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assalto

≺Novembro 4, 2009 ≺ 2 commenti

Lo ho divertito immenso questa notte. Adore andare con gli amici: ir ao cinema… beber um copo… roçarmos os nossos corpos em bares apinhados… sentir enchumaços de outros corpos desejosos de prazer momentâneos… passarmos por sítios menos movimentados e entregarmo-nos ao prazer dentro ou fora do carro. All'interno di esso ha altra emozione: 3 o 4 tizi nella banca indietro, sempre del sugo…

Sono arrivato la casa dopo il buon boleia del Fernando. È sempre buono per la comunicazione con esso più successivamente. Si distende. La costruzione me l'ha preso, già non ha dato neppure per entrare perché devo mantenere le apparenze ed è tutta l'meno discreta. Despedimo-in, apro il cancello, io entro nell'elevatore, io apro il portello della casa senza racket per non avvisare la vicinanza.

Vado direttamente al WC liberare un più piccolo le birre, là vicino all'entrata. niente andare alla stanza. È poco un lontano per la volontà che ha portato. E sì, infine pensare che ora, quasi dell'alba, possa stare giù a me. Vado undressing per il senso, colpo la camicia, i pantaloni (Ufa, libertà! Adore camminare nudo o solo dei boxers) che registro nella stanza e sono horrorozado. Un ladro, nudo, guardarlo lo specchio. La mia diffusione copre, io dà un grido sultry…

BODYBUILDER NERO 2 - SESSO CALDO DEL MUSCOLO

Mi giro al funzionamento via, ma in ritardo di più. Ritengo uno scontro… Cado.

Quando l'accordo io ritiene un dolore enorme. Non nella testa. Il tizio aveva cominciato violarlo e doveva penetrarlo violentemente. Ancora ho provato a gridare fuori ma non potrebbe. Un bavaglio e le mani hanno premuto dietro i litorali. Dei piedini sollevati, ha ritenuto ancora il peso di esso al cerchio loro di più per potere da penetrarlo più profondo. Ha desiderato gridare fuori ma non potrebbe. Era eccessivamente! Già era stato fodido, ma non ha percepito perché ha fatto male me in tale maniera.

Tuttavia, zonzo mezzo ancora, apercebo me che largamente me Cu. lo abbassa i piedini, vede che me mi sono svegliato in su e mi sento per dirlo me che ha desiderato che assorbito esso. Ma di me se gridasse fuori i consequências ci sarebbe terribile.

Jesus è venuto vicino in se là a me e “„ ho percepito perché ha fatto male me in tale maniera!

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Non aveva visto mai niente essere uguale. Ovviamente eccessivamente per un uomo da solo ed io aveva condotto con tutto. Diriga lo ha alzato esso e coercitivo me succhilo esso. ha comandato con la mano. Non ha avuto bordo per niente. Ho avuto di aguentar. Non ha desiderato gli scandali e fino me era cioè buono.

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Non abbiamo continuato così fino a che esso se a venire. End of
Translation
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Ero tutto il bagnato, pieno di latte per la bocca, faccia, gocciolarlo. Empurrou-me para o chão, agarrou na roupa, vestiu-se e foi embora. Fiquei ali um bom bocado sem poder mexer-me, aterrorizado com o que tinha acontecido, mas ao mesmo tempo cheio de tesão. Acabei por bater uma, ficando duplamente cheio de esporra.

Gigantes!

≺Outubro 7, 2009 ≺ 3 Comentários

Bom… tenho de confessar que o regresso de férias está difícil… eheheheh!!! Entretanto continuo à espera das vossas fantasias para eu as escrever. escrevam para fantasias.blog@gmail.com

Deixo-vos com algo fora do normal. Nunca tinha visto uma coisa assim. Bom, bem queria, mas o sistema não deixa. Já me viram isto!! Em vez de vídeo, será imagem.

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De férias

≺Agosto 1, 2009 ≺ 4 Comentários

Olá a todos!!

