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Deixei o diHHIT por solidariedade

Estou saindo do dihhit por que encontrei aqui pessoas boas, e um ótimo relacionamento com mais de 600 seguidores, porém um elemento me fez tomar esta decisão. deixarei bem claro que a minha saída se faz em protesto quanto as atitudes tomadas por este elemento, "TARCICIO ANDRADE".

Sou amigo particular do Pastor e não vou admitir que ninguém que conviva comigo em qualquer que seja o lugar e venha a desacatar o mesmo, com termos e palavras desrespeitosas, coisa de “MULEQUE”

Com acusações infundadas, ou melhor, baseada em um elemento que não é digno de crédito, pois o Pastor tem um blog respeitado, e no diHITT é bem relacionado basta ver o seu perfil.

Bem chega, um abraço e foi bom enquanto durou.

Como um homem pode saber se a mulher é virgem?

Tenho 22 anos ... Como os homens sabem que uma mulher ainda é virgem?
Não há como um homem saber se uma mulher é virgem ou não. A não ser que ela lhe diga.
Os rapazes pensam que toda mulher deve sangrar. Isso não é verdade!!! O sangramento não é indício de virgindade, ate porque, quem tiver o hímen complacente só deverá perdê-lo num parto normal. Além do mais, toda mulher que for transar sem vontade e sem lubrificação, pode correr o risco de se machucar e de lesionar a vagina. Portanto, até mesmo aquela mulher que já transa a anos, pode sangrar numa prática sexual contra vontade.
Outra idéia comum entre os homens é achar que a vagina deverá estar apertadinha numa garota virgem. Lembre que toda mulher que tiver medo ou estiver sem tesão deverá contrair a musculatura pélvica. Com isso, o canal vaginal fica apertado e de difícil penetração do pênis. Como, geralmente as garotas virgens estão tensas, com medo de engravidar e com receio da dor, a contração vaginal é ainda maior. No entanto, garotas virgens podem estar tranqüilas na primeira vez permitindo com que a primeira vez seja prazerosa e boa.
FURLANI, Jimena. Virgindade. Disponível em: www.jimena.net.

Seriam elas pervertidas? Depravadas? Insaciáveis....

Existem algumas fêmeas com tendência a se acasalar com mais de um macho (poliandria). No caso, essas fêmeas podem não receber o investimento parental do macho. Por outro lado, a poliandria pode conferir vantagens também; tanto genéticas quanto materiais materiais. Seriam elas pervertidas? Depravadas? Insaciáveis....


Em estudo recente publicado na “Science”, pesquisadores da Universidade Exeter descobriram que, em moscas-das-frutas (Drosophila pseudoobscura), a poliandria tem um sentido: melhorar a saúde da prole. Alguns machos desta espécie têm em seu cromossomo X o gene SR, um elemento gênico egoísta que está presente no genoma dos organismo e, de várias maneiras, podem “manipulá-lo” para cumprir seu objetivo, isto é, estar no máximo número possível na geração seguinte.
Diversos elementos genéticos egoístas, como o cromossomo B estão associados à redução da fertilidade do macho. É sabido que o gene SR mata os espermatozóides que não levam uma de suas cópias, por exemplo, o cromossomo Y.
Assim, fêmeas que se acasalam com machos SR pode apresentar uma prole com fertilidade reduzida. É oportuno pensarmos então que a seleção natural favorece as fêmeas que escolhem machos não SR, uma vez que essa escolha implica na produção de uma prole mais fértil. O problema é que elas não podem diferenciá-los. Os machos não voam com uma “placa” dizendo: “Oi, pode acasalar comigo! Eu não tenho o gene SR”. Por esse motivo, deve ter surgido a tática de copular com vários machos, para ter maiores chances de fazer uma boa escolha. Com essa conduta, as moscas promovem a competição entre espermatozóides no seu trato reprodutivo, e diminuem o risco de que o pai de seus filhos seja um macho SR. Dessa forma o presente estudo, aventa a possibilidade do surgimento, nas moscas em análise, da poliandria como uma contra-estratégia da fêmea para burlar a replicação do gene SR - o benefício da poliandria sob o ponto de vista das moscas fêmeas é , portanto, genético. É interessante notarmos como os interesses genéticos alocados em um sexo (macho provido do gene SR) podem suscitar respostas comportamentias no outro (fêmeas escolhendo vários machos); o que nos indica a intrincada relação entre elementos genéticos e comportamentos de uma determinada espécie.

Referências:

Alcock, J. Animal behavior: an evolutionary approach. 7 ed. Sunderland: Sinauer, 2001.
Price, et al. Selfish Genetic Elements Promote Polyandry in a Fly. Science, 322, 1247, 2008.

Postado por Tiago José Benedito Eugênio

 
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