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Мы существуем для того чтобы воспеть бога и послужить одни к другим в влюбленности Christ. Мы хотим быть благословением в своей жизни. Оно come back другие времена! «Сердце человека может сделать планы, но некоторый ответ из губ, котор оно приходит г-н». Высказывания, 16:1.

13/11/2009

Сенаторы денонсируют supposed маневр в проекте голосуя то criminaliza homofobia

Сенаторы Marcelo Crivella (PRB-RJ), большой Malta (ЕЖЕДНЕВНАЯ ПОЛУЧКА) и Valter Pereira (PMDB-MS) денонсировали в пленарном заседании в этом маневре среды (11) предположенном в утверждении, для комиссии Assuntos Sociais (CAS), в последнем вторнике, проекта который репрессирует различение против гомосексуалистов, постаретом и недостаточном.
Предложение (PLC 122/06), авторства после этого члена палаты представителей Iara Bernardi, было approved in the form of предложенная замена для репортера, сенатор Fátima Cleide (PT-RO). Вещество теперь будет расмотрено комиссиями прав человека и Legislação Participativa (CDH) и конституции, правосудия и Cidadania (CCJ), перед следовать за для голосовать в пленарном заседании. По мере того как оно было доработано в сенате, проект come back к палате представителей.
Crivella рецензировало голосовать ходатайства для того чтобы suspend аудитории на рассматриваемом вопросе, состязательно, и включение проекта как экстренн-директива деталя. Для сенатора, в форме по мере того как он было approved, проект неконституционн, в виду того что, сво увидеть, отказывает христианок right of свободно выражение.
- Это ранит всего священника, всего священника, всего чабана; оно ранит всего отца, всего гражданина который хочет научить к сынку которого homossexualismo будет согрешением. Оно не может больше потому что оно начинает быть злодеянием - оно сказало.
Большой Malta вспомнил что голосовать к pressas проекта в пленарном заседании уже был attemped в декабре last year. В своей оценке, предложение создает «целомудренное специальное одно».
- Ссора не вероисповедна. Одно о проекте неконституционного закона. Нам нужно debate вопрос с обществом, и эта обязательно дом для того чтобы проголосовать с обществом - оно сказало.
Valter Pereira, в свою очередь, наблюдало что проект может foment, также, конфликты между родителями и дети, дети случая, котор гомосексуалисты решают спросить образование которое получило от стандартов родителей в соответствии с heterosexuals.
- Это вещество будет одобрено для этой дома и если президент не к вету, ему идет в устанавливать их в международном anedotário -, то она сказало.
Оно голосует НЕ в Enquete: Click ЗДЕСЬ
Источник: Сенат агенства

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Плюс поет в небе - Джордж Rehder умирает

Конец Переводa Щелкните здесь для того чтобы перевести текст пoслe етoй точки. Depois de uma dura batalha contra o câncer, faleceu na madrugada de sábado para domingo, 8 de novembro, o compositor evangélico Jorge Rehder. Um homem que marcou a história da música protestante brasileira. Das mais de 130 canções que o poeta compôs e gravou, estão “Barnabé”, “Rei das Nações”, “Em todo tempo”, muitas delas gravadas pelos Vencedores por Cristo e Grupo Logos. Além de suas canções, Jorge Rehder tem parcerias de composições com Guilherme Kerr, Nelson Bomilcar, João Alexandre, Carlos Sider e Jorge Camargo. Deus convidou Jorge para compor canções ao lado de compositores que também escreveram com raríssima propriedade sobre o verdadeiro Evangelho de Jesus, tais como Janires (falecido em 1988) e Sérgio Pimenta (1987).
Rehder tinha 54 anos e fazia parte da equipe pastoral da 1ª Igreja Evangélica Projeto Raízes, no bairro de Pompéia, em São Paulo, onde também coordenava o Ministério de Louvor daquela congregação. Ele foi um dos grandes nomes do Vencedores Por Cristo (VPC), onde iniciou sua carreira musical. Fundado no final da década de 1960 pelo pastor americano Jaime Kemp, recém chegado ao Brasil na ocasião, o VPC mudou para sempre a cara da Igreja Brasileira, com composições, letras e arranjos brilhantes de um grupo de “poetas geniais”. Rehder nasceu em 1956 em São Paulo e trabalhava como dentista. Era também um dos fundadores da Associação de Músicos Cristãos (AMC). Há anos participava como palestrante do Seminário de Adoração, Louvor e Música (Salmus), onde falava freqüentemente sobre Relacionamento e Liderança na equipe de Louvor.
O CD solo lançado em 2008, Porto Esperança (acompanhe abaixo o vídeo), marcou seus 35 anos de ministério. Jorge era casado com Marilda e pai de duas jovens, Marina e Carol. Foram elas e toda sorte de amigos que o acompanharam na descoberta da doença, um câncer de próstata, e depois quando o tumor atingiu o estômago. Desde sua morte, tem surgido centenas de homenagens na internet.
Jorge Rehder representou o melhor de um artista cristão. Sua vida não foi em vão. Suas composições também são imortais.
"É bom saber que um dia a gente vai se ver de novo”. Um de seus parceiros musicais mais freqüentes, o também compositor Nelson Bomilca, disse durante o culto de sepultamento de seu amigo (realizado na sede do Projeto Raízes na tarde de segunda-feira, 9 de novembro), que “a Associação dos Poetas Verdadeiramente Vivos está aumentando lá no céu”.
Diversos nomes respeitados da música evangélica no país, dentre esses Gerson Ortega e Adhemar de Campos, também estiveram na cerimônia fúnebre. “Havia aceitação da vontade de Deus, mas muita tristeza entre todos. Ele era muito querido, mesmo!” disse um dos presentes.
Acessando o site de Nelson Bomilcar, você poderá conhecer um pouco do pensamento de um dos servos de Deus mais talentosos que pisou nessa terra, ouvindo suas palavras durante uma entrevista concedida ao amigo Bomilcar em 2005. Entre outras sábias palavras, Rehder repreende o músico que julga ter um ministério superior a qualquer outro na Igreja.
Nelson Bomilcar diz: "Abro neste espaço um momento para uma curta nota e comunicado. Jorge Rehder, querido amigo, irmão, pastor e compositor dos maiores da história da música cristã brasileira se foi para os braços do Pai. Foi promovido à presença eterna do Senhor."
Fonte: Bíblia World Net

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12/11/2009

Devocional da semana - Culto Doméstico

Uma família que ora e estuda a Palavra de Deus diariamente é fortalecida para enfrentar as dificuldades e vencer os embates da vida. Há grandes benefícios a serem colhidos por essa preciosa prática - DOMINGO: Ct 1-4; SEGUNDA: Ct 5-8; TERÇA: 1Rs 5-7; QUARTA: 1Rs 8-10; QUINTA: 1Rs 11-13; SEXTA: 1Rs 14-16; SÁBADO: 1Rs 17-19.