Vou de férias. Não se esqueçam de enviar as vossas sugestões para fantasias. Contem-me os vossos segredos! Cá estarei para escrevê-los.

Votos de boas férias a todos os leitores do blog.

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Irmãos (1ª contribuição)

≺Julho 24, 2009 ≺ Deixe um Comentário

Tenho-me dedicado às tecnologias. Comprei um PC todo X.P.T.O e criei um perfil e um msn. Tem-me preenchido as noites solitárias.

Conheci um rapaz do norte com quem tenho fantasiado. escrevemos com cada coisa no teclado… nem calculam. Ele tem um irmão todo bom e piçudo… quem nos dera!!

Fantasiamos sempre com ele. Está lá sempre!

Um dia destes recebi um e-mail de um gajo chateado porque aparecia em conversas menos próprias e que ele não estava para aquilo, que não fazia o género dele. Enquanto estava a ler, apercebi-me que o tom ia mudando, que até nem se importava de experimentar uma das fantasias que tinha lido. Percebi logo quem era. Fiquei tesudo que nem imaginam. Nunca pensei que estaria a ler aquilo.

Respondi-lhe perguntando-lhe se alinhava então ou se era só conversa. Uns minutos depois tinha a resposta. estava em linha, perguntava se podia adicioná-lo. Conversámos longamente e decidimos fazer uma surpresa ao rapazolas que fantasiava comigo sobre o seu irmão.

O João, aquele com quem falei inicialmente, nem sabia de nada. Consegui finalmente convencê-lo a tomar um café comigo e lá fui eu de viagem novamente. Fomos a uma esplanada bem refundida, onde não estava ninguém. Nem o taxista sabia muito bem onde aquilo ficava.

Estavamos a conversar quando chegou um gajo mascarado, arma em punho a obrigar-nos a entrar num carro. Fiquei ado lado do condutor, o João no pensura e ele atrás. Enfiou uma carapuça na cabeça do João e disse-me para arrancar.

Levou-nos a uma casa que parecia abandonada. Entrámos, agarrou no João e acorrentou-o à cama que ali estava., deixando-o só de cuecas.  Parecia ser o antro de prazeres desse gajo. Dildos por todo o lado de feitios e tamanhos diferentes, utensílios vários, velas acesas por todo o lado.

Disse-me para lhe tirar a máscara e  ficar nu. Pistola apontada, não ia dizer que não, claro. Estava constantemente a falar em castigos.

Passou por trás  e passou a pistola pelo corpo do João, como se fossem carícias. O João mesmo com medo começou a ficar com tesão. Via-se perfeitamente e só me apetecia chupá-lo, mas não ousava fazer nada. Esperava pelas ordens. Não era eu que tinha uma pistola em punho.

O mascarado pediu-me um frasco que estava ali perto. Poppers dizia… deu a cheirar ao João, lambuzou-lhe o rabo e começou a passar o cano da pistola pelo rabo, delicadamente a fodê-lo com ela. O João gemia, não de dor, mas de prazer.

Pediu-me finalmente para agir. Queria que eu o chupasse enquanto fodia o João com a pistola. Claro que não me neguei. Ele tinha um pau descomunal, bem feito, veias salientes e não circuncizado. Um sonho de caralho! Mas não se despiu todo, puxou as calças ligeiramente para baixo apenas. Lambi-o, mamei-o e reparei que estava quase a vir-se pois molhava bastante. Precum que já escorria pelo canto da boca. Disse-me para parar, não engolir, para dar de beber ao João. Pistola lubrificada apontada, assim fiz.

Depois disse ao João para me chupar. E que bem chupava ele. Uma boca fenomenal. Consegui-a metê-lo todo…

Castigo… Putas…  Era só o que ele dizia… e o João parecia excitar-se ainda mais.Ele estava ao rubro. Sem ninguém lhe mexer no caralho, aquilo era um fio de precum pegado. Disse-me para limpar. O lençol não se devia sujar com esperma de puta. Obrigou-me a deitar de barriga para cima, boca por baixo do caralho do João com ordens expressas para lamber, chupar, nada de líquidos no lençol.

