Donderdag, 21 Augustus, 2008
Zaterdag, 2 Augustus, 2008
Een nieuwe tijd
Ik loop met een goede sensatie van dat nieuw en zeer groot iets dit pra om te gebeuren me.
Hier ben ik gezet van de kant van het ben van mijn flat in Bloemrijke, die deze post van mijnlaptop novinho typt, die ik gisteren kocht. Een oude droom… nu was ik mobiel… reeds maakte ik alle steunen die ik nodig had, vind ik dat reeds ik alles wat wilde ik installeerde, kan ik definitief vender mijnDesktop en het schrijven-bureau die ik van één oude kamergenoot Ha zo vele jaren erfte, en dat sindsdien hij vallend aan stukken… komt
E-I am die over mijn reis proBrazilië denkt… sinds dat veranderde ik voordelen Verenigde Staten, Ha bijna 10 jaar, dat ik niet de mogelijkheid gaf 15 dagen meer dan om over te gaan die in Brazilië worden gevolgd. Wanneer ik daar voor voldoende tijd stouw was ik een gedwongen situatie, dat wilde ik niet… dat in plaats van het inhaleren aan me, het me onderdrukte. Van dit keer niet… van dit keer ben ik volledig van plannen, volledig van dromen… U zeer gelukkige!
Who houdt van me nog voor aih, tevreden… zij verdraaien voor me. Ik kom terug om het nieuws te geven!
Kussen!
Hier ben ik gezet van de kant van het ben van mijn flat in Bloemrijke, die deze post van mijnlaptop novinho typt, die ik gisteren kocht. Een oude droom… nu was ik mobiel… reeds maakte ik alle steunen die ik nodig had, vind ik dat reeds ik alles wat wilde ik installeerde, kan ik definitief vender mijnDesktop en het schrijven-bureau die ik van één oude kamergenoot Ha zo vele jaren erfte, en dat sindsdien hij vallend aan stukken… komt
E-I am die over mijn reis proBrazilië denkt… sinds dat veranderde ik voordelen Verenigde Staten, Ha bijna 10 jaar, dat ik niet de mogelijkheid gaf 15 dagen meer dan om over te gaan die in Brazilië worden gevolgd. Wanneer ik daar voor voldoende tijd stouw was ik een gedwongen situatie, dat wilde ik niet… dat in plaats van het inhaleren aan me, het me onderdrukte. Van dit keer niet… van dit keer ben ik volledig van plannen, volledig van dromen… U zeer gelukkige!
Who houdt van me nog voor aih, tevreden… zij verdraaien voor me. Ik kom terug om het nieuws te geven!
Kussen!
Zondag, 13 Juli, 2008
citaten…
Een razend gemaakte brief wordt geschreven die voor een Braziliaan die ik zeer bewonder, en dat incrivelmente het zegt nauwkeurig aangezien ik me voel. E bekijkt die mensen noch als… het weet :)
ZIJ WILLEN DAAR HEN NIET BINNEN
Ik ben in de lijn van de snackbar. Dit het aankomen mijn tijd om te zeggen wat ik wil eten. Ogenblik van spanning. Noodzakelijk om snel te zeggen aan, zeer snel of waitress van de doos het gaat me lelijk bekijken, alsof ik een dierlijke onhandige vreemdeling en, onbekwaam was om het gekke ritme van het Amerikaanse leven te volgen. De indruk die ik heb is dat mijn film dit in langzame camera en van hen in snel-voorwaarts. Achter de lijn de Amerikaan van het noorden, nog zeer jonge jonge vrouw, zonder duidelijke reden voor deze haast allen, grunhe: „Vertraag ook, te langzaam.“
De truc is dit: pra die om te ontspannen als u het leven meer, elke keer meer, tot de grens van insuportável kunt drukken. Hij is geen toa dat dit de landmoeder van de depressie en de bezorgdheid is. U bindt TV en ziet een kalmerende aankondiging, na dat die elkaar adverteert waar de spreker vraagt: u hebt niemand niet pra aan proces? Wij hebben de beste advocaten.
End of
Translation
Het verwerkt reeds. Num outro canal, há uma campanha para orientar o que eles chamam de gastadores compulsivos, que não conseguem controlar suas despesas, estourando os limites dos seus cartões de credito. Logo depois vemos uma promoção de uma lareira digital, onde crepitarão chamas eternas e virtuais na sua TV de plasma, dando a impressão de que estão aquecendo seu lar completamente vazio de vida.
O mundo material é perfeito. As maçanetas são perfeitas. Os copos são perfeitos. A água que você bebe vem de rios exóticos da Polinésia. O bife vem do Japão e não tem nervos, é macio como um pudim. É o reino da coisificação. Mas infelizmente as relações humanas deixam muito a desejar. A caixa do supermercado desabafa: “Eu nasci em NY, infelizmente. Você tem sorte de ter nascido no Brasil”.
