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星期一, 8 2月2010年

Taxilunar音乐5

Musics postadas在站点,在最近降下的一个唯一的档案里。

册页的标题: Taxilunar音乐v
年: 2010
记录器: 您S/A
排序: 电影配乐或岩石或者流行音乐或者蓝色
质量: 薄板3,97/- V2 - vbr新
数位速率: 196 Kbps/44,1千赫或联合立体音响
总时间: 94:41分钟
大小: 91mb


名单:




J.的行动COMUNICATIVA的理论。 HABERMAS

为Ines Lacerda Araújo










好工作。
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泥的人

Pra整天醒,如果对沼泽
在叫的植物manguezá
它,螃蟹的人uçá
它的时钟是浪潮和它的坚持信念
Pra对catar动物
它走行军反向加速
在一次真实的争斗
用手或脚
在没有末端的这天它亦不想象
它是很坏的一切
E看它的朋友赞成螃蟹
E因而认为:
什么它发生了
与市分矿和你的?
我的上帝…

(Valdemar Vergarta儿子)

星期五, 5 2月2010年

武器

-最强武器,
最牢固, certeira ?
矛,剑, clavina,
或深冒险家?
手枪? Bacamarte ?
步枪或者箭头?
大炮在强的正方形
它在十分钟突破口做?
-最牢固武器? -
terçado一, fisga, chuço,
箭,钉头锤, virote ?
刀子, florete,弓,
punhal或者chifarote ?
武器的更多tremnda,
更坏durindana,
您照料,我的好朋友:
如果它起绰号: -语言人。

Fagundes Varela

星期天, 31 1月2010年

在Memorian

[nuala.jpg]

“它是紧挨我,当减少的我的光,
当血液,如果对esvair和神经对formigarem
e心脏将是病态的,
E变得的所有齿轮慢。

它是紧挨我,当肉欲的图片
如果登上以占领的痛苦到信心;
E时候,疯子用尽尘土,
E生活,愤怒在火焰。

它是紧挨我,当烘干的我的信念,
E,当人上个春天将是作为飞行,
他们安置它蛋和他们毒害,当唱歌时
End of
Translation
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E enredam suas células mesquinhas para a morte.

Esteja perto de mim quando eu desaparecer,
Para mostrar o fim dos conflitos humanos,
E à beira da escuridão da vida,
Chegar ao crepúsculo do dia eterno".


Lord Alfred Tennyson


É um fragmento de um poema que vi em "Hellboy", infelizmente não encontrei a versão para o português e tentei chegar o mais próximo, tomara que o Lord, nem o homenageado com o poema revirem no túmulo!
A sonoridade imposta aos versos pela princesa no filme é belíssima!
Olhando bem, tem uma música do Skank que poderia ter sido inspirada por esse poema.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Realejo

Será que a sorte virá num realejo?
Trazendo o pão da manhã
A faca e o queijo
Ou talvez... um beijo teu
Que me empreste a alegria... que me faça juntar
Todo resto do dia... meu café, meu jantar
Meu mundo inteiro...
que é tão fácil de enxergar... E chegar
Nenhum medo que possa enfrentar
Nem segredo que possa contar
Enquanto é tão cedo
Tão cedo
Enquanto for... um berço meu
Enquanto for... um terço meu
Serás vida... bem vinda
Serás viva... bem viva
Em mim
Será que a noite vira num vilarejo
vejo a ponte que levara o que desejo
admiro o que há de lindo e o que há de ser... você
Enquanto for... um berço meu
Enquanto for... um terço meu
Serás vida... bem vinda
Serás viva... bem viva
Em mim


Composição: Fernando Anitelli / Danilo Souza


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Fernando Nobre - Um médico de verdade


Fernando Nobre não acredita na neutralidade do médico. Por isso, há 25 anos fundou em Portugal a Assistência Médica Internacional.
PEDRO BASSANLisboa

Aos 58 anos, Fernando Nobre poderia estar em sua clínica, ser um respeitado urologista e dar entrevista em um gabinete de uma grande universidade da Bélgica. Mas há 30 anos ele trocou o hospital, a pesquisa e o conforto da Europa por terremotos, ciclones e guerras nos países mais pobres do mundo.

“Para alguns eu era uma espécie de meio louco, de original, pelo menos. Mas isso era a opinião deles, não a minha. Acho que cada um de nós tem de saber aquilo que queremos e eu sabia o que eu queria”, conta.

Um médico que fez do planeta Terra o seu consultório. Nas últimas décadas, Fernando Nobre socorreu vítimas das piores tragédias do mundo. Vive a maior parte dos dias cercado pelo sofrimento humano sem nunca se acostumar com ele.

No Chade, em 1981, Fernando Nobre era o único cirurgião em um país de 6 milhões de pessoas. “Foi muito difícil de repente passar dos meus hospitais de ponta. Sabe o que é ver mulheres com dores de barriga e pegarem pedaços de lenha na fogueira e queimarem a barriga para transferirem a dor para a superfície em vez de terem a dor profunda”, lembra.

Um ano depois ele estava no Líbano e viu de perto os massacres nos acampamentos de Sabra e Chatila. “Foi uma grande tragédia e não há perdão para o que lá se passou”, comenta.

Fernando não acredita na neutralidade do médico. Por isso, há 25 anos fundou em Portugal a Assistência Médica Internacional (AMI). É uma organização humanitária que atende os doentes e denuncia o que vê, como o massacre de Ruanda, em 1994.

Os caminhos surpreendentes da vida levaram o médico das tragédias de volta à universidade. Em Lisboa, é professor de medicina humanitária: “A essência da medicina é verdadeiramente humanitária, seja em um hospital em São Paulo, em Washington ou em Paris”.


Nem por isso ele deixa de viajar para os cantos mais longínquos do planeta. Mesmo quando muitos acham que não há mais nada a fazer: “O médico, porque não é Deus e não pode ser Deus, quando constata que sua capacidade já está esgotada, muitas vezes vê isso como uma derrota e já não se aproxima desses doentes terminais porque ele vê isso como uma derrota, já não tem nada a fazer. Tem sempre o que fazer. Nem que seja só segurar a mão do doente e falar com ele”.