Fermeture de plus le plus grand manicome dans Pernambuco

Une audience publique a marqué dans les dix-sept de novembre de cette année débuts du processus pour descredenciar de SUS l'Hôpital Psychiatrique Alberto Maya , dans Camaragibe, Pernambuco. Dans le proche mois, les patients commencent à être transférés pour autres hôpitaux. Dans la réunion, des représentants du Ministère de la Santé, du Gouvernement de l'État et de Secretaria de Saúde de Camaragibe ont présenté aux instigateurs de Justice le terme d'engagement signé entre eux pour décider la situation des patients de l'hôpital. Le 29 septembre, à TV il a montré que les patients internés dans le lieu étaient sous-alimentés et avec des maladies dans la peau. Ils manquaient infirmiers et d'activités thérapeutiques. Le taux de mortalité était haut : cinq par mois. L'hôpital est particulier et conveniado à SUS, que payé une quotidienne presque de R$ 29 par patient. Par l'accord, la procédure sera coordonnée par Secretaria Municipale de Santé. Encore ce mois, le Gouvernement de l'État va repasser pour la Préfecture R$ 1.2 million et le Ministère de la Santé va envoyer tout mois R$ 200 mille. Avec cet argent, la Préfecture va garantir aux patients les trois repas quotidiens et les médicaments et engager une équipe de 53 professionnels de santé pour travailler temporairement dans l'Alberto Maya, conjointement les professionnels de l'hôpital. Cette équipe va évaluer les patients et décider pour que où ils soient acheminés. Les trasferências doivent commencer décembre et finir à l'intérieur de six mois. Les documents présentés vont être analysés par le Ministère Public, mais cela ne reporte pas le début de l'intervention.
Le 16 décembre il va être signé un terme d'engagement entre MP, les directeurs et la direction de l'hôpital. « Le 16 décembre c'est qui va avoir une nouvelle réunion, où il va être signé le terme d'engagement. Mais cela ne retarde pas la cronograma présentée. À partir d'aujourd'hui déjà il se peut commencer à exécuter ce qui nous a été présenté ", a affirmé l'instigatrice de Camaragibe Nancy Torjal.
Les patients seront transférés pour que leurs villes de résidence et puissent faire le traitement dans un des Centres de Participation Psicossocial (CAPs) ou dans les Résidences Thérapeutiques des villes de d'Olinda, d'Abreu et Lima, Originaire de São Paulo, Timbaúba, Camaragibe et Poignée de Saint Augustin. Des patients acamados et cliniquement compromis vont avoir priorité. Selon des SIÈGES, à mesure il doit garantir les trois repas quotidiens, la médication et la participation clinique internés. Une équipe interdisciplinaire de 53 professionnels de santé va être engagée pour expédier tout le processus.
Fin de
traduction
La Direction de l'Hôpital Psychiatrique Alberto Maya va soigner de l'infrastructure de la participation offerte pendant tout la période de six mois, en pouvant être renouvelé par plus six. Ainda de acordo com a Secretaria de Saúde, mais de R$ 2,4 milhões serão investidos no processo que vai encerrar as atividades da unidade considerada imprópria para o atendimento psiquiátrico. Todas as medidas vão ser executadas pela Secretaria de Saúde de Camaragibe, que vai receber os recursos financeiros, além de apoio técnico e político.
O Alberto Maia foi considerado impróprio pelo Ministério da Saúde para o atendimento psiquiátrico desde 2004.
No período mais crítico, a unidade registrou uma média de quatro óbitos por mês em seu serviço. Uma tentativa de intervenção do Ministério da Saúde foi feita no ano de 2005, mas a Justiça Federal negou a ação em primeira instância.
Os técnicos recolheram amostras de água e de alimentos. De acordo com o diretor da Vigilância Sanitária, Jaime Brito, foi constatada a precariedade das condições de internação. O laudo deve ser divulgado em oito dias. O hospital pode ser advertido ou multado. O problema é antigo: vem sendo discutido há dois anos pelo Governo do Estado e pela Prefeitura de Camaragibe. Nesse período, 103 pessoas morreram. O hospital é particular, conveniado ao Sistema Único de Saúde (SUS), que paga uma diária de R$ 28,90 por paciente. Os pacientes vêm de 32 municípios e vivem em condições precárias. Eles só têm garantida uma refeição por dia, por ordem do Ministério Público – o almoço. O funcionário mais antigo testemunha a situação há mais de 40 anos. "Quando eu cheguei, isso aqui era um céu, hoje se tornou um inferno", diz Antônio de Moura .
As dívidas trabalhistas se acumulam - os funcionários ainda não receberam o salário de julho e as férias foram suspensas. A taxa de mortalidade no manicômio é de cinco mortes por mês, de acordo com o Conselho Regional de Psicologia (CRP). Em um pavilhão, dois auxiliares de enfermagem cuidam de 102 idosos. "Em dois anos foram 103 mortes. O que a sociedade vai ficar esperando? Que essas pessoas morram?", questiona Nelma Melo , da comissão de saúde do CRP. O Ministério da Saúde considera o hospital um dos dez piores do país. A situação é tão grave que está sendo elaborado um plano de intervenção no manicômio. "O Ministério foi chamado para discutir a questão para que até o final do mês a gente tenha uma intervenção naquela unidade", afirma Ana Maria Albuquerque , secretária Executiva de Atenção à Saúde do Ministério. De acordo com a Prefeitura de Camaragibe, uma equipe contratada pelo município vai assumir a direção do hospital. Para fazer isso, vai contar com a ajuda do Governo do Estado e do Ministério da Saúde. A diretoria do Hospital Psiquiátrico José Alberto Maia não quis gravar entrevista. O ex-prefeito de Camaragibe, Paulo Santana, negou que tenha havido desvio de dinheiro e informou que, em 2004, o Hospital Alberto Maia foi considerado um dos piores do País e, por isso, na época, houve um bloqueio no repasse de verbas do SUS para o hospital. A prefeitura teria, então, usado o dinheiro bloqueado para outras ações na área de saúde. O ex-prefeito disse, ainda, que o bloqueio do dinheiro teria durado, apenas, um mês e, logo em seguida, a verba voltou a ser repassada para o hospital.
A meta é descredenciar o Hospital Alberto Maia do SUS. Para isso, os pacientes vão ser retirados aos poucos do local. Das 570 pessoas internadas, 50, que estão em estado mais grave, serão encaminhadas para outro hospital psiquiátrico ainda não definido. Os demais pacientes serão levados para residências terapêuticas, nas cidades onde moravam antes de irem para o Alberto Maia. Residências terapêuticas são casas com no máximo oito pessoas, que ajudam nas tarefas domésticas e aos poucos vão retomando suas vidas. Os moradores são acompanhados 24 horas por dia por um cuidador, que é responsável também pelos remédios. O processo de mudança vai ser coordenado pela Secretaria de Saúde de Camaragibe.
Em Pernambuco, existem sete Residências terapêuticas no Recife, quatro em Camaragibe e uma no Cabo de Santo Agostinho.
Fonte : http://pe360graus.globo.com



