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10/11/2009

A Parábola dos Tipos de Solos

Desde os tempos de Jesus as parábolas são um poderoso instrumento para apresentar lições profundas a partir das coisas mais simples da vida colocando-as ao alcance de todos.
O capítulo 13 de Mateus é marcado por sete notáveis parábolas. Sete notáveis ilustrações da verdade espiritual são aqui apresentadas pelo Mestre dos mestres, com base na observação da criação. Jesus usa as figuras mais comuns para ensinar as verdades mais profundas e extraordinárias.
Segundo Warren Wiersbe, a parábola do semeador não começa com “o reino dos céus é semelhante...”, pois descreve como o reino começa: com a pregação da Palavra de Deus, o plantio de uma semente no coração das pessoas.
A semente é a Palavra de Deus; os vários tipos de solo representam os diferentes tipos de coração; e os resultados diversos refletem respostas diferentes à pregação da Palavra de Deus. Jesus explicou esta parábola para que não houvesse qualquer dúvida quanto a seu significado.
Mas por que comparar a Palavra de Deus a semente?
Porque a Palavra é “viva e eficaz” (Hb 4.12). Ao contrário das palavras dos homens, a Palavra de Deus é vida que pode ser concedida àqueles que creem.
A verdade de Deus deve ser arraigar no coração, ser cultivada e estimulada a produzir frutos.
Como já afirmamos, a parábola do semeador descreve quatro tipos de solos, que apontam para quatro tipos de coração ou quatro diferentes reações à Palavra de Deus. Jesus disse que o semeador saiu a semear e ao semear parte da semente caiu à beira do caminho, outra caiu entre as pedras, outra entre os espinheiros e finalmente, a última parte caiu em solo fértil (Mt 13.1-23).
A semente é a Palavra de Deus, pois, como uma semente, a Palavra possui vida e poder (Hb 4.12) e é capaz de produzir frutos espirituais (Gl 5.22, 23). Mas a semente não pode fazer coisa alguma até que seja plantada (Jo 12.24). Quando alguém ouve e entende a Palavra, a semente é plantada no coração. O que acontece depois depende do tipo de solo.
Jesus chamou essa parábola de “parábola do semeador” (Mt 13.18), mas também poderia ser chamada de “parábola dos tipos de solos”. A semente sem solo não dá frutos, e o solo sem semente é praticamente inútil. O coração humano é como o solo: se é devidamente preparado, pode receber a Palavra de Deus e produzir colheita abundante.
Jesus nos descreve quatro tipos de coração, sendo que três deles não produziram fruto. Nos três tipos de solo nos quais a semente ficou improdutiva, ela enfrentou resistência: Os homens, as aves, as pedras e os espinhos resistiram à semente. Mas, no solo fértil ela frutificou de forma surpreendente, produzindo a trinta, sessenta e a cento por um. Como podemos classificar esses solos?
1. O coração insensível a Palavra de Deus –
Esse solo representa a pessoa que ouve a Palavra, mas logo permite que o diabo leve a semente embora.
Meus amados, J.C.Ryle disse que podemos escutar um sermão com corações endurecidos, como chão batido “à beira do caminho”, sem preocupação, sem cuidado, sem refletir sobre o estado de nossa própria vida.
A mensagem sublime do evangelho pode ser exposta diante de nós, e podemos ouvir dos sofrimentos que Cristo passou em nosso favor com total indiferença. Como um assunto em que não temos nenhum interesse.
Tão rápido as palavras chegam aos nossos ouvidos, satanás pode arrancá-las de nós, e então, regressarmos aos nossos lares como se nem estivéssemos ouvido algum sermão.
Infelizmente existem muitos ouvintes desse tipo! Deles pode-se dizer, tal como foi dito acerca dos ídolos: “Têm olhos e não veem; têm ouvidos e não ouvem” (Sl 135. 16,17). A verdade parece não exercer efeito sobre o coração deles.
Mas como esse coração tornou-se tão duro assim?
No texto paralelo relatado por Lucas, nos diz que a semente que caiu à beira do caminho foi pisada pelos homens (Lc 8.5) e comida pelas aves (Mt 13.4).
O caminho ao qual o texto se refere, normalmente era uma trilha que cortava um campo e dividia os canteiros e o trânsito de pessoa e animais, em que o solo ficava endurecido.
Uma estrada tem um chão duro e batido pelo tropel da multidão que vem, que vai e que passa. Nessa corrida constante daqueles que vêm e que vão, a semente não encontra guarida. Assim, são os corações endurecidos, insensíveis, impenetráveis. Eles não são receptivos à Palavra de Deus.
Os corações ficam endurecidos porque se tornam passarela da humanidade, estrada congestionada onde as multidões entram, saem e passam. Desses corações o diabo arrebata a semente e neles a verdade não frutifica.
Tudo o que entra pelos ouvidos e pelos olhos acaba dentro do coração, de modo que devemos ter cuidado com o que deixamos passar pelo caminho de nosso coração.
Antonio Vieira disse que a semente que o diabo tem pressa em comer é aquela que os homens pisam. Eles a pisam porque têm medo de receber essa semente. Têm medo de serem transformados por ela. Há ouvintes que rejeitam a mensagem e escarnecem do mensageiro. Esses são corações duros como o chão batido!
2. O coração superficial a Palavra de Deus –
Em várias regiões da terra santa, é possível encontrar um substrato de calcário coberto com uma camada fina de terra. O broto que cresce neste solo, não possuem raízes profundas, e, por isso, as diferentes temperaturas, a força do vento, o calor escaldante do sol contribui para planta murchar.
O sol representa as dificuldades pelas quais todos os que se dizem cristãos devem passar, a fim de provar sua fé. O sol é bom para as plantas quando estas têm raízes profundas. As adversidades da vida aprofundam as raízes do verdadeiro cristão, mas acaba por expor a superficialidade do falso cristão.
A semente que caiu no meio das pedras descreve um coração raso e superficial. É o ouvinte que se comove com facilidade e aceita a mensagem prontamente, mas seu interesse vai morrendo e não há continuidade (Ver João 8.31, 32). A semente chega a brotar, mas não tem umidade suficiente para crescer e frutificar. Não tem espaço para a planta criar raízes e se alimentar.
Há muitos corações que demonstram entusiasmo com a verdade e por um tempo parecem ser pessoas animadas e até efusivas com a fé cristã; mas logo que chegam as provas, e as tribulações aparecem, essas pessoas se escandalizam, tropeçam, caem e secam. O coração superficial não frutifica.
São pessoas que demonstram apenas uma fé emocional e um entusiasmo passageiro. Seguem a Jesus enquanto tudo está bem. Mas quando o clarim da batalha é entoado, quando as lutas surgem no cenário de sua vida, logo desanimam e retrocedem.
Meus amados a mera apreciação de um sermão não é sinal da presença da graça divina em nossa vida. Milhares de pessoas em nossas igrejas são como os judeus dos dias de Ezequiel: “Eis que tu és para eles como quem canta canções de amor, que tem voz suave e tange bem; porque ouvem as tuas palavras, mas não as põem por obra” (Ez 33.32).
3. O coração afogado pelos cuidados da vida –
Aqui encontramos solo suficiente para as raízes se aprofundarem, mas não há espaço para a planta desenvolver-se e dar frutos. Fica sufocada, e os frutos não amadurecem. A semente que caiu no meio do espinheiro nasce, mas não cresce nem frutifica, pois os espinhos crescem juntos e sufocam a planta.
Esse solo representa um coração povoado por muitos interesses e cuidados. Os “cuidados, riquezas e deleites da vida” são como espinhos que impedem o solo de manter-se produtivo. Jesus nos diz que os cuidados do mundo e a fascinação das riquezas concorrem e disputam o mesmo espaço nesse coração que as coisas de Deus. Esse é um coração dividido e distraído com muitas coisas.
J. C. Ryle, diz que podemos ouvir um sermão aprovando cada palavra, e, no entanto, não tirar dele qualquer beneficio para nossa vida, em função da influência exercida pelo mundo sobre nós.
Nosso coração, tal como o solo recoberto de espinhos, pode se deixar afogar pelos cuidados, prazeres e propósitos desta vida. Permitindo que outras coisas venham ocupar o primeiro lugar em nossos afetos, e assim, sem o percebermos, tomar conta de todo nosso coração.
Tratam-se daquelas pessoas que querem servir a Deus, mas ao mesmo tempo estão apegadas ao mundo, são amigas do mundo e conforma-se com as coisas do mundo. Elas tentam servir a Deus e às riquezas e acabam murchando e perecendo.
Elas conhecem bem a verdade. Desejam fazer a vontade de Deus. Porém, não conseguem desistir de tudo que a vida pode oferecer por amor a Cristo. Elas não tomam a decisão de “buscar em primeiro lugar o reino de Deus”, e, por isso mesmo, acabam morrendo.
4. O coração que é boa terra, que frutifica –
A semente que caiu no solo fértil nasceu, cresceu, floresceu e frutificou a trinta, sessenta e cento por um. O solo estava preparado e nele não havia concorrentes. A semente encontrou acolhida e espaço para crescer e frutificar.
Diz a Palavra que mesmo em solos férteis a produção pode variar. Nem todos produzem a mesma quantidade de frutos (Mt 13.8), mas todo cristão verdadeiro produz algum tipo de fruto como prova de sua vida espiritual.
Uns produzem a trinta, outros a sessenta e outros a cem por um. Devemos ter um coração receptivo à Palavra. Não fomos salvos para sermos um campo estéril. Nós somos a lavoura de Deus. E Deus espera de nós frutos. Ele não se contenta com folhas. Ele não quer apenas propaganda de frutos, ele quer frutos, muitos frutos.
Portanto, deixemo-nos ensinar, alicerçados sobre esta parábola, que só há uma evidência de que estamos ouvindo corretamente a Palavra de Deus. A evidência é produzir frutos.
Alguns desses frutos consistem em arrependimento pelos seus pecados, fé no Senhor Jesus em todos os momentos da vida, dedicação à oração, humildade, amor cristão, mente e coração transformado (Gl 5.22, 23), ganhar pessoas para Cristo (Rm 1.13), contribuir financeiramente para a obra de Deus (Rm 15. 25-28), realizar boas obras (Cl 1.10), ter uma vida consagrada a Deus. Estas são as provas satisfatórias de que a semente da Palavra de Deus está realizando o trabalho que lhe é próprio em nosso coração.
Sem tais provas, a nossa religião é vã, por melhor que seja a nossa profissão de fé e disposição de mente, e não será melhor do que o bronze que soa ou o címbalo que retine. O próprio mestre disse: “Eu vos designei para que vades e deis frutos, e o vosso fruto permaneça” (Jo 15.16).
Não há outra porção nesta parábola que seja tão importante quanto esta. Jamais nos deveríamos contentar com uma ortodoxia infrutífera, ou a simples e fria manutenção de corretos pontos de vista teológicos.
Não podemos nos satisfazer somente com um conhecimento claro, com sentimentos calorosos e uma declarada profissão de fé. Devemos cuidar para que o evangelho que professamos, seja boa nova de Deus para nós todos os dias, que produza frutos em nossos corações e em nossas vidas. Nisto é que consiste o verdadeiro cristianismo.
As palavras do apóstolo Tiago deveriam soar frequentemente em nossos ouvidos: “Tornai-vos, pois, praticantes da palavra, e não somente ouvintes, enganando-se a vós mesmos” (Tg 1.22).
Que tipo de solo tem sido o seu coração? Há alguma coisa atrapalhando sua vida frutificar para Deus? Com que atitude você está ouvindo a Palavra de Deus domingo após domingo?
Meus amados não se enganem. Para chegar ao céu, é preciso algo mais do que ir à igreja regularmente aos domingos, frequentar as reuniões de oração no meio da semana, cantar no grupo de louvor, ser professor ou frequentador a Escola Dominical. A Palavra de Deus precisa ser acolhida em nosso coração e tornar-se a única regra de fé e conduta de nossas vidas. Ele deve produzir uma influência pratica sobre o nosso caráter, que se torne aparente no nosso comportamento exterior. Se não estivermos sucedendo assim, a pregação da Palavra servirá tão somente para aumentar ainda mais o nosso juízo diante de Deus.
Que Deus nos dê um coração aberto, receptivo, preparado para a boa semente e que nossa vida seja um canteiro fértil a produzir muitos frutos para a glória de Deus.