Não deve ser a opinião do diretor do filme “Turistas Go Home”. Nessa película grotesca que assisti por curiosidade em NY, nosso povo é categorizado como sendo basicamente formado por prostitutas, assaltantes e ladrões de órgãos humanos. Discordo da corrente que rola na internet querendo fazer um boicote ao filme. Pelo contrário, acho que todos devíamos ver para entender a visão preconceituosa que os americanos tem do Brasil. Nas palavras de um dos personagens do filme: “Você vem pro Brazil achando que vai encontrar diversão, gente bonita e praia e acaba caçado por assassinos como um animal”. Quanta injustiça. Nosso povo é doce e carinhoso, sobretudo com os estrangeiros. “Turistas Go Home” deveria ser o nome do filme sobre um brasileiro que visita os EUA. A cada momento, a cada olhar, a cada frase, no mutismo agressivo dos taxistas, os americanos do norte parecem dizer que não estão contentes com a nossa presença ali.
O cúmulo foi um táxi que peguei. O taxista disse que não iria me deixar onde eu queria mas me deixaria muito próximo pois esse era o trajeto da casa dele. Era praticamente um favor que me prestava. Um favor pago em dólares.
Fui assistir a belíssima performance de Julianne Moore no teatro. No palco era discutida justamente a virulência do império americano, a guerra no Iraque. Havia uma senhora muito afetada sentada atrás de mim, usando um chapéu pomposo e antiquado. Subitamente ela agarrou meu pescoço e ombros e disse firmemente no meu ouvido: “Cabeça parada! Assim não consigo ver o espetáculo.” Ela sequer queria que eu me movimentasse na cadeira. Mas aos poucos fui me dando conta da absurda violência quando a ouvi dizer: “Olha a cara dele, vê se eu consigo me comunicar com alguém que se apresenta assim. É isso que dá, qualquer um paga 50 dólares e tem o direito de se sentar num teatro como esse.” A impaciência e o preconceito por não sermos iguais a eles nos fazem sentirmos como intrusos num lugar em que não conhecemos os códigos.
Tempo é dinheiro e por isso é preciso ter pressa. No Central Park a mulher faz jogging ao mesmo tempo que empurra o carrinho do bebe. A pobre criança chora em bicas incomodada com a vertigem daquela estranha montanha russa. Deve ser assim que se fabrica mais um americano estressado. Mas a mãe não pode parar, ou então seus batimentos cardíacos caem e ela deixa de queimar os seus carboidratos. Pobre mulher. Precisava conhecer a Bahia. Precisava que alguém lhe dissesse no ouvido com a voz melosa de um soteropolitano: Relaxe!
Meu avião pousa no Rio. Respiro aliviado. Reconheço na pele a brisa quente e úmida do trópico. Apanho um táxi. Depois de acostumar a vista com a riqueza e elegância Nova Iorquina, os problemas do terceiro mundo gritam aos olhos: miséria e mais miséria, violência, desigualdade social, os edifícios cada vez mais feios parecendo banheiros gigantes. O motorista do táxi resolve me contar a sua vida toda no trajeto até a minha casa. Quando ele me deixa na minha porta já sei que sua mulher tem um amante. Nessa parte de baixo da América, ao contrário da parte de cima, é impossível passar incólume entre os seres humanos.
Afinal estamos aqui para nos relacionar. Ainda bem. Nada como voltar ao Brasil para reconhecer o valor maior que a vida tem aqui: o calor humano, a troca permanente da gente que vive aqui. Agora entendo melhor quando Tom Jobim dizia: “Viver no primeiro mundo é uma maravilha, mas é uma M... Viver no Brasil é uma M..., mas é uma maravilha.”
Carmo Dalla Vecchia - Feb/11/2007
ZIJ WILLEN DAAR HEN NIET BINNEN
Ik ben in de lijn van de snackbar. Dit het aankomen mijn tijd om te zeggen wat ik wil eten. Ogenblik van spanning. Noodzakelijk om snel te zeggen aan, zeer snel of waitress van de doos het gaat me lelijk bekijken, alsof ik een dierlijke onhandige vreemdeling en, onbekwaam was om het gekke ritme van het Amerikaanse leven te volgen. De indruk die ik heb is dat mijn film dit in langzame camera en van hen in snel-voorwaarts. Achter de lijn de Amerikaan van het noorden, nog zeer jonge jonge vrouw, zonder duidelijke reden voor deze haast allen, grunhe: „Vertraag ook, te langzaam.“
De truc is dit: pra die om te ontspannen als u het leven meer, elke keer meer, tot de grens van insuportável kunt drukken. Hij is geen toa dat dit de landmoeder van de depressie en de bezorgdheid is. U bindt TV en ziet een kalmerende aankondiging, na dat die elkaar adverteert waar de spreker vraagt: u hebt niemand niet pra aan proces? Wij hebben de beste advocaten.
