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为: William Shakespeare

Postado William Shakespeare 在2010年2月7日,为Edson Duarte

它有某些小时,我们不需要爱…
我们不需要desmedida激情…
我们在嘴不想要亲吻…
E亦不身体,如果发现在床的maciez…
它有某些小时,我们在肩膀只想要手的那,我拥抱它那里按了或同样是, quietinho,对旁边…
没有没什么说…
它有某些小时,当我们在听力患者认为我们是pra哭泣时,我们渴望对存在朋友,到他们,演奏与人,在微笑的做他们…
嘲笑我们的笑话,不用厚待…的人
它发现我们的悲伤世界的greaters…
在他们它编织恭维,不用末端…
E,虽然所有这些有用的谎言,在真诚之一
不容置疑…
在它预定他们沉默嘴或防止一个impensado姿态对他们…
能说他们的人:
我发现您被错过,但是上午它旁边…
或只说的人:
我是它的爱! E I这里!

William Shakespeare

关系-为Arnaldo Jabor

Postado Arnaldo Jabor 在2010年2月1日,为Edson Duarte

我总发现namoro,婚姻,言情有开始、方式和末端。 作为一切在生活中。 Detesto,当我听那正式对话:

- `安培小时,我完成了namoro… `
- “我们的,多少时刻’
- “五年… 但它没有给确定… 它完成了’
-它是没有给… ?

清楚地它给了! 在五年期间,它给了确定,只有那它完成了。 E好一个生活,是您能有一些爱。
我不相信,如果补全的人。 我相信的人,如果增加。 到时代您不获得亦不到授予百分之一百您为您你自己,至于充电其他的百分之一百? E我们没有这件完全事。
对时代它是忠实的,但它不是好床。
到时代它是富感情的,但他不是忠实的。
到时代它是考虑周到的,但他不努力。
到时代它打谷,但她不是易察觉的。
我们没有的一切。
那是更加重要的方面在它察觉并且投资。
皮肤是一个诡谲动物。
当您有皮肤与某人时,您比它欢欣可以是papa与母亲基本。 E到时代您有那个性翻转者,但那她不打动您…
我发现亲吻是重要的… E,如果亲吻敲打… 如果它使用… 如果它不摔打… 加上马蒂尼鸡尾酒,请… E去给回归。
如果它或它不想要更多对您,不强迫酒吧。 其他有权利不想要您。 它不战斗,它不束缚,它不给pití。
End of
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Se a pessoa ta com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta. Nada de drama.
Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, recessão de família? O legal é alguém que está com você por você. E vice versa.
Não fique com alguém por dó também. Ou por medo da solidão.
Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado. E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.
Tem gente que pula de um romance para o outro. Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia? Gostar dói. Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração.Faz parte.
Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo. E nem sempre as coisas saem como você quer… A pior coisa é gente que tem medo de se envolver. Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta. Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível. Na vida e no amor, não temos garantias.
E nem todo sexo bom é para namorar. Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar. Nem todo beijo é para romancear. Nem todo sexo bom é para descartar. Ou se apaixonar. Ou se culpar.

Enfim… Quem disse que ser adulto é fácil?

Arnaldo Jabor

Do Livro do Desassossego

Postado em Fernando Pessoa em 29 janeiro, 2010 por Edson Duarte

“O coração, se pudesse pensar, pararia.
Considero a vida uma estalagem onde tenho que me demorar até que chegue a diligência do abismo. Não sei onde me levará, porque não sei nada. Poderia considerar esta estalagem uma prisão, porque estou compelido a aguardar nela; poderia considerá-la um lugar de sociáveis, porque aqui me encontro com outros. Não sou, porém, nem impaciente nem comum. Deixo ao que são os que se fecham no quarto, deitados moles na cama onde esperam sem sono; deixo ao que fazem os que conversam nas salas, de onde as músicas e as vozes chegam cómodas até mim. Sento-me à porta e embebo meus olhos e ouvidos nas cores e nos sons da paisagem, e canto lento, para mim só, vagos cantos que componho enquanto espero.
Para todos nós descerá a noite e chegará a diligência. Gozo a brisa que me dão e a alma que me deram para gozá-la, e não interrogo mais nem procuro. Se o que deixar escrito no livro dos viajantes puder, relido um dia por outros, entretê-los também na passagem, será bem. Se não o lerem, nem se entretiverem, será bem também”.

(Bernardo Soares)

ANÁLISE

Postado em Fernando Pessoa em 26 janeiro, 2010 por Edson Duarte

Tão abstrata é a idéia do teu ser
Que me vem de te olhar, que, ao entreter
Os meus olhos nos teus, perco-os de vista,
E nada fica em meu olhar, e dista
Teu corpo do meu ver tão longemente,
E a idéia do teu ser fica tão rente
Ao meu pensar olhar-te, e ao saber-me
Sabendo que tu és, que, só por ter-me
Consciente de ti, nem a mim sinto.
E assim, neste ignorar-me a ver-te, minto
A ilusão da sensação, e sonho,
Não te vendo, nem vendo, nem sabendo
Que te vejo, ou sequer que sou, risonho
Do interior crepúsculo tristonho
Em que sinto que sonho o que me sinto sendo.

              Fernando Pessoa, 12-1911