Relutante, com medo, mas igualmente cheio de tesão ia obedecendo às ordens todas. Não sabia como ia acabar. Isso é que me assustava mais.

Chegou-se ao meu rabo, acho que pousou a arma pela primeira vez. Mas aquilo que ele ia fazer é bom demais para reagir de outra maneira. Levantei e abri bem as pernas para auxiliar o caminho da língua e assim foi. Que belo botão de rosa… e chupava-me também. Com fulgor, sensualidade, carinho, agressividade. Bom demais para ser verdade. Senti depois a verga dele a entrar, devagar, lentamente e depois rispidamente, lentamente, rispidamente… veio-se no meu peito. Em suor…

Desatou o João e obrigou-o a lamber tudo. Não podia ficar nada. Nisto, via-se perfeitamente que o caralho dele ainda estava teso… chega-o à minha boca e pede-me para o abocanhar, torná-lo rijo outra vez quem nem pedra para tratar do João. Mesmo sem arma não me fiz rogado. Aquele momento anterior tinha-me dado confiança. Queria brincar, então brinquêmos.

Voltou a atar o João. Desta vez deitado. Agarrou numa vela e começou a deitar-lhe cera em cima. Ele gritava, não sei se de prazer ou de dor, mas parecia estar a gostar. O mascarado perguntava-lhe se estava a gostar do castigo, se queira mais e o João berrava que sim, que queria mais, queria a verga dele.

Mas o mascarado não lha queria dar. Disse-me para lhe lamber bem o rabo, lhe chupar a piça enquanto ele observava. Para foder o João quase até me vir. Assim fiz. Apetecia-me tanto que parecia sofrer de ejaculação precoce. Tirei a verga, aproximei-a da boca do João e mandei-o chupar até me vir, que tinha de ficar tudo lá dentro, que tinha sede e tinha de beber… disse coisas que nunca pensei saber ou poder dizer.

Estava exausto e deitei-me no chão. Mas o mascarado queria mais. Mandou-me chupar o João novamente. Queria que ele se viesse  e que não podia largar a verga dele nem por nada. Por mais que o João não quisesse ou se debatesse para fugir ao que ia acntecer.

Assim fiz. Abocanhei a piça do João enquanto espreitava para o mascarado. Este começou a despir-se, finalmente. Tirou as calças, a camisa as meias e a máscara. O João gritou… era o irmão dele.

“Gostas não gostas meu cabrão. Pensavas que não dava por isso su puta. Pois aqui está. e agora vou mostrar-te o que é o teu irmão foder-te. Vais lembrar-te disso o resto da tua vida.”

Mudei de posição. Levantou-lhe as pernas e sem lubrificar enfiou-lhe a piça toda de uma vez, com força. Fodia-o com toda a força possível enquanto lhe dava palmadas no rabo. Eu já estava teso outra vez. Pronto para me vir novamente.

Sem largar o caralho do João, ia vendo o do Sérgio a foder, com vontade de dar umas lambidelas, mas respeitando as ordens. O João gritava de prazer. Doido por finalmente ser fodido pelo irmão.

Ao fim duns minuytos sacou-a, toda húmida e levou-a à boca do João. Meteu-a toda lá dentro. Queria mais e mais… eu ia enfiando dedos no buraco que tinha ficado vazio, sentindo aos poucos o leite dele a vir e a entrar de rompante na minha boca. Não fugi. Ali fiquei levando com tudo. Lambendo um pouco o rabo depois… virando-me para lhe enfiar a minha. E assim fiz. Fodi-o novamente até me vir em cima da piça dele. O Sérgio observava mas já não soltava gritos. Apenas gemidos de prazer.

Lambi a minha esporradela… e veio-se o Sérgio. Na boca do João que não deixou escorrer nem uma gota. Desatou-o e ficámos ali deitados os três, abraçados.

__________________

Gostaram? História pedida por um leitor do blog. Espero que ele também fique satisfeito. Dá-nos a conhecer as tuas sensações ao ler.

