Denominiamo il predestination il dio perpetuo del decreto per cui ha avuto affinchè la merce determini che cosa riguardo ad ogni uomo ha desiderato che è accaduto. Di conseguenza esso non ha desiderato per generare a tutti nello stato identico; in opposizione, la vita perpetua precommanded ad un; ad altri, la convinzione perpetua. Di conseguenza, come ogni è stato generato per altro un o uno di queste due destinazioni, così diciamo che una predestined o per la vita, o la morte. (Calvin)
Malgrado mine o la relativa bibbia ha omesso un versicle in cui era, della forma così chiara e così valida, dichiarato che la volontà del dio è quella tutti gli uomini sono sicuri, così esattamente, la I e voi testardo conoscerebbero e crederebbero la persona cieca ed in questo. L'espressione più grande di tutta era esattamente questa la vita del carpentiere che ha vissuto nel Galiléia di quei heathen, così accosentente assolutamente al carattere di buon, dio piacevole e perfetto, che egli stesso in aramaico ha denominato papa.
In questo alcuno non ha novità, dopo che tutto questa sia stata l'intenzione del dio trasmettere Jesus, non smette di giudicare (per condannare) l'uomo (umanità) ma la conserva.
In questo modo uno diventa inoltre impossible (un periodo che già era inutile) da conciliare l'affermazione biblica con i rifornimenti citati di Calvin, quello dice essere il fondness il fantasma santo per generare gli uomini per il perdição.
Estragga per capire, dio, della forma alcuni, se vedesse la parte anteriore le due volontà stanti in conflitto, come è affermatoed avrebbe non appena all'OPT al relativo desiderio di glory - che se rilevasse nel giudizio dei pecadores, qualcosa come che una dimostrazione potere ed autorità. Non, il dio non è della forma nessuno questo monster! Il glory del dio è esattamente nella relativa debolezza per conservare i pecadores e quant0 più si trasformano in esso, più glory.
Calvin sostiene che il predestination sarebbe necessario in modo che la salvezza se non secondo le marche per mezzo del favore e dei workmanships. A proposito, Calvin circonda questa dottrina con un campo estratto così ragionevole, che nel caso quel qualcuno da osare alla fuga di esso corre il rischio serio di, per questo stesso motivo, non fare parte del gruppo ristretto di scelga.
Il versicle biblico che il alicerça questa rovina theological è in 9:16 Romans:
End of
Translation
"Portanto, isso não depende do desejo ou do esforço humano, mas da misericórdia de Deus."
Me parece que essa passagem é muitas vezes mal interpretada.
De que dependeria então a salvação? Qual a sua causa? Se a causa está no homem, seria uma questão de merecimento, mas se está em Deus, seria mera graça. E nessa passagem fica claro que a causa primeira da salvação está em Deus, em sua misericórdia. Mas será que Deus não tem misericórdia de todos?
Dois capítulos adiante Paulo mesmo irá afirmar no versículo 32:
Pois Deus colocou todos sob a desobediência, para exercer misericórdia para com todos.
Deus é Deus de misericórdia e ele quer exercer misericórdia para com todos os homens assim como que ele quer que todos sejam salvos, independente do que signifique o "todos" no versículo acima.
Mas será que a misericórdia de Deus dependeria só de um desejo soberano e arbitrário divino?
A própria Bíblia mais uma vez nos aponta o caminho para resposta, em certa passagem ela diz que "aquele que encobre suas transgressões nunca prosperará, mas aquele que as confessa e deixa alcançará misericórdia". Isso está também de acordo com passagens que afirmam que Deus dá graça aos humildes. Ou seja, existe evidentemente o lado humano, não que cause a misericórdia divina, mas que a alcança. Nesse caso, a vontade humana se afina com a vontade divina:
"a um coração humilhado e contrito Tu não desprezarás"; e
"todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo".
É evidente porém que essa humildade, essa confissão e abandono do pecado, não dependem inteiramente do desejo e do esforço humanos. Por outro lado também, Deus não poderia provocá-las nos homens. O Espírito Santo convence, e até mesmo contende com o homem (mas não para sempre), e nunca jamais o forçará, nem determinará (provocará) sua decisão.
