Il s’agit d’une traduction assistée par ordinateur de la page Internet d’origine. Elle est fournie à titre indicatif et ne constitue en aucun cas une traduction complète et fidèle.
lundi, 8 février 2010 | 21:02 |
Écrit par Daniel Castelo Branco
Adolf Hitler. N'existe personnage plus étudié dans l'histoire de l'humanité. Presque ils tous les jours ont quelqu'un en parlant de lui. Le passé, les influences, les idées, stratégies, actions. Et plus je connais, moins comprends. Comme lui il a réussi à passer de telle façon temps le pouvoir ? Des plans pour assassiner le dictateur allemand ont existé plusieurs. Personne a donné correctement. Débarrassé du Führer toujours réussissait à s'échapper indemne.
Bien… Cela jusqu'à Quentin Tarantino réécrire l'histoire. Dans Bâtards Inglórios (Inglourious Basterds, 2009), son récent travail, il popularise un des secrets meilleur gardés de la Deuxième Guerre mondiale : l'existence d'un peloton de soldats judaïques, qui a débarqué en France pendant la Bataille de la Normandie, avec l'objectif de tuer (cruellement) des nazistas.
Bientôt dans la scène d'ouverture, Bâtards Inglórios nous il séduit au plaisir de la viande. Tout commence quand la fille Shosanna Dreyfus (Mélaine Laurent) témoigne l'exécution de sa famille par le colonel Hans Landa (Christoph Waltz). La scène est épouvantable ! Seule il justifierait l'indication que l'acteur a reçu le Óscar. En parlant dans cela, le film concourt dans huit catégories, y compris Mieux Film et Direction.
De telle façon intérêt de la critique n'est pas par hasard, le film réellement est très bon. Néanmoins, j'ai trouvé seconde moitié peu bureaucratique. L'histoire a perdu le gaz initial. Il a retardé autre o processus de joint pour renverser la ligne de devant du Parti Nazista. Aussi je n'ai pas aimé l'énorme espace donné pour les trames barres parallèles. Résultat : il a manqué de temps pour plonger dans la terreur qui s'est éparpillée par Troisième Reich.
Il y a aussi le costume de qu' Bâtards Inglórios c'est un film de guerre, donc, le plus limité de la filmografia tarantinesca. La chance a été avoir trouvé un Christoph Waltz inspiré. L'acteur autrichien est l'incarnation elle-même de la svastika allemande. Brad Pitt, dans le rôle du lieutenant Aldo Raine, aussi très est amusé. Il méritait plus espace. Enfin, Bâtards Inglórios c'est une fonte inspirée bientôt pour réécrire l'histoire du cauchemar nazista.
Il confère la remorque clicando dans le bouton play de l'image au-dessous.
dimanche, 7 février 2010 | 14:32 |
Écrit par Daniel Castelo Branco
Fin de traductionO homem vive em guerra. Ao longo da vida enfrenta doenças, caos urbano, tragédias familiares, violência. Constantemente está exposto a riscos que não controla. É um vizinho psicopata, um chefe carrasco, um irmão egoísta, um juiz corrupto. A ameaça é real. O instinto faz o homem lutar por sobrevivência, mas no fundo, ele pensa: para quê viver? E essa é a pior das guerras. O homem busca um sentido para vida, não encontra...
A cineasta Kathryn Bigelow resolveu mostrar como isso funciona na prática. Em seu filme Guerra ao Terror (The Hurt Locker, 2008) ela acompanha o dia-a-dia de um esquadrão anti-bombas do exército americano no Iraque. Pode apostar que não existe profissão mais perigosa. Um descuido e buuumm! Tripas para o ar. Nessas horas é bom ficar longe. Um artefato pequeno é capaz de devastar quarteirões. Bom para os yankees que tem grana pra tecnologia.
