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Zaterdag, 6 van Februari 2010

De regendruppels houden dalend op Mijn Hoofd

Omdat ik vrij ben,

Het zwemt ongerust maakt zich me!

Maar het heeft een ding, I die ik heb gekend,

Droefheid dat zij me hadden gestuurd

Het zal me niet verslaan;

Omdat u is hij vrij, keus:

origineel, behandeld met ster of legendado.

Het gaat niet zeer vertragen,

Het geluk van Prá om me te vinden

De „regendruppels houden Fallin op Mijn Hoofd“

donderdag, 4 van Februari 2010

God de toekomst zou kennen? (16)

180px-Jean_Calvin [1] Wij roepen predestination de eeuwige besluitGod waarvoor het voor goed had om te bepalen wat betreffende de elke mens het wilde dat het gebeurde. Daarom het het wilde niet om aan allen in gelijke voorwaarde te creëren; in tegenstelling, precommanded het eeuwige leven aan degenen; aan anderen, de eeuwige overtuiging. Daarom zoals elke voor één of een andere één van deze twee bestemmingen werd gecre�ërd, dus zeggen wij dat men predestined of voor het leven, of de dood was. (Calvin)

Ondanks mijn of zijn Bijbel liet versicle waar men, van zo duidelijke en zo krachtige vorm weg, verklaarde dat de wil van God dat is alle mensen zijn veilig, dus precies, zou I zou zou en u koppig blinde persoon en in dit kennen en geloven. De uitdrukking het grootst van allen was precies dit het leven van de timmerman die in Galiléia van heathen degenen leefde, zo absoluut akkoord gaand met het karakter van de goede, prettige en perfecte God, die hij zelf in aramaico papa riep.

In dit wat heeft geen nieuwigheid, nadat dit alles de bedoeling van God was om Jesus te sturen, ophoudt niet beoordelend (te veroordelen) de man (het mensdom) maar bewaar het.

Op deze wijze wordt één ook onmogelijk (een tijd die reeds) onnodig was om de Bijbelse bevestiging met levering in overeenstemming te brengen die van Calvin wordt aangehaald, die om zegt te zijn fondness het heilige spook om mensen voor perdição te creëren.

Mijn om te begrijpen, God, van vorm wat, als op het twee het strijdig zijn testament zou zien uitzien, zoals het wordt bevestigd, en het zou zodra om aan zijn wens van glorie hebben te opteren - die als het in het oordeel van pecadores zou onthullen, iets zoals dat een demonstratie om te kunnen en gezag. Niet, is de God niet van vorm niets dit monster! De glorie van God is precies in zijn te bewaren zwakheid pecadores, en hoeveel meer zij het, meer glorie worden.

Calvin debatteert dat predestination zodat de redding noodzakelijk zou zijn als niet volgens door middel van de gunst en workmanships maakt. Door de manier, omringt Calvin deze doctrine met een zo zinnig ontgonnen gebied, dat voor het geval dat somebody durven om van het te ontsnappen het ernstige risico van, om deze zelfde reden, om geen deel van de uitgezochte groep in werking stelt uit te maken verkiest.

Bijbelse versicle dat alicerça deze theologische ruïne is in 9:16 Romeinen:

End of
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"Portanto, isso não depende do desejo ou do esforço humano, mas da misericórdia de Deus."

Me parece que essa passagem é muitas vezes mal interpretada.

De que dependeria então a salvação? Qual a sua causa? Se a causa está no homem, seria uma questão de merecimento, mas se está em Deus, seria mera graça. E nessa passagem fica claro que a causa primeira da salvação está em Deus, em sua misericórdia. Mas será que Deus não tem misericórdia de todos?

Dois capítulos adiante Paulo mesmo irá afirmar no versículo 32:

Pois Deus colocou todos sob a desobediência, para exercer misericórdia para com todos.

Deus é Deus de misericórdia e ele quer exercer misericórdia para com todos os homens assim como que ele quer que todos sejam salvos, independente do que signifique o "todos" no versículo acima.

Mas será que a misericórdia de Deus dependeria só de um desejo soberano e arbitrário divino?