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Vestibular Unificado 2010

Chegou a sua oportunidade de estudar Teologia! Nos dias 01 a 31 de novembro estarão abertas as inscrições para o Vestibular Unificado da Igreja Presbiteriana do Brasil. A prova será aplicada no dia 18 de janeiro. Você já pode baixar o Manual do Candidato e fazer a sua inscrição para a prova. Você também pode ligar para a secretaria do Seminário (21 2201-6734) para obter mais informações. Aproveite para divulgar essa notícia para os seus amigos e também em sua igreja.

Seminário Simonton: “Você ora. Deus envia. Nós preparamos”.

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29/10/2009

O Mandato Missionário de Jesus

Sermão - TEMA: “O Mandato Missionário de Jesus”
TEXTO: Mateus 28.16-20

EXÓRDIO
Em seu livro “Ide e Fazei Discípulos”, o professor de Missiologia Roger Greenway conta “o caso do grande pregador que perdeu uma grande oportunidade”. Segundo Roger, certo dia, quando seu amigo e companheiro de missão Richard DeRidder, estava tomando o café da manhã em sua casa, em Colombo, Sri Lanka, o telefone chamou. Era o pastor de uma das maiores igrejas da cidade. Ele era um homem nos seus 55 anos de idade aproximadamente e ocupava uma posição de influência e liderança na sua denominação. A igreja a qual servia era grande e bem sucedida, mas não estava engajada na evangelização ou no sustento missionário. O pastor parecia perturbado. “Richard,” disse ele, “há um monge budista na minha porta dizendo que quer se tornar cristão. O que é que devo fazer com ele? Richard sugeriu que o pastor explicasse àquele monge que o Deus que criou a terra e os céus providenciou a salvação para os pecadores por meio da graça e fé em Cristo Jesus. “Mas, Richard,” replicou o pastor, “eu não sou bom nesse tipo de coisa. Você não poderia vir aqui e cuidar disso? Richard foi até à casa do pastor logo que pôde. Ali encontrou um monge budista que contou uma história fascinante. Ele havia secretamente estudado a Bíblia por muitos anos. Havia feito cursos bíblicos por correspondência usando o nome e endereço de uma outra pessoa, para que os outros monges não descobrissem o que ele estava fazendo. Finalmente, decidiu se tornar um cristão e procurou imediatamente por um ministro do evangelho. O monge não sabia nada a respeito das diversas denominações ou igrejas, então escolheu a maior delas na principal rua da cidade e pediu para ver seu pastor. Infelizmente, diz Roger: este, não se sentiu preparado para apresentar as verdades básicas do evangelho a pedido de um líder de uma outra religião[1].

EXPOSIÇÃO
Os cinco versículos do texto do evangelho que lemos a pouco falam do mandado[2] missionário fundamentado nas Palavras de Jesus. Eles formam a conclusão do evangelho segundo Mateus. Começam com uma referência quanto ao número dos discípulos que eram onze, pois Judas já não mais estava entre eles, já havia se retirado para enforcar-se como nos diz o (27.5). “Então, Judas, atirando para o santuário as moedas de prata, retirou-se e foi enforcar-se”. Os versículos anteriores aos que lemos (6-15), narram a morte, ressurreição de Jesus, seu aparecimento às mulheres e aos discípulos na Galiléia conforme já havia previsto no versículo (26.32), “Mas depois da minha ressurreição, irei adiante de vós para a Galiléia.” Esse texto de (26.32), está relacionado aos versículos (16,17) que lemos onde os discípulos após passarem para o lugar ordenado por Jesus vendo-o “o adoraram; mas alguns duvidaram.” Isso porque a notícia de que o corpo de Jesus havia sido roubado, já havia chegado a todos os ouvidos. A passagem encerra-se narrando-nos algumas das últimas palavras de nosso Senhor Jesus Cristo sobre a terra tendo como principal público alvo os seus discípulos[3]. E como todas as palavras dEle, essas também exigem e merecem nossa especial atenção. Nesta manhã, olharemos para esse texto, com o objetivo de identificar alguns dos principais do:

Mandato[4] Missionário de Jesus

Frase de transição: vejamos de acordo com o texto, o mandato missionário de Jesus:
1 – Sua Autoridade - direito ou poder de ordenar- (v.18)
“Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda autoridade me foi dada no céu e na terra”. Podemos interpretar essa frase como uma alusão a um dom que ele recebeu como o Mediador Ressurreto, ou como uma recompensa pela concretização da obra medianeira, pela Sua expiação[5], e não está errado, pois Seu caráter e suas obras justificam Sua reinvindicação[6]. Mas nela, Jesus está mesmo reivindicando todo o poder e o direito de exercê-lo, assim como já havia feito uma declaração bastante parecida muito antes de sua morte e ressurreição na parte “a” do versículo 27 do capítulo 11 “Tudo me foi entregue por meu Pai”. Porventura não exercia ele também durante os dias de sua humilhação, poder sobre todas as enfermidades, sobre a fome, demônios, ventos e ondas, corações humanos e até mesmo sobre a morte? Porventura não demonstrou ele isso em muitas ocasiões? Sim, mas existe uma importante diferença. De algum modo antes de seu triunfo sobre a morte, o uso desse dom estava sempre restringido de algum modo. (Ex: ao curar o leproso disse: “... não digas a ninguém...” 8.4; na cura de dois cegos “... acautelai-vos de que ninguém o saiba...” 9.30.) Pois Jesus agora torna conhecida essa reivindicação, para que quando comissiona seus discípulos a que proclamem o evangelho por todo o mundo, eles saibam que a cada momento, a cada dia, podem contar com ele. Não só isso, mas esses discípulos e os que seguem após eles devem exigir que cada um, em todas as esferas da vida, reconheçam com júbilo a Jesus como Senhor dos senhores e Rei dos reis. E é mediante à sua autoridade que Jesus dá uma relevante incumbência aos seus discípulos. A autoridade de Jesus é um dos princípios fundamentais da Igreja Reformada. Os reformadores sustentavam e defendiam a posição, antagonicamente[7] às pretensões do papado sobre a Igreja por entenderem que sobre a mesma, somente Cristo é o único Comandante e Chefe. No entanto, esse não era o único problema de autoridade na Igreja, pois mais tarde, as Igrejas tiveram que enfrentar uma nova batalha em prol da chefia de Jesus em oposição às infundadas invasões do estado. Tais como o papado, o estado, isto é: o rei, ambos alegavam ser chefes visíveis da Igreja. E aqueles que se empenharam nessa batalha, deixaram claro que reconheciam Cristo como único Rei da Igreja.[8] É evidente na Escritura que o poder da Igreja não é um poder independente e soberano, mas, sim, um poder ministerial (de serviço), derivado de Cristo e subordinado à Sua autoridade soberana sobre a Igreja. E esse poder deve ser exercido em harmonia com a Palavra de Deus e sob a direção do Espírito Santo, por meio de ambos os quais Cristo governa Sua Igreja, e em nome do próprio Cristo como Rei da Igreja que somente Ele é. Assim como aos seus onze discípulos, devemos entender como Igreja de Cristo, que é Ele a autoridade máxima. Ele está acima da liderança da Igreja visível.

Frase de transição: o segundo mandato missionário de Jesus:
2 – Sua Incumbência - comissão/ordem (v. 19-20a).
“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado”. (Ide) se opõe a não ide. Ide (portanto) porque seu Senhor que é digno de toda obediência de todas as pessoas assim ordenou. Indo, [9] façam discípulos em todos os lugares. É a ordem do Mestre. Não é precisamente façam conversos, ainda que o último, façam conversos esteja certamente implícito. Porque fazer discípulo significa pôr maior ênfase sobre o fato de que tanto a mente quanto o coração e a vontade devem ser conquistados para Deus. Um discípulo é um aluno, um aprendiz. Os seguidores de Cristo devem então proclamar a verdade e a vontade de Deus ao mundo, para que os pecadores se tornem conscientes de sua condição, acerca de Deus, seu amor, sua lei e seu plano de redenção. E a verdade aprendida deve ser praticada para que se permaneça nela. Nos versículos (19,20), fazer discípulos é o verbo principal. Os verbos seguintes batizar e ensinar estão subordinados ao fazer. Mas ao fazer novos discípulos, os discípulos de Jesus devem sempre considerar que o poder de Cristo sobre a Igreja é real e abrangente, e consiste na pregação fiel da Palavra[10] e na correta administração dos Sacramentos[11] por Ele instituídos. E conforme o texto nos ensina, o batismo acontece não somente no nome do Deus Trino[12], mas por causa do Seu nome. Simboliza que através da Igreja o batizando esteja ligado a Ele. Na sua ordem natural, o batismo acontece após a evidência de arrependimento genuíno e de possuir os conhecimentos básicos do cristianismo. A pessoa já foi ensinada antes de recebê-lo e continuará sendo ensinada após, porque o ensinar precede e segue o batismo. De acordo com o texto o ensinamento não deve ser interrompido. “ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado”. Todos os ensinamentos de Jesus. Fazer discípulos é “Fazer aprendizes. Discípulo não é aquele que já aprendeu, mas que está aprendendo sempre, pois os dias de escola do cristão nunca se acabam[13]”. E no evangelho segundo Marcos 16.15 encontramos paralelamente as seguintes palavras de Jesus: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura”. Nesta ordem, repassada a autoridade de Jesus, está claro que os discípulos devem ir a todas as pessoas e pregar o evangelho sem nenhuma distinção a fim de levá-las ao arrependimento e ao reconhecimento de Jesus como salvador prometido; e os que recebiam a Cristo pela fé deveriam ser batizados em nome do Deus Trino[14], como sinal e selo do fato de que tinham entrado numa nova relação com Deus e nesta qualidade, tinham o dever de viver de acordo com as leis do Reino de Deus; deveriam ser colocados sob o ministério da Palavra, não meramente como proclamação das boas novas, mas como exposição dos privilégios e deveres da nova aliança. Mediante as palavras de Jesus. “Todos os crentes têm por obrigação sustentar as ordenanças religiosas onde já estiverem estabelecidas e contribuir, por meio de suas orações e ofertas e por seus esforços, para a dilatação do reino de Cristo por todo o mundo[15]”. A incumbência de fazer discípulos dada por Jesus aos seus onze discípulos, chegou até nós através deles. E como Igreja, não temos apenas o dever e a responsabilidade de desempenhá-la, mas somos naturalmente constrangidos pelo Espírito Santo sempre, porque não decidimos evangelizar, e sim não podemos deixar de fazê-lo. E essa era a motivação apostólica. Em (Atos 4.20), encontramos o relato sobre Pedro e João sendo impedidos de pregar e eles responderam: “... não podemos deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos”. Como líderes e futuros líderes que somos, precisamos testarmo-nos e descobrir se somos de fato capazes de ensinar as verdades da fé cristã às pessoas que não a conhecem, sem nenhuma distinção.

Frase de transição: o mandato missionário de Jesus aos seus discípulos se destaca pela Sua autoridade, pela incumbência dada aos seus discípulos e também pela:
3 – Sua Promessa - ato de prometer.
Ele diz no versículo (v. 20b) “E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século”. No seu nascimento Jesus foi chamado “Emanuel” (Deus Conosco). E agora promete estar espiritualmente com seus discípulos até o fim dos tempos, isto é: até à sua volta. Estará com eles especificamente no cumprimento da responsabilidade de ensinar Sua vontade à humanidade. Não há ambigüidade alguma no tocante a essa garantia[16]. Ela é um fato, marcada pela pessoa do próprio Jesus afirmando: ninguém pode estar convosco de forma tão plena, não apenas para sempre, mas “todos os dias”, ou dia após dia. Pense nesses dias que seguem um após o outro, cada um com suas próprias tribulações, problemas e dificuldades, mas cada dia também acompanhado de garantia onde a “minha graça é suficiente. Nunca deixarei nem esquecerei de vocês[17]”. Aqui, o Cristo ressurreto garante aos seus seguidores a maior conclusão que um livro poderia ter. É como se Ele dissesse: seja o que for que o futuro lhes reserve, estarei presente no Espírito que lhes enviará da parte do Pai até a consumação da era presente, quando haverá um novo começo, inaugurado pelo retorno do Senhor em glória. Essas palavras são acrescentadas por Jesus para o encorajamento dos discípulos. É o mesmo que: “E (Eu, que estou revestido de autoridade para dar essa ordem) estou convosco todos os dias até à consumação do século”. “É a promessa feita por Jesus quando tudo termina em relação ao Seu ministério como ressurreto. Ele não deixa a Igreja órfã, mas faz uma grande promessa[18]”. Creia que assim como aos onze discípulos, a nós também Jesus promete e cumpre estar presente. Na missão que temos como Igreja de proclamar as boas novas de salvação.