Robôs, tanques, roupas especiais. Tudo isso ajuda, mas nada substitui o homem. A prova é o sargento William James (Jeremy Renner). O cara é o campeão mundial em desarmamento de bombas. Sabe aquele lance de escolher entre o fiozinho vermelho e o verde? Pois é, o sujeito acerta todas. Sorte dele e dos colegas JT Sanborn (Anthony Mackie) e Brian Geraghty (Owen Eldridge), que vivem em contagem regressiva para o fim do pesadelo.
E justamente como um relógio, Guerra ao Terror é um ciclo interminável. O estilo é documental, as imagens chegam à altura dos olhos. Lado a lado com os soldados somos capazes de sentir o gostinho da poeira, o calor dos uniformes, a agonia do desconhecido. A realidade ao extremo, empregada pela cineasta, fez tanto sucesso que o filme recebeu nove indicações ao Oscar 2010. Pra mim é o único capaz de bater "Avatar" (leia a resenha) na briga dos maiores prêmios.
Independente do resultado, Guerra ao Terror já deixou seu legado ao nos obrigar a repensar o sentido da vida, afinal, não é fácil entender a cabeça de um soldado. Só espero que o filme não vença o prêmio. Pra mim seria transformar em pipoca uma realidade que deveria nos envergonhar. A guerra é nosso fardo, devemos carregá-lo, mas nunca cair na tentação de chamá-la de arte.
Confira o trailer clicando no botão play da imagem abaixo.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010 | 06:00 |
Escrito por Luis Almeida
Em Vampiros em Dallas (Editora Arx, 2009), Sookie e Bill namoram firme e sua relação pelo menos é tolerada pela pequena cidade de Bon Temps, porém outro assassinato ocorre, que irá, dessa vez colocar o detetive Andy Bellefleur na suspeita, já que o cozinheiro gay do Merllote, Lafayette, foi encontrado morto em seu carro, no dia anterior a um grande "porre" de Andy.
Nesse livro vemos que a vida dá muitas voltas, pois no livro passado Andy perseguiu Jason pela suspeita dos assassinatos que vinham ocorrendo na cidade e agora, ele precisará da ajuda e do dom de Sookie para provar sua inocência.
Paralelamente a esses acontecimentos, Eric como chefe da zona onde mora Bill, resolve emprestar Sookie para vampiros de outra zona dos Estados Unidos, devido ao sumiço de um vampiro que pertence a um ninho influente em Dallas.
Em Dallas, o preconceito contra os vampiros ainda encontra-se presente, porém existe nela uma estrutura melhor para atender aos seres da noite, como prédios preparados para recepcioná-los e protegê-los durante o dia, além de um serviço de quarto personalizado, com pessoas devidamente prontas a literalmente darem seus sangues aos hospedes.
O serviço de Sookie é oferecido a Stan, outro vampiro dono de um bar em Dallas, vampiros se encaixam bem nesse ramo de trabalho. Ela passa a entrevistar os funcionários humanos do estabelecimento, pois ela lendo as mentes é mais rápido e indolor que os métodos de torturas que os vampiros eventualmente utilizariam e nessas pesquisas ela descobre o momento que o vampiro sumiu, porém nada é fácil na vida e nos trabalhos que ela enfrenta e esse não será diferente, dessa vez ela ficará no meio da guerra entre vampiros e a irmandade do sol, grupo cristão contra vampiros.
Em Vampiros em Dallas encontramos uma história bem mais voltada para o sobrenatural, muita coisa acontece em Bon Temps e em Dallas e Sookie terá que encontrar um vampiro desaparecido e solucionar a morte de seu amigo Lafayette, mesmo que isso a contra vontade inocente Andy que no passado quis prender seu irmão.
