalho, no amor, na família?
Como disse anteriormente, a gentileza facilita todas as relações. No livro, conto a comovente história de vida do Profeta Gentileza, que viveu na cidade do Rio de Janeiro pregando a paz entre as pessoas. Ele tinha uma frase que ilustra muito bem o que chamo de “poder” da gentileza: GENTILEZA gera GENTILEZA. Do mesmo modo, o contrário também é verdadeiro. Ou seja, grosserias geram grosserias e a gente sabe que ninguém gosta de ser tratado de forma grosseira. Em minha palestra (com o mesmo título do livro), abordo os malefícios que a falta de gentileza causa em nossa saúde física, emocional e mental. Para se ter uma pequena idéia do quanto a gentileza interfere em nosso dia-a-dia, basta notar: pessoas intolerantes, briguentas e pouco ou nada gentis geralmente sofrem de enxaqueca, gastrite, ansiedade, cansaço, falta de criatividade, entre outras limitações. Sendo assim, o que podemos fazer de mais inteligente é tratar de praticar a gentileza quanto mais conseguirmos. E isso é uma escolha, antes de mais nada.

Como nasceu a idéia do tema para escrever o livro?
Eu já tratava, há algum tempo, do tema “Inteligência Afetiva”, que tem muito a ver com essa capacidade de se relacionar harmoniosamente com as pessoas, sempre buscando compreender melhor como se comunicar, de que forma ser claro sem precisar ultrapassar os limites da boa convivência. Sempre busquei, inclusive, mostrar o quanto a afetividade tem a ver com o desenvolvimento da inteligência humana e de que forma isso contribui para nossa realização pessoal, profissional e amorosa. Certo dia, pensando em como abordar este tema de uma forma ainda mais fácil, me veio uma percepção muito clara: o quanto temos desaprendido a acolher o outro, a ter paciência, a compreender que cada um tem suas dificuldades, mas que todos nós desejamos apenas ser felizes... e a palavra GENTILEZA me veio na hora! Comecei a pesquisar sobre o tema e fui encontrando dados surpreendentes, o que me empolgou cada vez mais. Saí de “férias” por uns dias, como sempre faço quando vou escrever, e o resultado foi este - o livro O PODER DA GENTILEZA.

No seu livro, você dá dicas práticas de como exercitar a gentileza no dia-a-dia?
Sim, com certeza. Procurei transformar este trabalho em algo muito prático. Quero reproduzir aqui 10 dicas para facilitar a prática da gentileza. Creio que se conseguirmos incorporar pelo menos algumas dessas ações, nossa vida já se tornará bem mais leve e gostosa.

1. Tente se colocar no lugar do outro. Isso o ajuda a entender melhor as pessoas, seu modo de pensar e agir.

2. Aprenda a escutar. Ouvir é muito importante para solucionar qualquer desavença ou problema.

3. Pratique a arte da paciência. Evite julgamentos e ações precipitadas.

4. Peça desculpas. Isso pode prevenir a violência e salvar relacionamentos.

5. Pense positivo. Procure valorizar o que a situação e o outro têm de bom e perceba que este hábito pode promover verdadeiros milagres.

6. Respeite as pessoas quando elas pensarem e agirem de modo diferente de você. As diferenças são uma verdadeira riqueza para todos.

7. Seja solidário e companheiro. Demonstre interesse pelo outro, por seus sentimentos e por sua realidade de vida.

8. Analise a situação. Alcançar soluções pacíficas depende de se descobrir a raiz do problema.

9. Faça justiça. Esforce-se para compreender as diferenças e não para ganhar, como se as eventuais desavenças fossem jogos ou guerras.

10. Mude a sua maneira de ver os conflitos. A gentileza nos mostra que o conflito pode ter resultados positivos e ainda tornar a convivência mais íntima e confiável.