A própria Bíblia mais uma vez nos aponta o caminho para resposta, em certa passagem ela diz que "aquele que encobre suas transgressões nunca prosperará, mas aquele que as confessa e deixa alcançará misericórdia". Isso está também de acordo com passagens que afirmam que Deus dá graça aos humildes. Ou seja, existe evidentemente o lado humano, não que cause a misericórdia divina, mas que a alcança. Nesse caso, a vontade humana se afina com a vontade divina:

"a um coração humilhado e contrito Tu não desprezarás"; e

"todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo".

É evidente porém que essa humildade, essa confissão e abandono do pecado, não dependem inteiramente do desejo e do esforço humanos. Por outro lado também, Deus não poderia provocá-las nos homens. O Espírito Santo convence, e até mesmo contende com o homem (mas não para sempre), e nunca jamais o forçará, nem determinará (provocará) sua decisão.

"não por força nem por violência, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos exércitos".

Sobre esse aspecto a Bíblia é por demais clara, não são as ameaças ou os açoites nem mesmo a dor que nos levam ao arrependimento: "A bondade de Deus que nos conduz ao arrependimento". Deus não nos predestina ao arrependimento, ele não nos induz, não nos força, ele nos conduz. O dicionário Aurélio fornece uma definição precisa e rica para o verbo conduzir, que traz clareza ao sentido dos papéis divinos e humanos na conversão:

Ir na companhia de, guiando, orientando, e/ou em sinal de respeito, ou de cortesia; levar: A criança conduzia o cego.

Como uma criança que conduz um cego. Como cegos, vamos com nossas próprias pernas e forças, mas temos Deus nos segurando a mão. A cada passo sente-se a misericórdia que se condiciona somente à sinceridade de um coração contrito.

Por isso Romanos 11:32 está corretíssimo, não depende nem do querer nem do esforço do pecador. Muito pelo contrário, depende sim de sua total rendição. O esforço é convertido em fraqueza e quebrantamento, o próprio querer é convertido em abnegação e pelo deixar-se levar.

Por isso Romanos 11:32 não exclui absolutamente o querer nem o esforço humanos, só afirma que a salvação não dependerá primordialmente deles. Apenas reforça a idéia de que se não fosse a misericórdia divina o querer e esforços humanos seriam em vão; ou em outras palavras, o homem pode querer e até mesmo se esforçar para ser salvo, mas se não alcançar a misericórdia divina, não adianta de nada. Se seu esforço e querer não redundarem num arrependimento sincero, que precisamente significa a rendição de seu querer e esforço próprio, tudo será em vão.

Foi Cristo mesmo quem afirmou de forma paradoxal:

Porque o que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, mas o que perder a sua vida por amor de mim e do Evangelho, salvá-la-á.

Notemos que Jesus não afirma ser necessário querer perder, mas sim a ação de perdê-la (querendo ou não) é que produz o resultado. Ao contrário, na perdição da primeira afirmativa, o querer desempenha o papel determinante. Quem está preocupado em salvar sua vida irá perdê-la. Simplesmente querer salvar a própria vida pode ter raízes por demais egoístas. Por isso não depende de quem quer.

Na salvação a escolha ou arbítrio humano não deriva de uma ação, necessariamente lógica, nem de sua vontade (querer), mas vem necessariamente da fé. Ele está perdido, logicamente a salvação seria melhor que a perdição, ele poderia porém ver-se ou não perdido e necessitado de ajuda. Se quiser ser salvo e se esforçar para isso, perder-se-ia, mas se, escolher clamar (a Deus) por socorro, em um simples ato de fé, (e isso se dá de várias e diferentes formas, em várias e diferentes situações e períodos de vida) será salvo.

O quer viria antes então, a fé ou a escolha humana? Não poderia ambas virem juntas? Não seria o ato de fé, já uma escolha moral, como alguém que escolhe dar ou não crédito a determinado indivíduo?

Essa atitude deixa transparecer tanto a fé como as obras da pessoa. Como ensinou são Tiago:

"uma pessoa é justificada por obras, e não apenas pela fé."

E nisso a escolha humana, visto que somos agentes e temos uma escolha, desempenha um papel fundamental e não a (pré) escolha divina. Uma vez que Esse já escolheu, por si, que todos sejam salvos, será agora a escolha do indivíduo que determinará seu próprio futuro.