Nesse livro os encontros amorosos entre Sookie e Bill são mais constantes, a autora parece gostar de preencher os capítulos com imagens eróticas, mas ela também consegue contrabalancear com um ótimo diálogo entre Sookie e Godfrey, um diálogo de tolerância pouco praticado nos tempos de hoje.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010 | 06:00 |
Escrito por Luis Almeida
Morto Até o Anoitecer (Editora Ediouro, 2007) é o primeiro livro da série “Sangue Fresco – A saga” de Charlaine Harris e nos introduz a um universo que está atualmente na moda, o sobrenatural estrelado por vampiros, por isso suas histórias foram escolhidas pela HBO e se transformaram no seriado True Blood.
A autora partiu de um contexto interessante para criar a trama, a criação de sangue sintético pelos japoneses fizeram que os vampiros não tivessem mais a necessidade de sangue humano para sobreviver e por isso esse grupo de andarilhos noturnos resolveram “sair do caixão”, expressão usada no livro para dizer que eles se revelaram ao mundo e agora reinvidicam cidadania e igualdade, algo não distante do que clama as minorias na atualidade.
Em Morto Até o Anoitecer somos apresentados a Sookie Stackhouse, uma jovem garçonete que mora com sua avó, devido à morte de seus pais numa enchente, vivem numa cidade pequena e tem um irmão chamado Jason, que trabalha como fiscal de obras do estado e “pega” tudo que é mulher da cidade. Sookie tem um grande interesse por conhecer algum vampiro desde que eles se revelaram, pois ela tem um dom de ler mentes, dom esse que apenas os familiares e amigos próximos sabem.
Numa noite normal no bar do Merllote, onde Sookie trabalha, adentra pela porta da frente um ser misterioso com uma pele branca, brilhante que Sookie logo nota se tratar de um vampiro, seu nome é Bill Compton, eles serão os personagens chave de todo o livro, pois Sookie com seu dom tem uma vida bastante complicada e de certa forma solitária, todos na cidade a acham louca, Bill decide se estabelecer na cidade e se humanizar e acaba virando namorado de Sookie. Ambos querem ter uma vida tranqüila algo difícil devido a uma série de assassinatos que passam a acontecer na pequena cidade de Bon Temps.
Assassinatos misteriosos, onde as vítimas são mulheres e o modus operandis do assassino é o estrangulamento. Sendo uma cidade de interior as investigações são baseadas em depoimentos, o que leva as suspeitas a cair em Jason Stackhouse, irmão de Sookie, por ter ligação com as vítimas.
E nesse clima de assassinatos, crime a serem desvendados, vampiros, sangue e preconceito, se desenvolve a história de amor entre uma garçonete um vampiro, numa pequena cidade do Sul dos Estados Unidos.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009 | 01:07 |
Escrito por Daniel Castelo Branco
Em 1882 o francês Jules Joseph Lefebvre pintou "Pandora". A tela em óleo de 96 por 75cm representava a mulher que - de acordo com a mitologia grega - abriu uma caixa oferecida por Zeus, deixando escapar todas as qualidades humanas dadas pelos deuses. Mesmo tendo-a fechado rapidamente, sobrou para os mortais apenas uma virtude: a esperança. A partir de então os homens foram afligidos por todos os males.
E assim como no mito, James Cameron juntou numa pequena caixa 3-D chamada Avatar (Avatar, 2009), todas as qualidades da recente cinematografia fantástica. O filme, por exemplo, tem inovações linguísticas (O Senhor dos Anéis), rebelião da natureza (As Crônicas de Nárnia), integração homem-máquina (Matrix), ineditismo tecnológico (Star Wars) e manipulação neural, temática já explorada em andróides (Substitutos) e presidiários (Gamer).
O visual dos personagens também não foge à regra. Ao que parece, os criadores se inspiraram na série de quadrinhos "Timespirits", publicada entre 1984 e 1986 pela Epic/Marvel. Basta observar com um pouco mais de carinho para notar que Avatar tem inclusive muitos elementos dos filmes de faroeste. Lá estão os índios armados com arco e flecha, montando cavalos selvagens e defendendo sua terra contra a pólvora do exército yankee. Talvez Avatar seja um pedido de desculpa dos americanos ao povo indígena...