CONCLUSÃO
Vimos três importantes destaques que constituem o mandato missionário de Jesus para os seus discípulos e para nós, são eles: 1)Sua autoridade, 2)Sua incumbência e 3)Sua promessa. 1)Sua autoridade, porque a Ele tudo foi entregue pelo Pai; 2)Sua incumbência, porque com Sua autoridade recebida do Pai, ele comissionou os seus discípulos a darem seqüência ao seu trabalho, que se tornou mais tarde, através dos discípulos, incumbência de toda a Igreja cristã; 3)Sua promessa, porque nos garante Sua constante presença no desempenhar da nossa missão de fazer discípulos todos os dias, até a Sua volta. Para cumprirmos fielmente a ordem de Jesus, podemos fazer grandes movimentos, tais como: grandes campanhas e conferências missionárias em nossas igrejas, estádios e praças, bem como a utilização de veículos de comunicação em massa como: o rádio, a televisão, a internet e outros, ou até mesmo adotarmos um estilo de culto que seja considerado “evangelístico”, e muitas outras estratégias poderiam ser listadas e até mesmo utilizadas no intuito de causar grande impacto, gerando muitas conversões. Mas fazer discípulos, isto é: a verdadeira evangelização proposta por Jesus, começa de dentro para fora[19] principalmente, vivendo uma vida de adoração e intensa comunhão com Deus.
Meus amados, a Igreja deve caminha de joelhos. Portanto, devemos investir tempo na oração, e prepararmos-nos para ensinar, com fidedignidade[20] expondo a Palavra de Deus; pois é mediante a pregação fiel das Escrituras que, de forma inequívoca, faremos discípulos, para a glória de Deus e não para nossa.
Na história que contei em minha introdução, talvez aquele pastor – para muitos na atualidade – seria um referencial de ministério bem sucedido, pois se tratava do líder de uma das maiores igrejas da cidade. Mas embora ocupasse uma posição de influência em sua comunidade, não conseguiu acalentar um homem sedento por salvação. Embora exercesse a liderança na sua denominação, naufragou em conduzir um homem aos pés do Senhor. A igreja a qual servia era grande, bem sucedida e opulenta, mas não seu pastor não estava preocupado em cumprir o mandato do nosso Senhor: evangelizar os perdidos, fazer novos discípulos batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Não estava engajado no trabalho missionário.
Meus amados, esse imperativo de Jesus é para todos. Não podemos prescindir mandato tão magistral se nos consideramos verdadeiros embaixadores do Senhor.
Que o Espírito Santo nos capacite, inflame o nosso coração com o ardor missionário. Que o Senhor nos ajude e nos abençoe. AMÉM.

NOTAS
[1]GREENWAY, Roger. Ide e Fazei Discípulos: Introdução às Missões Cristãs. P. 146.
[2]FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Dicionário Prático da Língua Portuguesa. P.205. Mandamento, incumbência; ordem escrita que emana de autoridade.
[3]KÜMMEL, Werner George. Introdução ao Novo Testamento. 17a ed. São Paulo: Paulus, 1982. p. 125.
[4]Autorização ou procuração que alguém confere a outrem para, em seu nome, praticar certos atos.
[5]Delegação. Preceito ou ordem de superior para inferior.
[6]WENDRIKSEN, William. Comentário do Novo Testamento-Mateus. São Paulo: Cultura Cristã, 2001. P. 698.
[7]BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. Trad. Odayr Olivetti. Campinas: Cultura Cristã, 1990. p. 291.
[8]Contrariamente.
[9]Idem. p. 535.
[10]Aoristo 1, denota ação inacabada.
[11]Como proclamação do evangelho.
[12]CALVINO, João. As Institutas ou Tratado da Religião Cristã.v. IV. p. 4.
[13]Deus Pai, Filho e Espírito Santo.
[14]TASKER, R.V.G. Mateus-Introdução e Comentário. São Paulo: Vida Nova, 1980. p. 220.
[15]AGOSTINHO, Santo, Bispo de Hipona, 354-430. A Trindade. São Paulo: Paulus, 1994. p. 49. “o Pai, o Filho e o Espírito Santo não possuem na Trindade senão uma só e mesma unidade, uma só e mesma substância e uma só e mesma deidade”.
[16]CONFISSÃO DE FÉ DE WESTMINSTER. 17a ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2001. Cap. XXXV/IV. p.14.
[17]WENDRIKSEN, William. Comentário do Novo Testamento-Mateus. São Paulo: Cultura Cristã, 2001.P. 705.
[17]Baseado em João 14.18.
[18]MIRANDA, Osmundo Afonso. Estudos Introdutórios nos Evangelhos Sinóticos. São Paulo: Cultura Cristã, 1989.
[19]ANGLADA, Paulo. Antigas Doutrinas da Graça. São Paulo: Puritanos. p. 111.
[20]Qualidade de fidedigno, digno de fé.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
AGOSTINHO, Santo, Bispo de Hipona, 354-430. A Trindade. São Paulo: Paulus, 1994.
ALVES, Roberto. Gramática Grega do Novo Testamento. Nilópolis, RJ: Artes Gráficas Kirios Ltda, 1999.
ANGLADA, Paulo. Antigas Doutrinas da Graça. São Paulo: Puritanos.
BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. Trad. Odayr Olivetti. Campinas: Cultura Cristã, 1990.
BÍBLIA – ARA – Almeida Revista e Atualizada. Trad. de João Ferreira de Almeira. 2ª Ed. Barueri – SP: SBB, 1999.
BÍBLIA – BLH – Bíblia na Linguagem de Hoje. Versão OnLine 2.01 – São Paulo:SBB.
BÍBLIA – ARC – Almeida Revista e Corrigida. Trad. de João Ferreira de Almeira. Versão OnLine 2.01 – São Paulo: SBB.
BÍBLIA – NVI – Bíblia Nova Versão Internacional. São Paulo: Ed. Vida, 2003
BÍBLIA – Bíblia de Jerusalém. São Paulo: Paulus, 2004.
CALVINO, João. As Institutas ou Tratado da Religião Cristã. Trad. Waldyr Carvalho Luz. São Paulo: Casa Editora Presbiteriana, 1989. v.IV.
CONFISSÃO DE FÉ DE WESTMINSTER. 17a ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2001. Cap. XXXV/IV. p.14.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Dicionário Prático da Língua Portuguesa. 3a ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteita, 1993.
FRIBERG, Barbara. O Novo Testamento Grego Analítico. Trad. Adil Almeida de Oliveira. São Paulo: Vida Nova, 1987.
GINGRICH, F. Wilbur. Léxico do Novo testamento Grego/Português. Trad. Júlio P. T. Zabatiero. São Paulo: Vida Nova, 1984.
GREENWAY, Roger. Ide e Fazei Discípulos: Introdução às Missões Cristãs. Trad. Sônia Agreste. São Paulo: Cultura Cristã, 2001.
KÜMMEL, Werner George. Introdução ao Novo Testamento. 17a ed. São Paulo: Paulus, 1982.
MIRANDA, Osmundo Afonso. Estudos Introdutórios nos Evangelhos Sinóticos. São Paulo: Cultura Cristã, 1989.
MOULTON, Haroldo H. The Analytical Greek Lexicon Revised. EUA: Regency, 1978.
TASKER, R.V.G. Mateus-Introdução e Comentário. São Paulo: Vida Nova, 1980.
WENDRIKSEN, William. Comentário do Novo Testamento-Mateus. São Paulo:Cultura Cristã, 2001.

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Pluralidade e Verdade -- Reflexões sobre a Universidade Moderna

A pluralidade é um dos conceitos ícones da nossa geração e uma das marcas da moderna Universidade.[1] A idéia de diversidade está presente na sua história desde o início, mas ganhou novas conotações depois do Iluminismo.

As universidades surgiram graças a diferentes fatores, como atender à crescente demanda de pessoas em busca de educação, o desejo idealista de obter conhecimento, a resistência ao monopólio do saber pelos mosteiros, a vitalidade das escolas mantidas pelas catedrais e o desejo de reformar o ensino.[2] Todavia, elas tinham um objetivo comum, uma mesma missão, que era a busca do conhecimento unificado que permitisse a compreensão da realidade.
Universitas, na Idade Média, era um termo jurídico que, empregado para as escolas, significava um grupo inteiro de pessoas engajadas em ocupações científicas, isto é, professores e alunos. Só mais tarde o termo viria a significar uma instituição de ensino onde essas atividades ocorriam. Essa designação já aponta para a tarefa que pessoas diferentes tinham em comum: a busca da verdade em meio à pluralidade de compreensões. Esse alvo requeria uma síntese das diferentes visões e compreensões de mundo, um campo integrado que desse sentido aos mais diversos saberes. O princípio subjacente à criação das universidades, portanto, era procurar as verdades universais que pudessem unir as diferentes áreas do conhecimento. Daí o nome “universidade”.