Essa liberdade de escolha nunca foi tirada ou perdida pelo homem. Tanto antes da queda, lhe era possível escolher comer ou não do fruto da árvore da vida, como após a queda lhe foi ainda possível. Tanto antes da conversão, como após a conversão o homem continua livre para escolher se alimentar ou não da Vida. Por que a Vida é o próprio Deus, é Cristo, é o Logos, presente, entre nós.

Leia também:

O que penso da predestinação (ou respondendo Clóvis – 2)
Conheceria Deus o futuro? (parte 3)

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Somos agentes, temos uma escolha

antony-flew-1-sized[1] Sobre essa matéria o filósofo Antony Flew, que tornou-se conhecido como ateísta, trouxe-nos uma análise por demais profunda e séria, após sua metanóia.

Outro assunto sobre o qual mudei de idéia foi o do livre-arbítrio, da liberdade humana. Ele é importante porque a questão sobre se somos livres reside no centro de todas as religiões principais. Em meus primeiros es­critos antiteológicos, chamei a atenção para a incongruên­cia do mal que existe no universo criado por um Ser oni­potente e de perfeita bondade. A explicação dos teístas para essa evidente incongruência foi que Deus dá o livre-arbítrio aos humanos, e que todos os males, ou a maioria deles, são devidos ao mau uso que fazemos dessa dádiva perigosa, mas que o resultado final será uma soma de be­nefícios maiores, o que de outra forma não seria possível. Fui o primeiro a rotular isso de defesa do livre-arbítrio.

Mas seja exposta como um debate entre livre-arbítrio e predestinação, ou, em adaptação secular, livre-arbítrio e determinismo, a questão sobre se temos livre-arbítrio é de fundamental importância. Respondi, tentando tra­tar do assunto das duas maneiras, introduzindo uma posição que agora é conhecida como compatibilismo. Os incompatibilistas dizem que o total determinismo é in­compatível com o livre-arbítrio. Os compatíbilistas, por outro lado, sustentam que tanto é válido dizer que uma pessoa fará uma escolha, e que o significado dessa futura escolha é conhecido de antemão por uma futura parte interessada, como também que livres escolhas podem ser tanto livres como escolhas, mesmo quando são causadas fisicamente, ou quando o fato de serem feitas foi deter­minado por alguma lei da natureza.

Ainda sustentando que as pessoas fazem livres esco­lhas, nos últimos anos cheguei a admitir que não pode­mos, ao mesmo tempo, acreditar que essas livres esco­lhas são causadas fisicamente. Em outras palavras, o compatibilismo não funciona. […]

Somos agentes, temos uma escolha e somos capa­zes de fazer algo além daquilo que realmente fazemos. Quando fazemos uma fundamental distinção entre movi­mentos e impulsos, tornamo-nos capazes de explicar o igualmente fundamental conceito de ação. Um movimen­to pode ser iniciado ou cancelado ao comando da vonta­de, um impulso não pode. O poder do movimento é um atributo de pessoas, enquanto entidades incapazes de consciência ou intenção só podem manifestar-se através de impulso. Agentes são criaturas que, precisamente por serem agentes, não podem deixar de fazer escolhas: es­colhas entre os cursos alternativos de ação ou inação que de vez em quando se abrem para eles, escolhas reais en­tre possibilidades alternativas genuínas. Agentes, em seu papel de agentes, nada podem fazer a não ser escolher uma de duas ou de muitas opções que em certas ocasiões estão disponíveis para eles.

O importante, na distinção entre os movimentos en­volvidos em uma ação e os impulsos que constituem um comportamento obrigatório, é que esse comportamento é fisicamente obrigatório, enquanto o sentido, a direção e o caráter de ações, por uma questão de lógica, necessaria­mente não podem ser fisicamente obrigatórios — e na verdade não são. Desse modo, torna-se impossível sus­tentar a doutrina do universal determinismo fisicamente obrigatório, a doutrina que diz que todos os movimentos do universo, até mesmo o movimento corporal humano, assim como os impulsos, são determinados por causas físicas fisicamente obrigatórias.