Translation
O mundo material é perfeito. As maçanetas são perfeitas. Os copos são perfeitos. A água que você bebe vem de rios exóticos da Polinésia. O bife vem do Japão e não tem nervos, é macio como um pudim. É o reino da coisificação. Mas infelizmente as relações humanas deixam muito a desejar. A caixa do supermercado desabafa: “Eu nasci em NY, infelizmente. Você tem sorte de ter nascido no Brasil”.
Não deve ser a opinião do diretor do filme “Turistas Go Home”. Nessa película grotesca que assisti por curiosidade em NY, nosso povo é categorizado como sendo basicamente formado por prostitutas, assaltantes e ladrões de órgãos humanos. Discordo da corrente que rola na internet querendo fazer um boicote ao filme. Pelo contrário, acho que todos devíamos ver para entender a visão preconceituosa que os americanos tem do Brasil. Nas palavras de um dos personagens do filme: “Você vem pro Brazil achando que vai encontrar diversão, gente bonita e praia e acaba caçado por assassinos como um animal”. Quanta injustiça. Nosso povo é doce e carinhoso, sobretudo com os estrangeiros. “Turistas Go Home” deveria ser o nome do filme sobre um brasileiro que visita os EUA. A cada momento, a cada olhar, a cada frase, no mutismo agressivo dos taxistas, os americanos do norte parecem dizer que não estão contentes com a nossa presença ali.
O cúmulo foi um táxi que peguei. O taxista disse que não iria me deixar onde eu queria mas me deixaria muito próximo pois esse era o trajeto da casa dele. Era praticamente um favor que me prestava. Um favor pago em dólares.
Fui assistir a belíssima performance de Julianne Moore no teatro. No palco era discutida justamente a virulência do império americano, a guerra no Iraque. Havia uma senhora muito afetada sentada atrás de mim, usando um chapéu pomposo e antiquado. Subitamente ela agarrou meu pescoço e ombros e disse firmemente no meu ouvido: “Cabeça parada! Assim não consigo ver o espetáculo.” Ela sequer queria que eu me movimentasse na cadeira. Mas aos poucos fui me dando conta da absurda violência quando a ouvi dizer: “Olha a cara dele, vê se eu consigo me comunicar com alguém que se apresenta assim. É isso que dá, qualquer um paga 50 dólares e tem o direito de se sentar num teatro como esse.” A impaciência e o preconceito por não sermos iguais a eles nos fazem sentirmos como intrusos num lugar em que não conhecemos os códigos.
Tempo é dinheiro e por isso é preciso ter pressa. No Central Park a mulher faz jogging ao mesmo tempo que empurra o carrinho do bebe. A pobre criança chora em bicas incomodada com a vertigem daquela estranha montanha russa. Deve ser assim que se fabrica mais um americano estressado. Mas a mãe não pode parar, ou então seus batimentos cardíacos caem e ela deixa de queimar os seus carboidratos. Pobre mulher. Precisava conhecer a Bahia. Precisava que alguém lhe dissesse no ouvido com a voz melosa de um soteropolitano: Relaxe!
Meu avião pousa no Rio. Respiro aliviado. Reconheço na pele a brisa quente e úmida do trópico. Apanho um táxi. Depois de acostumar a vista com a riqueza e elegância Nova Iorquina, os problemas do terceiro mundo gritam aos olhos: miséria e mais miséria, violência, desigualdade social, os edifícios cada vez mais feios parecendo banheiros gigantes. O motorista do táxi resolve me contar a sua vida toda no trajeto até a minha casa. Quando ele me deixa na minha porta já sei que sua mulher tem um amante. Nessa parte de baixo da América, ao contrário da parte de cima, é impossível passar incólume entre os seres humanos.
Afinal estamos aqui para nos relacionar. Ainda bem. Nada como voltar ao Brasil para reconhecer o valor maior que a vida tem aqui: o calor humano, a troca permanente da gente que vive aqui. Agora entendo melhor quando Tom Jobim dizia: “Viver no primeiro mundo é uma maravilha, mas é uma M... Viver no Brasil é uma M..., mas é uma maravilha.”
Carmo Dalla Vecchia - Feb/11/2007
Jeff Dunham
A dica foi do meu amigo Ale, que sempre dá as melhores dicas de standup comedy.