Quando as universidades surgiram, a cosmovisão cristã que dominava a Europa fornecia os pressupostos para essa busca da unidade do conhecimento. Hoje, essa visão de mundo é excluída a priori em muitas universidades pelos pressupostos naturalistas, humanísticos e racionalistas que passaram a dominar o ambiente acadêmico depois do Iluminismo. Tais pressupostos não têm conseguido até o presente suprir uma base comum para as diferentes áreas do saber. A fragmentação do conhecimento tem sido um resultado constante na Academia, como se as diferentes disciplinas tratassem com mundos distintos, diferentes e contraditórios. Lamentavelmente, hoje, muitas universidades viraram multiversidades ou diversidades, abandonando a busca de um todo coerente, de uma cosmovisão que dê sentido e relacionamento harmônico a todos os campos de conhecimento.

Conforme Allan Harman escreve:

As universidades em geral não mais possuem um fator integrador. A palavra universidade” tem a idéia de unidade de conhecimento ou de abordagem. Derivada Do latim “universum” refere-se à totalidade ou integração. Claramente o conceito era de que, dentro de uma universidade, havia aderência a uma base comum de conhecimento que interligava o ensino em todas as escolas.[3]

Edgar Morin, intelectual francês contemporâneo, percebeu corretamente essa fragmentação do conhecimento e da educação nas diversas obras que tem publicado. Para ele,

... o sistema educativo fragmenta a realidade, simplifica o complexo, separa o que é inseparável, ignora a multiplicidade e a diversidade... As disciplinas como estão estruturadas só servem para isolar os objetos do seu meio e isolar partes de um todo. Eliminam a desordem e as contradições existentes, para dar uma falsa sensação de arrumação. A educação deveria romper com isso mostrando as correlações entre os saberes, a complexidade da vida e dos problemas que hoje existem. Caso contrário, será sempre ineficiente e insuficiente para os cidadãos do futuro.[4]

É evidente que existe uma grande pluralidade ou diversidade no mundo. A criação de Deus é plural, a humanidade feita à imagem dele é plural, as culturas são plurais, as idéias são plurais. Há uma enorme e fascinante diversidade na realidade que nos cerca. Para nós, essa impressionante variedade da existência deveria ser vista como uma expressão da riqueza, do poder e da criatividade de Deus, em nada comprometendo nossa busca na academia por verdades absolutas e universais.

As dificuldades surgem quando se confunde pluralidade com relativismo radical e absoluto. Esse último nega os conceitos de unidade, igualdade, harmonia e coerência que existem no mundo, entre idéias, pessoas e culturas. O relativismo total pretende desconstruir o princípio implícito de verdade absoluta, de valores, conceitos e idéias que sejam válidos em qualquer lugar e a qualquer tempo. Nesse sentido, a pluralidade se confunde com o relativismo que domina a mentalidade contemporânea, sendo entendida como a convivência de idéias e concepções contraditórias que devem ser igualmente aceitas, sem o crivo do exame da veracidade e sem que uma prevaleça sobre a outra, visto serem consideradas todas verdadeiras.

A pluralidade, entendida como diversidade, é muito bem-vinda. A enorme variedade que caracteriza nosso mundo não anula de forma alguma a existência de verdades gerais e universais. Quando a pluralidade é entendida como relativismo absoluto, surgem diversos problemas de natureza prática, como, por exemplo, a dificuldade de se viver o dia a dia de forma coerente com a crença de que tudo é relativo. Mesmo os relativistas mais radicais são obrigados a capitular diante da inexorável realidade: a vida só pode ser organizada e levada à frente com base em princípios, valores e leis universais que sejam observados e reconhecidos por todos.

Concordamos com Edgar Morin quanto à sua percepção da complexidade da vida e da existência.[5] Não negamos a grande contribuição que ele e outros autores trouxeram à compreensão da complexidade. Todavia, entendemos que o reconhecimento de que todas as áreas de atividades e conhecimento são complexamente interligadas reflete um propósito unificado e uma origem única, apontando para o Criador. É evidente que essa interligação das partes com o todo, e vice-versa reforça a possibilidade de se buscar princípios e valores universais que permeiam e regulam o universo de conexões e aderências.

Apesar de muitos preferirem ser “uma metamorfose ambulante”, como o Raul Seixas, dificilmente o ser humano consegue conviver em paz com o relativismo absoluto. Existe uma busca interior em cada indivíduo por coerência, síntese e unidade de pensamento, sem o que não se pode encontrar sentido na realidade, um lugar no mundo e nem mesmo saber por onde caminhar. Acreditamos que este ímpeto é decorrente da imagem de Deus no homem, um Deus de ordem, de propósitos, coerente e completo.

Para muitos, o ideal do pluralismo de idéias no ensino significa simplesmente que a Universidade deveria ser o local neutro onde todas as idéias e seus contraditórios tivessem igualdade de expressão, cabendo aos alunos uma escolha, ou não, daquelas que lhe parecerem mais corretas. Todavia, conforme bem escreveu Robert P. Wolff, a neutralidade da Universidade diante dos valores é um mito.[6] É inevitável o posicionamento ideológico diante das questões da vida e do conhecimento. Esse ponto é inclusive reconhecido, ainda que timidamente, pela Lei de Diretrizes e Bases, quando define as universidades confessionais como aquelas que “atendem a orientação confessional e ideologia específicas.”[7]

Algumas universidades de orientação confessional cristã têm procurado desenvolver um modelo acadêmico em que a busca da verdade seja feita a partir da visão de mundo cristã em constante diálogo com a pluralidade de idéias e com a diversidade de visões e entendimentos. Não é tarefa fácil diante do mundo pluralista em que vivemos, a ponto de que alguns têm defendido que as próprias universidades confessionais desistam desse ideal.

Diante do quadro de fragmentação do saber e do relativismo que domina, em várias instâncias, a mentalidade universitária, afirmamos a existência, a realidade e a importância da verdade, de conceitos que são universalmente válidos em todas as áreas do conhecimento e da vida. Aqui, afirmamos as seguintes “verdades sobre a verdade":[8]

A verdade é descoberta e não inventada. Ela existe independentemente do conhecimento que uma pessoa tenha dela.
A verdade é transcultural. Se algo é verdadeiro, será verdadeiro para todas as pessoas, em todos os lugares.
A verdade é imutável, embora a nossa crença sobre ela possa mudar. Ela permanece a mesma, o que é relativo é nossa percepção dela.
As crenças das pessoas não podem mudar a verdade, por mais honestas e sérias que sejam.
A verdade não é afetada pela atitude de quem a professa ou de quem a nega.

Reconhecemos a existência da diversidade, variedade, multiplicidade de idéias, conceitos, costumes, e que elas resultam dos diferentes ambientes vivenciais, experiências e culturas dos indivíduos. Todavia, questionamos a idéia de que pluralidade implica na total relativização da verdade, na dissolução do conceito de que existem idéias e valores absolutos, princípios e verdades espirituais, éticas, morais, epistemológicas universais.

Creio que o Cristianismo bíblico fornece o fundamento para a compreensão da realidade como um todo coerente, sempre levando em conta a fabulosa variedade da existência humana. A pluralidade, entendida como saudável diversidade, dentro de referenciais e sem a negação da verdade, enriquece o conhecimento humano e leva à melhor percepção de nós mesmos, de nosso mundo e de nosso Criador.
Por Dr. Rev. Augustus Nicodemus Lopes

NOTAS

[1] O pluralismo de idéias é um dos princípios de ministração do ensino na Universidade, de acordo com o Art. 206, inciso III da Constituição Federal.
[2] Stephen C. Ferruolo, The Origins of the University: the Schools of Paris and Their Critics, 1100-1215 (Stanford University Press, 1985), pp.7-8.
[3] Allan Harman, “Vision and Reality: The Challenges Facing Christian Higher Education Today,” palestra inaugural na Universidade Presbiteriana da Coréia em 1998, pp. 24-25.
[4] Entrevista dada em dezembro de 2003, acessada em novembro de 2007 em http://novaescola.abril.com.br/index.htm?ed/168_dez03/html/falamestre.
[5] A complexidade em Morin significa que nada existe isoladamente, mas que tudo está conectado, e que as coisas existem em relação a outras. Envolve o paradoxo do uno e da multiplicidade ao mesmo tempo. Cf. Introducción Al Pensamiento Complejo (Barcelona: Gedisa, 1994), p. 23.
[6] Robert Paulo Wolff, O Ideal de Universidade (São Paulo: UNESP, 1993), pp. 101-108.
[7] Lei de Diretrizes e Bases, Art. 20, inciso III.
[8] Norman Geisler e Frank Turek, Não tenho fé suficiente para ser ateu (Vida Acadêmica: São Paulo, 2004) p.38.