À luz de minha deserção do total compatibilismo, muito do material que publiquei sobre o livre-arbítrio, ou livre escolha, tanto em contextos religiosos como se­culares, requer revisão e correção. Sendo que o assunto aqui se refere à segunda das três questões que Kant rotu­lou de as mais importantes da filosofia — Deus, liberda­de e imortalidade —, devo dizer que minha mudança sobre essa questão é tão radical quanto minha mudança a respeito da questão de Deus. […]

Quanto ao argumento do desígnio, observei que todas as entidades do universo, mesmo as mais complexas, os seres humanos, são produtos de forças mecânicas e físi­cas inconscientes.

Nesse debate [com William Lane Craig, em 1998], reafirmei minha opinião de que um Deus onipotente podia fazer seres humanos de uma tal forma que eles livremente escolheriam obedecê-lo. Isso significa que a tradicional defesa do livre-arbítrio não pode negar que Deus predestina todas as coisas até as livres escolhas. Sempre senti repulsa pela doutrina da predes­tinação, que sustenta que Deus predestina a maioria dos seres humanos à condenação. Assuntos importantes desse debate foram a rejeição de Craig às tradicionais idéias de predestinação e sua defesa do livre-arbítrio. Craig sus­tentava que Deus age diretamente sobre efeitos, não so­bre causas secundárias, e que desse modo é impossível, para Ele, criar um mundo de criaturas genuinamente ca­pazes de livre escolha e que só fazem o que é certo. Citou passagens da Bíblia que enfatizam que Deus deseja que "todas as pessoas sejam salvas" — por exemplo, II Pedro 3:9. Muito recentemente, descobri que John Wesley, que considero um dos grandes filhos de meu país, liderara uma acirrada discussão contra a predestinação e a favor da alternativa arminianista, particularmente em seu prin­cipal artigo "Predestination Calmly Discussed". Também compreendo que muitos intérpretes bíblicos de hoje vêem os escritos de São Paulo sobre a predestinação como se referindo ao papel de indivíduos específicos nas obras da igreja e não a sua salvação ou condenação.

extraído de "Um ateu garante: Deus existe - as provas incontestáveis de um filósofo que não acre­ditava em nada" Antony Flew com Roy Abraham Varghese

Não precisamos de mais problemas

Não se sabe ao certo quanto custou aos cofres argentinos a guerra das Malvinas (Falklands) em 1982; aos cofres britânicos subtraíram-se 2,5 bilhões de libras.

Ao todo morreram 258 ingleses e 649 argentinos, a esses se somaram nos 20 anos subseqüentes mais 264 veteranos ingleses e 450 veteranos argentinos que cometeram suicídio por TETP.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Amor intenso

Bertrand_Russell_1950[1] A rejeição de Russell a Deus não foi motivada apenas por fatores intelectuais. Em My Father, Bertrand Russell, sua filha, Katharine Tait, escreve que ele não entrava em nenhuma discussão séria sobre a existência de Deus: "Eu não podia nem mesmo falar com ele sobre religião". O desgosto de Russell por esse assun­to era, aparentemente, causado pelo tipo de crentes reli­giosos que ele conhecera. "Gostaria de ter podido con­vencer meu pai de que eu encontrara o que ele estivera procurando, aquele algo inefável pelo qual, por toda a vida, ele nunca deixou de ansiar. Eu gostaria de ter podi­do persuadi-lo de que a busca por Deus não precisa ser em vão. Mas era impossível. Ele conhecera um número grande demais de cristãos cegos, sombrios moralistas que tiravam a alegria da vida e perseguiam seus opositores. Nunca seria capaz de ver a verdade que eles escondiam."

Tait, no entanto, acredita que toda a vida de Russell foi uma busca por Deus. "Em algum lugar, no fundo da mente de meu pai, nas profundezas de sua alma, havia um espaço vazio, que um dia fora preenchido por Deus, e ele nunca encontrou alguma coisa que pudesse voltar a preenchê-lo." Ele tinha "a sensação de não ter lugar neste mundo". Em um trecho pungente, Russell uma vez escre­veu: "Nada pode penetrar a solidão do coração humano, a não ser a alta intensidade do tipo de amor que os mestres religiosos têm pregado".

fonte: em Deus existe de Antony Flew