E eu que achava que ventriliquos já não existiam mais.... Esse é Jeff Dunham, um ventriloquo americano que tem 7 personagens diferentes... talentosíssimo!! Pra quem de vcs conhece inglês, procurem no YouTube, assistam todos! É de chorar de rir.
Uma palhinha:
Parte 2
Parte 3
Os outros personagens são: Walter, Melvin the Superhero, Jose Jalapeño (on a stick), Achmed the Dead Terrorist, Sweet Daddy Dee, and Bubba J.
E eu que achava que ventriliquos já não existiam mais.... Esse é Jeff Dunham, um ventriloquo americano que tem 7 personagens diferentes... talentosíssimo!! Pra quem de vcs conhece inglês, procurem no YouTube, assistam todos! É de chorar de rir.
Uma palhinha:
Parte 2
Parte 3
Os outros personagens são: Walter, Melvin the Superhero, Jose Jalapeño (on a stick), Achmed the Dead Terrorist, Sweet Daddy Dee, and Bubba J.
blog 1, blog 2, blog 3...
Acho que foi simplesmente ter achado o blog do Carmo e ter lido um pouco dele, que tenha me dado de novo vontade de começar a escrever aqui. Muita coisa anda acontecendo, mais dentro da minha cabeça do que fora.
O trabalho vai médio. Não tem nenhum evento de verdade até setembro e estar dentro do escritório é meio complicado com a batalha de egos que sempre acontece por ali. Mas os meus problemas são amiores do que isso e enquanto eu não decidir de verdade pra que rumo eu quero levar a minha vida o melhor a fazer é mesmo baixar a cabeça e tocar adiante.
Eu penso que um dia eu vou descobrir alguma coisa que eu adoro e que me dê chance de ganhar dinheiro... Esse emprego foi uma tentativa, ainda que frustrada. Mas eu sigo tentando... Agora to fazendo um blog da empresa... quem sabe não me dá um certo ânimo...
O trabalho vai médio. Não tem nenhum evento de verdade até setembro e estar dentro do escritório é meio complicado com a batalha de egos que sempre acontece por ali. Mas os meus problemas são amiores do que isso e enquanto eu não decidir de verdade pra que rumo eu quero levar a minha vida o melhor a fazer é mesmo baixar a cabeça e tocar adiante.
Eu penso que um dia eu vou descobrir alguma coisa que eu adoro e que me dê chance de ganhar dinheiro... Esse emprego foi uma tentativa, ainda que frustrada. Mas eu sigo tentando... Agora to fazendo um blog da empresa... quem sabe não me dá um certo ânimo...
Wednesday, June 4, 2008
IQ Test
Eu fiz um teste the QI... Olha o que deu...

Free-IQTest.net - Free IQ Test
E olha o que eu achei online:
IQ Description % of Population
130+ Very superior 2.2%
120-129 Superior 6.7%
110-119 High average 16.1%
90-109 Average 50%
80-89 Low average 16.1%
70-79 Borderline 6.7%
Below 70 Extremely low 2.2%
Não é que eu sou inteligente mesmo?? :) Gostei!

Free-IQTest.net - Free IQ Test
E olha o que eu achei online:
IQ Description % of Population
130+ Very superior 2.2%
120-129 Superior 6.7%
110-119 High average 16.1%
90-109 Average 50%
80-89 Low average 16.1%
70-79 Borderline 6.7%
Below 70 Extremely low 2.2%
Não é que eu sou inteligente mesmo?? :) Gostei!
Thursday, May 29, 2008
David_Cook
Meu primeiro post sério vai com uma homenagem ao ganhador do American_Idol deste ano: David_Cook. Meu favorito entre todos os ganhadores dos 7 anos do programa.
Só pra dar um gostinho... Olha o menino em ação...
Billie Jean, De Michael Jackson, na versão de Chris Cornell
Always be my baby, de Mariah Carey, na versão de David_Cook
Eu adoro!!!
Só pra dar um gostinho... Olha o menino em ação...
Billie Jean, De Michael Jackson, na versão de Chris Cornell
Always be my baby, de Mariah Carey, na versão de David_Cook
Eu adoro!!!
blog novo, vida nova
Eu andava com vontade de começar a blogar de novo, mas já não queria mais o blog antigo. Nem toda a bagagem que ele carregava. Vai ficar no ar como lembrança, mas daqui pra frente - blog novo, vida nova.
Meu irmão é que vai ficar orgulhoso de mim...
Nunca vi, como adora deletar blogs e começar tudo de novo... :)
Meu irmão é que vai ficar orgulhoso de mim...
Nunca vi, como adora deletar blogs e começar tudo de novo... :)
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