Combien au chef du PS, rien je n'ai pas à ne pas voir avec la prise de position que la même vienne à prendre. José Matos sait parfaitement les raisons qui m'ont amené à entrer dans ce défi (autarcique) et de ma distance à l'égard de tout parti. Mon indépendance à tous les niveaux a été seule condition imposée de partie la partie. Mais, s'il veut même savoir ce que pansement sur ce point - tel que dit - je lui dis. S'il y a quelqu'un avec droit d'exiger quelque prise de position, explication ou assomption de faute au Marisa Macedo ils, me semblent être militants du PS et non lui José Matos. Ne se perçoit pas la raison de telle façon du dérangement avec l'organisation interne du PS local. Persister dans ce type de discours est symptomatique d'une attitude que je réfute et de laquelle je m'éloigne. Le PSD a perdu 2 élections législatives consécutives venu de deux défaites à des élections présidentielles et je ne ai pas vu par ici autant insistance à vouloir espezinhar qui veut que c'est, ni le PS à demander la tête de la /a leader du PSD.
traduction
Sabe, José Matos, até nas vitórias – e sobretudo nelas – é preciso ter dignidade e saber respeitar os que perdem. Lembre-se que um homem não está derrotado quando perde mas apenas quando deixa de lutar.
2 – Contas.
As palhaçadas feitas aqui em Canelas, por exemplo, a dois meses das eleições, são manifestamente a prova provada de que o edifício tremeu. E tremeu porque nessa altura alguém se apercebeu que, de facto, havia razões de preocupação. Se as consciências estivessem tranquilas, tudo teria continuado como até então.
Dizer que há falta de ambição do eleitorado, tendo em contra os projectos que o Fernando Mendonça tinha para cada freguesia e para o concelho, parece-me claramente a expressão certa e não vejo nela qualquer ofensa para quem quer que seja.
Por outro lado, essas contas não são assim tão lineares. Sê-lo-ão quando cada candidato tiver atrás de si um único partido. Quando me referi a este aspecto fui claro ao dizer que o CDS, por si só, poderia ter metido (mais) elementos nas assembleias ou mesmo nas juntas de freguesia. Não me referi à Câmara Municipal.
3 – Manipulações
É o que o José Matos pretende fazer ao insistir que fui atrás de teorias de outrém "... como aquela da Ferreira Leite não querer construir o novo hospital em Estarreja já aqui discutida e na qual o Camilo alinhou sem ver ao certo o que é que MFL tinha dito na verdade".
Não vale a pena insistir, meu caro. Não trago atrás de mim nenhum partido nem ninguém a colocar-me palas nos olhos. E disso me prezo, pode crer.
Lamentavelmente, os link's não funcionam de igual modo em todos os PC's. Caso contrário, não deveriam restar dúvidas do que disse MFL pois bastaria clicar [aqui] e procurar no 4º comentário os dois endereços que lá constam. De qualquer modo, e na esperança que o vídeo do youtube funcione para todos, aí fica o dito com o que MFL disse e com o que diz que não disse.
Em que ficamos? Claro que não falou em hospitais e muito menos em Estarreja, como não falou em coisa nenhuma sendo que o "todas" me parece claro demais. Obviamente que o Zé sabe que não era isso a senhora não queria dizer... mas nós não sabemos. Quanto ao que englobam as políticas económicas e sociais e, como nada foi referido em concreto além de "todas", no mínimo fica a dúvida...
Bom, mas para que, mesmo assim, não reste dúvida alguma, [aqui] fica um dicionário da Língua Portuguesa onde se pode ler o significado de "rasgar", "romper" e "todas".
4 - "Chamou burros ou atrasados a quem não votou no PS."
Se há manipulação em algum lado, aqui está ela no seu estado puro. Percorri novamente toda a entrevista (você dá trabalho!!!), não fosse ter-me escapado alguma coisa, mas confirmei que, em lado algum, constam tais palavras. E a dúvida instalou-se-me: será que a entrevistada veio, mais tarde, dar uma de MFL e dizer que... afinal não disse? Francamente!
Eu sei que o JM tem um dom especial que lhe permite traduzir o pensamento dos outros, o que faz com que, quando convém, transforme o que outros dizem no que quer que eles digam. Mas, já agora, a quem [neste] post classifica, de uma assentada, milhões de portugueses de "ingénuos" pelo simples facto de jogarem no Euromilhões... ou se sente com direito de julgar como lixo o que outras pessoas escrevem, como refere no seu último post, não haverá muito mais a dizer.
E, também por isso, encerro aqui a minha "saga" com o amigo José Matos, na certeza de que vemos a realidade de formas completamente distintas.
Por vezes fico com a sensação que o meu caro ficaria bem consigo mesmo se ouvisse ou lesse da minha parte uma palavra de arrependimento pelas opções que tenho tomado, nomeadamente a respeito das últimas eleições autárquicas. Desengane-se. Estou de bem comigo mesmo e faria tudo de novo, pode crer, porque continuo a acreditar nos projectos e nos homens em que acreditei. E faço-o conscientemente.