Taurnil Lossehelin

(Foto da net)

fantasies

≺Julho 10, 2009 ≺ 8 Comentários

Hello!!

Do you want to try? Do you want that I write your fantasies?

e6zqCNRf0ov8vfe4HNRAIYdjo1_500 Tell it to me! Share it!!

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Tell me your dreams

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Are you scared? (remember a song)

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Relax! Show us what do you waiting for.

suckit88

I will be here for you, trying to put in tales what do you wish.

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What are you waiting for!

Tell me your secrets!

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Hope that you write me: fantasias.blog@gmail.com

I’m waiting for you

do not desaponted me

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[Fotos da net]

Perdido [4]

≺Junho 2, 2009 ≺ Deixe um Comentário

Sentir o vapor ondulando pelo corpo, deixando-nos suados. Imaginando outros corpos suados, envolvidos na bruma com ligeiro odor a eucalipto.

Roçar-se pelas prachas de madeira polida, imaginando outros corpos sensualmente abraçados, suados, aquecidos pelas pedras, refrescados pela água.

Nadar nú, livre. Sentir os genitais livres na água, desenhando pequenas ondas em movimentos perpétuos.

Ficar teso de penr em tudo isto, sentindo-se ali, naquele lugar rodeado de belos corpos imberbes, peludos, definidos, fortes, novos, menos novos…

Rodopeavam pensamentos quando entrava no banho turco, na sauna, na piscina, no duche. Estive quase sempre teso. nem a água fria me retirava vigor. Sentia tremores das pontas dos dedos dos pés até aos cabelos, deixando-me em extase. Acho que nunca me tinha sentido assim, livre de pensar e agir.

Sentia-me tão bem que nunca pensei ser observado. no entanto estava. Não sei há quanto tempo é que ele tinha voltado. Se alguma vez tinha saído. Não sabia que horas eram, quantas tinham passado. Apenas imaginava o meu corpo suado, enroscado noutro, no banho turco, na sauna, na piscina, no duche…

E no entanto ali estava ele. Deitado num dos sofás grandes enconstados à parede, observando-me, sorrindo.

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Fiquei parado, meio envergonhado de estar ali de pau duro, sozinho, de um lado para o outro. Mas ele teimava em não ficar flácido. Na minha mente rodopiavam imagens, desejos sensuais e sexuais e ele ali, naqueles modos a olhar para mim, sorrindo. Fez-me sinal. Dirigi-me a ele. Sentei-me junto a ele. Debruçou-se, beijou-me demoradamente. Retirou a t’shirt e o resto da roupa. estava teso já. Demoradamente me beijou, desceu aos mamilos e lambendo chegou à zona púbica.

Brincou lambendo à volta, por baixo dos tomates, algo que me deixa em extase, o rego, subiu e enfiou o meu pau de uma vez, bem fundo, bem fundo…

Chupava de forma tão suave e decidida em simultâneo que estava quase a vir-me. Percebeu e retirou-o, lambeu novamente à volta, desceu ao rego, brincou, lambeu, virou-me de costas e continuou, gemia, gemíamos.

Foi subindo pelas costas, língua colada ao meu corpo, sentindo agora o pau dele perto do meu ânus, passando, sem entrar, subiu igualmente pelas costas, roçando, sentido um fio húmido a varrer-me a espinha. Virou-me novamente e tinha a verga dele, bem perto da minha boca… apenas precisei de a abrir para o receber, para me deleitar com aquele pau perfeito, veias salientes, grande q.b., grosso, cabeça saborosa, precum deliciosa.

Voltou a descer, o fio húmido passou por entre o meu peito, deteve-se no umbigo para um fervoroso linguado, roçou o meu pau, os tomates e o ânus. Lubrificou-me, penetrou-me suavemente, vigorosamente, suavemente, vigorosamente.

Veio-se no meu peito, junto ao meu leite. Deitou-se em cima de mim, comungámos esperma nos nossos corpos suados, trocámos beijos intensos e ali ficámos, no sofá, ouvindo pássaros no exterior que na sua linguagem cantavam a felicidade do momento.