Saiba mais sobre a palestra O PODER DA GENTILEZA e leve este presente para sua empresa! Sua equipe nunca mais será a mesma!
www.rosanabraga.com.br
(11) 9153-7282, com Maria Claudia.

Rosana Braga é Escritora, Jornalista e Consultora em Relacionamentos Palestrante
e Autora dos livros "Alma Gêmea - Segredos de um Encontro"
e "Amor - sem regras para viver", entre outros.
www.rosanabraga.com.br e Comunidade no Orkut

Email: rosanabraga@rosanabraga.com.br

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

PERDÃO! SERÁ QUE EU CONSIGO?



Boa tarde meus amigos e amigas!

Perseguindo sempre o objetivo primaz de meu Blog, que é partilhar com todos a que amo um pouco de minha visão de mundo e como eu lido com meus “ fantasmas”.

Hoje gostaria de falar sobre “Perdão”.

Sempre em conversas com amigos, naquelas rodas aonde se tratam de todos os assuntos, inclusive questões familiares, amorosas, de trabalho enfim; nossas questões do dia a dia. Ouço em sua grande maioria as pessoas comentarem que possuem uma grande dificuldade em “Perdoar”. Por várias vezes, sempre depois destas conversas, me pegava pensando: afinal o que entendemos por perdoar?

Será que conseguimos alcançar o verdadeiro sentido deste ato? Até hoje não consegui concluir algo que me satisfizesse plenamente nesta questão, porém, fui colecionando ao longo do tempo uma série de pistas, “ Insights”, enfim impressões que fui colhendo ao longo do caminho e aos poucos estou conseguindo, formar uma idéia bem aproximada do que acho que este gesto possa significar.

Não quero dizer entretanto que seja, PHD no assunto e nem tampouco o pratique em sua plenitude, como creio que deva ser feito, mas, me sinto hoje mais a vontade para aceitar a idéia e perseguir e reavaliar meus processos internos para atingir este objetivo. De fato ser capaz de perdoar.

Poderia me valer aqui de analogias, figuras de linguagens, moral da estória. Muitas seriam as ferramentas lingüísticas que poderia tentar usar para aqui expressar minha maneira de enxergar este “ Ato de Generosidade”, porém, perambulando hoje pela net, li um artigo que trata deste assunto e deixo abaixo o mesmo de maneira literal.

Me perdoe o autor, mas fiquei tão feliz ao encontrar algo que diz bem próximo de como entendo este assunto que acabei por não anotar o nome do autor. Agradeço a oportunidade de poder divulgar uma idéia tão claro do assunto.

Obrigado!

Pra que serve o perdão?

O perdão oferece a possibilidade de conseguir liberdade e alívio.

Quando perdoamos e somos perdoados, nossas vidas sempre se transformam. As doces promessas do perdão são mantidas. E começamos uma nova relação conosco e com o mundo.

Vamos fazer um exercicio: Pare alguns minutos e preste atenção nas emoções que a sugestão de perdoar alguém desperta em você. Permita agora que venha à sua mente uma pessoa que você acha que te fez sofrer. O que você acha de perdoar essa pessoa? O que significa para você perdoá-la? O que você teria que fazer para perdoá-la?

O que é o Perdão?

Perdão é para você e não para o autor da afronta.

Perdão é recuperar seu poder.

Perdão é assumir a responsabilidade por como você se sente.

Perdão pode melhorar sua saúde física e mental.

Perdão é uma escolha.

Perdoar não significa que você deva mudar o seu comportamento. Se eu perdôo um amigo de quem estou afastada, não preciso voltar a ligar para ele a não ser que eu realmente queira.

Para perdoar não é preciso que você comunique verbalmente que a pessoa está perdoada. Talvez as pessoas com quem você esteja mais zangado sejam aquelas que você não pode contatar.

Perdoar só precisa de uma mudança na percepção, outra maneira de ver as pessoas e as circunstâncias que nos causam dor e sofrimento.