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Livro sobre Exu causa guerra santa em escola municipal

Professora umbandista diz que foi proibida de dar aulas em unidade de Macaé, dirigida por diretora evangélica
POR RICARDO ALBUQUERQUE, RIO DE JANEIRO - O Dia OnLine

As aulas de Literatura Brasileira sobre o livro ‘Lendas de Exu’, de Adilson Martins, se transformaram em batalha religiosa, travada dentro de uma escola pública. A professora Maria Cristina Marques, 48 anos, conta que foi proibida de dar aulas após usar a obra, recomendada pelo Ministério da Educação (MEC). Ela entrou com notícia-crime no Ministério Público, por se sentir vítima de intolerância religiosa. Maria é umbandista e a diretora da escola, evangélica.
Restante do conteúdo
A polêmica arde na Escola Municipal Pedro Adami, em Macaé, a 192 km do Rio, onde Maria Cristina dá aulas de Literatura Brasileira e Redação. A Secretaria de Educação de lá abriu sindicância e, como não houve acordo entre as partes, encaminhou o caso à Procuradoria-Geral de Macaé, que tem até sexta-feira para emitir parecer. Em nota, a secretaria informou que “a professora envolvida está em seu ambiente de trabalho, lecionando junto aos alunos de sua instituição”.

A professora confirmou ontem que voltou a lecionar. “Voltei, mas fui proibida até por mães de alunos, que são evangélicas, de dar aula sobre a África. Algumas disseram que estava usando a religião para fazer magia negra e comercializar os órgãos das crianças. Me acusaram de fazer apologia do diabo!”, contou Maria Cristina.

Sacerdotisa de Umbanda, a professora se disse vítima de perseguição: “Há sete anos trabalho na escola e nunca passei por tanta humilhação. Até um provérbio bíblico foi colocado na sala de professores, me acusando de mentirosa”.

Negro, pós-graduado em ensino da História e Cultura Africana e Afro-Brasileira, o diretor-adjunto Sebastião Carlos Menezes aguardará a conclusão da procuradoria para opinar. “Só posso lhe adiantar que a verdade vai prevalecer”, comentou. Pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil, Sebastião contou que a diretora Mery Lice da Silva Oliveira é evangélica da Igreja Batista.

ATÉ CINCO ANOS DE PRISÃO
“Se houver preconceito de religião, acredito que deva ser aplicado todo o rigor da lei”, afirmou o coordenador de Direitos Humanos do Ministério Público (MP), Marcos Kac. O crime de intolerância religiosa prevê reclusão de até 5 anos. Em caso de injúria, a pena varia de 3 meses a 2 anos de prisão. O MP poderá entrar com ação pública penal se comprovar a intolerância religiosa. “Caso contrário envia à delegacia para inquérito”, explicou Kac.

Alunos do 7º ano leram a obra: referências ao folclore

Em 180 páginas, o livro ‘Lendas de Exu’, da Editora Pallas, traz informações sobre uma das principais divindades da cultura afro-brasileira. O autor da obra, Adilson Martins, remete ao folclórico Saci Pererê para explicar as traquinagens e armações de Exu.

Na introdução, Martins diz que ele é “um herói como tantos outros que você conhece”. Em Macaé, 35 alunos do 7º ano do Ensino Fundamental leram o livro.

Nas religiões afro-brasileiras, Exu é o mensageiro entre o céu e a terra, com liberdade para circular nas duas esferas. Por isso, algumas pessoas acabam o relacionando a Lúcifer.

O presidente da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, Ivanir dos Santos, garantiu que outros autores de livros, como Jorge Amado e Machado de Assis, sofrem discriminação nas escolas: “As ideias neopentecostais vêm crescendo muito, desrespeitando a lei”.

Ivanir explicou que o avanço da discriminação religiosa provocou o agendamento de um encontro, dia 12 de novembro, com a CNBB: “Objetivo é formar uma mesa histórica sobre os cultos afro e estabelecer uma agenda comum”.

VIVA VOZ
Até mães de alunos me proibiram de falar sobre a África

“Acusam-me de dar aula de religião. Não é verdade. No livro ‘Lendas de Exu’, de Adilson Martins, há histórias interessantes, são ótimas para trabalhar com os alunos. Li os contos, como se fosse uma contadora de histórias, dramatizando cada uma delas. Praticamos Gramática, e os alunos ilustraram as histórias de acordo com a imaginação deles. Não dá para entender por que fui tão humilhada. Até mães de alunos, evangélicas, me proibiram de falar sobre a África”.

MARIA CRISTINA MARQUES, professora, 48 anos

Caros irmãos,

Paz do SENHOR!!!!

Achei o artigo abaixo muito interessante para refletirmos no nosso papel de "sal da terra e luz do mundo" e sobre a Reforma Protestante, que comemoraremos no próximo dia 31.

Numa sociedade pluralista todas as vozes têm de ser ouvidas, mas creio que os lugares dessas vozes, seus tons e assuntos ainda não foram bem definidos na nossa Sociedade.

A Escola, como lugar público, não deve ser usado como púlpito de qualquer religião. O discurso tem que ser o mais neutro possível. Assim, meu pensamento é que se ensinar sobre a cultura afro, por exemplo deve-se dizer: "os africanos criam assim" ou a "religiões africanas criam assim". Nota-se que o tempo está no passado. Isto causa um distanciamento que não envolve discutir crenças atuais (quem quiser saber que procure um centro de religião afro ou leia livros sobre o assunto). Da mesma forma quando se ensinar sobre a Reforma Protestante do Século XVI. Quem quiser saber melhor ou envolver-se pessoalmente no assunto tem muita oportunidade de frenquentar uma igreja histórica, tirar dúvidas com pastores, ler livros específicos de História Geral ou de História da Igreja. No entanto, sei que o mundo não é tão ideal e justo assim, daí eu também se tivesse filhos ficaria preocupado com o que o meu filho estivesse aprendendo ou melhor, a que tipo de discurso ele estaria exposto. Daí, penso que os pais cristãos têm que estar muito atentos a isto.

Uma outra questão emerge: nos tempos da Reforma, Calvino, pelo menos, preocupou-se grandemente com a educação religiosa, secular e profissional. Penso que perdemos este valor reformado e não temos escolas de qualidade suficientes para atender os filhos dos crentes, proporcionando-lhes um ambiente saudável ao desenvolvimento de suas capacidades dadas por Deus. .Isto é muito sério porque estamos gerando pessoas que estão sendo educadas em valores de corrupção, desonestidade e liberalidade de corpo e vícios (e depois nos surpreedemos quando os jovens da Igreja caem nesses pecados.... ) Devemos nos lembrar que a exposição é muito grande e passa-se mais tempo fora de casa e da Igreja que o contrário.... Toda esta exposição externa é uma competição desleal contra um sermão de 30 minutos no Domingo. Infelizmente poucas são as famílias que fazem culto doméstico....

Chamo a atenção também no artigo que tenta jogar um irmão evangélico contra outro:

"Negro, pós-graduado em ensino da História e Cultura Africana e Afro-Brasileira, o diretor-adjunto Sebastião Carlos Menezes aguardará a conclusão da procuradoria para opinar. “Só posso lhe adiantar que a verdade vai prevalecer”, comentou. Pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil, Sebastião contou que a diretora Mery Lice da Silva Oliveira é evangélica da Igreja Batista". O texto fragmenta Batistas e Presbiterianos. Estejamos atentos contra isto!!!!!

A saída agora é uma comissão externa, até de pastores examinar o livro para ver a qualidade do discurso, do grau de intencionalidade do texto e talvez até cassar o livro no MEC, tudo na forma da Lei. Meu medo é que a diretora agora possa se encontrar sozinha e servir de carne fresca .... de qualquer forma, ela está exposta a passar 05 anos na pisão....

No amor de Cristo,

Sérgio Nascimento.
Enviado por e-mail.