Taurnil Lossehelin

(Foto da net)

Perdido [3]

≺Maio 7, 2009 ≺ 2 Comentários

Acordei.

A casa estava num sossego absoluto. Estar no meio de um mato permitia ouvir o chilrear dos pássaros ao invés de buzinas de carros.

Depois de uma passagem pelo WC fui até à cozinha. Ele já devia ter saído. Já era quase fim da manhã. Cansado e longo dia tinham-me feito dormir mais do que o desejado. Havia um cheiro a café fresco no ar… torradas acabadas de fazer. Um papel colado no frigorífico: tinha ido a casa há pouco tempo ver se já tinha acordado. Imaginava-me cansado pela viagem que fizera e deixara-me dormir.  Entretanto tinha-me deixado o pequeno-almoço adiantado para não andar à procura das coisas. Em cima da mesa estaria um pequeno mapa para chegar à vila.

Comi, vesti-me, saí e segui religiosamente as instruções:  fechar a porta a chave, levá-la e entregar antes de me ir embora para nos despedir-mos. Meti-me à estrada e finalmente vi o vilarejo. Nem estava longe, mas o arvoredo denso e a noite a cerrar não me deixou vê-lo.  Fui à pensão onde tinha um quarto reservado para desmarcar e deixar alguma coisa, apesar de não ter usado. Reparei entretanto que um antigo solar tinha sido transformado em albergaria. Teria ficado melhor… mas imediatamente lembrei-me que melhor não poderia ter ficado. Fui almoçar a um pequeno restaurante na praça principal e fui então à minha vida. Vendi os meus produtos e tentei obter informações acerca do meu anfitrião.

“O menino Miguel é dono de quase tudo por aqui. Aquele solar é da família dele. A pensão, o restaurante, a maior parte dos rebanhos. Dá emprego a muito boa gente.  Quando herdou tudo da madrinha dele, a Sr.ª D.ª Zulmira, que Deus a tenha em descanso,  ainda ficou a morar no solar, mas depois foi lá p’ro monte. Ele é um pouco estranho. Fala pouco e às vezes ao fim de semana recebe gente da cidade e são dias a fio de festa. Viu a piscina? E as obras que fez atrás da casa? Nem com uma escada grande dava para ver o que se passa. Não que queria saber, claro. cada um faz o que quer e os outros nada têm a ver com isso. Mas enfim, é boa gente também.”

Cinco da tarde e já quase escurecia. Amanhã era sábado, queria voltar para casa. Compromissos agradáveis me esperam. Despedi-me e regressei à casa do Miguel.

Ele ainda não tinha chegado.  Fiquei à-vontade, em boxers, sentei-me no sofá, liguei a TV e passei pelas brasas. Acordei 30 mn mais tarde. Uma mão segurava na minha, acarissiava-a. Quando abri os olhos largou-me, ligeiramente incomodado por ter acordado quando me tocava. Era a primeira vez que sentia a pele dele e arrepiei-me. Balbuciei que estava ligeiramente com frio.

Perguntou-me se ficava mais aquela noite. Quis dizer-lhe que não, mas da minha boca saiu um sim. desejos e sentimentos que atraiçoam a vontade de um homem.  Perguntou-me se antes de jantar queria experimentar o pequeno SPA privativo dele. Fiquei espantado e claro, ia dizer que não? Já que ficava…

Saímos por uma porta nas traseiras, bem dissimulada. Descemos uma escadaria e chegámos a um pátio interior coberto por uma claraboia. Estava quente ali. Uma pequena piscina circular  ao centro, algumas portas em volta, num semi-circulo. Fez as honras da casa e bem orgulhoso, mostrou-me o seu ginásio (do lado esquerdo), o solarium, o jacuzzi, o banho turco, a sauna e 3 cabines de duche (do lado direito). Uns canapés brancos espalhados à volta da piscina, enconstados às paredes. Podia experimentar tudo.