Perdoar é uma decisão de ver além dos limites da nossa personalidade, é ver além dos medos, neuroses e erros.

Perdoar é um modo de vida que vai nos transformando aos poucos de vítimas indefesas em poderosos e co-criadores da nossa realidade.

O que o Perdão não é:

Perdão não é fechar os olhos para a falta de amabilidade.

Perdão não precisa ser uma experiência religiosa ou sobrenatural.

Perdão não significa se reconciliar com o autor da afronta.

Perdão não significa desistir de ter sentimentos.

O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE: GUARDAR MÁGOA E RANCOR PREJUDICA A SAÚDE.

Alguns estudos revelam que:

As pessoas que demonstram mais inclinação ao perdão têm menos problemas de saúde.

O Perdão gera menos estresse.

O Perdão gera menos sintomas físicos.

Pessoas que culpam outras por seus problemas apresentam índices mais altos dedoenças cardiovasculares e cânceres.

Até as pessoas que sofreram perdas devastadoras podem aprender a perdoar e a se sentir melhor em termos psicològicos e emocionais.

Auto-Perdão: O maior desafio

Ao meu ver, perdoar a si mesmo é o maior desafio que você irá encontrar, é o processo de aprender a se amar e a se aceitar.

No auto-perdão, costuma haver uma grande resistência pois ele requer uma mudança significativa, uma morte.

Que morte é essa? É um morrer para os velhos habitos, morrer para a culpa, a vergonha e a auto-crítica. Quantas vezes condicionamos o auto-perdão a circunstâncias diferentes do momento?

Qual autocrítica você terá de abandonar para poder se perdoar?

O auto-perdão é um grande nascimento.

Permita-se!

sábado, 9 de fevereiro de 2008

8 Simple Ways to Control Stress!


Simple modifications in posture, habits, thought, and behavior often go a long way toward reducing feelings of stress and tension. Here are 8 quick and simple things you can do immediately to help keep your stress level under control.

1. Control Your Anger:

Watch for the next instance in which you find yourself becoming annoyed or angry at something trivial or unimportant, then practice letting go - make a conscious choice not to become angry or upset. Do not allow yourself to waste thought and energy where it isn't deserved. Effective anger management is a tried-and-true stress reducer.

2. Breathe:

Breathe slowly and deeply. Before reacting to the next stressful occurrence, take three deep breaths and release them slowly. If you have a few minutes, try out breathing exercises such as meditation or guided imagery.

3. Slow Down:

Whenever you feel overwhelmed by stress, practice speaking more slowly than usual. You'll find that you think more clearly and react more reasonably to stressful situations. Stressed people tend to speak fast and breathlessly; by slowing down your speech you'll also appear less anxious and more in control of any situation.

4. Complete One Simple To Do:

Jump start an effective time management strategy. Choose one simple thing you have been putting off (e.g. returning a phone call, making a doctor's appointment) and do it immediately. Just taking care of one nagging responsibility can be energizing and can improve your attitude.

5. Get Some Fresh Air:

Get outdoors for a brief break. Our grandparents were right about the healing power of fresh air. Don't be deterred by foul weather or a full schedule. Even five minutes on a balcony or terrace can be rejuvenating.

6. Avoid Hunger and Dehydration:

Drink plenty of water and eat small, nutritious snacks. Hunger and dehydration, even before you're aware of them, can provoke aggressiveness and exacerbate feelings of anxiety and stress.

7. Do a Quick Posture Check:

Hold your head and shoulders upright and avoid stooping or slumping. Bad posture can lead to muscle tension, pain, and increased stress.

8. Recharge at the Day’s End:

Plan something rewarding for the end of your stressful day, even if only a relaxing bath or half an hour with a good book. Put aside work, housekeeping or family concerns for a brief period before bedtime and allow yourself to fully relax. Don't spend this time planning tomorrow's schedule or doing chores you didn't get around to during the day.


AUTOR: Desconhecido