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Rio de Janeiro recebe Encontro de Líderes

A Junta Regional de Educação Teológica do Rio de Janeiro (JURET-RJ) e o Seminário Teológico Presbiteriano Rev. Ashbel Green Simonton convidam para mais um Encontro de Líderes, a ser realizado no dia 21 de novembro de 2009, sábado, às 9h, na Igreja Presbiteriana do Rio de Janeiro.
Na oportunidade será debatido o tema “A importância da confessionalidade na formação teológica”.
Na programação, além da palestra temática, serão apresentadas algumas exposições sobre a JURET, o Seminário Simonton e o Centro Presbiteriano de Pós-graduação Andrew Jumper (CPAJ).
O palestrante convidado para o encontro é o rev. Davi Charles Gomes, Diretor do CPAJ. O rev. Roberto Brasileiro, Presidente do Supremo Concílio da IPB, também se fará presente, além dos membros da JURET, diretores e capelães de seminários.
A IP do Rio de Janeiro, sede do evento, está localizada à Rua Silva Jardim, 23, Centro, Rio de Janeiro (RJ).

Mais informações sobre o encontro através dos contatos:
E-mail: secretaria@seminariosimonton.com
SITE: http://www.simonton.com/
Telefone: (21) 2201-6734

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27/10/2009

Libertando-se do medo

Romanos 8. 31-39
Quando lemos esse texto, nosso coração se enche de esperança e alegria. Somos tomamos de uma certeza indizível, perene, fundamentada no amor de Deus por nós. Não precisamos temer o passado, o presente ou o futuro, pois estamos seguros no amor de Cristo. Não há nenhuma condenação, pois compartilhamos da redenção de Deus, e a lei não pode nos condenar. Não há nenhuma obrigação, pois temos o Espírito de Deus que nos capacita a vencer a carne e a viver para Deus. Não há frustração alguma, pois compartilhamos da glória de Deus, a bendita esperança da volta de Cristo. Não há qualquer separação, pois experimentamos o amor de Deus. “Quem nos separará do amor de Deus?” (v. 35). O apóstolo Paulo oferece cinco argumentos para provar que o cristão não pode ser separado de seu Senhor.
1 – Deus é por nós (v.31) – O Pai é por nós e provou esse fato entregando seu Filho (Rm 8.32). O Filho é por nós (v.34) e o Espírito também (v. 26). Deus faz todas as coisas cooperarem para o nosso bem (Rm 8.26). Deus é por nós em sua Pessoa e em sua providência.
2 – Cristo morreu por nós (v. 32) – Vemos aqui uma argumentação em ordem crescente. Se, quando éramos pecadores, Deus nos deu seu melhor, agora que somos filhos de Deus, acaso ele não nos dará tudo de que precisamos? Portanto, devemos confiar na providência de Deus. Ele é tudo o que necessitamos. O que mais carecemos nesta vida não é das coisas, mas da presença de Deus ao nosso lado.
3 – Deus nos justificou (v.33) – Isso significa que nos declarou justos em Cristo. Satanás deseja nos acusar (Zc 3.1-7; Ap 12.10), mas, em Cristo Jesus, somos feitos justos diante de Deus. Somos eleitos de Deus – escolhidos em Cristo e aceitos em Cristo. Nossa dívida foi paga pelos méritos de Cristo na cruz e nada pode mais nos condenar, se estamos debaixo da graça de Deus. Somos justificados pelos méritos de Cristo, não pelos nossos méritos ou deméritos.
4 – Cristo intercede por nós (v. 34) – A segurança do que crê em Cristo se deve a uma intercessão dupla: o Espírito intercede (Rm 8.26, 27) e o Filho de Deus intercede por nós (Rm 8. 34). O mesmo salvador que morreu por nós intercede por nós no céu. Como nosso Sumo Sacerdote, pode nos dar a graça de que precisamos para superar a tentação, derrotar o inimigo (Hb 4. 14-16) e vencer os obstáculos e desafios da vida.
5 – Cristo nos ama (VV. 35-39) – Em Romanos 8. 31-34, Paulo prova que Deus não falha conosco; mas será que podemos falhar com ele? E se vacilarmos em meio a alguma grande provação ou tentação? O que será de nós? O apóstolo Paulo afirma que nada nos separará do amor de Jesus. No entanto, Deus não nos alivia das dificuldades da vida, porque precisamos delas para nosso crescimento espiritual (Rm 5.3-5). Em Romanos 8.28, Deus nos garante que até as dificuldades da vida, trabalham ao nosso favor.
Não devemos temer a vida nem a morte, nem as coisas do presente, tampouco as do futuro, pois Jesus Cristo nos ama e deseja nos dar a vitória. Não se trata de uma promessa condicional: “Se fizermos isso, Deus fará aquilo”. Essa garantia em Cristo é um fato comprovado, e nos apropriamos dele porque estamos em Cristo. Nada pode nos separar de seu amor! Nem nós mesmos!
Nenhuma condenação! Nenhuma obrigação! Nenhuma frustração! Nenhuma separação! Se Deus é por nós, quem será contra nós?

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26/10/2009

Devocional da Semana - Culto Doméstico

Uma família que ora e estuda a Palavra de Deus diariamente é fortalecida para enfrentar as dificuldades e vencer os embates da vida. Há grandes benefícios a serem colhidos por essa preciosa prática - DOMINGO: Pv 22-24; SEGUNDA: Pv 25-28; TERÇA: Pv 29-31; QUARTA: Ec 1-3; QUINTA: Ec 4-6; SEXTA: Ec 7-9; SÁBADO: Ec 10-12.

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Acompanhe ao Vivo as Mensagens da 9ª Conferência Fiel em Portugal pela Internet


A Editora Fiel traz a você a oportunidade de acompanhar na integra e ao vivo as palestras da 9ª Conferência Fiel em Portugal.

Para assistir as mensagens você deve:


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Exército americano leva tecnologia do sabre de luz dos Jedis para testes reais no campo de batalha‏

YODA E VADER Lados opostos de uma guerra numa galáxia muito, muito distante
Desde os seus primórdios, a ficção científica tem inspirado mentes sagazes com seus enredos. No clássico "Da Terra à Lua" (1865), por exemplo, o francês Julio Verne narra uma aventura que se concretizaria apenas um século depois, com o célebre pouso da nave Apolo 11 no solo lunar. Nos anos 90, o filme "Matrix" transformou a realidade em um universo paralelo semelhante ao mundo vir tual do jogo Second Life, que nasceria apenas em 2003. Agora, uma das armas mais cultuadas pelos fãs de sci-fitambém pode virar real: o Comando de Operações Especiais do Exército americano acaba de realizar testes com um artefato batizado de Plasma Knife (faca de plasma, literalmente).

O instrumento lembra o sabre de luz da série "Star Wars" e mexe com a imaginação de milhões de fãs ao redor do planeta. Ele não está sendo utilizado, no entanto, para dividir ao meio o corpo de adversários mas, sim, para salvar vítimas de disparos e bombardeios. Graças à sua "lâmina" de gás ionizado, aquecido a uma temperatura de aproximadamente três mil graus Celsius, a faca funciona como um bisturi capaz de cauterizar ferimentos que poderiam ser letais. E é nesse ponto que o aparato começa a despertar suspeitas. É possível que a mesma tecnologia aplicada na faca de plasma vá parar em uma arma de combate?

Coordenador do Laboratório de Plasma Industrial da Unicamp, o professor Aruy Marotta é taxativo: "A tecnologia não é aplicada dessa forma. A especulação não tem sentido". Já Nilson Cristino da Cruz, professor do Laboratório de Plasmas Tecnológicos da Unesp, acredita que pode haver verdade por trás da teoria de conspiração, já que a temperatura do plasma pode atingir níveis de energia capazes de decepar um membro do corpo. "Assim como é possível utilizar um maçarico como arma, o plasma também pode ser usado nesse sentido", diz ele. E completa: "Imagino que o objeto teria ao menos uma limitação: o comprimento da chama. As tochas têm, tipicamente, poucos centímetros, o que inviabilizaria uma ferramenta para ataques à distância."
Dica: Sérgio Nascimento por e-mail.

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05/10/2009

Assista ao Vivo as Mensagens da 25ª Conferência Fiel pela Internet


A Editora Fiel mais uma vez inova e traz a você a oportunidade de acompanhar na integra e ao vivo as palestras da 25ª Conferência Fiel.

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As palestras serão exibidas conforme as datas e horários da tabela abaixo.*
*Horário de Brasília.


Fonte: Editora FIEL por e-mail.

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24/09/2009

Onde Estaria Eu - Stênio Marcius

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