“Mas não tenho fato de banho!” Eu saio, vou à vila e fazer o jantar. Podes ficar à vontade, ficar nú que não te venho incomodar. Nas cabines de duche estão umas toalhas.

Entretanto, lembrei-me que ele já me tinha visto nú e eu apenas a ponta da verga e mal e um rico enchumaço nuns boxers que não eram de licra.

Virou costas e saiu.

continua…

Perdido [2]

≺Março 27, 2009 ≺ 3 Comentários

Ficámos sentados ali fora. Bebemos a cerveja enquanto conversávamos. Confesso que não esperava estar tão à-vontade. Parecia que nos conhecíamos desde sempre. Como aqueles grandes amigos que não se vêem há bastante tempo e um diam se reenontram, como se o tempo não tivesse passado e sempre estivessem juntos.

Bebemos 1, 2, 3 cervejas e finalmente trouxe o jantar. Sopa dizia ele… Era um manjar. Disse-me que adorava cozinhar, mas como vivia ali  sozinho, acabava por fazê-lo pouco. Tinha sempre de tudo nas duas arcas, muitos dos ingredientes até já meio preparados. tempo tinha de sobra. Os dias acabavam cedo e como de inverno escurecia depressa entretinha-se em casa a preparar jantares que congelava antes de ir ao forno, a ler, a ver televisão (tinha satélite)  e navegar na internet. Confessou-me que tinha três blogues. Um profissional e dois pessoais. talvez me mostrasse um dia. Um website também onde divulgava e vendia os seus produtos.

A conversa foi longa e já eram quase 23h quando me perguntou se queria então tomar banho. Finalmente entrei em casa.  Toda em madeira por dentro, muito bem decorada. Um mimo… um sonho de casa.  Mostrou-me onde ficava a casa de banho. Disse-me para ficar à-vontade que ia buscar uma toalha. Comecei a despir-me, deixei a água a correr pensando que demorava um pouco a vir quente, mas enganei-me. Entrei na banheira, protegido por uma porta de vidro transparente. A sensação foi óptima. O jantar tinha sido bem regado e sentir aquela água quente no corpo  deixava-me bem relaxado. Comecei a ensaboar-me, massajar o corpo com aquela espuma de banho que ele ali tinha estava a deixar-me delirante, em extase.

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Quase nem reparava que ele tinha entretanto entrado para me entregar a toalha. Estava de boxers e pude finalmente comtemplar aquele corpo definido, mas musculado, bem proporcionado.

Pediu desculpa, balbuciando que bateu mas que não respondi e acabou por entrar… “Também estamos entre homens…” Reparei que afinal apesar daquela atitude extrovertida quando nos encontrámos à beira da estrada ele também tinha ficado estranho, incomodado, ao ver-me completamente nu, massajando devagar o corpo. Tirei partido da situação e comecei a lavar a zona púbica, devagar, sensualmente… eroticamente.

Sorriu e saiu, disse-me que esperava lá fora para o café.

Fui ter com ele igualmente de boxers. Serviu o café e um excelente wisky que guardava numa garrafeira especial para não alterar o sabor com o gelo.

Passado pouco tempo, pareceu-me a mim, conduziu-me ao quarto. “A cama está feita de lavado.” Quando pensei que íamos dormir ali os dois, naquela cama de casal antiga, estreita para os padrões modernos, continuou dizendo que ele dormiria no sofá. O despertador marcava quase 1h da manhã.

[continua...]

Perdido [1]

≺Março 20, 2009 ≺ Deixe um Comentário

Findas as férias foi necessário regressar ao trabalho. As viagens cançam mas é verdade que permitem encontrar cantos escondidos do nosso país que de outra maneira nunca conheceria. Nas estradas portuguesas encontramos tanto que nem sabemos que contar.

Pastores que largam rebanhos no esfalto, buracos que parecem crateras, vales e montes belíssimos, natureza por vezes quase selvagem, estradas estreitas que serpenteia, etc.