Ainda que não propositalmente, as referências de Avatar enriquecem a história, tornando o filme um mundo de novas descobertas e experiências. E provavelmente a maior delas seja visual. Avatar foi feito para os olhos. Desse modo, mesmo que sua TV tenha 50'', seria um crime assisti-lo em casa. Até mesmo aquele cineminha do shopping já não serve. Avatar requer óculos especiais e uma mega sala de cinema com 3-D estereoscópico.
Infelizmente esse privilégio é para poucos. Para quem não tem uma sala IMAX ou projeção em 3-D digital no quintal de casa, só resta o 2-D em 35mm. Foi o meu caso. Mas nem por isso perdi o deslumbramento visual. O brilho e movimento da floresta fluorescente são incomparáveis. Fotorealismo ao extremo. O lugar parece um aquário de corais a céu aberto. Fora que na maior parte do filme senti um frio na espinha com as vertiginosas tomadas aéreas.
Na história, Jake Sully (Sam Worthington) é um ex-fuzileiro naval paraplégico, recrutado para fazer parte do Projeto Avatar, liderado pela Dra. Grace Augustine (Sigourney Weaver). A tecnologia empregada consiste em projetar sua consciência no corpo clonado de um Na’vi, como são chamados habitantes indígenas da lua Pandora. O objetivo dessa experiência é permitir que o militar se infiltre na região e prepare o terreno para a exploração dos recursos naturais. O problema é que o sujeito apaixona-se pela floresta, pelo povo e pela guerreira Neytiri (Zoë Saldana), transformando a história numa grande jornada de descoberta, amor e redenção.
Avatar demorou 15 anos para encontrar a maturidade. Um trabalho longo, paciente e minuciosamente detalhado. Pode não bater recordes, pode não ganhar prêmios, pode não dá em nada, mas Avatar já significou um pequeno passo em busca da cura de um dos maiores males do homem: a ganância. Já que nossos líderes não conseguiram acordar um caminho sustentável para o desenvolvimento, quem sabe o povo encontre na filosofia indígena de Avatar, o pouco que ainda resta da velha Caixa de Pandora.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009 | 00:14 |
Escrito por Daniel Castelo Branco
O mundo está de olho em Copenhague. Entramos na reta final da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. Os 119 chefes de estado tentam encontrar a fórmula que combine: preservação do meio-ambiente e crescimento da economia. Em jogo: o futuro da humanidade. Infelizmente as negociações estão caminhando pra mais um fracasso. Um dos impasses é a meta sugerida pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas. De acordo com o IPCC, os países precisam reduzir entre 25% e 40% as emissões dos gases causadores do efeito estufa até 2020.
Mas talvez não dê tempo, pois de acordo com o calendário maia, o mundo acabará em 21 de dezembro de 2012. Para comprovar essa teoria, os especialistas recorrem ao alinhamento planetário em que a Terra ficará no centro da Via Láctea justamente nesse dia. O que vem depois? O filme 2012 (2012, 2009) explica direitinho. A história mistura a previsão maia com as principais teorias catastróficas conhecidas, incluindo a reversão do campo magnético da Terra, a mudança no eixo de rotação do planeta e uma devastadora tempestade solar.
2012 é dirigido por Roland Emmerich, responsável por outros sucessos como "Independence Day" (1996) e "O Dia Depois de Amanhã" (2004). Gosto de filmes do gênero "catástrofe". Acho que explorar o instinto de sobrevivência é a melhor maneira de nos mostrar em essência. Ainda mais se o que está em jogo é a preservação da espécie e não apenas de um ser. É o tipo de coisa que sempre vai causar polêmica. Afinal, quem você colocaria na sua "Arca de Noé"?