"não por força nem por violência, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos exércitos".
Sobre esse aspecto a Bíblia é por demais clara, não são as ameaças ou os açoites nem mesmo a dor que nos levam ao arrependimento: "A bondade de Deus que nos conduz ao arrependimento". Deus não nos predestina ao arrependimento, ele não nos induz, não nos força, ele nos conduz. O dicionário Aurélio fornece uma definição precisa e rica para o verbo conduzir, que traz clareza ao sentido dos papéis divinos e humanos na conversão:
Ir na companhia de, guiando, orientando, e/ou em sinal de respeito, ou de cortesia; levar: A criança conduzia o cego.
Como uma criança que conduz um cego. Como cegos, vamos com nossas próprias pernas e forças, mas temos Deus nos segurando a mão. A cada passo sente-se a misericórdia que se condiciona somente à sinceridade de um coração contrito.
Por isso Romanos 11:32 está corretíssimo, não depende nem do querer nem do esforço do pecador. Muito pelo contrário, depende sim de sua total rendição. O esforço é convertido em fraqueza e quebrantamento, o próprio querer é convertido em abnegação e pelo deixar-se levar.
Por isso Romanos 11:32 não exclui absolutamente o querer nem o esforço humanos, só afirma que a salvação não dependerá primordialmente deles. Apenas reforça a idéia de que se não fosse a misericórdia divina o querer e esforços humanos seriam em vão; ou em outras palavras, o homem pode querer e até mesmo se esforçar para ser salvo, mas se não alcançar a misericórdia divina, não adianta de nada. Se seu esforço e querer não redundarem num arrependimento sincero, que precisamente significa a rendição de seu querer e esforço próprio, tudo será em vão.
Foi Cristo mesmo quem afirmou de forma paradoxal:
Porque o que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, mas o que perder a sua vida por amor de mim e do Evangelho, salvá-la-á.
Notemos que Jesus não afirma ser necessário querer perder, mas sim a ação de perdê-la (querendo ou não) é que produz o resultado. Ao contrário, na perdição da primeira afirmativa, o querer desempenha o papel determinante. Quem está preocupado em salvar sua vida irá perdê-la. Simplesmente querer salvar a própria vida pode ter raízes por demais egoístas. Por isso não depende de quem quer.
Na salvação a escolha ou arbítrio humano não deriva de uma ação, necessariamente lógica, nem de sua vontade (querer), mas vem necessariamente da fé. Ele está perdido, logicamente a salvação seria melhor que a perdição, ele poderia porém ver-se ou não perdido e necessitado de ajuda. Se quiser ser salvo e se esforçar para isso, perder-se-ia, mas se, escolher clamar (a Deus) por socorro, em um simples ato de fé, (e isso se dá de várias e diferentes formas, em várias e diferentes situações e períodos de vida) será salvo.
O quer viria antes então, a fé ou a escolha humana? Não poderia ambas virem juntas? Não seria o ato de fé, já uma escolha moral, como alguém que escolhe dar ou não crédito a determinado indivíduo?
Essa atitude deixa transparecer tanto a fé como as obras da pessoa. Como ensinou são Tiago:
"uma pessoa é justificada por obras, e não apenas pela fé."
E nisso a escolha humana, visto que somos agentes e temos uma escolha, desempenha um papel fundamental e não a (pré) escolha divina. Uma vez que Esse já escolheu, por si, que todos sejam salvos, será agora a escolha do indivíduo que determinará seu próprio futuro.
Essa liberdade de escolha nunca foi tirada ou perdida pelo homem. Tanto antes da queda, lhe era possível escolher comer ou não do fruto da árvore da vida, como após a queda lhe foi ainda possível. Tanto antes da conversão, como após a conversão o homem continua livre para escolher se alimentar ou não da Vida. Por que a Vida é o próprio Deus, é Cristo, é o Logos, presente, entre nós.
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