E nesses caminhos me perdi. Coisa que não gosto. Parece que se perde todo o prazer, que se viu aquelas paisagens 100 vezes, que já não aguentamos mais. Começa a escurecer e eu ainda não encontrei Lugar de Cima ou de Baixo, já nem sei. Um quarto numa penão à minha espera, um banho de imersão com espuma (que não dispenso nestas minhas viagens), um jantar regado… e nada, parece que vou pernoitar no carro. Não que já não tenha acontecido, mas hoje apetecia ficar alí. descansar a sério.

Ando mais uma hora. Fica bem escuro nestas estradas. Não se vê povoações, não há iluminação e hoje, hoje por sinal, não há lua. Foi descansar deixando-me aqui bem perdido.

Encosto o carro junto a um pequeno caminho de terra batida para aliviar as tensões. Fumo um cigarro, bebo água e alivio demoradamente a bexiga.

Ouço um “Boa noite”, assusto-me e surge um homem, nos seus 30 anos, à minha frente nada incomodado por eu estar de verga na mão a urinar. Continua a dirigir-se a mim, a falar: “Está uma bela noite para mijar não?” Saca da dele e ali junto a mim começa também. Fico tão incomodado com a situação que passa logo a vontade e enfio a gaita nascalças desajeitadamente. Começa a rir. Pede desculpa, queria meter-me à vontade porque tinha reparado que me tinha assustado. Disse-me que viu as luzes do carro e veio ver o que era. Morava ali em baixo, no fundo do caminho de terra. Olhando bem, reparei então numas pequenas luzes. Fiquei pensativo porque demorei-me a fumar, enquanto observava por onde andava e não as tinha visto. Continuou dizendo que tinha chegado há pouco a casa. As ovelhas tinham demorado mais tempo do que o normal.

Perguntou-me se queria ajuda. Expliquei-lhe a minha situação. Disse-me que por agora seria impossível chegar ao destino. De noite era dificil perceber onde devia virar para chegar perguntou-me se ia ficar no carro a dormir. Respondi-lhe que sim, claro. Não teria outra alternativa. Propos-me então estacionar no terreno dele. Ficava mais abrigado, que nunca se sabia quem passava na estrada. Receoso, acabei por aceitar.

Se bem que ele não esperou a resposta. Já tinha aberto a porta do pendura para entrar e mostrar o caminho. Situação bastante constrangedora, mas já tinha outra hipótese.

A casa dele era construída em madeira. Parecia um daqueles chalés pre-fabricados. A frente da casa era de uma beleza inimaginável. Uns degraus paraterraço coberto de buganvilias multicolores. Umas pequenas luzes escondidas pelo meio das flores, uma mesa e 4 cadeiras de madeira, umas velas de citronela acesas sobre a mesa e um banco/baloiço no canto esquerdo. A porta da casa ficava ao centro deste cenário. Meio entreaberta, deixava fugir um delicioso perfume a sopa.

Saímos do carro e sem falar, dirigiu-se para rás, abriu o porta-bagagens, pegou na minha mala e disse-me que já que ali estava, podia tomar um banho e jantar com ele. Assim teria companhia para jantar. Andou em direcção à casa, continuando a falar: “Eu levo isto para dentro. Senta aí fora enquanto acabo a sopa. Já te trago uma cerveja. Tens um cinzeiro na gaveta pequenina.” E mais umas coisas que já não ouvi porque já tinha entrado.

Um cenário inimaginável. Estava ali com um estranho, que surgiu do nada, que me cativou pela beleza, certo, mas que enerrava tantos mistérios que não sabia como reagir.

Voltou a sair com duas cervejas. Ficou de pé, no cimo dos degraus, de mão esticada para me estender a cerveja e disse-me rindo: “Vais ficar especado aí? Ou vens sentar-te e descansar?”

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Ivo Costa

≺Fevereiro 8, 2009 ≺ 9 Comentários

I always wondering if there is a portuguese gay porn star. Well I discover it. It names is Ivo Costa and is very sexy! Don’t you think?

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