Não há uma única resposta, mas gostei da forma pragmática defendida na aventura apocalíptica. O filme dividiu os seres humanos em três grupos: políticos, inteligentes e ricos. O primeiro grupo se encarregaria de exercer a liderança no mundo pós-destruição. No grupo dos inteligentes estariam os cientistas, geneticistas e outras profissões que poderiam contribuir para desenvolvimento social. Para completar temos o grupo dos ricos, que financiaria todo o projeto. E animais? Você os levaria em detrimento a outros humanos?
O filme não explora esses temos, apenas passa por eles. Numa das cenas mais legais o pesquisador Adrian Helmsley (Chiwetel Ejiofor) critica o pragmático Carl Anheuser (Oliver Platt), chefe de gabinete do governo americano, por deixar os trabalhadores chineses fora da "arca" que ajudaram a construir. Ele recebe como resposta: "Está com pena? Entrega sua vaga pra um deles." O pesquisador, claro, baixa a cabeça e se entrega à própria hipocrisia.
Por tudo isso, achei 2012 um filme sociologicamente rico. Mas a verdade é que no final das contas, o que realmente chama atenção é o ritmo alucinante da história. As cenas de destruição são vertiginosas. Um espetáculo de visto de cima. Mas basta um tsunami cobrir uma família diante de nossos olhos para o mundo vir abaixo. Pena que o final tenha escorregado no melodrama. Ainda assim, 2012 é um dos filmes mais divertidos do ano.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009 | 20:00 |
Escrito por Daniel Castelo Branco
Você sabe quando um jovem se torna velho? Alguns dizem idade, cabelo branco, dor nas costas. Eu não sei ao certo, mas se pudesse apontar um único fator diria filosofia de vida. Ela é quem responde por nosso destino, sonhos, projetos, certezas, manias e tolices. Essa bússola semiótica lentamente transforma o espírito aventureiro das crianças numa velha cartilha dogmática. E assim nascem os velhos.
Na animação Up - Altas Aventuras (Up, 2009), o protagonista Carl Fredricksen (voz de Ed Asner) – um vendedor de balões de 78 anos – nos ajuda a compreender esse processo de forma lúdica e emocionante. Desde pequeno ele tinha um sonho: conhecer as florestas da América do Sul. Mas a vida lhe apresentou outros planos. Casou. Não pôde ter filhos. Vivia de forma simples, porém feliz
Tudo muda quando sua esposa amanhece morta. Viúvo, cansado, rabugento e agora, sozinho. Aos poucos percebe que o mundo ao seu redor já não é mais o mesmo. As coisas parecem mais frias, barulhentas, impessoais. Sua própria casa se torna um empecilho para a vizinhança, que progride, cria shoppings, estacionamentos, rodovias. Ele já não tem mais um lar. Sobrou o asilo. Que outro lugar aceitaria um velho?
Mas aí é que entra a beleza de Up - Altas Aventuras. A criança – que parecia morta – desperta na alma do aposentado. Ele então amarra milhares de balões multicoloridos ao redor de sua casa, rompe as estruturas da construção e levanta vôo. O homem parte para a odisséia de sua vida. Resgata o velho sonho abandonado. Renasce.
Apesar da aparente complexidade em navegar uma casa pelos céus da América em busca de florestas tropicais, o homem estava se saindo bem. Até que surge na varanda o menino Russell (Jordan Nagai). Aprendiz de escoteiro, 8 anos, excessivamente otimista e uma matraca. Ele é o pentelho que faltava nessa história. Juntos, vô e neto (ops!) conseguem chegar na grande floresta tropical e acabam descobrindo segredos guardados por décadas.
Up - Altas Aventuras é inteligente, romântico e divertido. O filme ultrapassa as barreiras da animação, desafia sua própria indústria ao matar desejos de consumo e construir valores morais. É uma história que toca a alma, faz chorar sem esforço, sem estardalhaço. Para isso, basta um diário, algumas fotos e lembranças da maior aventura que um homem pode ter: a família.
Confira o trailer legendado:
Outra resenha sobre o assunto: