Mondo dello scomparto di Pesca
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Mondo dello scomparto di Pesca
Alla vela
L'arrivo e l'entrata nell'orificio
Giorno di Cinereous, con il mare calmo, poco vento e pesci piccoli. Abbiamo dovuto facciamo ritardare e perché abbiamo desiderato rinviare presto, solo dentro di più abbiamo allontanato fino alle 2 miglia, provanti alcune roccie conosciute verso loro, verso quella profonda e lo zagaia, praticamente senza risultati. Ma i piccoli pesci hanno dato i segnali e quei grandi non hanno avuti hanno desiderato comparire. Come tutti che sappiamo, ha così giorni…
Il risultato debole di pescherebbe
Isco era sardina e gambero. Faccio una benna del decoy, poichè è habitual in esso pesca la boa e tocca per pescare. Pesca per funzionare normalmente, con i piccoli touchs qui e là, ma niente dei pesci. La marea continua ad andare su, con acque blu spostate pozzo e, buone prospettive per i fissaggi dei pesci e in tale maniera va alternare l'altezza della boa come isco, quindi so che camminano per là.
Il tempo va passare e già nella marea che di ebb lascio ai pesci di tatto.
A Ilha do Corvo, a mais pequena das 9 ilhas do arquipélago dos Açores, tem apenas 6,5 km de comprimento e 4 km de largura (17,13 km2), e cerca de 400 habitantes. O acesso de barco a partir da ilha mais próxima (Flores) dura cerca de hora e meia.
O mau tempo que se tem feito sentir provocou alguma escassez de bens de primeira necessidade na Ilha devido às dificuldades na entrada do navio de abastecimento no Porto da Casa, pelo que a opção encontrada foi fazer o transbordo da mercadoria fora do porto para um semi-rígido, que por sua vez fez a descarga no cais.
Nos dois vídeos abaixo, que aconselhamos sejam visionados na íntegra, pode ver-se a coragem da tripulação do semi-rígido, que arrisca a vida para levar a cabo a operação.
O atum rabilho (thunnus thynnus) foi incluído pela WWF (World Wildlife Fund) na lista das dez espécies do planeta mais ameaçadas neste ano de 2010. A WWF, uma Organização de defesa da vida selvagem e do ambiente está activa em Portugal desde 1995.
"A WWF quer ver o atum-rabilho sobreviver no futuro, porque é uma espécie maravilhosa e tem suportado a indústria de pesca desde há milhares de anos" disse o Dr Sergi Tudela, Director do Programa Pescas da WWF Mediterrâneo. "Assegurar a exploração comercial sustentável do atum-rabilho, é missão que tem falhado de forma desastrosa, conduzindo a um cenário em que não resta nenhuma outra opção a não ser a proibição da pesca desta espécie e deixar este peixe recuperar. É a única saída, não existe um possível Plano B."

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